PARADOXO UMA AGÊNCIA ESTATAL COMPRA PARTE DE OUTRA TAMBÉM MELA ESTATAL QUE SE QUER PRIVATIZAR!!!
ISTO ALÉM DE A CHINA NÃO SE PROPRIAMENTE UMA ECONOMIA LIBERAL….ENFIM…
Vai ser bonito!
Agora ainda só se preocupam sobre a manutenção do mexia à frente da EDP, que certamente os 3 gargantas o vão deixar ficar.
Que aflição, tadito!
A mim preocupa-me o futuro dos trabalhadores da EDP. Dizem que vão criar 200 e tal mil postos de trabalho…mas… se for como têm feito em Angola e outras novas colónias chinesas, o mais provável é trazerem e instalarem cá a sua própria mão-de-obra!
Será que o governo acautelou esta ´situação?
E lá se vai Foz Coa e outras belas paisagens… sim, estou pessimista.
Mas também a concorrente alemã mostrou mais uma vez a bela noção de União europeia da sua governante: quererem a garantia de poderem vender, em caso de abolição do Euro! Com amigos destes, até os enigmáticos chineses pareceram uns santos!
Não me parece correcto falar-se de privatização da EDP quando 21,35 % do capital da empresa passa para o controle da República Popular da China. Que raio de privatização é essa?
Talvez seja mais correcto falar-se de uma transnacionalização.
Um artigo de um verdadeiro Sr. do jornalismo económico:
EDP, um adeus português
21 Dezembro 2011 | 23:30
Pedro Santos Guerreiro – psg@negocios.pt
Partilhar113
A venda da EDP está decidida. A operação foi feita pelo buraco da agulha e garante ao Estado português um encaixe financeiro irrepetível. É muito dinheiro. É muita política. É muito lóbi. É, curiosamente, pouca a polémica entre os cidadãos. E é mais do que parece: são os credores a tomar a propriedade.
A venda da EDP está decidida. A operação foi feita pelo buraco da agulha e garante ao Estado português um encaixe financeiro irrepetível. É muito dinheiro. É muita política. É muito lóbi. É, curiosamente, pouca a polémica entre os cidadãos. E é mais do que parece: são os credores a tomar a propriedade.
Quando explicar as razões da sua escolha, o Governo dirá que foi feito o melhor negócio para o Estado, escolhido o melhor parceiro para a empresa e garantido o melhor futuro para o País. Na verdade, todas as propostas finais eram boas e o Governo fará de conta que escolheu sem considerações políticas. O que será, obviamente, falso. O dono da EDP não foi escolhido num “teste cego”. Não só porque a nacionalidade é obviamente importante mas também porque há muitos factores moles em cima dos números duros. As contrapartidas para o Estado. E as represálias para o Estado.
Todos foram favoritos, ao longo do processo. Primeiro a Eletrobras, depois a E.ON, no fim a Three Gorges. Todos cometeram erros. Erros que vão ficar para a história, que será contada pelos vencedores. Entre esses vencedores estará o Estado português, que vende 50% acima do preço de mercado, e a administração da EDP, que preparou o processo nos últimos meses.
Os brasileiros da Eletrobras chegaram mais bem calçados. Mas a influência política que têm no Governo português deu-lhes uma falsa confiança, que foi ao ponto de colocarem uma condição irregular na sua proposta, de aumentar o limite dos direitos de voto da empresa. Essa autoconfiança só se desmanchou há uma semana, quando o Conselho-geral e de Supervisão da EDP os excluiu das suas preferências. Ficaram incrédulos. E então injectaram de adrenalina os seus lóbis, tentando recuperar o tempo perdido. E identificaram os accionistas minoritários da EDP (Grupo Mello, BES, BCP) como seus adversários. Porque estes também querem vender – de preferência também 50% acima da cotação em bolsa. Em contrapartida, a administração da EDP, que andou anos a namorar os brasileiros, passou a ser hostil à sua proposta. Principalmente por uma razão: a EDP privatizada cá seria “nacionalizada” no Brasil, pela Eletrobras.
