A questão da confiança tem sido levantada no Umbigo.
Porém, confiança é algo abstracto. Apelos à confiança têm sido feitos por Cavaco Silva, Passos Coelho (“não sejam piegas”) e outros, nomeadamente os comentadores interessados em diluir as responsabilidades na situação da banca e das PPP’s.
A confiança fará mais sentido se for associada a qualquer objectivo: é um termo binário, contendo uma parte de percepção da correlação de forças, a que é obrigatório acrescentar um caminho, uma via de acção conduzindo a qualquer resultado. Na ausência de enunciado de objectivo, “confiança” é tão pouco expressivo e perigoso como “conformidade”, restruturação”, “reforma”, “resgate”, etc. Embora todos estes termos possuam um princípio aceite genericamente como positivo e digno de aceitação, fica ao critério de quem tem o poder de decisão mo momento preencher o vácuo semântico. Com grande plausabilidade, aquilo que cada um de nós está disposto a aceitar é contrário a esse preenchimento. Desta contradição nasce um impasse. Os apelos à confiança caem em saco roto.
Proponho uma reformulação da questão, para se poder sair deste impasse. Que se tente primeiro descobrir aquilo que cada um deseja para aliviar o garrote em que a maior parte de nós sente que está metido.Depois será possível verificar-se se há concidência ou não de objectivos que tornem viável um plano de acção conjunta.
Um país que tem como presidente, primeiro-ministro, ministro das finanças, ministro da economia, ministro da saúde e ministro da educação e ciência economistas, não é de confiança. Já pus dois filhos lá fora e estou a tratar de convencer o terceiro.
…não há qualquer empréstimo, não da maneira como tu pensas. Não há uma verdadeira transferência de dinheiro. O dinheiro que aparece na tua conta à ordem é criado pelo banco, literalmente, a partir do nada. É do nada que vem a maior parte do dinheiro que circula no mundo, se assim preferires pôr a questão. A criação do dinheiro fica normalmente sujeita a um prévio acordo de eventual devolução deste novo dinheiro ao mesmo banco que o criou, acrescido de algum dinheiro extra (o juro). A maior parte das pessoas não faz a mínima ideia de que é desta forma que os bancos trabalham. Bill Kruse
Quando Rockefeller foi recebido por José Eduardo dos Santos em 1981, não se pronunciou pela saída dos cubanos de Angola: pronunciou-se pela saída da Total (França) do negócio do petróleo. Este episódio veio-me à memória ao assistir a esta entrevista de Bangkok.
Devíamos dar à Grécia a oportunidade de abandonar o euro controladamente, sem saír da União Europeia. Klaus-Peter Willsch, perito orçamental do partido de Angela Merkel
Porquê esta preocupação de continuar na União Europeia? A resposta é geoestratégica. Há outras hipóteses de alianças internacionais com a Grécia.
Maio 9, 2012 at 7:33 am
Bom dia.
Maio 9, 2012 at 7:37 am
Bom dia!
Maio 9, 2012 at 8:02 am
Bom dia!
Maio 9, 2012 at 8:14 am
Bom dia!
Maio 9, 2012 at 8:35 am
Bom dia, por assim dizer.
Maio 9, 2012 at 8:38 am
Bom Dia!
Maio 9, 2012 at 9:19 am
Bom dia! Hoje é dia de Provas de Aferição de LP para o 4º ano.
Maio 9, 2012 at 9:30 am
Bom dia!
Maio 9, 2012 at 9:59 am
Bom dia!
Maio 9, 2012 at 10:39 am
Que praga!
Bom dia.
Maio 9, 2012 at 11:14 am
Os gatos não são o melhor amigo do homem.
Maio 9, 2012 at 11:24 am
Para uma nova forma de tourada
Maio 9, 2012 at 11:30 am
Bom dia!
Maio 9, 2012 at 11:33 am
A questão da confiança tem sido levantada no Umbigo.
