Fevereiro 2012


Motorhead, Ace of Spades

Fica aqui e não me anima nada: Regime_AutonomiaProposta27Fev12.

Não estou com muita paciência, apenas me parecendo existirem diversas alterações que mexem com detalhes das asas das moscas, mas mantendo o essencial na mesma.

Depois de chamarem  unidades de gestão e de unidades orgânicas aos agrupamentos e escolas, os novos megas passam a ser designados como novas unidades administrativas, expressão que no 75/2008 só surgia numa passagem do artigo 7º. Agora está por todo o lado. Soa-me muito mal.

Um agrupamento de escolas, por hiper-mega que seja não é uma unidade administrativa.

Para quem se lembra das conversas acerca dos envelopes financeiros envolvendo a transferência de competências do Estado Central para as autarquias, aqui fica a evolução (para o triplo, em termos relativos e no âmbito das chamadas funções sociais) dos encargos locais com a Educação Não Superior.

Tem a sua graça, ora lá se tem…

Quais são as autarquias mais dependentes, as mais frágeis?

Naturalmente as do interior do país, as das ilhas (no topo 50 ainda há mais dos Açores e da Madeira), as que ficam mais vulneráveis a investidas do poder central e ao corte dos apoios com origem em Lisboa.

Apesar de terem orçamentos menores, acabam por ser as mais penalizadas quando os cortes são cegos.

Nem pareço eu, a defender a gestão financeira das câmaras mas, perante coisas que me parecem plantadas, gosto de ir espreitar as variáveis não divulgadas.

Não deixa de ser curioso como os cinco municípios com mais dívidas estejam entre aqueles que têm maior independência financeira… Aliás quatro deles estão nos onze primeiros lugares, com valores entre os 73% e os 86% de cobertura das despesas pelas receitas próprias. Só V. N. Gaia se fica pelo 28º lugar com 61%.

Não serão, pois, os casos mais dramáticos…

Embora possam ser feitas ressalvas quanto ao histórico da coisa. Em Lisboa e Portimão os antecedentes são do PSD, o que poderia dar um resultado de 5-0, eventualmente mitigados pelos antecedentes mais remotos do PS no Porto e em Gaia.

É verdade que em parte são concelhos muito populosos e que há outros menores, com dívidas per capita também muito interessantes.

Aliás, esse cálculo seria também interessante de ser feito a partir do documento original.

Cinco câmaras são responsáveis por 22% das dívidas dos municípios

O coordenador do Anuário Financeiro dos Municípios 2010 diz que a dívida a fornecedores, de 1,5 mil milhões de euros, “é preocupante” e defende “uma intervenção” para lhe fazer face.

As câmaras municipais de Lisboa, Vila Nova de Gaia, Aveiro, Portimão e Porto foram responsáveis, no ano de 2010, por 22% da dívida global das autarquias. Ainda assim, os dois líderes da tabela foram também os municípios que registaram uma maior diminuição da sua dívida em relação ao ano anterior.

Recolha do Livresco:

800 estudiantes gallegos muestran su solidad con Valencia

Se han concentrado en Santiago, La Coruña, Vigo y Ferrol.

Más de mil jóvenes protestan en Castellón contra los recortes y el ‘desmantelamiento’ educativo

Cientos de estudiantes se manifiestan en Zaragoza en defensa de la escuela pública y apoyo a sus compañeros de Valencia

Unos 2.500 estudiantes se manifiestan en contra de los recortes en educación (Palma)

Más de un millar de estudiantes se manifiestan en Madrid contra los recortes

Miles de estudiantes toman el centro de Barcelona

La policía realiza varias cargas contra los estudiantes en Barcelona

Miles de estudiantes colapsan el centro de la capital catalana en sus protestas contra los recortes.

Las movilizaciones, convocadas en 25 ciudades, discurren con normalidad en Valencia.

… que falta de origem oficial ou há sempre um detalhe burrocrático a ultrapassar.

Por isso, aqui fica o destaque para o projecto da

Orquestra Cajabucalho

Não é cá aquela coisa de termos de escrever todos até com o mesmo tipo de letra.

