Será que por cá… não será este o plano oculto para certas autonomias…
No money in academy status these days
Schools that thought academy status would bring in extra cash are now getting a terrible shock.
Junho 10, 2012
Será que por cá… não será este o plano oculto para certas autonomias…
No money in academy status these days
Schools that thought academy status would bring in extra cash are now getting a terrible shock.
Junho 10, 2012 at 10:57 am
LEMA DO Crato…as escolas a quem as pagar..era assim no meu tempo e safavam-se os melhores…
Junho 10, 2012 at 11:04 am
Pois… não são as carpetes novas, nem mais 16 salas de aula ou um estúdio de dança que dão carisma aquelas escolas e este “jogo” entre financiamentos possíveis e investimentos a fazer para captar mais “clientes” faz entrar as instituições escolares cada vez mais na lógica dos mercados.
São as autonomias, stupid man, são as autonomias…
Junho 10, 2012 at 12:14 pm
Pois… não me admirava nada…
Junho 10, 2012 at 12:22 pm
Sorriso provoca a lista de condecorados do sr. Aníbal. É bastante coerente pois condecora amigos e colaboradores.
Junho 10, 2012 at 12:26 pm
O MELHOR TEXTO-QUANTO A MIM-SOBRE O SER PORTUGÊS O SISTEMA POLITICO..TÃO ACTUAL QUE ATÉ ARREPIA…
Um Povo Resignado e Dois Partidos sem Ideias
Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. [.]
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar.
Guerra Junqueiro, in ‘Pátria (1896)’
Junho 10, 2012 at 2:11 pm
Lá fora está a dar barraca? Descobriu-se que a coisa não funcionava? A ideia foi considerada totalmente idiota lá fora? Implementa-se cá.