Quinta-feira, 8 de Março, 2012


Pink, Fuckin’ Perfect

… depois de responderem que o fariam, no máximo, em dez.

EDP atinge lucro recorde de 1.125 milhões de euros

Chineses vão receber 144 milhões em dividendos da EDP

Mexia garante que está “confortável” com a nova equipa da EDP

Já sei… falta-me uma visão global da questão.

Foi só isto que os relvettes conseguiram imaginar como justificação?

Lusoponte: dupla retenção era inevitável em termos legais

Secretário de Estado explica toda a polémica e vai 4ª feira ao Parlamento.

Inevitável é a tua tia, pá!

A minha resposta seguiu por mail e, por agora, não interessa para aqui.

Apenas digo que é para líderes assim que ainda se querem poderes reforçados? É que há dias recebi um caso ainda mais cabeludo num TEIP…

Desculpe o abuso, mas tenho que partilhar isto.

A inspecção vai à minha escola. Como é norma, o departamento reuniu e votou num representante para o painel dos professores. Apesar das minhas súplicas, elegeram-me por maioria.

Soube hoje que outro colega foi designado para o meu lugar, tendo recebido uma carta onde se pode ler que o professor x (ele, e não eu) tinha sido eleito pelo departamento.

Consultei o site da IGE e confirmei que os professores que representam o departamento são eleitos e não nomeados, o que invalida uma alteração do eleito por parte do director.

Concluo então:

1. Fui eleito por maioria;
2. O director, e porque sou frontal e uma das poucas pessoas que dá a cara, não me quer em intimidades com a inspecção;
3. Isto implica uma manipulação da acta, onde se registaram as votações.

E agora?
Apareço no painel? Vão dois professores? Que implicações traz isto para o Director?

O que faz o meu departamento?
Está tudo incrédulo, mas sorriem e vão assobiando para o lado, como se de uma marotice se tratasse.

Peço explicações?
Faço queixa?
Sorrio e assobio para o lado?

O mundo não é a branco e preto. Estou é cansada desta imensa mancha cinzenta muito escura. Muito, muito escura.

Um abraço,

M.

Sondagem a pedido de algumas famílias amigas… Afinal já são quase nove meses…

Só comecei a ver o jogo do SCP já depois do golo, sendo óbvio que estar a ganhar ao Manchester City é algo acima de bom. Mas mesmo assim estas vozes arranjam maneira de dizer mal, que coiso e tal, não sei quê.

Porque há quem diga que há muita fórmica a custar o preço do sândalo mais perfumado.

A Parque Escolar, responsável pela requalificação da rede pública de escolas, gastou até 2010 cerca de 1,44 mil milhões de euros nas 103 escolas com obras concluídas, apurou o Económico. Este valor corresponde a um desvio de 396% ao valor inicialmente estimado em 2007: 2,82 milhões de euros por escola, o que daria um total de 290,3 milhões para as 103 intervencionadas. Contas feitas, cada obra custou ao Estado perto de 14 milhões de euros, ou seja, quatro vezes mais ao valor inicial.

São números que constam na auditoria já concluída pela Inspecção Geral das Finanças ( e que ficam aquém das contas divulgadas ontem a partir dos dados que Nuno Crato forneceu no Parlamento) que o Ministério da Educação ainda não quer divulgar na totalidade, aguardando pela conclusão da auditoria que está a ser feita pelo Tribunal de Contas. No Parlamento, o ministro revelou que, em 2010, o valor estimado para cada uma das 205 escolas que iriam ser intervencionadas ascendia aos 15,45 milhões de euros (caso se concretizassem). Ou seja, a serem executadas, custariam 3,167 mil milhões de euros.

Lembro-me de ter sido acusado de demagogia há uns tempos, penso que há mais de um ano, quando falei pela primeira vez nas carências alimentares que começavam a notar-se nos alunos e nas soluções alternativas que as escolas estavam a arranjar para desenrascar as situações mais dramáticas.

Agora é o MEC que assume que o problema existe, embora me pareça que a solução que está à procura não é a melhor… pois tudo indica que se pretende despertar um qualquer instinto filantrópico que supra as carências que o Estado não quer assumir como sua responsabilidade…

Governo pede comida para escolas às grandes empresas

(…)

O secretário de Estado da Educação, João Casanova, revelou no Parlamento que o Governo está a ter “reuniões com os conselhos de administração de grandes empresas do sector da alimentação na procura de soluções” para garantir o pequeno-almoço às crianças que precisem, avança a edição de hoje do Diário de Notícias.

O Ministério da Educação não adiantou mais pormenores ao jornal, explicando que nesta altura poderia ser “prejudicial” divulgar mais informação sobre os acordos que está a tentar conseguir.

