… e há um sector ligado ao Governo, daqueles que batem muito no peito em público com tanta Fé no Espírito Santo, que certamente concorda.
O problema é os clericais por trabalho em casa entendem mesmo trabalho e nenhuma diversão
Fevereiro 18, 2012
… e há um sector ligado ao Governo, daqueles que batem muito no peito em público com tanta Fé no Espírito Santo, que certamente concorda.
O problema é os clericais por trabalho em casa entendem mesmo trabalho e nenhuma diversão
Fevereiro 18, 2012 at 12:05 pm
O Sr. cardeal, com a sua forma de pensar, consegue desrespeitar, simultaneamente, os pais e as mães de Portugal!
Fevereiro 18, 2012 at 12:07 pm
Fosse um membro do Calhau, perdão, Bloco de Esquerda a dizê-lo, e teríamos mais um comendador no próximo “dia da raça”.
Fevereiro 18, 2012 at 12:11 pm
Ou se fosse, o que iria dar no mesmo, proferido por um “antropológo” ou “sociólogo” made in ISCTE – daqueles que gesticulam muito, que em cada frase de 5 palavras incluem “afectos” dez vezes.
Fevereiro 18, 2012 at 12:20 pm
Santa paciência é o que preciso.
Fevereiro 18, 2012 at 12:32 pm
Desculpem mas o tipo tem razão na essência..não na forma como o diz..enquanto se pensar somente na realização profissional e no resto zero ou quase não iremos a lado nenhum.. quer dizer iremos para a pandazinação humana…na Suécia já se começou -vai para uns anos – a optar pelo trabalho em part time tanto o homem como a mulher…ou um dos dois…claro os salários são melhores etc e tal…por cá é a africanização do trabalho e a chinesação na natalidade….e depois admiram-se…
http://www.jil.go.jp/english/reports/documents/jilpt-reports/no.7_anxo.pdf
Fevereiro 18, 2012 at 12:35 pm
#5,
“optar pelo trabalho em part time tanto o homem como a mulher…ou um dos dois…” (concordo.)
Mas este não é o pensamento do Sr cardeal (li o artigo!!!.).
Fevereiro 18, 2012 at 12:39 pm
Ao que dizem viveu a maior parte do tempo fora de Portugal. Eu acrescentaria, fora deste planeta…
A Igreja,ou a sua parte hierárquica, mais uma vez a regredir, numa fase em que mais precisaria de assentar os pés na terra e dar o seu murro na mesa a defender a Humanidade e os seus direitos. A defender os valores da dignidade humana!
Fevereiro 18, 2012 at 12:40 pm
Já que ele opina sobre nós, também vou opinar sobre eles:
Deveriam permitir a ordenação de mulheres. O sacerdócio no feminino seria exercido com mais convicção e sem pedofilia.
Fevereiro 18, 2012 at 12:53 pm
Sim. Ifigénio. Concordo também que se deve recentrar a vida na felicidade en todas as vertentes que não só o trabalho, como nos querem incutir estes sisudos anti-piegas e mentirosos.
Mas esse direito não deve ser apenas da mulher, mas dos casais, de cada indivíduo. Recambiar as mulheres de novo para o lar não é solução, a não ser que elas optem por isso. Deveriam ter o poder de opção, elas e eles. Em vez de obrigar as pessoas a terem dois ou três empregos para conseguirem a simples sobrevivência, escravizando o Homem ao trabalho, quando este deve ser apenas uma das componentes da vida, o quw assegura a subsistência mínima.
Está provado que, se o trabalho fosse justamente distribuído por todos, cada pessoas não precisaria de trabalhar mais do que 3 ou 4 horas por dia, para er um nível de vida satisfatório.
O que dá cabo disto tudo é a ganância de uns, que consideram que , para poderem viver como nababos “acima das suas possibilidades”, têm de escravizar a maioria (99%), retirando-lhe os direitos e transformando-os em mera força motriz!
Só vejo solução quando esse 1% for julgado e castigado, obrigado a repor a Justiça. Claro qure nesse 1% há de tudo, mas aqueles que não viverem do seu trabalho e viverem de escravizar os outros ou da especulação, deveriam simplesmente serem despejados em “oubliettes”, aqueles buracos/calaboiços da Idade Média, como eram chamados em Francês.
Todos deveriam ter mais tempo para a família, elas ou eles. Já não há a divisão da pré- História entre o caçador e a mulher que fica a assar o javali…
Fevereiro 18, 2012 at 1:06 pm
#8
Nem mais, Srª Doutora!
Aquele argumento de que Jesus Cristo era Homem é perfeitamente falacioso.
