Outubro 2012


REM, Bittersweet Me

Todo o mundo e ninguém e a cobardia nas crónicas de cada um;  que é como a verificação do elfo erro errático.

Parece que é dos que não vai acabar. Faz sentido.

De qualquer modo, aproveitemos. Nunca se sabe.

Ultimato: não voltarei a aceitar qualquer uma só por se fazer passar por genuína.

Não está provado que seja mais barato e cada vez mais se percebe que o desempenho pouco se diferencia das restantes escolas quando a expansão implica a inclusão de mais alunos.

E é bom que se note que a Florida é um dos principais exemplos usados pelos que falam em reformas de sucesso associadas às charter schools.

Simplesmente… não é verdade!

No local charter school is top rated

Eleven Miami Valley charter schools improved their ratings on the 2011-12 state report cards, while 10 slipped and 16 others stayed the same, according to the preliminary data released by the Ohio Department of Education.

None of the 37 rated charter schools in the region received an “Excellent” rating, the equivalent of an A letter grade, or above. Six were rated “Academic Emergency,” the same as an F.

No area charter high school met the state’s requirement of at least a 90 percent graduation rate and only two charter schools in Ohio achieved that, according to a Dayton Daily News review of the data.

Ou mesmo interpostos zorrinhos.

Deputados da oposição não rejeitam viaturas de luxo Jaguar

Não faltam sugestões dos luandeses sobre alternativas para o uso dos 60 milhões de dólares: saneamento básico, água e luz foram as mais óbvias. “Não há água, não há luz, as estradas estão mal”, disse um ouvinte.

Partidos da oposição representados na Assembleia Nacional de Angola ou não respondem, ou falam contra o despesismo – mas nenhum disse que não aceitaria as viaturas de luxo. A informação ainda não é oficial, mas sabe-se que a casa das leis angolana, segundo o portal de Angola citando o Voz da América (VOA), vai distribuir viaturas Jaguar aos deputados angolanos, ao preço unitário de 270 mil dólares norte-americanos.

Tendo em conta que são 220 deputados, o órgão legislativo angolano terá desembolsado, para adquirir as viaturas, à empresa TCG Automóveis 60 milhões de dólares. Entre os grupos parlamentares, o MPLA não se disponibilizou em falar para a VOA sobre o assunto, avança o Portal de Angola. Da bancada parlamentar do PRS, Eduardo Kuangana disse que não tem informações sobre a matéria e por isso não comenta.

Via Blog DeAr Lindo:

O resto parece que não tem uma posição conhecida.

Deputados saem sob insultos do Parlamento com ajuda da polícia

  • Der Terrorist:

Com Ulrich a fazer de capo do konzentrationslager?

  • Escrítica da Razão Pura:
  • Portugal dos Pequeninos:

O banqueiro político

  • Quatro Almas:

ulrich, cale a bocarra!

  • Solos sem Ensaio:

A teoria da austeridade Ulrich (BPI): Portugal, Grécia – já agora falemos da Argentina

 

Recolha do Livresco.

… que se acabe com organismos que funcionam mal, falham previsões, implicam muitos gastos e podem ser substituídos por formas mais baratas de fazer o mesmo.

Por exemplo…

Senhor Presidente, é muito pouco, o que tem feito!.

 

Num tempo em que a falta de esperança a quase todos nos atingiu. Em que não conseguimos, velhos ou novos ter , nem fazer planos de vida a um mês, –  a um mês, convém repetir,-  para “a vida” neste País, é muito pouco o que V. Exa tem feito, ou deixado de fazer.

Claro que pode sempre alegar que não tem poderes. Mas, hoje, “isso” já não chega.

Tem V. Exa um staff muito grande que trabalha em torno de V. Exa e para justificar a existência da Instituição Presidência da Republica, tem – também –  V. Exa uma experiencia de longos anos na politica ativa. Tem por certo V. Exa a noção, mesmo que não ande no meio de nós “população” que “isto” vai de mal a pior.

Sendo certo que não compete ao Presidente fazer-se Governo. Não lhe compete governar  - diretamente – o País, mas,  por certo não chega ficar esperançado que tudo se resolva por si, e depois aparecerá a dizer qualquer coisa. Ainda para mais sendo V. Exa de formação: economista.

Ainda para mais sentindo-se que vamos rebentar pela certa, se a vontade for de assim continuar. O País está falido? Talvez. Fizeram-se muitos disparates nos últimos 30 anos? Concerteza! Este nosso País já tem histórias de disparates e falências parecidas? Claro que sim.

Mas hoje, se tudo rebentar o sofrimento de todos será muito mais agudo, e não terá reparo nos anos próximos. E se já não se pode planear o amanha, vamos perder a esperança em décadas futuras! E a Instituição Presidência da Republica como tudo o resto irá desmoronar-se, ficando sem espaço , nem necessidade de existir.

Pela População, pelo País, pela Instituição Presidência da Republica, por V. Exa, tem  V. Exa que actuar.

Tem que , por muito que lhe possa custar, por muito que não seja a vontade de V. Exa neste tempo, fazer, e não esperar que algo  mais que seja feito, dado que depois já não terá oportunidade. E por favor, por muito moderno que ache que possa ser, não é via facebook que nos fala, que nos dá recados e que para outros envia mensagens. É no terreno, é cara a cara, com todos os riscos que possa correr ao faze-lo. Tem que arriscar!!! É hoje um dever, uma obrigação!

Se nada for feito, vamos acabar-nos, e a história julgará  este tempo muito mal. E todos viveremos horrivelmente as próximas décadas. Avós, pais, filhos, netos , todos, todos, todos!!!!

Obrigado, pelo menos por sentir que estamos todos a mal nos sentir, cá por baixo..

 

Augusto Küttner de Magalhães

Outubro de 2012

… o que é apenas um certo enjoo relativamente aos ulricos.

 

(c) Antero Valério

Falo dos borginhos, relvettes e outros reis magos que tanto defendem que se gaste o mínimo possível com a Educação e Saúde dos outros.

O PM sei que não compra, porque passou a comprar o que os assessores in lhe dizem ser bééém.

 

Ultravox, Hymn

O dia de hoje foi de revolución o muerte.

Palpo-me e ainda estou vivo.

… é uma inaceitável pressão corporativa. Já os telefonemas de meia dúzia de gestores do dinheiro alheio são coisas normais em democracia.

Mas, afinal, quem seria o Ulrico sem o dinheiro dos depositantes e os encostos ao Estado Central?

 

Vá-se lá entender isto. Se a coisa é impraticável, que tal demonstrá-lo, em vez de já se começar com paninhos quentes e queixas de corredor?

E pelo que percebi é generalizado.

Estradas de Portugal: presidente tem ações das concessionárias

António Ramalho desvaloriza detenção de títulos das empresas com quem está a renegociar contratos de concessão em nome do Estado.

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