Dividem em dois intervalos (8 a 14, 15 a 21 horas), os horários incompletos a que se pode concorrer.
Mudam as exigências para a 1ª prioridade do concurso externo (indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam, que tenham prestado funções docentes num horário anual não inferior a 12 horas lectivas, em dois dos seis anos lectivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso).
As más notícias é que a mobilidade interna agora aplica-se a docentes de carreira para quem não existam pelo menos 6 horas lectivas.
No entanto, tal mobilidade interna, não havendo voluntários para sair, deverá ser determinada pela graduação profissional.
Mas ainda não li tudo.
Fica aqui o documento da proposta na íntegra: PropostaMECConcursos2Mar.
Adenda: Como complemento o post do Ricardo Montes:
Primeira análise à 2.ª versão da proposta de diploma concursal (MEC)
Março 2, 2012 at 10:06 pm
Melhorou, como se esperava. Mas ainda não deve (nem pode) ficar por aqui…
Questão essencial: para quando o próximo concurso?
Março 2, 2012 at 10:22 pm
2013…nunca antes.. ou 2014 antes das eleições…
Março 2, 2012 at 10:26 pm
Paulo, peço-te desculpa pela intromissão (e publicidade), mas como julgo importante que este tema seja amplamente discutido deixo de seguida o link para uma primeira análise que fiz a esta 2.ª versão:
http://profslusos.blogspot.com/2012/03/primeira-analise-2-versao-da-proposta.html
Abraço
Março 2, 2012 at 10:27 pm
E o Nuno Crato lá se vai safando…
Qual será o sentimento geral relativamente ao ME?
Março 2, 2012 at 10:32 pm
#3,
Incorporei no post o link para o teu.
Abraço
Março 2, 2012 at 10:34 pm
Neste momento, num dos blogues sobre educação mais lidos de Portugal, o resultado é:
Post Para Os Adeptos De Certos Clubes De Futebol – 93
[Posts sobre] Nova Proposta Do MEC Para Os Concursos – 5
Março 2, 2012 at 10:39 pm
#6
E alguém liga a estatísticas parvas?
Março 2, 2012 at 10:40 pm
E serve para alguma coisa discutir ao pormenor um proposta quando se sabe que vão existir existir horários zero vagas nicles e alunos a menos?
Isto sim é o verdadeiro pão e circo com sobras de migalhas para alguns felizardos..bem vou ver um filme…os agentes do destino..bem a propósito..sejam felizes…
Março 2, 2012 at 10:45 pm
#7
Eu não…
Março 2, 2012 at 10:46 pm
Era preciso que o MEC tratasse de educação…Afinal é de negócio que se trata…
Março 2, 2012 at 10:50 pm
A confusão instalou-se…
http://www.publico.pt/Educação/prazo-para-inscricao-na-1-fase-dos-exames-nacionais-prorrogado-ate-9-de-marco-1536147
Março 2, 2012 at 11:03 pm
#9
Então vai gamar para outro lado.
Março 2, 2012 at 11:09 pm
#2
2014??? Cruzes, credo… eu não nasci para estar sempre no mesmo sítio… gosto de mobilidade
Estou satisfeita com a alteração na prioridade. Parece-me até mais justa do que a anterior, que acabou por apanhar/penalizar, quem sempre tinha trabalhado no público e teve de trabalhar 1 ou 2 anos no privado, por causa do desemprego no oficial.
Março 2, 2012 at 11:17 pm
Sem papas … http://portadaloja.blogspot.com/2012/03/o-silencio-dos-responsaveis.html
Março 2, 2012 at 11:20 pm
#6,
E se arranjasse uma vida para além das coisas sérias-muito-sérias?
Por vezes chateia um tipo ter de ler todos os dias as frustrações alheias.
É que aqui entra quem quer, não é obrigado a vir.
Mas eu acabo por ter de aturar quase tudo.
Arre!
Ó homem, eu que sou do SCP fico muito satisfeito por lampiões e morcões se divertirem um pouco!
Por acaso o seu comentário acrescentou alguma coisa de inteligente ao debate?
Alguma ideia?
Não, pois não?
Março 2, 2012 at 11:29 pm
#15
“Por vezes chateia um tipo ter de ler todos os dias as frustrações alheias.”
Tem toda a razão. 99% das minhas intervenções têm aliás essa motivação. Mas não procuro seguidores, apenas liberdade de pensar, para mim e para os outros…
Março 2, 2012 at 11:31 pm
[...] conselheiros que, em on ou off, acham que são mais profundos, sérios e tal do que os outros (tipo este, para não falar no mafarrico sempre a anunciar o apocalipse umbilical e em outras criaturas [...]
Março 2, 2012 at 11:33 pm
#16,
Eu não procuro seguidores. Há é comentadores que me seguem. Como o “zegama”. Que nunca procurei.
Março 2, 2012 at 11:35 pm
#16,
Sabe a grande diferença: eu criei um espaço onde faço isso. Se ele agride a sua elevada capacidade para fazer isso tudo, que tal criar o seu e eu divulgo?
Isto não é reagir mal a críticas, é apenas pedir que me “alumiem” do alto da vossa sapiência, os gamas, os vargas, as nandas e tanto(a)s outro(a)s que têm todo o direito a opinar e… a ouvirem de volta.
Março 2, 2012 at 11:43 pm
É confusão minha, ou nasceu outra divisão de categorias: contratados docentes e contratados formadores?
