E o ano de 2011 acaba com o confronto, em termos político-económicos, com o confronto entre duas vias dominantes para o futuro do país que indiciam que atingimos um novo patamar de indigência, agora completamente generalizada à classe política que resta e aos cérebros e interesses que a alimentam.
- A da Situação, representada pelo PSD, de forma menos impetuosa pelo CDS e implicitamente pelo magrinho PS de António José Seguro, defende a teoria do Emigre quem Puder, que a Malta não sabe como Governar Isto!. Nela se incluem todos aqueles que acham que o buraco é horroroso e não há maneira de o resolver sem ser pela redução das despesas a toda a velocidade e no rebuscar de todos os tostões ainda passíveis de ser encontrados em todos os que não têm contos de réis para contratar segurança e alarme para defesa desses mesmos tostões. São aqueles que, para combater o défice das contas públicas e a falta de receitas, convidam a emigrar os profissionais qualificados em idade útil para constituir família e, quando empregados, com condições para estimular o consumo e gerar receitas fiscais. Mas como os governantes que estão são incapazes de um projecto de desenvolvimento, mas apenas de empobrecimento e emagrecimento, a única coisa que conseguem ver é que, emigrando muita gente desempregada, há menos subsídios e apoios sociais a pagar. Em termos económicos são pela democratização e liberalização da economia, embora isso se traduza na aquisição de posições estratégicas em empresas nacionais por empresas detidas a 100% por outros Estados. Não percebem a contradição ideológica, apenas estão interessados no encaixe ocasional. São pelo menor peso do Estado na sociedade e economia, mas sobrecarregam-nas com impostos; são pela liberdade das famílias escolherem muita coisa, mas retiram à maioria os meios para escolherem seja o que for. Instituem a lei da selva, em que o mais forte pode e compra e o mais fraco emigra ou submete-se. Carecem de imaginação e estão presos de uma meia dúzia de teóricos que leram três livros na vida, citam Hayek abertamente, von Mises só no caso dos mais eruditos, mas receiam o libertarismo de Ron Paul, porque esse correria com todos os grupos de trabalho e think tanks pagos pelo Estado.
É uma geração que já foi nova, antes de ficar precocemente envelhecida nas ideias e confundir hiperactividade com actividade consequente. É a geração relvas, com o empático Pedro como testa-de-ferro, já incapaz de dominar a criatura que o dominou.
- A da Oposição, representada pelos órfãos de Sócrates no PS, por um Bloco desorientado e por um PCP discreto e à espera dos votos que nunca chegarão dos desencantados da restante Esquerda, encontrou um tema comum de resistência em torno do lema Marimbemo-nos para a Dívida! Encontram-se aqui vultos secundários do PS, equivalentes à geração relvas do PSD e todos aqueles no PCP e Bloco que, na falta de outra alternativa, acreditam que não pagando a dívida criada em larga escala pelos projectos que apoiaram, quase sempre em conjunto, nos últimos anos, conseguem solucionar a dita dívida e os constrangimentos por ela criados. Esquecem-se que, não pagando, poupam no pagamento, mas deixam de receber o que ainda alimenta grande parte do funcionamento do país. Esquecem-se que durante 25 anos se trocou a produção nacional por subsídios aplicados quase à grega. Sim, alguns contestaram isso, mas agora parecem desacreditar que o país que temos é um país que não produz riqueza capaz de auto-alimentar-se sem a engenharia financeira externa. Demonizam os mercados, mas não apresentam alternativa. Acusam de salazarismo os que defendem o cumprimento das obrigações externas, mas aprenderam História (Económica e Política) em sedes de jotas partidárias e de forma acrítica. Não percebem que o salazarismo não manteve o país na pobreza por causa do projecto económico de equilíbrio orçamental, mas sim porque defendia um isolamento político do exterior para melhor manter o controle interno. Não percebem que a economia obedecia à política e não o inverso. Mas a ortodoxia marxista (ou reminiscências suas mal digeridas) explica tudo com base nas relações de produção e desentende que, em regimes ditatoriais fechados a economia submete-se ao poder político. Consultem a China, a esse propósito, o único regime político ditatorial com economia de mercado florescente, mas à custa do quê.
