“A Assembleia da República “abastardou-se” e, por isso, Paulo Morais entende que a presidente do Parlamento “tem a obrigação de tomar uma atitude, em nome dos princípios éticos”, uma vez que não está em causa qualquer ilegalidade.”
Então, a dita presidente também terá provavelmente o seu “escritório de representações”… Qual será? O dos juristas precoces ou o dos reformados prematuros?…
Dezembro 29, 2011 at 11:34 am
Vou comprar o JN só por causa deste artigo.
Dezembro 29, 2011 at 11:43 am
Tenho aqui uma sugestão de opiniões do Paulo Morais ao longo dos anos:
Do meu Blog – que anda paradinho, mas, serve como memória…
Meu querido eles não sabem o significado da palavra ética e Portugal está a saque: Paulo Martins – Eles têm muita lata
(…)
http://livresco.wordpress.com/2009/04/02/meu-querido-eles-nao-sabem-o-significado-da-palavra-etica-e-portugal-esta-a-saque-paulo-martins-eles-tem-muita-lata/
Pois querido em Portugal é assim…: Paulo Morais questiona empenho das investigações do MP aos 30 crimes que denunciou
(…)
http://livresco.wordpress.com/2008/11/02/pois-querido-em-portugal-e-assim-paulo-morais-questiona-empenho-das-investigacoes-do-mp-aos-30-crimes-que-denunciou/
Se já havia dinheiro a passar por baixo da mesa…agora é por baixo e por cima…e pelos lados…
(…)
http://livresco.wordpress.com/2008/06/29/se-ja-havia-dinheiro-a-passar-por-baixo-da-mesaagora-e-por-baixo-e-por-cimae-pelos-lados/
Dezembro 29, 2011 at 12:09 pm
Da notícia…
“A Assembleia da República “abastardou-se” e, por isso, Paulo Morais entende que a presidente do Parlamento “tem a obrigação de tomar uma atitude, em nome dos princípios éticos”, uma vez que não está em causa qualquer ilegalidade.”
Então, a dita presidente também terá provavelmente o seu “escritório de representações”… Qual será? O dos juristas precoces ou o dos reformados prematuros?…
Dezembro 29, 2011 at 9:30 pm
Aconselho a visualização do vídeo e tomem atenção ao bold:
A Organização Transparência e Integridade caracteriza o Parlamento como um «escritório de representações e uma mega central de negócios».
A associação acrescenta que um terço dos deputados estão em situação de conflito de interesses.
A comissão parlamentar de Ética, no entanto, não detectou qualquer caso menos claro.
Dezembro 29, 2011 at 11:25 pm
Um deputado devia sê-lo em exclusividade, ponto.