E parece-me bem melhor do que a ideia dos pastéis de nata.
Câmara de Lisboa estuda a criação de um bordel na Mouraria em 2013
Eu acho que a ideia tem potencial, já imagino um franchising e acho mesmo que, com diversificação dos tipos de oferta, se poderia criar sinergias com outros pontos da cidade onde as actividades deste tipo estão implantadas, mas a carecer de um upgrade conceptual.
Fevereiro 29, 2012 at 10:48 am
Os chulos do costume.
Fevereiro 29, 2012 at 10:50 am
Sem entrar querer entrar por vanguardismos modernaços nem falsos moralismos, parece-me que aqui é que teria sentido a iniciativa individual das eventuais interessadas. Empreendedorismo, criar o seu posto de trabalho, etc…
Não me parece que a Câmara se deva envolver. O papel das autoridades aqui é zelar pela saúde pública e impedir o proxenetismo, mais nada…
Fevereiro 29, 2012 at 11:05 am
#2,
Não és defensor da presença do Estado na Economia?
Isto é que é uma novidade!
Eu acho que o bem-estar sexual dos cidadãos é um direito que numa sociedade avançada e progressista deveria vir inscrito em qualquer normativo constitucional.
Olha que resolveria metade dos problemas, depressões e chateações que por aí andam.
Fevereiro 29, 2012 at 11:08 am
“das eventuais interessadas” ????
Então e o setor masculino que não quer emigrar?
Fevereiro 29, 2012 at 11:15 am
#4,
A esquerda nem sempre vê a prostituição para além dos estereótipos de género.
Fevereiro 29, 2012 at 11:23 am
#3
Defendo a presença, nunca defendi a omnipresença…
#4, #5
Cingi-me à notícia apresentada. Mas obviamente que se houver potencial de negócio também para eles, que não haja discriminações…
Fevereiro 29, 2012 at 11:27 am
#6,
Esclarecimentos oportunos.
Potencial?
É um verdadeiro cluster de sucesso.
Fevereiro 29, 2012 at 11:38 am
“Esta é uma das soluções em estudo no Programa de Desenvolvimento Comunitário da Mouraria (PDCM), uma iniciativa que reúne 40 associações da zona e que quer lutar contra a pobreza da Mouraria, além de revitalizar o seu tecido económico. ”
Acho a ideia excelente e devia ser apresentada ao Álvaro. O potencial sobre a nossa economia seria espetacular, combatiamos a pobreza, promoviamos o turismo e mais importante ainda seria uma indústria que contribuiria positivamente para a nossa balança comercial.
Fevereiro 29, 2012 at 11:46 am
#1
Pelo texto da noticia estamos a falar da criação do próprio emprego, como sabe é uma bandeira muito importante do combate ao desemprego, por parte do IEFP.
“O projecto “não está debatido ainda em termos jurídicos, mas se fosse uma cooperativa de mulheres não configuraria lenocínio, porque não haveria a figura do capitalista, ou do empresário. Não haveria exploração do trabalho sexual, haveria sim um trabalho feito em condições de saúde e higiene e que é gerido pelas próprias, e para as próprias” – sem patrões, iniciativa individual no mais puro sentido do termo, com a possibilidade de se constituirem em cooperativa.
Acho até que este exemplo deveria ser devidamente explorado nas aulas de empreendorismo como um exemplo sucesso garantido com baixos níveis de investimento.
Fevereiro 29, 2012 at 12:04 pm
Isto faz lembrar história(s) passada(s)… Uma “Safe House”? We need a ‘safe haven’ !!!
Isto é oficializar a crise (é ofício de tempo de crise), é dizer que já não temos mais para dar, f***m-nos à vontade – é isto que eu chamo a este negócio. Mandem umas quecas, ganhem uns trocos pra pagar as vossa dívidas e e e e e pagem TAXES…
Absolutamente lamentável… combater a crise, criar postos de trabalho em tempo de crise – é isto???
Fevereiro 29, 2012 at 12:10 pm
Esperemos então que a Roseta e o Zé Que Faz Falta criem o Regulamento respectivo, com clara especificação sobre duração, posições regulamentares, preços, descontos de quantidade, horários, expressões verbais regulamentares, etc.
Adivinha-se a criação de mais uma taxa camarária, eventualmente com selo de morador do tipo EMEL.
Também entendo que devia existir um Regulamento Municipal para a lavagem dos dentes e um outro com os procedimentos regulamentares para se limpar o cú, em especial sobre a quantidade aceitável de folhas de papel higiénico.
Fevereiro 29, 2012 at 12:20 pm
Um bom sucedâneo das Novas Oportunidades, sim senhores.
Como oportunidade de franshising, porém, tenho as minhas reservas; enquanto produto apetecível na estranja o pastel de nata tem muito mais potencial.
Fevereiro 29, 2012 at 12:59 pm
#7-Direi mesmo que é um “Clister” de sucesso expanso-dispersivo em diversas direções que pode ter tanto potencial como o pastel de nata e nuances cromáticas muito parecidas…
Fevereiro 29, 2012 at 3:22 pm
Esta ideia do bordel está completamente ultrapassada. Não explico porque não me pagam para isso. Mas acho descaramento o aproveitamento que estão a fazer de uma proposta minha, sem respeitarem os diretos de autor. Um abuso. Isto é uma versão foleira da minha proposta de criação das sexolettes. Já expliquei em que consiste, não vou voltar ao mesmo. Aliás, os chulos nunca me pagam as ideias. Façam lá a pocilga do bordel, mas não se queixem depois que não os avisei.
Fevereiro 29, 2012 at 4:49 pm
Um bordel para condizer com a fasra geral…
http://margarida-alegria.blogspot.com/2012/02/ainda-o-cochicho-segredinhos-pela-ue.html
Fevereiro 29, 2012 at 5:38 pm
Lamentável. A Mouraria fica muito “fora de mão”. Não dá jeito nenhum.
E as “profissionais dos apartamentos” não vão nessa cantiga. Aquilo é muito $ a entrar à hora, sem pagar impostos! Vão roubar lá fora! Paguem o que devem suas mercenárias!