Temos, portanto, uma oposição que à Esquerda quase recupera Sócrates para as suas fileiras e coloca os seus representantes no PS actual lado a lado com os seus escassos mas firmes opositores internos desde 2005. Uma oposição cuja alternativa não se percebe se é a saída do euro, se é o reforço de opções centralistas como as eurobonds. Se é um projecto de independência nacional, se de reforço do federalismo. É uma posição baralhada, sem liderança, porque só lhe restam dois líderes: Carvalho da Silva cá dentro e José Sócrates lá fora. Que até há um ano eram grandes inimigos e defendiam posições absolutamente contrárias.
*
Há quem diga que em política o vazio não pode durar muito tempo e que qualquer solução surgirá para o ocupar.
Discordo.
Acho que, neste momento, o vazio é um espaço cada vez maior, onde se refugia cada vez mais gente na apatia e anomia. O vazio passou a ser uma opção. Aliás, o país vazio começa a ser uma realidade, se exceptuarmos um punhado de cidades e umas dezenas de grandes centros comerciais.
A maior parte do país esvazia-se e a classe política ou encoraja isso ou faz o seu melhor para que ninguém sinta orgulho em ficar, sem ser o que nasce da própria dignidade e da percepção de que há um país que, apesar dos seus solavancos seculares, não merece ser deixado apenas aos oportunistas, aos chineses, aos opinadores da SICN e do Expresso e à geração relvas-seguro.
Ainda há quem tenha respeito pelo país onde nasceu e cresceu. Mas o ano de 2011 foi dos piores a esse nível. Resta saber se esses portugueses e Portugal sobrevivem a 2012 sem danos irreparáveis.
Mas há quem não desista e prefira ficar e resistir do que exilar-se em Londres ou Paris. Nem todos somos ferros, cravinhos, carrilhos ou consultores no Dubai. Muitos teriam de se limitar a servir-lhes cafés. Ou àqueles que lhes irão suceder nessas formas de emigração dourada, para a qual não há dívida que aflija.
Dezembro 31, 2011 at 3:39 pm
Estou indignado e revoltado com tudo o que se anda a passar.
E para já, é tudo!
Dezembro 31, 2011 at 4:11 pm
Paulo, atenção ao seu e-mail!
Dezembro 31, 2011 at 4:12 pm
Excelente análise. Certeira. A lucidez, o desencanto e um vislumbre de esperança.
Dezembro 31, 2011 at 4:15 pm
Feliz Ano Novo para o Paulo e familia, e para todos os comentadores do Umbigo!
Dezembro 31, 2011 at 4:19 pm
De facto nunca foram jovens e nunca mudaram, no essencial, de ideias.
Dezembro 31, 2011 at 4:21 pm
O facto de chegarmos ao ponto de ter, sucessivamente, no poder a JS e a JSD dos anos 70 diz tudo sobre a pertinência de considerar a emigração.
Dezembro 31, 2011 at 4:24 pm
#2,
Resolvido.
Dezembro 31, 2011 at 4:32 pm
Malditos sejam estes parasitas! Que vontade…
Dezembro 31, 2011 at 4:59 pm
Excelente reflexão, como já nos habituou.
Que 2012 seja só tão fraco como o que agora acaba.
Eu, pelo menos, queria isso para mim.
Dezembro 31, 2011 at 5:11 pm
E cada um de nós, gota mais ou menos cristalina, continuará a respirar e, na medida do possível, a acreditar.
Para melhorarmos, sem optimismo cândido (recomendo o de Voltaire), também temos de encontrar a responsabilidade que cada um de nós transporta (creio que o Paulo se esqueceu disto, o seu texto é bastante redentor para quem esta do “lado de cá” – sem geografia, pura psicologia).
