Crato vai debater reforma curricular com directores de escolas
O ministro da Educação e equipa começam na próxima quarta-feira a reunir-se com os directores de escolas de todo o país para discutir a proposta governamental de revisão curricular do ensino básico e secundário.
Nuno Crato começa por Beja e Faro na próxima quarta-feira a receber propostas e sugestões dos directores de escolas para a discussão pública da proposta, que o ministério quer ver concluída até fim do mês.
Consultar apenas os directores vai acentuar o divórcio existente entre os professores e as estruturas de mando em presença na Educação.
Nuno Crato sabe, certamente, que sem a colaboração activa dos professores (que globalmente não se sentem representados por muitos directores) nenhuma reforma avança com sucesso. E que eleger os directores como interlocutores privilegiados pode ser um erro enorme, pois acentua a sensação que se quer reforçar a sua função de delegados do MEC nas escolas. E eles,a nível da reforma curricular, querem principalmente saber como agir com a malta que é para lançar borda fora.
O MEC pode responder que é impossível fazer uma consulta alargada aos professores.
Errado. Se lhes tem sabido fazer chegar um boletim de informação e propaganda, também lhes conseguiria fazer chegar um inquérito. Responderia quem quisesse e existiria, pelo menos formalmente, uma consulta às bases. E poderia fazer o mesmo às associações de pais e outros agentes educativos, não se limitando a consultar as cúpulas.
Assim, temos apenas a conversão ao método MLR, tal como preconizado numa recente entrevista do director Adalmiro da Fonseca, saudoso do convívio fraterno com o poder político.
Os directores devem ser consultados. Mas que isso nunca venha a ser apresentado como uma consulta às escolas e aos professores.
Janeiro 7, 2012 at 1:10 pm
Subscrito!
Janeiro 7, 2012 at 1:11 pm
A questão é saber se os directores vão ser mesmo consultados a propósito da reforma curricular ou se não será um subterfúgio para uma tentativa de pacificação (sedução e/ou manipulação) relativamente às reclamações sobre a avaliação a que aqueles foram sujeitos. É que o MEC também sabe que dificilmente eles não deixarão de abordar o assunto mesmo que fora da OT…
Este Crato, apesar de matemático, terá sido “bem aconselhado”…
Janeiro 7, 2012 at 1:21 pm
#0
“Os directores devem ser consultados. Mas que isso nunca venha a ser apresentado como uma consulta às escolas e aos professores.”
Nem mais!
Janeiro 7, 2012 at 1:23 pm
É tudo uma farsa ou uma burrice.
Nada se faz por decreto, muito menos sem envolver os verdadeiros professores. Estes é que poderão fazer a “mudança”.
Janeiro 7, 2012 at 2:02 pm
Subscrevo #3. Já deviamos estar habituados, não é verdade?
Janeiro 7, 2012 at 2:18 pm
O problema é que é mesmo considerado uma consulta às Escolas. Alguns diretores, para evitarem males maiores, já estão a marcar pedagógicos para auscultação dos professores e outros vão mais longe combinando com os presidentes do Conselho Geral uma reunião antes do encontro com o Ministro.
Janeiro 7, 2012 at 2:23 pm
Fará sentido debater com os Diretores sem que estes oiçam os professores e os representantes dos pais? Não me parece. A menos que seja mesmo só para os deixar carpir as mágoas. É que por aqui, desde que se soube que haverá mais megas, tem havido sessões de choro a propósito de tudo e de nada, isto é: a propósito de verem no horizonte a possibilidade de terem de dar aulas. Tristezas!… É vergonhoso não haver um limite temporal para estes mandatos. É risível a atitude de um professor que teme dar aulas. Só mesmo neste País!
Janeiro 7, 2012 at 2:34 pm
Para fazer o mesmo que MLR não precsávamos de um Ministro Crato. Mande os directores dar aulas e não roubem o salário aos professores que com os alunos formam a essência da escola. Os directores são uns ditadores que só passeiam e comem o dinheiro do povo. Que vergonhe Sr. Ministro, fale ao povo português em geral e mande os directores trabalhar: dar aulinhas …!