Governo vai alterar Acordo Ortográfico

Francisco José Viegas afirmou ontem que o Governo se prepara para alterar o Acordo Ortográfico até 2015 e que cada português é livre para escrever como entender.

El Tribunal Supremo absuelve a Garzón por investigar los crímenes del franquismo

Los magistrados del Alto tribunal han absuelto a Baltasar Garzón, por seis votos a uno, de la causa abierta contra él por investigar los crímenes de la Guerra Civil y la dictadura careciendo presuntamente de competencia legal para ello.

Mas…

Lamentan que cierre toda posibilidad a investigar los crímenes de la dictadura

Asociaciones de Derechos Humanos acusan al Supremo de dejar “huérfanas” a las víctimas del franquismo

No Pérola de Cultura:

100 a 140 milhões de meninas mutiladas

Outra consequência de uma visão tacanha da gestão dos recursos do Estado e, em particular, do horário dos professores e da sua possibilidade de faltar a umas quantas aulas por ano ou mês é o quase completo encerramento monástico a que, em termos intelectuais, estão votados muitos docentes, quantas vezes com a sua própria colaboração.

Com as limitações colocadas à participação em actividades durante o horário normal de trabalho (desaparecimento do velho despacho 185 há já uns anos), assim como à crescente diminuição da oferta de formação em quantidade (quanto à qualidade, nem sempre foi grande coisa) e diversidade, quase só há a possibilidade de frequentar – sem usar de alguma ginástica – acções promovidas pelo próprio MEC, pelas escolas ou pelas editoras que aprenderam a recalendarizar as suas acções promocionais para os sábados, apresentando-as como formativas.

O resultado é o empobrecimento evidente da actualização dos docentes em muitas matérias, o acomodamento às rotinas e a limitação dos horizontes aos muros e portões das escolas e agrupamentos, desproporcionando a importâncias coisas mínimas (como a ocupação de certos cargos intermédios,a obtenção de mais umas décimas nos ciclos de ADD ou outras minudências ainda mais tristes), subitamente erigidas em dramas de vida. E como que as pedrinhas se agigantam em montanhas e as pequenas honrarias internas se transformam em cintilantes medalhas obtidas em cerrados combates.

O forçado (embora em parte voluntário) encerramento da classe docente sobre si mesma, com formações meramente endogâmicas, o activo desencorajar da obtenção de graus académicos mais elevados (as equiparações e as sabáticas estão pela hora da pós-morte), o dificultar da presença em iniciativas científicas de relevo, a nível nacional e internacional, a não valorização de participação em projectos de investigação com interesse para a profissão, apenas servem para sublinhar a feição negativa de um monasticismo docente que empobrece a qualidade do trabalho na sala de aula e mesmo do funcionamento das próprias organizações escolares.

O espírito crítico e de curiosidade intelectual próprio de uma Educação que se queira factor de progresso está há anos longe de qualquer prioridade da tutela e potenciou ainda mais fenómenos de profissionalidade defensiva. E do chamado minhoquismo burocrático. E de bacocas vaidades pela perpetuação em certas funções de notável irrelevância prática quando desempenhadas com base na sebenta de outrora.

A falta de dinheiro não pode justificar a miséria de ideias.

Neste caso a política errada de gestão dos recursos humanos pelo MEC, pelo Governo e pelas Direcções das escolas e agrupamentos.

É uma falsa poupança não permitir a aposentação, voluntária ou compulsiva, de docentes que andam a arrastar-se pelas escolas, em estado terminal de capacidade mental de resistência (nem digo de choque), embora tendo, na minha opinião, adquirido o direito de se irem embora com uma reforma digna.

Porque ninguém ganha com isto, a não ser uns tostões no orçamento, nem os alunos, nem as escolas, nem as próprias pessoas que, em divido tempo, até poderão ter sido óptimos profissionais, mas que agora seria da mais sumária lucidez permitir que fossem em paz à sua vida.