Primeiro, porque pretende comparar os padres com Cristo, o que e errado. Até o papa é o sucessor de S. Pedro e não de Jesus!
É como dizer que os seres humanos não podem nadar e mergulhar no mar, só porque não nasceram com guelras e apenas os peixes podem lá circular.
Jesus Cristo viveu num dado tempo e lugar, ali nitidamente patriarcal.
Algumas mulheres dariam bem melhores padres que tantos que andam aí. Aliás, já permitem a muitas que sejam diáconos, dando a comunhão, fazendo homilias… tudo e tudo menos serem ordenadas, por mero preconceito.
E a Igreja também é muito machista. As ordens femininas são vistas pela maioria dos padres como boa fonte de empregadas domésticas à borla, para limparem os paramentos dos senhores padres e tratarem “dessas minudências”.
Algumas são doutoradas com mérito próprio, mas acabam por ir humildemente tratar das hortas e jardins e das refeições dos padres, enquanto muitos destes fizeram licenciaturas com notas mínimas, a cabular e a faltar às aulas de Teologia e gerem a sua agenda e deveres de sacerdote com puro tédio.
Fevereiro 18, 2012 at 1:35 pm
#8
Nota: “era homem e não mulher”…
Fevereiro 18, 2012 at 7:04 pm
Curioso como o progresso capitalista que conduziu à “libertação” da mulher pelo trabalho assalariado, acabou por escravizar todos na teia das relações mercantis.
Quer pela desvalorização do valor do trabalho ( o salário somado do casal permite baixar o valor real que cada um recebe), quer pela desestruturação das relações familiares, o sistema capitalista permite-se tomar conta de todos os espaços inte-pessoais e intra-familiares.
Daí o adestramento da espécie humana numa escala nunca vista, culminando na alienação suprema, ao ponto de todos quererem ser explorados e sacrificados no altar do Capital.
A “libertação” da mulher passa pela venda do seu trabalho? Pois…
Fevereiro 18, 2012 at 9:09 pm
O meu comentário foi eliminado por incluir uma lista de mulheres pedófilas? Não percebo.
Fevereiro 18, 2012 at 9:12 pm
#13,
colocou o comentário no post errado (verifique, pf.)
Fevereiro 18, 2012 at 10:05 pm
Eu bem queria livrar-me da minha veia anti-clerical, mas ‘tá difícil.
Fevereiro 19, 2012 at 12:18 am
For Women Under 30, Most Births Occur Outside Marriage
Fevereiro 19, 2012 at 1:44 am
“Se um dia as mulheres pararem, o mundo para!”
E é bom que este D. continue pelo Vaticano!
Ainda bem que não chegou a voltar, senão lá teria de ouvir:
- Ó D., EMIGRE!
Fevereiro 20, 2012 at 1:21 pm
Estamos mesmo no tempo de todos os retrocessos. Mais horas de trabalho, menos ordenado, menos direitos à saúde, e em geral, etc. E agora vem a igreja dizer às mulheres que voltem ao lar! Que lata!!
Fevereiro 20, 2012 at 1:39 pm
12
Não percebi!! Já agora, eu, como mulher, não estou a ser “libertada”, estou a viver! A viver, simplesmente! Já vamos no feminismo de terceira vaga! Por favor! Sei que não gosto muito da forma como a sociedade está organizada. Mas sei que a sociedade PATRIARCAL é uma coisa aberrante! Jamais, antes a morte. Pergunto-me se os que falam levemente destas coisas leram alguma coisa sobre o que foi/era ser mulher ao longo dos tempos!
«O lugar da mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza» (Jornal das Moças, 1957).
«Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite espere-o linda, cheirosa e dócil. Dê-lhe as boas noites, prepare-lhe uma bebida e converse calmamente com ele, se a ele lhe apetecer. E prepare-lhe um bom jantar!» (idem)
«A desarrumação numa casa-de-banho desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa.» (j. das Moças, 1965)
etc.
E isto são as saloices da paróquia. Agora leiam a literatura sobre mulheres publicada ao longo dos tempos. Não me recordo quem é que colocava a mulher ao nível dos piolhos! E o outro, mais progressista, que alertava, “um momento, a mulher não pode ser equiparada aos outros animais. A mulher é superior a eles, ela é o elo entre o homem e os animais inferiores.” Mas parece que o cavalo não era considerado um animal inferior. Ou seja, entre a mulher e o cavalo, venha a igreja e escolha.
Fevereiro 20, 2012 at 1:42 pm
Certa igreja nunca aprende! É escusado.