O favoritismo passou para os alemães da E.ON. Primeiro porque apresentaram uma proposta tecnicamente competente. Mas também porque quiseram fazer da EDP Renováveis líder nos Estados Unidos e quase líder mundial. Do lado negativo, a E.ON propôs meter os seus maus activos espanhóis (centrais de carvão) dentro da EDP, trocando portanto o seu gato pela lebre da EDP. Também aqui todos os lóbis foram activados, da União Europeia ao BCE. Este feitiço virou-se às tantas contra o feiticeiro: a notícia de que Merkel chamou Passos para falar da operação frisou a nossa submissão. A notícia de que António Mexia foi chamado ao quartel da E.ON, acompanhado de um famoso “lobista” português, caiu como uma bomba de mau cheiro no Governo.
Com esta história, António Mexia passou para o centro das atenções. A questão não é paroquial: ontem, o “Financial Times” alemão quis saber quais eram as hipóteses do presidente executivo da empresa continuar a sê-lo. Resposta: são grandes. Mas esta história tem por detrás uma antipatia conhecida deste Governo em relação a Mexia. Com os chineses e os alemães, todavia, Mexia fica.
Na ponta final, os chineses passaram a favoritos. Porque põem um saco de dinheiro na empresa, no Estado e na economia portuguesa, criam uma fábrica e prometem apoiar a banca. Foram, de todos, os que menos erros parecem ter cometido, embora não tenham resistido a criticar o noticiário nos jornais portugueses. É natural que os chineses não se dêem bem com a imprensa livre: só a conhecem de longe.
Para a EDP, esta operação trará mercados, capitalização e refinanciamento. Não é pouco: a empresa tem um calendário de dívida carregado e um “rating” ameaçador. O novo dono dá uma grande ajuda. E mesmo que as rendas em Portugal sejam reduzidas, como ainda ontem Poul Thomsen avisou, ninguém quis comprar a EDP por Portugal. Mas sim pelas Renováveis (obra de Mexia, subsidiado por Sócrates) e pelo Brasil (projecto que nasceu nos anos Guterres).
Esta venda da EDP traz capital para Portugal. Talvez porque a carência é gritante, não há debate sobre os centros de decisão nacional. Esse debate não é para pobres. Poucas pessoas terão a noção exacta da crueza do problema financeiro português. O fundo de pensões entrou para pagar contas, dívidas e salários. E o dinheiro da EDP servirá para o mesmo. O dinheiro nem aquece. Logo desaparece, para o estrangeiro. E, para nós, isso é um alívio. Até ao próximo sufoco.
A grande “farra” chinesa na Europa
22 Dezembro 2011 | 16:10
Celso Filipe – cfilipe@negocios.pt
Pequim dizia-se vítima do imperialismo. Agora tem uma posição imperialista. Hoje aumentou o seu império na Europa, ao garantir a compra de 21,35% da EDP.
A EDP e a REN são apenas mais duas empresas que constam de uma extensa lista de interesses que a China já tem na Europa, ou noutras partes do mundo, através de empresas do Velho Continente.
O empenho colocado em controlar empresas europeias tem como objectivo alimentar a mudança do paradigma de crescimento da economia chinesa, até agora baseado em mão-de-obra barata e produtos de baixo valor acrescentado, absorvendo os conhecimentos e as tecnologias.
A Three Gorges apresentou mesmo a melhor proposta para a compra da eléctrica portuguesa, numa privatização que parecia estar condenada a ser disputada por alemães e brasileiros. O mesmo empenho deverá ser colocado pela também chinesa State Grid, na corrida à aquisição da REN.
Com um excedente de reservas em moeda estrangeira avaliado em 2,3 triliões de euros, a aposta na Europa é classificada pela revista “Time” como a última “farra gastadora” da China, a qual foi antecedida por investimentos em África e na América do Sul, para garantir acesso ao petróleo, ao gás, ao ferro, ao cobre e outros metais estratégicos. A compra de posições nas participadas da Repsol e da Galp no Brasil pode ser incluída neste último quadro. Já aquisições como as da Volvo ou da Medion mostram que “Pequim está sobre pressão para fazer a transição das indústrias básicas e de manufactura para um nível superior de produtos e serviços” assinala a “Times”.
“A ascensão da China oferece uma forma de organização económica que é fundamentalmente diferente do actual sistema financeiro internacional. Pode ser designado por ‘capitalismo de Estado”, sublinhou George Soros, em Outubro de 2009, durante um conjunto de palestras na Universidade da Europa Central, em Budapeste, Hungria.