Mas não é possível porque, atendendo à idade e à errada e cega forretice do Estado, ficariam com escassos meios de subsistência. E assim prolonga-se o penar das almas, mesmo quando os corpos ainda parecem em condições.

Falando no meu caso especificamente, entrei na Universidade de Aveiro em 1998, com uma média de 16.5 no curso de professores do 1º CEB, minha 1ª opção. Tinha apenas 17 anos. Passado 4 anos, finda a licenciatura e estando no ano de 2002 consigo, após candidatura e respetivo processo de seleção, ficar em setembro a trabalhar na Universidade de Aveiro, como bolseira de investigação na área das TIC. Durante 3 anos esse tempo de serviço não foi reconhecido e assim vi muitos colegas em concursos públicos de ensino passar à minha frente. Passados três anos, finalmente, reconhecem o meu tempo de serviço, que tive nessa bolsa de investigação e na qual tinha como função dar formação na área de informática, a alunos e professores. Finalmente via os meus 352 dias contabilizados de modo a usá-los nos concursos docentes.

Comecei a trabalhar e a lei dizia que dois anos fora do ensino público seria um retrocesso e regresso a 2ª prioridade e a possibilidade de não lecionar. Assim, fui sempre concorrendo a tudo e todo o lado, de modo a garantir a 1ª prioridade. Nunca tive a sorte de entrar num horário anual, mas felizmente sempre completo – dando origem a um salário sempre muito razoável, 1373 euros ilíquidos, para 25 horas semanais de trabalho.

No ano de 2004/2005 entrei em Albergaria-a-Velha, Aveiro, onde leccionei desde 28/10 até 23/03. Nesse ano letivo ainda lecionei a seguir em Estarreja, Aveiro, de 04/04 a 31/08. Nesse ano entre uma colocação e outra perdi 11 dias. Serão estes 11 dias relevantes para passar a 2ª prioridade, e os 147+150 dias que fiz de serviço, para que servem? E quem entrou em dezembro e apanhou um horário anual merecerá passar à minha frente, apesar de ter ficado com menos dias de serviço? Porque é disto que se trata.

Em 2005/2006 só consegui colocação em janeiro, numa substituição temporária que se prolongou até final do ano letivo, 31/08/2006, em Monção. Mas mais uma vez não era anual, apesar de completo, ficando nesse ano com 224 dias de serviço.

No ano 2006/2007, e para não perder a 1ª prioridade, em vez de ficar a usufruir do desemprego candidatei-me ao ensino das AEC’s e durante um ano letivo inteiro apenas tive 80 dias, pois o contrato era a recibos verdes não tendo hipótese de fazer a sua recontagem, porque a nova lei de 2011 só permite a recontagem a contratos a termo e não a recibos verdes. Novamente não se sabe quando as leis mudam e quem beneficia com elas.

No ano letivo seguinte mais escolas viriam e o medo do desemprego falou mais alto e novamente coloquei todos os sítios e horários temporários e saiu-me logo um desses no dia 16/11/07, em Vila Nova de Gaia, que se transformou em anual – conclui a 31/08, devido a ter vindo a reforma da colega, mas não era anual, ganhei 290 dias de serviço, serão suficientes ou seria necessário 365 para ficar em 1ª prioridade nesta nova lei? Não sei? Será considerado anual? Ou temporário? Nesse mesmo ano e para completar os dias que me faltavam acumulei funções em AEC’s, em Oliveira de Azeméis. Era uma correria, que exigia muita disciplina e organização, para ter mais uns dias, 56 dias. Assim no total tive nesse ano letivo 346 dias.

No ano letivo 2008/2009 haveria de lecionar em 3 escolas diferentes. No dia 25/09 fiquei em Arrifana, por um mês, até 31/10. Depois, no mesmo agrupamento, apanhei outra colocação a 06/11 até 28/02. Após esta colocação, e por oferta de escola, fiquei em Vila Nova de Gaia, com 25 horas, de 02/03 a 15/07, mas como era uma vaga de apoio, fui para o desemprego mal acabaram as atividades letivas e o período de férias. Ainda nesse ano, e novamente em acumulação de funções, estive a lecionar nas AEC’s, num total de 33 dias de serviço. O total de tempo de serviço deste ano letivo é de 320 dias. Novamente não chega aos 365 dias de serviço. Mas ressalvo que um colega com horário anual, que comece em dezembro terá apenas 270 dias de serviço. Mas passará à minha frente. Que justiça é esta?