Porém, confiança é algo abstracto. Apelos à confiança têm sido feitos por Cavaco Silva, Passos Coelho (“não sejam piegas”) e outros, nomeadamente os comentadores interessados em diluir as responsabilidades na situação da banca e das PPP’s.
A confiança fará mais sentido se for associada a qualquer objectivo: é um termo binário, contendo uma parte de percepção da correlação de forças, a que é obrigatório acrescentar um caminho, uma via de acção conduzindo a qualquer resultado. Na ausência de enunciado de objectivo, “confiança” é tão pouco expressivo e perigoso como “conformidade”, restruturação”, “reforma”, “resgate”, etc. Embora todos estes termos possuam um princípio aceite genericamente como positivo e digno de aceitação, fica ao critério de quem tem o poder de decisão mo momento preencher o vácuo semântico. Com grande plausabilidade, aquilo que cada um de nós está disposto a aceitar é contrário a esse preenchimento. Desta contradição nasce um impasse. Os apelos à confiança caem em saco roto.
Proponho uma reformulação da questão, para se poder sair deste impasse. Que se tente primeiro descobrir aquilo que cada um deseja para aliviar o garrote em que a maior parte de nós sente que está metido.Depois será possível verificar-se se há concidência ou não de objectivos que tornem viável um plano de acção conjunta.
Maio 9, 2012 at 11:35 am
Bom dia!
Maio 9, 2012 at 11:39 am
Um país que tem como presidente, primeiro-ministro, ministro das finanças, ministro da economia, ministro da saúde e ministro da educação e ciência economistas, não é de confiança. Já pus dois filhos lá fora e estou a tratar de convencer o terceiro.
Maio 9, 2012 at 12:33 pm
Bom dia!
Mais uma bela foto de “gatos de biblioteca” (que devem andar láà cata dos respectivos “ratos”!
Uma homenagem sentida e sempre atempada, para lerem nos intervalos:
http://margarida-alegria.blogspot.pt/2012/05/minha-mae.html
Maio 9, 2012 at 3:37 pm
Boa tarde.
Miau fu-fu.
Maio 9, 2012 at 3:49 pm
b’tarde, lindo o bixano!
Maio 9, 2012 at 7:31 pm
L’effet Hollande (para os apreciadores de geoestratégia e de bolas de cristal):
Sarkofobia: rebelión contra el euro y la “austeridad Merkel”; ¿alianza de Francia con los BRICS?
Crise sistémica mundial: França 2012-2014 – O grande terremoto republicano e seu impacto internacional
Maio 9, 2012 at 8:07 pm
Quando contrais um empréstimo no banco
…não há qualquer empréstimo, não da maneira como tu pensas. Não há uma verdadeira transferência de dinheiro. O dinheiro que aparece na tua conta à ordem é criado pelo banco, literalmente, a partir do nada. É do nada que vem a maior parte do dinheiro que circula no mundo, se assim preferires pôr a questão. A criação do dinheiro fica normalmente sujeita a um prévio acordo de eventual devolução deste novo dinheiro ao mesmo banco que o criou, acrescido de algum dinheiro extra (o juro). A maior parte das pessoas não faz a mínima ideia de que é desta forma que os bancos trabalham.
Bill Kruse
Maio 9, 2012 at 8:10 pm
De tal forma que se todos decidissem levantar o dinheiro que têm nos bancos, seria impossível…
Maio 9, 2012 at 10:05 pm
Quando Rockefeller foi recebido por José Eduardo dos Santos em 1981, não se pronunciou pela saída dos cubanos de Angola: pronunciou-se pela saída da Total (França) do negócio do petróleo. Este episódio veio-me à memória ao assistir a esta entrevista de Bangkok.
Maio 9, 2012 at 11:01 pm
Devíamos dar à Grécia a oportunidade de abandonar o euro controladamente, sem saír da União Europeia.
Klaus-Peter Willsch, perito orçamental do partido de Angela Merkel
Porquê esta preocupação de continuar na União Europeia? A resposta é geoestratégica. Há outras hipóteses de alianças internacionais com a Grécia.