A presença chinesa provoca alguma ansiedade na Europa, só mitigada pela sua opulência financeira. Como assinala George Soros “a China está demasiado habituada a ver-se como vítima do imperialismo para perceber que está a começar a ter uma posição imperialista.”
EDP – Portugal
21,35% da eléctrica portuguesa
Galp – Portugal
Petróleo
• 30% da participada portuguesa no Brasil.
• Posição comprada pela Sinopec por 3,6 mil milhões de euros.
Repsol – Espanha
Petróleo
• 40% da participada da empresa espanhola no Brasil.
• Posição comprada pela Sinopec por 5,5 mil milhões de euros.
Elkem – Noruega
Materiais de silicone
• Comprada pela Blue Star por 1,5 mil milhões de euros.
Porto de Piréu – Grécia
Transportes marítimos
• Entregue à Cosco em regime de “leasing” por 3,8 mil milhões de euros.
BorsodChem – Hungria
Química
• Posição de 38%.
• Comprada pela Wanhua por dois mil milhões de euros.
Chateau de viaud – França
Vinhos
• Comprado pela COFCO por 11,5 milhões de euros.
Medion – Alemanha
Computadores
• Posição de 40%
• Comprada pela Lenovo por 514 milhões de euros.
Volvo – Suécia
Automóvel
• Comprada pela Geely por 1,1 mil milhões de euros.
Vitória da Three Gorges na privatização da EDP deverá levar o Governo chinês a dar o seu aval a múltiplos financiamentos à economia portuguesa e à entrada de vários bancos em Portugal.
A vitória da China Three Gorges na privatização da EDP, que irá ser anunciada esta tarde pelo Governo, vai abrir a porta à entrada de várias instituições financeiras chinesas em Portugal, segundo a promessa feita pela companhia asiática ao Estado português.
Recorde-se que a China Three Gorges não só quer fazer a ponte para que a EDP se possa vir a financiar em mercados como o de Hong Kong, como também assegurou haver vontade do Governo chinês de trazer alguns dos seus bancos para Portugal e aumentar o crédito à economia portuguesa.
Um responsável do China Development Bank, que está a apoiar a China Three Gorges na corrida pela EDP, chegou a revelar ao Negócios que o banco está disponível para financiar até 7,5 mil milhões de euros a Portugal, entre investimentos em empresas, empréstimos e crédito a pequenas e médias empresas.
Outro dos pontos fortes da proposta chinesa por 21,35% da EDP é que a vitória da Three Gorges facilitaria que os bancos chineses venham a participar no esforço de melhoria da liquidez das instituições financeiras portuguesas. Na sua oferta ao Estado português, a China Three Gorges foi assessorada pelo BES Investimento, com quem o China Development Bank já firmou um acordo de financiamento este ano. http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=527141
A EDP promete ser a porta de entrada da China Three Gorges Corporation (CTGPC) no mercado europeu das energias renováveis.
A Europa Ocidental é a última grande fronteira geográfica que o gigante energético asiático ainda não conseguiu ultrapassar. Um alvo que tem subjacente a forte política de incentivo às energias verdes, promovida pela Comissão Europeia.
A estratégia de internacionalização do grupo chinês que vai comprar os 21% que o Estado controla na EDP passa pela entrada nos novos mercados, sempre com parceiros locais e em posições minoritárias, afirmou ao Económico o responsável pelos negócios internacionais da CTGPC, Qin Guobin, ainda durante o concurso de privatização.
Especializada na construção e gestão de centrais hídricas – a empresa nasceu para pôr em marcha a barragem Três Gargantas, no rio Yangtze, o maior projecto hidroeléctrico do mundo – a CTGPC está hoje fortemente apostada em alargar o seu foco às energias limpas, com destaque para o segmento eólico, onde a EDP ocupa o terceiro lugar do ‘ranking’ global. A CTGPC está ainda de olhos postos na energia solar e das ondas.
“A EDP tem fortes vantagens competitivas no segmento eólico e nós possuímos uma grande experiência na construção e gestão de projectos hidroeléctricos. Há complementaridade de negócios e geografias. A entrada na EDP permite-nos ser líderes mundiais na área das renováveis”, refere o gestor, afirmando-se satisfeito com o trabalho desenvolvido pela equipa da liderada por António Mexia.