Janeiro 7, 2012 at 2:52 pm
Na escola onde estou foi-nos pedido para, em reunião de departamento, darmos a nossa opinião acerca desta reforma curricular. Não sei para quê porque já tudo está decidido.
Mas assim podem dizer que consultaram os professores.
Janeiro 7, 2012 at 3:48 pm
Estamos perante um erro Cra(t/ss)o
Janeiro 7, 2012 at 3:54 pm
“O estranho caso português
Gerimos com irresponsabilidade os dinheiros públicos e qualquer português com mais de um metro e trinta zurze na condição dos funcionários públicos. Se nas sociedades mais avançadas existe respeito por quem se dedica à causa pública e isso reflete-se no desempenho dos diversos serviços e na exemplaridade dos profissionais, no espaço lusitano é moda com pregaminhos a prática do tiro-ao-alvo-ao-funcionário-público. Só assim se podem explicar as afirmações da presidente da Assembleia da República. Para defender os deputados do incumprimento de horários, socorreu-se dos alvos do costume: “(…)o trabalho dos deputados “não pode ser lido como se fosse a actividade de um funcionário público”. “Não pode ser comparado. Os deputados não têm horas certas, nem lugar certo de actuação”(…)”. Enfim. Nem se discutem os argumentos, que são comparáveis à condição da maioria dos funcionários públicos que têm trabalhos de casa ou actividades que implicam deslocações permanentes. Trata-se da utilização do exemplo. E ainda há quem diga que Freud é datado.”
http://correntes.blogs.sapo.pt/1263870.html
Janeiro 7, 2012 at 3:55 pm
” (…) Capatazes, chefes, diretores, administradores não sabem como comandar o mundo do trabalho particularmente em Portugal, ao contrário do que acontece nos Países mais prósperos.
Tudo o que digo se resume a pouco mais do que isto, e, basta citar como exemplo desta evidência os nossos trabalhadores no estrangeiro, e nas empresas estrangeiras que se instalaram no nosso País – eles são tão bons ou ainda melhores que os autótones desses países. Todavia a organização e a disciplina acontecem precisamente porque encontram chefes capazes de os liderar, com todas as competências que os cargos do mundo laboral exigem: conhecer com alguma profundidade e com particular interesse as dificuldades e insuficiências que cada trabalhador enfrenta quando se integra, e suprir essas carências, assim como corrigir comportamentos; é suficiente esse facto para poder garantir a toda a gente que não é por falta de bons trabalhadores que o Estado se encontra na actual falência, e nunca deveria passar pela cabeça dos governantes ter de de os sacrificar para repor a ordem na casa escangalhada, que eles próprios escangalharam irresponsável e impunemente. Se um dia analisarem com justiça e probidade o que se passou durante as últimas décadas em Portugal, é à governação que se deve imputar toda a responsabilidade, até hoje injustamente impunida, de todo este descalabro a que chegámos. Sabem o que aconteceu na Islândia? Pois é, todos os responsáveis políticos e bancários foram julgados, punidos e obrigados a pagar aos credores os prejuízos causados ao País. O seu povo não só merece o encómio regional, como também o louvor universal. Aqui mal se fala deste episódio histórico. Propositadamente. Os nossos jornalistas andam entretidos com «faits-divers». Também são lassos, indiferentes, relaxados, laxistas, resignados, preguiçosos. E é bom que se diga, neste momento de indignação e de revolta, esse País pertence àquela região da Europa do Norte que possui cidadãos que não encolhem os ombros, que não baixam os braços, que não se estão marimbando para os efeitos sociais e económicos da ladroagem que anda à solta com colarinho branco, essa que resolve a certo momento engendrar artimanhas e falsas expetativas aos seus conterrâneos, com este resultado a que estamos a assistir: um governo a pedir mais sacrifícios a um povo que não merece ser tratado desta maneira.”
