- 7 de Fevereiro de 2011:
PS pede ao líder parlamentar do PSD para ter ‘tino e compostura’
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«Recomendo ao dr. Miguel Macedo um pouco mais de tino e de compostura, porque isto de ter nervos de aço, serenidade e convicções não pode ser apenas uma característica de José Sócrates. Quem está na oposição também tem de ter compostura e serenidade», afirmou o eurodeputado socialista, que assume também as funções de director de campanha da candidatura de José Sócrates a secretário-geral do PS.Em resposta às acusações feitas pelo líder parlamentar do PSD ao secretário-geral do PS, Capoulas Santos considerou que «o insulto nunca é um bom argumento político, ainda que se compreenda o nervosismo e a desorientação do PSD».
- 20 de Setembro de 2012:
O eurodeputado socialista Capoulas Santos recomenda «tino» e «juízo» ao PSD e CDS para que a coligação possa cumprir o mandato que recebeu dos portugueses para governar até 2015.
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Quanto ao essencial, nota-se uma evidente preocupação do PS em manter o Governo em funções…
Setembro 20, 2012 at 7:08 pm
caso para dizer destes dois…
Setembro 20, 2012 at 7:17 pm
Neste país em inho
Juizinho é muito bonito.
Setembro 20, 2012 at 7:25 pm
Miguel Relvas: “Claro que confio em Paulo Portas” (CM).
Setembro 20, 2012 at 7:31 pm
claro Farpas é um caso de esplendor na relva com portas abertas…
Setembro 20, 2012 at 8:06 pm
sEM OFENSA PARA AS BATATAS, O DITO ANDA LÁ NAS INGRÍCULAS E VIROU UM BATATÓIDE.
Setembro 20, 2012 at 8:09 pm
Vocabulário limitado?
É um problema de aderência, como diria muito bem o chefe da bancada.
Setembro 20, 2012 at 8:10 pm
Que sabe o PS de tino e compostura?!
Setembro 20, 2012 at 8:13 pm
votemos mario machado …só esse porá isto na ordem..fui..
Setembro 20, 2012 at 10:22 pm
Com ou sem vocabulário rebuscado
Sem a autorização do parlamento alemão, o Bundestag, o tecto de contribuição alemã para o Fundo de Estabilização Permanente não poderá exceder 190 mil milhões de euros, mesmo que haja divergências de interpretação sobre o articulado do Tratado de Estabilização.
DEvem ser dadas garantias de que o segredo profissional imposto aos funcionários do Fundo de Estabilização não interfere com o direito do parlamento alemão obter a informação correcta.
Der Spiegel
E os nossos representantes, eleitos pelo povo? Estão dispostos a sonegar informações aos órgãos de soberania portuguesa, coisa que a Alemanha se recusa? Se sim, porque não se declaram representantes dos credores em vez de fingirem que representam um povo soberano?