Nos anos de ouro do endividamento todos fomos cúmplices, nunca ouvi (deste “lado”) ninguém dizer que não produzíamos riqueza suficiente para os gastos “sociais” que euforicamente íamos aumentando.
Lembro-me de há uns anos ler um texto de Jürgen Habermas, filósofo de esquerda (se há tal coisa), que dizia mais ou menos isto: à medida que se desenvolve, o “Estado Social” caminha para a sua perda. Parece óbvio, responder aos chamados direitos sociais de cada um, numa comunidade que deixou de ter filhos por causa das “chatices” e onde quase todos se querem reformar aos 55 anos, com a esperança de vida a aumentar e 500 milhões de proletários chineses hiper-disciplinados e baratos, parece ser a quadratura do círculo.
Mas ninguém nas salas de professores (mais centros de cuscuvilhice do que de debate sério) teve o sentido desta realidade, que há muito era evidente. Aliás, ai de quem expusesse esta possibilidade, era imediatamente apelidado de… céptico de direita (a semântica é outra, menos rebuscada, mas vai dar ao mesmo).
Proponho, pois, que também revertamos sobre nós o ónus da porcaria de país onde vivemos.
Dezembro 31, 2011 at 5:11 pm
Vim aqui, só, para vos desejar um Ano solidário e “amigo” cheio de “abracinhos” consoladores, que distribuiremos entre nós …
Este ano, mais do que nunca, sinto que só nos temos uns aos outros, que é, entre nós, que encontraremos o apoio para o que se avizinha!
Um abraço fraterno e solidário!
Dezembro 31, 2011 at 5:23 pm
O pior é que o vazio de esperança torna possível a repetição da história no que ela tem de mais negro. A dita emergência financeira torna muito ténue a fronteira entre democracia e ditadura a ponto das liberdades só atrapalharem na solução dos problemas financeiros e da falta de segurança. Á falta de política e de políticos capazes (localmente e no resto da europa) de nos fazerem acreditar no futuro e aceitar o presente pode dar-se o surgimento de figuras e ideários salvíficos dos extremos. E isso já provou dar muito mau resultado,,,
Dezembro 31, 2011 at 5:32 pm
Reflexão muito rica e interessante, que se lê com muito mais proveito do que a maioria daqueles balanços anuais que toda a comunicação social publica por esta altura.
Subscrevo quase tudo, mas há uma coisa de que discordo: a ideia do primado da política sobre a economia, nas ditaduras em geral e no salazarismo em particular.
Pelo contrário, Salazar manteve e consolidou o seu poder porque soube casar o seu projecto político, que aliás não se distinguia muito dos que então eram aplicados por quase toda a Europa, com os interesses económicos dos grupos dominantes.
A alta burguesia das quintas e latifúndios, da indústria e do comércio, sempre encarou Salazar como uma espécie de caseiro, algo rústico mas honesto, capaz não só de tomar conta dos seus interesses como até de arbitrar os conflitos entre as diversas famílias.
O salazarismo manteve a pobreza não apenas por causa do isolamento político, mas também, e sobretudo, porque isso era uma consequência inevitável das políticas de isolamento e proteccionismo económico.
Por último, há que colocar muitas reticências nesse equilíbrio de contas e auto-suficiência económica supostamente conseguidas pelo salazarismo. Basta ver que, quando a II Guerra Mundial limitou os abastecimentos externos, houve racionamentos alimentares. Rapou-se muita fomeca nessa altura… Claro que os negócios do volfrâmio, durante a guerra, e as remessas dos emigrantes, a partir dos anos 50, ajudaram a equilibrar as contas.
Dezembro 31, 2011 at 5:41 pm
Parabéns por mais uma análise bem feita.
Bom Ano Novo a todos!
Dezembro 31, 2011 at 5:50 pm
Já me esquecia da China…
A China está a tornar-se um case-study que baralha as contas e as ideias de muita gente.