Qin Guobin confirmou já nesta altura contactos com os restantes accionistas da EDP, com os quais se diz confortável. A Three Gorges oferece ainda suporte financeiro à estratégia de crescimento da EDP nos mercados em que está presente.
Totalmente detida por capitais públicos chineses, no final de 2010, o grupo chinês detinha uma capacidade instalada de 21.779 MW, da qual 18.300 MW correspondem à central hidroeléctrica Três Gargantas. Só esta última é superior à capacidade de todas as centrais eléctricas a operar em Portugal.
Privatização
Oficial: Chineses compram posição do Estado na EDP
Ana Maria Gonçalves
22/12/11 16:09
Os chineses da Three Gorges venceram o concurso de privatização da EDP, confirmou a Parpública em comunicado à CMVM.
“O Conselho de Ministros, de acordo com informação transmitida à Parpública, procedeu hoje à selecção da China Three Gorges Corporation para efetuar a aquisição da totalidade das 780 633 782 ações representativas de 21,35% do capital social da EDP – Energias de Portugal, S.A. (EDP), que constituem objecto da venda directa de referência relativa à 8.ª fase do processo de privatização da EDP, atendendo ao maior mérito da respectiva proposta vinculativa apresentada em 9 de Dezembro, a qual observa, em termos que satisfazem adequadamente o Governo, os critérios de selecção previstos no artigo 5.º do caderno de encargos anexo à Resolução do Conselho de Ministros n.º 44-A/2011, de 8 de Novembro”, lê-se no documento.
“A referida alienação será efectuada pelo preço global de € 2.693.186.548, incorporando um prémio de 53,6% em relação ao preço de mercado no dia 21 de Dezembro”, acrescenta.
Além dos 2,7 mil milhões, a proposta chinesa inclui ainda um suporte financeiro à EDP de quatro mil milhões de euros que permitirá aliviar a dívida de 16,5 mil milhões de euros nos próximos anos. O grupo liderado por António Mexia vai precisar, até 2015, de cerca de 2,6 mil milhões de euros por ano para pagar a sua dívida de 10,8 mil milhões de euros.
Ao pacote, a Three Gorges agregou um plano industrial de dois mil milhões de euros e a promessa de apoio à economia nacional, com destaque para a construção de uma fábrica de aerogeradores, vocacionada para o mercado europeu.
Sem dúvida, só espero que o Pedro Santos Guerreiro não se “estrague” – tem editoriais verdadeiramente espantosos sobre a economia pura e dura – o tipo escreve a “rasgar”.
Como ele passa por aqui:
Ó Pedro, então não gramas o Paulo G.?
China Three Gorges e EDP investirão juntas em novos projectos no Brasil
22 Dezembro 2011 | 18:13
Miguel Prado – miguelprado@negocios.pt
Chineses irão desenvolver conjuntamente com a EDP novos empreendimentos no mercado brasileiro, mas no caso dos parques eólicos a Three Gorges terá “participação minoritária”, indicou a secretária de Estado do Tesouro.
O plano da China Three Gorges no âmbito da privatização da EDP prevê que a empresa chinesa e a EDP passem a investir juntas em novos projectos no mercado brasileiro, mas sem afectar a composição accionista da EDP Brasil.
O objectivo da China Three Gorges não é entrar no capital da EDP Brasil (que já está parcialmente disperso em bolsa, tendo o grupo EDP pouco mais de metade da empresa), mas sim formar parcerias para investimento conjunto em novos empreendimentos no mercado brasileiro.
A secretária de Estado do Tesouro e Finanças, Maria Luís Albuquerque, esclareceu, após a conferência de imprensa do Conselho de Ministros, que “a EDP fica intocada no Brasil”, porque a China Three Gorges apenas entrará em alguns projectos, que serão analisados caso a caso.
A mesma responsável chegou a afirmar em conferência de imprensa que as parcerias seriam realizadas com investimentos em partes iguais entre a Three Gorges e a EDP, mas indicou entretanto que caso a empresa chinesa entre em parques eólicos no Brasil irá fazê-lo “com participação minoritária dado o Brasil ser ‘área EDP’”. http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=527209
A RPC já lidera a economia mundial e é credora de grande percentagem das dívidas de um grande número de grandes economias nacionais.