Mas, o meu percurso continua e a seguir fiquei colocada, no ano letivo de 2009/2010, em Vila Nova de Gaia, numa vaga temporária – pelo menos teoricamente, pois estive lá o ano letivo todo, de 21/09 a 31/08, conseguindo 345 dias de serviço. Mas ainda não chega para as regras da 1ª prioridade. Que mal fiz eu? Não aceitei um emprego num privado perto de casa? Pois é isso que penso, quando leio o novo projeto de lei que querem divulgar como oficial. E mais pergunto: então se iam lançar assim uma lei não deveriam ter lançado antes do concurso dos Açores, pois eu segundo a nova lei poderia querer concorrer, e até queria, pois poderia ter emprego… Ainda durante este ano letivo fui novamente penalizada, pois não pedi avaliação docente, não contava para concurso, alteração a meio do “jogo” passou a contar e já não fui a tempo de pedir aulas assistidas, no apoio educativo.

Mas ainda não acabou e no ano letivo passado, para me salvaguardar de ver pelo menos 200 colegas a ter mais um ponto e passarem-me à frente no concurso, pedi aulas assistidas, fiz um portefólio e tive Muito Bom – 8,6 pontos. Sonhei em ter mais um ponto e assim estar mais bem posicionada para os concursos de 2012. Novamente enganada, pois se a lei nova sair não beneficiarei desse ponto, pois ter bom ou muito bom é para o governo a mesma coisa. Fixe… Espetáculo… novamente enganada… a meio do “jogo”. Estou frustrada, pois com 31 anos ainda não consegui ter filhos e nem posso pensar nisso, pois o futuro é sempre mudado e as regras dos concursos estão sempre em aberto até ao último momento. Justiça? Não acho que seja, pois a angústia desgasta qualquer pessoa, até professores.

No ano letivo de 2010/2011 entrei numa vaga de gravidez de risco, em Santa Maria da Feira, a 24/09 que se prolongou até 10/08, tendo assim conseguido 321 dias. Os quais pensei passar a mais 365, num total de 686 se contasse a minha avaliação de Muito Bom, e que ainda conta se a lei não for alterada. Neste ano novamente me senti mal, pois no final não recebi qualquer indemnização pela caducidade de contrato, facto que recebia nos anos letivos anteriores. Mas, acolhi a decisão e agradeci ter trabalhado perto de casa e o ano todo, ou quase todo.

Este ano letivo ainda não trabalhei. Mas, por oferta de escola e com critérios ridículos, entrou por exemplo um colega com 14 de média académica e 65 dias de serviço. Justificação para esta situação é ter lecionado lá. Engraçado… e ser experiente não conta? Tenho neste momento 2264 dias de serviço e sai da universidade com 15. O que faz ter uma graduação de 22.203, com a avaliação de Muito Bom. Mas não chega para algumas escolas, pois escolheram outro colega, muito abaixo de mim nas listas de ordenação docente. Estamos a falar em muito lugares a baixo pois sou o 3000 e tal e o colega o 11000 e tal. O colega é mesmo 8000 lugares abaixo de mim. Novamente, chamamos, a isto, justiça?

Para não perder a 1ª prioridade e visto que não conseguia ser colocada aceitei 9 horas nas AEC’s, em Santa Maria de Feira, a receber pelo escalão 126, enquanto no ensino 1º Ciclo recebo pelo 151, pois já perfiz 365 dias de serviço. Novamente sujeitei-me para ganhar tempo de serviço e não perder prioridade. Agora vem uma lei e perco tudo… sonhei estar bem situada nas listas do próximo concurso visto ter Muito Bom de avaliação, ter lecionado no público nos dois anos letivos anteriores e ter um bom tempo de serviço e graduação, mas isso está a esmorecer pois a nova lei remete-me para 2ª prioridade. Pois, nos últimos seis anos não tive 4 contratos anuais – apesar de somados os seis anos eu ter tempo de serviço de 4 anos – tenho 1641 dias – o que dá 4,496 anos. Mas isso não chega para este governo… tenho pena por mim e pelos meus colegas, que são milhares deles.

