Segunda-feira, 19 de Março, 2012


The Horrors, Changing the Rain

… em especial na parte em que tentamos que os filhos dos outros se convençam que apenas queremos para eles o melhor, tal como queremos para os nossos, mas como se fosse quase necessário lutar contra eles para o conseguir.

Para ir digerindo com um sorriso o jogo do Sporting…

… parece estar a chegar hoje.

O número de alunos apresentado nos relatórios da Parque Escolar (PE) não corresponde ao número efectivo de estudantes nas 181 escolas secundárias que foram alvo de requalificação e modernização, no âmbito do programa criado em 2007 por José Sócrates. Só na zona da Grande Lisboa, onde se sabe que tem havido decréscimo de alunos devido a razões demográficas, as diferenças, nalguns casos, atingem 400 alunos a mais do que aqueles que existem na realidade.

Mas o relatório da Inspecção–Geral de Finanças (IGF) não aponta para estas discrepâncias. Por uma simples razão: não fez o contraditório com as escolas, baseando-se apenas nos dados fornecidos pela Parque Escolar.

Mas o i foi ao terreno ver o que se passava. E constatou que os valores apresentados nos relatórios da empresa pública eram muito diferentes dos fornecidos pelas escolas. Com variações na ordem dos 100 aos 400 alunos. O que não é de somenos importância, uma vez que um dos factores que conta para o cálculo do custo da requalificação é o número de metros quadrados por estudante.

Mas as disparidades não se ficam por aqui. Por exemplo, os computadores adquiridos pela Parque Escolar para a execução do programa na reforma da rede pública de escolas secundárias custaram mais 50% do que valem, em média, no mercado. Nalguns casos, a Parque Escolar pagou mais de 800 euros por um computador.

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