Março 3, 2012 at 12:13 am
#19
Raramente o critiquei. A maioria dos debates têm sido com alguns dos seus seguidores, alguns não seguidistas mas críticos.
Também não o posso considerar responsável por posts importantes que coloca sobre educação terem quase ou nenhuma participação e outros, como o que referi sobre futebol atraírem “as massas seguidoras”.
Mas já percebi que há algo que nos divide, mais nas atitudes que nas ideias: pessoalmente prefiro adversários brilhantes a apoiantes medíocres.
Daí a minha solidariedade que ontem manifestei para com o “luis”, seja ele quem for. Por mim dou por terminada a minha participação aqui.
Boa sorte!
Março 3, 2012 at 12:14 am
Ando desconfiada que este Gama é algum siamês da nandinha.
Março 3, 2012 at 1:09 am
Esta proposta apresenta algumas melhorias. Contudo, acho que o número mínimo de qzp para os contratados não faz sentido. Por outro lado, acho que na contratação de escola, o único critério deveria ser a graduação profissional – a entrevista é muito subjetiva. Cumps.
Março 3, 2012 at 5:12 am
Peço desculpa, não só porque me atinge diretamente, mas como a muitos outros contratados do meu grupo de recrutamento e, com base nos argumentos já antes lançados para a primeira proposta, continua a parecer absurda a imposição de dois contratos anuais nos últimos 6 anos a concurso. Tenho colegas com 8 anos de serviço que nunca tiveram a sorte de ficar num contrato anual e, no entanto, não deixaram de trabalhar. Parece justo que contratados com contrato anual de 12h possa ultrapassar um outro em consecutivos contratos temporários de 22h? O tempo de serviço deveria ser a base para a construção das prioridades, não o tipo de contrato. Estão-se a descurar muitos colegas com estas medidas… Esta proposta está longe de ser perfeita e, em vários aspetos, é um mero doce, depois do azedume causado pela primeira para ludibriar os menos atentos, dividir as hostes e usurpar do poder. Desconfiem sempre amigos…
Março 3, 2012 at 3:34 pm
1. a prioridade no concurso interno
Lamento porque quando se falam em prioridades de concursos, so falam no concurso externo.
No concurso interno a primeiro prioridade é so para criar enormes injusticas, quem esta em escolas de autonomia, teip ou escolas qe nao vao passar a megaagrupamentos vao ser Ultrapassados pelos outros colegas.
Reparem: Quem ja nao tem horarios nos megaagrupamentos ja é DACL.
Para que serve esta prioridade? Para criar injusticas na graduacao.
Reparem mais nesta injustica. Um professor que foi Titular foi impedido de concorrer, agora a sua escola é teip, esse professor tem 20 anos de servico, vai ser ultrapassado por muita gente.
Março 4, 2012 at 1:01 am
p://www.arlindovsky.net/2012/03/prioridades-no-concurso-interno/
Prioridades no Concurso Interno
O Rui Jorge GOMES tem chamado a atenção para as prioridades no concurso interno e fez uma chamada de atenção para o facto de os docentes dos quadros das escolas TEIP e das escola com Autonomia ficarem prejudicados relativamente aos docentes das escolas que serão extintas, fundidas, suspensas ou reestruturadas.
A questão que coloca é que quando existir o concurso interno (4 em 4 anos) serão colocados em primeiro lugar os docentes dessas escolas deixando em 2ª prioridade os docentes das escolas TEIP e com Autonomia por não ficarem sujeitos por decisão da administração a um processo de junção com outros agrupamentos.
Sendo previsível que ao próximo concurso interno exista um número elevado de docentes dos quadros que podem ser forçados a concorrer nesta primeira prioridade, não posso deixar de considerar que concordo que se posicionem à frente dos restantes docentes que concorrem apenas para mudança de escola ou mudança de grupo de recrutamento. Já muito penalizados são por perderem o seu lugar de “quadro” na sua escola e não fazia sentido que sendo obrigados a concorrer ficassem em pé de igualdade com aqueles que pretendem apenas uma mudança de lugar ou de grupo.
Artigo 10.º
Prioridades na ordenação dos candidatos
1 — Os candidatos ao concurso interno são ordenados de acordo com as seguintes prioridades:
a) 1.ª Prioridade — docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas que tenham sido objeto de extinção, fusão, suspensão ou reestruturação;
b) 2.ª Prioridade — docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas, os de zona pedagógica e os docentes dos quadros das Regiões autónomas que pretendam a mudança do lugar de vinculação.
c) 3.ª Prioridade — docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas, os de zona pedagógica e os docentes que pretendem transitar de grupo de recrutamento e sejam portadores de habilitação profissional adequada;
2 – A alínea c) do número anterior é igualmente aplicável aos candidatos que pertencendo aos quadros das Regiões Autónomas e pretendam mudar de grupo de recrutamento através da colocação em quadro de agrupamento ou escola não agrupada no Continente.
ADENDA: A questão que o Rui Jorge GOMES coloca e que não tinha percebido bem é que pelo simples facto da escola ser fundida ou reestruturada dará o direito a todos os docentes dessas escola concorrerem na 1ª prioridade. Não sei se isso irá mesmo acontecer ou se apenas os docentes indicados com ausência de componente letiva segundo as regras deste projeto de diploma é que poderão usufruir dessa 1ª prioridade. É uma boa questão para ser esclarecida nas reuniões dos sindicatos com o MEC.