Novembro 2012


The Naked and Famous, No Way

“The New York Times” mostra Portugal como um país desolador

Um país em que 21% dos idosos vive na pobreza, em que dos 1,4 milhões de desempregados apenas 370 mil recebem apoios mensais do Estado, referem as legendas da fotogaleria do “The New York Times” sobre Portugal.

E não é que ia chegando atrasado devido ao trânsito na A2? Foi às secas… chegar às 9.58 directamente para… daí estar sempre a mexer nos jornais (a volúpia do papel impresso :-) ).

O Calimero editou as partes mais supérfluas… então é assim… duas partes de Educação e uma de Feriados e Futebol..

… apesar de muita coisa…

Obrigado.

umbigo 29000000

(c) Maurício Brito

Na 2º feira, Repórter TVI. Será por isso que andam apressados e nervosos?

O Paulo já viu o anúncio.

Embalados pelo gabinete do PM, certos interesses agitam-se…

Ensino Particular quer discutir modelos educativos com o Governo

Não se percebe bem se a coisa é para passar ao lado do MEC… se é negociação directa com os assessores amigos, os tais que…

No fundo foi criada uma realidade virtual – os cenários apresentados existem há muito e permanecem no imaginário daque4les que vivem de olhos nos mais de 4 mil milhões do Orçamento do MEC – e agora alguns actores mexem-se como se a realidade tivesse mudado.

A verdade é que apenas foi feita uma encenação…

Em declarações à agência Lusa, o director executivo da AEEP, Rodrigo Queiroz e Melo, afirmou que os agentes privados ainda não foram chamados a negociar estas matérias com o Governo, mas manifestou-se favorável a qualquer uma das três hipóteses ou mesmo à adoçam [sic] de todas, em simultâneo.

Resta saber se Nuno Crato é conivente ou se anda a ser ultrapassado pela direita baixa.

Atendendo à recente desautorização do PM, prognósticos só no final do jogo.

Até porque há mais novidades em carteira.

Que não dependem apenas dos novos amigos do Pedro, os tais de duplo apelido e ascendência notável que se vão distendendo e até lançando teorias sem qualquer cabimento.

E ainda há aquela coisa dos estudos que se apresentam aqui e ali para efeitos de apoio. E depois acabam nos gabinetes. É confuso, mas agora não me perguntem os específicos que não os posso revelar.

Apenas os vou observando… os de’s e os e’s.

O CDS garantiu mesmo ao Diário Económico que não vai aceitar qualquer pagamento na Educação que incida sobre o ensino obrigatório definido até aos 18 anos de idade.

Muitas das opções do Governo não são a nossa opinião, são a nossa obrigação enquanto Estado de cumprir o memorando, de cumprir com um conjunto de parceiros internacionais que são essenciais para que o Estado possa cumprir o seu financiamento.

Assinalava-me há pouco pessoa amiga que começo a ter posições curiosa e perigosamente afins às dos líderes vitalícios da Confap e Fenprof.

Fui obrigado a concordar, apenas ressalvando dois pormaiores.

  • Sou efectivamente encarregado de educação de uma aluna de uma escola básica pública.
  • Exerço efectivamente a docência.

… o gabinete de borginhos do PM funciona com escassa consulta do MEC. Depois… são desautorizados em público. Pessoalmente, gostei.

O dossiê chegou feito pelos salcedos benevides da conceição e rebordelo e foi só pastar?

DN30Nov12

Diário de Notícias, 30 de Novembro de 2012

 

O google não estava a funcionar?

Economico30Nov12

Diário Económico, 30 de Novembro de 2012

 

 

(c) Antero Valério

Gosto sempre de fazer aquela ressalva quanto a conseguir chegar a horas por causa do trânsito e tal.

Serralves/Julião Sarmento Noites Brancas /14 NOV 2012 a 03 MAR 2013

Uma exposição muito interessante no Museu de Serralves de Julião Sarmento, que como leigo vi, gostei e irei revisitar.

E entretanto ficam aqui umas linhas de João Fernandes, ainda Diretor do Museu de Serralves, da brochura que nos é entregue quando a exposição, vamos ver:

 “A erotização do mundo a partir da representação do desejo do corpo feminino continua sempre pressente nos trabalhos de Sarmento destes anos (década 1980). A violência detectável em muitos dos trabalhos de Sarmento destes anos reaparecerá mais tarde nas pinturas brancas, onde ações de morder, socar, esganar, perfurar, apontar uma faca à garganta, ao sexo, ao coração serão alguns dos rituais da encenação que elas pressupõem.”

 “Em finais da década de 1980….o vestido negro entreaberto, a saia preta, a mão sobre o dorso do outro, a mão no pé, a mão no regaço, o cotovelo no joelho, a perna no degrau, o pé no pé, o braço entre as pernas”.

“ Fotografias de mulheres, desenhos de plantas, fotografias de plantas, desenhos de mulheres, séries mais recentes de Sarmento reorganizaram com sabedoria os temas que trabalhou ao longo de toda a sua obra, como se esta se tivesse tornado numa “máquina de emaranhar paisagens” como diria Herberto Helder.