Porque faz parte da tradição cultural ocidental associar capitalismo e democracia. Liberdade económica e política uniram-se num modelo de sociedade que levou os principais países do mundo ocidental à hegemonia mundial, ao mesmo tempo que proporcionavam aos seus povos um progresso material sem paralelo em qualquer época ou parte do mundo.
Mas a China está a demonstrar que é possível o capitalismo sem democracia, que é possível direccionar a ânsia de ser livre que quase toda a gente tem para a luta por melhores condições materiais de existência. Há tempos li uma reportagem sobre a sociedade chinesa, salvo erro na National Geographic, em que se constatava, com algum espanto, que quase não havia contestação social ou interesse pelas questões políticas, mesmo por parte dos mais jovens, mais instruídos, com internet e mais não sei quê. Queriam ter melhores empregos, roupa de marca, os gadgets da moda, e isso os satisfazia. Um pouco aliás como a maioria dos jovens das sociedades ocidentais.
Muito complicado, isto da China…
Dezembro 31, 2011 at 5:50 pm
Sublime.
100% de acordo.
Dezembro 31, 2011 at 6:07 pm
Gostei muito da sua análise Paulo. Para si e todos os que por aqui vão passando um excelente 2012 (e votos de que as mentes entorpecidas vão acordando).
Dezembro 31, 2011 at 6:27 pm
Sublinho, esquematicamente, apenas alguns pontos que me parecem fundamentais.
- Do lado da situação, procurar-se-à apenas ir gerindo a crise (notoriamente, não há ambição nem capacidade para mais…), num equilíbrio periclitante entre a protecção dos grupos de interesses constelados em torno do regime – ainda não se sabendo se o capitalismo chinês chega como rival ou mola adjuvante… – e o sacrifício imposto à população, vista, fora da situação de contribuinte, como um peso excedentário. A este interessante esquema em que os contribuintes (o estado…) mantêm de pé o capitalismo financeiro chamam “neoliberalismo”, com a conivência entusiasmada da oligarquia cleptocrática e o aplauso embevecido dos beatos (e betos) do credo do mercado.
- Do lado da oposição (cada vez mais um reflexo ou uma denominação de ordem topológica…), assiste-se às consequências devastadoras da sua falta de visão estratégica (para o que alguns, como eu, chamaram a atenção em devido tempo): seja no PS ou no PCP e BE, ficou refém de Socas, quer da sua estratégia suicidária de falso desenvolvimento (TGV , PPP e megalomanias afins) e de irresponsabilidade nas finanças públicas, quer do efeito, em termos ideológicos, de “terra queimada” operado pela sua trituradora máquina de spin.
Dezembro 31, 2011 at 6:29 pm
Concordo com tudo, Paulo.
António Duarte: durante a segunda grande guerra houve muita fome, é verdade, mas as populações da fronteira sabem que quase tudo o que produziam era enviado para Espanha. A minha mãe trabalhou desde menina, com 8 anos, numa estação da CP da linha da Beira Alta a carregar vagões de tudo o que pudesse alimentar os espanhóis. Por cá ficava só o que não podiam vender.
Dezembro 31, 2011 at 6:49 pm
Paulo, o teu balanço está absolutamente espectacular!
Concordo com cada frase.
Parabéns por não deixares de pensar e por seres capaz de sínteses tão pensadas!
Mas….descontrai….se puderes…
Hoje é dia para uma bezanazita valente.
Bom Ano lá para casa!
Dezembro 31, 2011 at 7:01 pm
O “isolamento internacional” de Portugal na época salazarista visava, em parte, restringir a capacidade de exploração do território português peldas diversas máfias financeiras internacionais….o Portugal falido de 1926 pouco mais era que uma colónia de britanicos e outros. Foi possivel durante o Estado Novo ir restabelecendo progressivamente a independencia de Portugal…infelizmente esse restabelecimento da independencia nacional não sobreviveu ao 25 de Abril e Portugal regressou rápidamente à condição de “país plenamente integrado na comunidade internacional”….ou seja, país completamente subserviente a interesses externos de toda a espécie.