Sem preconceitos, nomeadamente de ordem política, e sem reservas mentais, a venda de parte da EDP aos chineses é apenas o início do que a seguir se vai ver, e foi um excelente negócio!…
Pena que os pequenos investidores, accionistas da EDP, pouco beneficiem, para já, com este negócio!…
Dezembro 22, 2011 at 5:11 pm
PARADOXO UMA AGÊNCIA ESTATAL COMPRA PARTE DE OUTRA TAMBÉM MELA ESTATAL QUE SE QUER PRIVATIZAR!!!
ISTO ALÉM DE A CHINA NÃO SE PROPRIAMENTE UMA ECONOMIA LIBERAL….ENFIM…
Dezembro 22, 2011 at 5:14 pm
o nome está mal traduzido
é os 3 jorges!!!! nem mais!!
Dezembro 22, 2011 at 5:30 pm
Vai ser do caraças!, como primeira medida a redução da espessura da cablagem…
Dezembro 22, 2011 at 6:12 pm
E também sorriso amarelo!
Dezembro 22, 2011 at 6:29 pm
Vai ser bonito!
Agora ainda só se preocupam sobre a manutenção do mexia à frente da EDP, que certamente os 3 gargantas o vão deixar ficar.
Que aflição, tadito!
A mim preocupa-me o futuro dos trabalhadores da EDP. Dizem que vão criar 200 e tal mil postos de trabalho…mas… se for como têm feito em Angola e outras novas colónias chinesas, o mais provável é trazerem e instalarem cá a sua própria mão-de-obra!
Será que o governo acautelou esta ´situação?
E lá se vai Foz Coa e outras belas paisagens… sim, estou pessimista.
Mas também a concorrente alemã mostrou mais uma vez a bela noção de União europeia da sua governante: quererem a garantia de poderem vender, em caso de abolição do Euro! Com amigos destes, até os enigmáticos chineses pareceram uns santos!
Dezembro 22, 2011 at 6:29 pm
http://margarida-alegria.blogspot.com/2011/12/sonia-libertou-gasesum-louco-pre-natal.html
(a terceira parte. Esta é pequenina, mas… coisa e tal).
Dezembro 22, 2011 at 6:46 pm
O Jacobs não merecia esta maldade…
Dezembro 22, 2011 at 7:24 pm
Privatização ou transnacionalização?
22 Dezembro 2011
vamos ser precisos
Não me parece correcto falar-se de privatização da EDP quando 21,35 % do capital da empresa passa para o controle da República Popular da China. Que raio de privatização é essa?
Talvez seja mais correcto falar-se de uma transnacionalização.
Publicada por Joaquim em 18:16
http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2011/12/vamos-ser-precisos.html
Dezembro 22, 2011 at 7:27 pm
Um artigo de um verdadeiro Sr. do jornalismo económico:
EDP, um adeus português
21 Dezembro 2011 | 23:30
Pedro Santos Guerreiro – psg@negocios.pt
Partilhar113
A venda da EDP está decidida. A operação foi feita pelo buraco da agulha e garante ao Estado português um encaixe financeiro irrepetível. É muito dinheiro. É muita política. É muito lóbi. É, curiosamente, pouca a polémica entre os cidadãos. E é mais do que parece: são os credores a tomar a propriedade.
A venda da EDP está decidida. A operação foi feita pelo buraco da agulha e garante ao Estado português um encaixe financeiro irrepetível. É muito dinheiro. É muita política. É muito lóbi. É, curiosamente, pouca a polémica entre os cidadãos. E é mais do que parece: são os credores a tomar a propriedade.
Quando explicar as razões da sua escolha, o Governo dirá que foi feito o melhor negócio para o Estado, escolhido o melhor parceiro para a empresa e garantido o melhor futuro para o País. Na verdade, todas as propostas finais eram boas e o Governo fará de conta que escolheu sem considerações políticas. O que será, obviamente, falso. O dono da EDP não foi escolhido num “teste cego”. Não só porque a nacionalidade é obviamente importante mas também porque há muitos factores moles em cima dos números duros. As contrapartidas para o Estado. E as represálias para o Estado.