http://cronicas-de-rodrigo-da-silva.blogs.sapo.pt/11082.html
Janeiro 7, 2012 at 4:08 pm
#11
A Sinhá Presidenta da Assembleia tem razão: não podemos comparar os deputados com os funcionários públicos – estes últimos trabalham, ficaram sem o subsídio de Natal e de férias, não votam o seu aumento salarial (aliás só vêm o salário a diminuir), não lhes são atribuídos computadores milionários (lembrem-se das várias centenas de milhares de euros que os senhores deputados atribuíram a si próprios para a aquisição de material informático que, pelo preço, devia vir debruado a ouro – quando vemos o equipamento na televisão não percebemos bem para onde foi a bagalhoça, mas isso é outra questão), quando se deslocam para o local de trabalho fazem-no em viatura que tiveram de pagar que se lixaram ou de transportes públicos onde são sucessivamente lixados, se trabalham num local e moram longe estão f*didos e não têm subsídios de deslocação ou de alojamento e ainda têm de ouvir estas m**das de uma pessoa que aos quarenta e poucos anos já está reformada.
Peço encarecidamente a uma multinacional farmacêutica para desenvolver um fármaco milagroso para a pachorra.
Janeiro 7, 2012 at 5:00 pm
tenho apenas uma proposta que visa melhorar a concentração dos alunos e reforçar o entusiásmo dos docentes e discentes:
[lanço-a aqui, porque o Umbigo tem mais visibilidade que os senhores excelentíssimos diretores----]
aulas de 50 min com intervalos de 10…… porque
NEM OS DEPUTADOS CONSEGUEM ESTAR CONCENTRADOS 90 MIN QUANTO MAIS AS CRIANÇAS…..
foi aí que começou a indisciplina, porque os miúdos estão enjaulados, com dores nas costas naquelas horríveis cadeiras e cansados de não brincarem nem socializarem com os pares!
eu explico, devagarinho, o porquê-
hoje, levei o meu filho às urgências porque a dor nas costas nem o deixava respirar….agora está a dormir atulhado em medicação.
Por isso sei do que falo, eu e a minha escoliose adornada com 2 hérnias discais de andar carregada de livros desde os 10 anos!!!!!
Depois querem que os tugas sejam produtivos, anda tudo com as colunas desfeitas, a paciência esgotada e os bolsos vazios.
Janeiro 7, 2012 at 5:22 pm
#14
O problema não são as colunas desfeitas dos tugas. É a inexistência de coluna nos politugas que nos lixa a sério.
Janeiro 7, 2012 at 5:56 pm
Promover os directores e/ou os seus representantes a interlocutores privilegiados nada mais é que dar continuidade à política socratina de desvalorizar os professores enquanto tais e os seus sindicatos e associações representativas.
Mais do mesmo, portanto…
Janeiro 7, 2012 at 6:26 pm
O ME TEM UM ENDEREÇO PARA ONDE PODEM SER ENVIADAS SUGESTÕES. PROVAVELMENTE NINGU+EM AS LÊ, MAS, PROVAVELMENTE TAMBÉM NINGUÉM OUVIRÁ OS DIRETORES. APENAS COSMÉTICA…
Janeiro 7, 2012 at 6:32 pm
#8:
1 – Joana: não diga disparates. não generalize dessa forma. Entre os diretores há gente muito digna, muito trabalhadora, que quando ecebe o seu vencimento é bem merecido, pelo menos pera aresponsabilidade que tem. Outros nem tanto: estão no cargo por todas as razões menos as que interessam, mas não podemos generalizar dessa forma.
Não tenho nada a ver com direção e nunca gostaria de ocupar nenhum cargo desse género, mas tenho olhos para ver e miolos para pensar.
2 – Também não concordo que NC invoque uma consulta aos professores limitando-se aos diretores. Para todos os efeitos já ninguém os vê como representantes dos professores. Na maioria dos casos, assumem-se mesmo como representantes do ME e amofinam-se se forem tratados com menos consideração.
Janeiro 7, 2012 at 6:52 pm
Eu apoio a Joana. Basta uma má experiência. Mas, afinal, já são duas, a da Joana e a minha.
