Domingo, 4 de Março, 2012



Dire Straits, Once Upon A Time in the West

Até que enfim que o Paulo saiu do armário, digo, da cozinha:

a gastronomia e a economia local

Concursos – propostas comparadas

Desvalorizar a RTP torna-a mais barata. Quem está interessado nisso?

 

work in progress

Projects for landscape art

Porque sem liberdade de escolha do modelo, toda esta conversa não serve para nada e é vazia de significado,

Modelo de autonomia de escolas deve preservar diferenças de cada uma, diz  ministro da Educação

Não adianta clamar pela liberdade de escolha em tantas áreas da Educação, quando se continua a impor um modelo afunilado de gestão que é apenas do agrado de umas quantas centenas de pessoas que parecem os autarcas agarrados ao lugar…

O ministro Nuno Crato precisa de, por uma vez nesta matéria da gestão, ajustar o discurso e a retórica à realidade. As escolas e agrupamentos têm um modelo único de gestão pior que o do centralismo democrático.

Porque falta a coragem para abrir as soluções ao dispor das escolas?

Porque a accountability é possível – e mais clara se existir uma clara divisão de responsabilidades – com soluções alternativas ao modelo autocrático unipessoal, mais próprio e próximo do caciquismo.

E se os próprios Conselhos Gerais fossem a favor de lideranças colegiais e práticas democráticas na escolha das lideranças intermédias? Poderiam optar por essa solução? Com a legislação em vigor não podem.

E que tem o poder para alterar a solução autoritária, centralista e monolítica que existe é… o MEC!

Em declarações à agência Lusa, a presidente da APP, Edviges Ferreira, afirmou que “é de lamentar as declarações do secretário de Estado [da Cultura], e também que entre os governantes não haja acordo”.

A responsável recordou que “saiu uma portaria do Ministério da Educação, segundo a qual os professores são obrigados a aplicar o novo Acordo Ortográfico a partir do ano lectivo 2011/12, a decorrer”.

Que nunca alguém pense em corrigir coisas menos bem feitas, só porque saiu uma porcaria, desculpem, portaria qualquer em DR!

No FBook está uma série de gente a partilhar os acepipes de domingo. Bem aventurada(o)s toda(o)s que não estão já a usar as depuracoisolinas e a pagar as mensalidade do ginásio a pensar nos dias de Verão onde os quarentas e cinquentas querem passar por novos trinta e quiçá vinte.

A autoestima está em estar-se bem consigo mesmo(a), não em estar sempre a querer ser algo que já se foi ou que nem isso.

O que se segue é um pouco do mosaico da Armanda, que me vai certamente perdoar a devassa.

Passos Coelho espera que portugueses façam boa gestão de recursos e possam ir de férias

Ou será que há residenciais em conta por Massamá?

Não resisto a uns saldos…

 

Alunos vindos de privadas têm piores notas

Um estudo da Universidade do Porto concluiu que a classificação de entrada não permite prever o desempenho académico individual e que, em média, os estudantes provenientes de escolas privadas revelam pior desempenho do que os das escolas públicas.

What’s so bad about American parents, anyway?

(…)

The simple answer is no. Of course we love our children and want what’s best for them. Our problem is that we’re not sure what, exactly — in our driven, achievement-oriented country — is best. Perhaps instead of snapping up the latest foreign fad or obsessing over every international test score ranking, American parents would do well to look no further than a very American ideal: the pursuit of happiness.

Being bad at maths is not something to be proud of

It has taken a long time for Britain’s shortcomings in literacy to be acknowledged – now we must do the same for numeracy.

Why do we need maths? It gives us fun things to play with, for a start

From protecting ourselves against useless insurance plans to creating computer games, numeracy is essential for our society.

David Bainbridge: midlife without the crisis

The zoologist argues that middle age has great evolutionary significance as a time of stability, purpose and cognitive power. Really? Three middle-aged writers respond below.

 

Chelsea part company with manager André Villas-Boas

A chatice é que o Vitor Pereira ainda acaba por ser campeão sem saber como e o regresso do adepto fica meio encalhado.

… do Prudêncio, salvo seja.

Por aqui, foto pouco cuidada do que já estava semi-devorado.

Obviamente que este é um post não aconselhável a quem já começou a pagar a mensalidade do ginásio a pensar na silhueta para os dias de praia.

… sempre que é necessário fazer novos materiais de trabalho é ter de usar cabeçalhos novos a cada ano lectivo, quando não mesmo a cada período lectivo. Porque por vezes há ali um quadradinho fora do lugar e um gambuzino em marca d’água a incluir.

Osgármico, mermo!

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