A ver se percebo… muitas câmaras estão falidas, mas devem receber mais competências. O ministro que tanto as critica encomenda o estudo que propõe isso. O representante das autarquias aparece a concordar, embora discorde quase sempre que se fala em coisas sectoriais parecidas, reclamando envelopes financeiros.
Apela-se ao PS para aderir a este modelo de sub-regionalização.
Toda a notícia merece leitura atenta aos matizes, às luzes e às sombras…
Estudo defende maior transferência de competências do poder central para o local
Maio 19, 2012 at 10:20 pm
Se não transferirem competências, vai correr mal. Há por lá muitos incompetentes.
Maio 19, 2012 at 10:51 pm
É a continuação de dois princípios importantes: fazer mais com menos & chutar as despesas para longe do governo central que se quer magro nas ofertas e bem anafado nas colectas.
Maio 19, 2012 at 11:27 pm
É justo.Ninguém neste governo tem competência para nada…
Maio 19, 2012 at 11:34 pm
muito muito actual..
Maio 20, 2012 at 12:14 am
Cada um que retire as conclusões que entender
Conclui que a minha filha desempregada e o meu filho dentista com falta de clientes (ambos divorciados) têm de intentar acções judiciais contra mim, para eu ser CONDENADO a pagar “alimentos” (no sentido legal do termo) aos meus netos. Porque, com uma sentença judicial, eu posso descontar essas despesas no IRS e, se ajudar voluntariamente, não posso.
Se encontrar uma saída, transmito-a a todos os avós.
Mário Araújo Ribeiro, Juiz-Conselheiro (Jubilado)
Maio 20, 2012 at 12:19 am
Quem está a destruir o estado social é o governo
Vejo esta crise com muita apreensão, com muito desgosto, com alguma vergonha. Estou convicto que esta crise era evitável se à frente do país estivessem pessoas competentes, isentas, pessoas que não se considerassem responsáveis por clubes, mas que se considerassem responsáveis por todo um povo, cuja sorte depende muito deles. E fico muito irritado quando, por parte desses senhores, que nós escolhemos e a quem pagamos generosamente, vejo justificar que esta crise impensável por que estamos a passar, é resultante de uma crise mundial. Há pontas de verdade nesta justificação. Esta crise, embora agravada por situações internacionais, é uma crise que já podia ter sido debelado por nós há muito tempo, se nós não andássemos a estragar o dinheiro que precisávamos para o pão de cada dia.(…) Estas situações, da maneira como estão a ser agravadas e, sobretudo, da maneira como estão a ser mal resolvidas, podem ser focos muito perigosos de um incêndio que em qualquer momento pode surgir e conduzir a uma confrontação e a uma desobediência civil generalizadas (…). Mete-me uma raiva especial quando vejo o governo a justificar as suas políticas e as suas preocupações de manter e conservar e valorizar o estado social do país. Pois se há alguém que esteja a destruir o estado social do país, é o governo, com o que se passa a nível da saúde, a nível da educação, a nível da vida das famílias, dos impostos, dos remédios, mas que tem só atingido as pessoas menos capazes, enfim as pessoas que andam no chão, as pessoas que estão cada vez com mais dificuldades em viverem o dia-a-dia, precisamente por causa destas medidas do governo.
D. Manuel Martins, Bispo Emérito de Setúbal
Maio 20, 2012 at 12:27 am
A eurozona transformou-se numa farsa
Maio 20, 2012 at 1:37 pm
Isto é tudo uma palhaçada.
Maio 20, 2012 at 5:29 pm
se ficássemos sem governo era muito mais fácil os cidadãos governarem a sua vida, sem descontarem tanto para o Erário obeso deste governo, câmaras regiões, boys e boyas que pululam por aí e nos sugam a produtividade.
não nos sabem governar mas sabem governar-se!!!
Irra!!!!