Janeiro 7, 2012 at 7:05 pm
Então já são três – a minha.
Janeiro 7, 2012 at 7:07 pm
#14: Concordo muito mais do que 100%. Aliás, já várias vezes falei nisso na escola, quer no departamento, na direcção e mesmo em relatórios. É um disparate querer manter salas cheias de miúdos durante longos períodos de 90 minutos, acreditando que o trabalho será atento e produtivo. Se no secundário hora e meia pode ser vantajosa, por várias razões, no básico é um erro crasso. Principalmente com os miúdos mais novos e em final de turno, quando já estão fartos de estar na escola e à espera do intervalo do almoço. Não percebo por que é que se insiste em continuar com este disparate.
Janeiro 7, 2012 at 7:11 pm
#8,19 e 20: Entendo. Quando se vive essa experiência, é difícil ver as coisas de outra forma. Também conheço situações do arco da velha. Eu, felizmente, não me posso queixar e ainda sou capaz de dizer “Faço por isto e por isto, ou não faço por razões opostas”, mas sei que há casos de fazer perder a cabeça.
Janeiro 7, 2012 at 7:44 pm
“O ministro da Educação e equipa começam na próxima quarta-feira a reunir-se com os directores de escolas de todo o país…”
O que é que se sugere em alternativa? Que o Ministro convoque cada professor?
Ah pois! Devia convocar uma “associação representativa dos professores”, ou várias, não fossemos nós um povo de muitas sentenças e pouca acção…
O que é que há de novo nesta reforma: currículo , conteúdos, conteúdos, conteúdos… e claro, cada escola que encontre o caminho para o sucesso… por outras palavras, entendam-se em cada pelourinho.
ora bem vindos à autonomia.
se não gostam dos directores falem com o conselho geral.
ou apresentem o caso na justiça…, ou então, como a união faz a força, apresentem as vossas razões e revoltem-se.
quanto ao congelamento e corte nos salários, resultado da má gestão, e com a continuuação de uma justiça que não equitativa… essa é uma história muito feia.
Janeiro 7, 2012 at 7:56 pm
DE IGNORANTES ESTÁ O MUNDO E O INFERNO CHEIO..QUANTO A JUSTIÇA DEVE SER PARA RIR..AINDA SE FOSSE MAÇON OU OPUS…
CURIOSO MAS EXTRAPOLANDO O SEU RACIOCÍNIO JÁ AGORA PARA QUÊ AUSCULTAR OS PORTUGUESES EM
ELEIÇÕES BASTAVA OUVIR OS EMPRESÁRIOS OS DIRECTORES DE EMPRESAS E ALGUNS INTELECTUAIS…imagine o dinheiro que não se poupava…alguém de que o povo sabe lá disto de governar…
Janeiro 7, 2012 at 7:57 pm
Digo além de que….
Janeiro 7, 2012 at 8:19 pm
o senhor Guinote se não fosse funcionário público não escrevia estas baboseiras e barbaridades:
Nuno Crato sabe, certamente, que sem a colaboração activa dos professores (que globalmente não se sentem representados por muitos directores) nenhuma reforma avança com sucesso.
Ao escrever isto o senhor Guinote marimba-se para os alunos, não vale a pena negar
este discurso é nojento
trabalhasse o senhor Guinote no privado e não dizia tais besteiras
o senhor Guinote na verdade tem muita sorte em ter o ordenadinho no final do mês
vai tendo, vai tendo, veremos o futuro dos guinotes que andam a fazer que ensinam
Janeiro 7, 2012 at 8:23 pm
ORESTES ASSUME-TE TAL COMO ÉS…TU FINGES QUE VIVES…
Janeiro 7, 2012 at 8:26 pm
#26
És uma impossibilidade.
Janeiro 7, 2012 at 8:28 pm
E quando os directores são aqueles senhores que deram aulas apenas em um ano de suas vidas, mais especificamente no ano de estágio, e fizeram depois de tudo para “escaparem” a essa tarefa “menor” e menos “digna” de ser simplesmente professor?
