Mas o órgão destina-se a representar as escolas junto do MEC ou a defender os interesses micro-corporativos dos representantes?
A questão dos megas dos hiper-megas deveria ser tratada na perspectiva do erro que constitui para o funcionamento das escolas, não dos impedimentos a (re)candidaturas dos representantes.
Fevereiro 27, 2012 at 6:19 pm
Uma reflexão sobre algumas experiências mais democráticas não estará também na ordem de trabalho destes senhores(as). Casos raros em que os professores participam ativamente na gestão das escola. Temo que o alargar dos muros do agrupamento crie ainda um maior distanciamento do poder em relação aos comandados. Parece-me que na maioria dos
agrupamentos de menor dimensão já é assim, como tal aos professores tanto lhes faz e há mesmo quem prefira ver estas figuras do poder o mais distantes possível.
Fevereiro 27, 2012 at 6:38 pm
#1
É exactamente o que se passa no “meu”, salvo seja, agrupamento! Cada vez mais se quer é distância!
Que dificuldade foi para fazer as listas para o Conselho Geral provisório! E que dificuldade para o agora Definitivo!
Distância! Distância! Distância!
A proximidade viável é conseguida por envio de MAIL atrás de MAIL!
Pela parte que me toca, a agonia é tão grande que… mal chegam, são apagados!
Fevereiro 27, 2012 at 8:03 pm
Mas bastava que eles lessem jornais para verem o que é hoje o ensino público:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/eua-menina-de-11-anos-morre-apos-lutar-com-colega
Rivalidade amorosa acaba em tragédia
EUA: Menina de 11 anos morre após lutar com colega
Uma menina californiana de 11 anos morreu depois de ter lutado com uma colega da escola. Segundo as autoridades de Long Beach (EUA), que estão a investigar as circunstâncias do óbito, a rivalidade entre as menores devia-se ao facto de estarem interessadas no mesmo rapaz.
Joanna Ramos, que era aluna do quinto ano, morreu na noite de sexta-feira, depois de ser levada de emergência para um hospital.
Algumas horas antes as duas rivais deslocaram-se a um beco junto à escola e, perante o olhar de sete colegas, levaram a cabo o ‘duelo’ previamente combinado.
Segundo o Departamento de Polícia de Long Beach, não há indícios de que tenha havido recurso a armas, restando agora esperar pela autópsia da menina de 11 anos para estabelecer a causa da morte.
Depois da luta, Joanna Ramos explicou a uma amiga que não se sentia bem. “Estava a chorar e a dizer que tinha dores de cabeça. Disse-o ao reitor e depois telefonou aos pais, que a levaram ao hospital.”
Por essa altura a jovem tinha perdido a consciência e não conseguia respirar. O óbito foi declarado três horas mais tarde
Fevereiro 27, 2012 at 11:07 pm
Mas alguma vez em Portugal foi o interesse geral defendido a não ser como forma de garantir a consecução dos interesses individuais?!