Há muito tempo o professor deixou de ter vida própria, pelo menos eu, mas estou a ficar realmente desiludida e as lágrimas já vão caindo pelo meu rosto. Pois, gostaria de ver reconhecido o meu trabalho e sacrifício para prestar serviço público, pelo esforço que fiz pelos meus alunos, não de elite, mas de tudo um pouco. E sempre com um sorriso e mão amiga ajudei-os a crescer e a acreditar numa sociedade justa. Mas, como posso continuar a dizer aos meus alunos que devemos ser justos, que não vale a batota, que o crime não compensa! Quando todos os dias vejo o contrário e sinto na pele o contrário…

Tenho ainda o sonho de lecionar, visto sempre ter desejado fazê-lo desde a infância. Recordo com saudade as palavras de uma professora de OGE, organização e gestão empresarial, de 10/11/12º anos, que me disse para não ir para o ensino e seguir contabilidade ou gestão. Mas, a minha vocação era outra e não ouvi ninguém, segui o coração. Hoje, quando vejo o descalabro de quem inventa estas leis penso que se calhar errei muito. Pois, se pensa que fui para professora do 1º Ciclo porque não tinha outra opção não pense nisso – estudei economia até ao 12º ano, tive matemática e tive 15, poderia ter entrada em gestão, contabilidade ou numa engenharia. Mas, apesar da matemática me fascinar, o que ainda hoje acontece, queria ensinar, fazer os outros gostar do ensino, de aprender como eu.

Assim acabo o meu desabafo dizendo que se esta lei for avante e se concretizar poderei ver um colega saído da universidade com 13 e com 4 contratos anuais e horário completo à minha frente, quando a sua graduação será muito inferior à minha!? Pois eu tenho maior média de universidade e mais tempo de serviço, mas ele teve sorte mas colocações e eu não. Ou então veio de uma escola particular com 4 anos de serviço e eu não. Não sei que pensar, só penso que irei parar ao desemprego após 10 anos de duros sacrifícios e de muitas preocupações, sempre a servir o setor público.

Desculpe o desabafo, mas assim poderá ficar com uma melhor percepção do porque desta revolta, angústia e sentido de indignação. Não tenho nada contra os colegas que saíram do privado ou que têm menos tempo de serviço do que eu, ou que tiveram sorte de ter horários anuais. Mas acho que o critério deveria ser apenas a graduação e mais nada.

Atenciosamente,

Sónia Andrade

 

  • 3 de Fevereiro:

Síria: Portas realça importância de adoptar resolução

Conselho de Segurança da ONU está a analisar nova versão do documento.

  • 4 de Fevereiro:

Rússia e China vetam resolução sobre a Síria na ONU

  • 20 de Fevereiro:

A assembleia-geral da EDP formalizou a entrada da China Three Gorges no capital da empresa

  • 27 de Fevereiro:

Paulo Portas intervém em nome da UE no Conselho de Direitos Humanos

 

Bombeiros sem dinheiro para combater fogos florestais

Sapadores sem combustível para combater fogo no Gerês

Associação Florestal do Cávado não têm forma de abastecer com gasóleo as viaturas

Opinião: Bombeiros de Castro Verde em Aflição

E parece-me bem melhor do que a ideia dos pastéis de nata.

Câmara de Lisboa estuda a criação de um bordel na Mouraria em 2013

Eu acho que a ideia tem potencial, já imagino um franchising e acho mesmo que, com diversificação dos tipos de oferta, se poderia criar sinergias com outros pontos da cidade onde as actividades deste tipo estão implantadas, mas a carecer de um upgrade conceptual.

… que hoje os dois diários económicos são oferecidos.

Cosey

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