Aproveitando para acrescentar umas frases do jornal do mês de Serralves, de Sérgio Figueiredo Administrador Delegado da Fundação EDP e Mecenas Exclusivo da exposição de Julião Sarmento “Noites Brancas”:

“ A Fundação de Serralves tem sido uma parceira essencial no desenvolvimento da ação da Fundação EDP. “. “ Ao eleger a Fundação de Serralves como parceira estamos a dar ainda maior alcance e sentido à nossa atividade no campo das artes plásticas, que vai de exposições que produzimos nos espaços ao apoio à revelação e internacionalização de artista…. Queremos contribuir para a modernização da sociedade e a transformação de comportamentos coletivos, gerando condições para o desenvolvimento económico, educacional, social e cultural. O nosso apoio à exposição de Julião Sarmento “Noites Brancas”, de que somos o Mecenas Exclusivo, decorre desta visão e é mais um elo no estreito relacionamento que a Fundação EDP mantém com a Fundação de Serralves e na qual nos revemos e reconhecemos”.

Claro que se poderia dizer que num País em crise, numa Desunião Europeia, num tempo sem rumo e com pouco futuro confortável, haveria temas mais importantes a debater. Claro, ou talvez não. Como é evidente precisamos de emprego, trabalho, dinheiro, comida. Mas também e essencialmente de mais bom senso, mais humanismo, mais respeito por nós e pelos outros, mais educação que não só instrução, e nisso a Cultura é essencial. Por isso em Ditaduras se esconde a Cultura, e/ou dá-se-lhe a volta. E estando o nosso tempo tão difícil e tão complicado não convém fazer esquecer a Cultura, nem a História, nem a Memoria, como muitas tentam fazer acontecer, aí será, de facto tudo perder e muito regredir!

Exposição de Julião Sarmento no Museu de Serralves, a revisitar.

 

 

Augusto Küttner de Magalhães

29 Novembro 2012

Ontem não apareceu crönika. Aleluia!

… ou a questão dos anos civis, dos anos lectivos ou, como é o caso, dos anos com diversas referências sem referência - a tal coisa de que o legislador padece para várias interpretações, nas quais o opositor é levado a padecer.

O tempo de serviço prestado após a profissionalização é o número de dias de serviço docente ou equiparado contado a partir do dia 1 de setembro do ano civil em que o docente obteve qualificação profissional para o grupo de recrutamento a que é opositor até ao dia 31 de agosto do ano imediatamente anterior ao do preenchimento deste campo. [daqui]

Ano militar ou ano de casca de banana?

Nunca fiando!!

Thirty Seconds To Mars, This Is War

Reparem como chutam a bola para as escolas e nada mais fazem do que isso. Mas há um “coordenação nacional”, ora pois…

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a) / Presidente da CAP,

O processo de generalização do Programa Escolar de Reforço Alimentar (PERA) atingiu um número significativo de alunos que apresentam carências desse apoio.

Encontram-se hoje abrangidas a quase totalidade de agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas que acederam à plataforma electrónica do PERA.

Sugere-se aos agrupamentos e escolas não agrupadas que ainda não receberam produtos alimentares para os alunos, que, até estarem criados todos os meios que permitam distribuir os pequenos-almoços em todas as escolas que carecem deste apoio, que o mesmo seja fornecido aos alunos identificados, com base no art.º 24º do DL 55/2009, o qual refere que as escolas podem fornecer um suplemento alimentar aos alunos com menores recursos económicos, mediante utilização das verbas decorrentes de proveitos de gestão dos serviços de bufete escolar e das papelarias escolares.

Todos os agrupamentos e escolas não agrupadas que necessitem de recorrer, transitoriamente, a este mecanismo, serão contactados para posterior ajustamento ao Programa Escolar de Reforço Alimentar (PERA).

29 de novembro de 2012

A Coordenação Nacional do PERA

De: Administrator <dgae.mec@dgae.mec.pt>
Data: 29 de Novembro de 2012 22:10
Assunto: Registo Biográfico
Para: guinote@gmail.com

Exmo.(a) Senhor(a) Professor(a)

No sentido de uma melhor facilitação e prestação de serviços, a DGAE desenvolveu um sistema de registo de dados biográficos.
Assim o docente para poder usufruir desta mais valia deverá, executar as seguintes tarefas:

Na aplicação SIGRHE em https://sigrhe.dgae.mec.pt, no separador Geral, está disponível o Registo Biográfico (e-Bio).
Nesta aplicação, o docente deve atualizar os seus dados pessoais e preencher todos os campos referentes às habilitações/qualificações profissionais.
Pretende-se com este procedimento, agilizar processos para futuras utilizações e facultar ao docente o acesso aos seus dados pessoais/profissionais .
Após o preenchimento, deve submeter.
Posteriormente, deve aceder à aplicação, dado que a entidade de validação indicada vai validar/corrigir, validar ou deixar pendente a validação.
Se o estado da validação for pendente, apresente os documentos que comprovem os dados por si inseridos.
Para quaisquer dúvidas, consulte o manual disponibilizado na própria aplicação.

Agradecemos a disponibilidade para proceder ao preenchimento dos dados solicitados, com a maior brevidade possível, de modo a permitir a sua validação em tempo útil e a sua utilização em todos os processos que se vão desenvolver já a partir do ínicio de 2013.
Refiro por fim, a enorme importância que este registo tem no futuro de todos os docentes.

Com os melhores cumprimentos,

Eng.º João Góis
Subdiretor Geral da Direção-Geral da Administração Escolar

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