Boa tarde,

O Congresso do PSD que se vai realizar nos próximos dias 23, 24 e 25 de Março em Lisboa, tem a novidade de aceitar pedidos para credenciação da denominada social media onde se incluem os Bloggers.

http://congressopsd.com/pt/informacoes_uteis

O número disponível de lugares não é grande, mas sempre é mais um passo no reconhecimento da importância da Blogosfera.

Se estiverem interessados, podem fazer o favor de me contactar directamente para este mail ou então para as relações públicas do Congresso: relacoespublicas@psd

Cumprimentos,

Carlos Garcez Osório

Aqui ficam os resultados ao fim de um dia de votação na sondagem tripla colocada aqui ontem.

Quanto à situação profissional, quer-me parecer que a distribuição é capaz de estar bem próxima da que existe nas escolas. Cerca de dois terços de professores “efectivos” (na terminologia antiga) e três quartos dos “quadros”, incluindo os QZP. O valor de 22,5% para os contratados revela que perto de um quarto dos professores está em situação precária. Muito precária mesmo.

Quanto à leitura do documento acordado entre MEC e alguns sindicatos confesso que os valores são um pouco surpreendentes, embora se possa considerar que quem anda pela blogosfera tem mais interesse e apetência pela informação, pelo que os quase 40% que afirmam ter lido mesmo o documento (a proporção foi descendo ao longo do dia) seja claramente acima do que se passa efectivamente nas escolas.

Quanto à opinião sobre o documento em si, há uma divisão evidente, embora praticamente ninguém o considere excelente e muita gente admita não ter formado ainda uma opinião.

Perto de 40% (212) consideram que o regulamento é bom ou sofrível e valor muito semelhante acha que é medíocre ou mau (214). De qualquer modo a diferença entre a opção pelo “mau” e pelo “excelente” revela que a balança pende claramente para uma apreciação menos positiva.

Não sei se chore, se ria sem parar:

Chamado a pronunciar-se sobre as alterações ao Estatuto do Aluno, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, foi hoje ao Ministério da Educação defender “a alteração do Código Penal, com a tipificação das incivilidades ocorridas no espaço físico da escola como crimes públicos, não dependentes, portanto, de queixa do lesado”.

E o que dizer das incivilidades em espaço público para com a língua materna?

A ideia, quiçá, terá sido recolhida aqui?

«Discussão far-se-á muito melhor sem comunicação social»

João Soares quer limitar presença de jornalistas na comissão parlamentar de Defesa.

(…)

Perante a ausência de reações à sua proposta, João Soares insistiu no assunto na parte final da reunião, momentos antes de a Comissão Parlamentar de Defesa aprovar por unanimidade o requerimento do PCP para ouvir o ex-administrador da Empordef Luís Miguel Novais, e os presidentes dos conselhos de administração da Empordef e dos Estaleiros de Viana do Castelo.

«Estas audições devem ser feitas à porta fechada, porque tem de haver condições para se fazer uma discussão serena. Essa discussão far-se-á muito melhor sem a presença da comunicação social. Este é um elemento importante para que a discussão seja profícua», insistiu o ex-presidente da Câmara de Lisboa.

Nada que não se percebesse…

Que falta de Fé!

Assunção Cristas envia carta a Bruxelas

FNE defende que as escolas devem voltar a decidir se querem ou não ter um director

(…)
Esta possibilidade foi anulada pelo regime de gestão que entrou em vigor em 2008, no mandato de Maria de Lurdes Rodrigues, que impôs a figura do director, e não é recuperada pelo projecto de alteração que o Ministério da Educação e Ciência entregou, em Fevereiro, aos sindicatos.
Num parecer a este projecto, divulgado hoje, a FNE propõe também que, caso as escolas optem por ser dirigidas por um órgão colegial, o seu presidente deverá ter “poderes reforçados”. A FNE defende também que o novo diploma sobre o regime de autonomia e administração deverá incluir as orientações aprovadas em 2010 pela Assembleia da República sobre o processo de agregação das escolas.

Embora a parte dos poderes reforçados não me soe muito bem. Nada bem, mesmo. Se a ideia é recuperar alguma da democraticidade nas escolas não se percebe a necessidade de reforço.

Mais um PM troca-tintas português. E antes que o António Duarte apareça nos comentários a dizer que sempre disse isto, eu faço já o mea culpa público por ter acreditado que o homem seria capaz de manter alguma seriedade no cargo.

Secretaria de Estado e Lusoponte contradizem Passos sobre portagens

 

Seven equations that rule your world

Why Students Don’t Like School — and What Adaptive Learning Can Do About It (Part 1)

(c) Francisco Goulão

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