Dezembro 31, 2011 at 8:11 pm
Excelente análise.
Um bom ano para o autor do blogue e para todos os que por aqui passam.
Dezembro 31, 2011 at 8:36 pm
Desejo boas entradas a todos!
E para o comentário #21, deixo aqui a banda sonora apropriada…
Até para o ano!…
Dezembro 31, 2011 at 8:45 pm
#23
Bom ano de 2012 tambem para o António Duarte. E cá fica a música apropriada ao António…
Dezembro 31, 2011 at 9:24 pm
Boa noite
Já tenho deixado uma ou outra crítica aos seus posts. Mas sei reconhecer que esteve muito bem nesta análise que fez à nossa triste vida político.partidária.
Um ano de 2012 pleno de realizações pessoais e profissionais.
Dezembro 31, 2011 at 9:41 pm
«um PCP discreto e à espera dos votos que nunca chegarão dos desencantados da restante Esquerda»
Olhe que talvez não, olhe que talvez não…
Dezembro 31, 2011 at 9:42 pm
Votos de bom ano para todos.
Dezembro 31, 2011 at 10:29 pm
#0:
Estaremos cá para o ano!
Paulo G que a inspiração não te falte e que os Deuses te acompanhem!
Dezembro 31, 2011 at 11:29 pm
Bom Ano 2012 para o Paulo Guinote e Família. Estes meus votos são extensivos a Todos!
Oxalá seja possível, em 2012, matar a “apatia e a anomia” que vigoram há demasiado tempo entre nós e, assim, esmagaram os portugueses.
Estes dois factores conjugados com tantos outros constituem um flagelo, atrofiam expectativas, geram a insegurança e intranquilidade, nas nossas vidas. Evidentemente que são um tormento.
E só nos poderemos libertar com a ajuda das reflexões de espirítos mais lúcidos e sensíveis às artimanhas, donde emergem as injustiças.
Dezembro 31, 2011 at 11:32 pm
Janeiro 1, 2012 at 1:40 am
e montanhas de gaijas boas!
Janeiro 1, 2012 at 6:01 pm
Curioso como o António Duarte se “esquece” de que quem domina de forma totalitária a China é o Partido Comunista.
Coisa menor para quem não consegue distinguir a ditadura salazarista de um regime fascista ou do próprio sistema nazi.
Mero oportunismo ou falta de leituras e de discernimento histórico?
Já agora. Essa da justificação para a ausência de contestação na China não lembra nem ao careca.
Bom Ano e mais proveitosas leituras.
Janeiro 1, 2012 at 8:27 pm
Para já, nas sucessivas eleições tem vencido a mentira descarada. Nos governos eleitos, sempre a mesma receita: aperto nos primeiros anos de mandato, ligeira folga no ano eleitoral. Certo, certinho, apenas o favorecimento descarado da banca e de alguns chico-espertos fora do alcance da justiça, que foi sendo manietada de ano para ano. Porém, tal como a lenta erosão do vento nas rochas, a paisagem não se mantém inalterada. Começa-se por perder poder de compra; prossegue-se com perda da sobrania e a degradação – já visível – da democracia. Os joguetes políticos, de tão repetitivos, tornam-se demasiado previsíveis. Aparentemente, a apesar do muito que se diz e escreve na imprensa dita de referência, por aí não abundam boas ideias.Dada a notória eficácia das medidas governamentais, vai-se impondo a necessidade de encontrar soluções, imposição que começa a ser sentida por cada um em particular.
Um Bom Ano de 2012.
Janeiro 1, 2012 at 8:53 pm
Concordo com análise e mais uma vez parabéns pela capacidade de síntese:)
Bom ano para os comentadores e em particular ao Paulo e família que todos os dias dão um pouco de si neste espaço.
Bom 2012 com muitos momentos felizes:)
Janeiro 2, 2012 at 12:58 pm
Excelente análise, Paulo!
Parabéns! Revejo-me a 100%.
Abraço,