Como opinarão eles perante o sr.Ministro?
Janeiro 7, 2012 at 8:31 pm
Orestesmente, digo eu…
Janeiro 7, 2012 at 8:40 pm
Janeiro 7, 2012 at 8:52 pm
#26
Idiota!
Até parece que andamos a chular os contribuintes…
Ó homem, um prof a sério, trabalha que se farta.
O que é que você faz que elege o ‘ordenadito’ ao fim do mês como se fosse uma esmola?!
Já estou farta de tipos idiotas como você. E olhe que é a 1ª vez que destrato alguém, aqui, no Umbigo….
Janeiro 7, 2012 at 8:58 pm
Até parece que o ordendito é uma esmola.
Sorte tem o ensino público em ter profs como eu! mainada!
Você é que deve ser um seguidista, engraxista que agradece o chão que o MEC pisa…parvo!
Janeiro 7, 2012 at 8:59 pm
A lagartagem já perdeu?!
Senão os meus filhos vêm de trombas e não estou para os aturar…
Janeiro 7, 2012 at 9:05 pm
23+26= ignorância
não são professores eheheheeh
eu explico devagarinho, muito devagarinho…..é que sempre existiram associassões de professores, por disciplina a APH é dos prof de História, Aliás o próprio Nunu Crato representou os professores de Matemática, basta ler as suas crónicas na Expresso !!!!
e não era a 1ª vez que consultavam os professores, foi feito e deu muito trabalho à cerca de 13 ou 12 anos, estava eu de esperanças da minha filhota!
perceberammmmmmmmmmmmmmmmm?
sempre ao vosso dispor, e com boa disposição, ti’xau e bom ano aos dois 23+26
Janeiro 7, 2012 at 9:11 pm
#23
Ó ignorante, você sente-se representada pelo sei diretor?! Ou é a diretora com pretensões a autoritária prepotente?!
Janeiro 7, 2012 at 9:17 pm
#35
“à”?
Janeiro 7, 2012 at 9:39 pm
Queridas colegas sábias:
1. Não desconheço a importância das associações… científicas.
2. Não tenho nada contra a teoria crítica que procura desmistificar as “intencionalidades” em cada sombra. É apenas uma perspectiva… que enferma pela unilateralidade e generalização.
3. Quanto ao Crato falar com os Directores não considero em si “um pecado”.
4. Considero importante a mudança.
5. de conteúdos para competências, ou de competências para conteúdos mudem o que quiserem nos “Currículos Nacionais”, porque o que importa mesmo, é o clima de escola, e como é que cada uma (escola) interpreta e dá a volta… porque o sucesso não se inventa, nem surge por milagre.
6. Dispenso sermões e rótulos adcionais sou apenas uma ignorante que vive rodeada de gente sabedora, de boa índole e bons modos.
7. Fiquem com a vossa ética e saber, que eu fico com os meus.
Janeiro 7, 2012 at 9:46 pm
#23
#26
Oh, são directores e de fibra tinhosa igual à colega (deles) da minha escola.
Tem sido um regabofe e levantam processos para assustar os que têm olhos muito abertos.
Devem largar o tacho e ir trabalhar! Dar aulinhas …!
Janeiro 7, 2012 at 9:48 pm
#38
Ignorante e mafiosa!
Janeiro 7, 2012 at 9:57 pm
Ignorantes a 100% …! E concordo com a caracterização de mafiosos.
O Sr. Crato podia descer do seu pedestal e não dar trela aos directores.
Mande-os limpar as escolas que sujaram e mande-os emigrar, Sr. Ministro Crato! Please ….
Janeiro 7, 2012 at 10:13 pm
Eh, pá, corram com a bicharada dos directores. Que praga maldita …
Janeiro 8, 2012 at 10:32 am
Na minha escola, todos vamos participar no processo.
Alguém tem de falar com o Crato sobre o resultado da reflexão global.
Que seja o Diretor parece-me óbvio.
Concordo com o acabar dos 90 minutos.
Sou por menos tempo na sala de aula e mais intervalos para os miúdos.