Todos foram favoritos, ao longo do processo. Primeiro a Eletrobras, depois a E.ON, no fim a Three Gorges. Todos cometeram erros. Erros que vão ficar para a história, que será contada pelos vencedores. Entre esses vencedores estará o Estado português, que vende 50% acima do preço de mercado, e a administração da EDP, que preparou o processo nos últimos meses.
Os brasileiros da Eletrobras chegaram mais bem calçados. Mas a influência política que têm no Governo português deu-lhes uma falsa confiança, que foi ao ponto de colocarem uma condição irregular na sua proposta, de aumentar o limite dos direitos de voto da empresa. Essa autoconfiança só se desmanchou há uma semana, quando o Conselho-geral e de Supervisão da EDP os excluiu das suas preferências. Ficaram incrédulos. E então injectaram de adrenalina os seus lóbis, tentando recuperar o tempo perdido. E identificaram os accionistas minoritários da EDP (Grupo Mello, BES, BCP) como seus adversários. Porque estes também querem vender – de preferência também 50% acima da cotação em bolsa. Em contrapartida, a administração da EDP, que andou anos a namorar os brasileiros, passou a ser hostil à sua proposta. Principalmente por uma razão: a EDP privatizada cá seria “nacionalizada” no Brasil, pela Eletrobras.
O favoritismo passou para os alemães da E.ON. Primeiro porque apresentaram uma proposta tecnicamente competente. Mas também porque quiseram fazer da EDP Renováveis líder nos Estados Unidos e quase líder mundial. Do lado negativo, a E.ON propôs meter os seus maus activos espanhóis (centrais de carvão) dentro da EDP, trocando portanto o seu gato pela lebre da EDP. Também aqui todos os lóbis foram activados, da União Europeia ao BCE. Este feitiço virou-se às tantas contra o feiticeiro: a notícia de que Merkel chamou Passos para falar da operação frisou a nossa submissão. A notícia de que António Mexia foi chamado ao quartel da E.ON, acompanhado de um famoso “lobista” português, caiu como uma bomba de mau cheiro no Governo.
Com esta história, António Mexia passou para o centro das atenções. A questão não é paroquial: ontem, o “Financial Times” alemão quis saber quais eram as hipóteses do presidente executivo da empresa continuar a sê-lo. Resposta: são grandes. Mas esta história tem por detrás uma antipatia conhecida deste Governo em relação a Mexia. Com os chineses e os alemães, todavia, Mexia fica.
Na ponta final, os chineses passaram a favoritos. Porque põem um saco de dinheiro na empresa, no Estado e na economia portuguesa, criam uma fábrica e prometem apoiar a banca. Foram, de todos, os que menos erros parecem ter cometido, embora não tenham resistido a criticar o noticiário nos jornais portugueses. É natural que os chineses não se dêem bem com a imprensa livre: só a conhecem de longe.
Para a EDP, esta operação trará mercados, capitalização e refinanciamento. Não é pouco: a empresa tem um calendário de dívida carregado e um “rating” ameaçador. O novo dono dá uma grande ajuda. E mesmo que as rendas em Portugal sejam reduzidas, como ainda ontem Poul Thomsen avisou, ninguém quis comprar a EDP por Portugal. Mas sim pelas Renováveis (obra de Mexia, subsidiado por Sócrates) e pelo Brasil (projecto que nasceu nos anos Guterres).
Esta venda da EDP traz capital para Portugal. Talvez porque a carência é gritante, não há debate sobre os centros de decisão nacional. Esse debate não é para pobres. Poucas pessoas terão a noção exacta da crueza do problema financeiro português. O fundo de pensões entrou para pagar contas, dívidas e salários. E o dinheiro da EDP servirá para o mesmo. O dinheiro nem aquece. Logo desaparece, para o estrangeiro. E, para nós, isso é um alívio. Até ao próximo sufoco.
psg@negocios.pt
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=527005&pn=1
Dezembro 22, 2011 at 7:29 pm
Aconselho a visualização da intervenção do Pedro Santos Guerreiro:
Vídeo: É um camião de dinheiro chinês que chega a Portugal- Emprego – Jornal de negócios online
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=527153
Dezembro 22, 2011 at 7:31 pm
A grande “farra” chinesa na Europa
22 Dezembro 2011 | 16:10
Celso Filipe – cfilipe@negocios.pt
Pequim dizia-se vítima do imperialismo. Agora tem uma posição imperialista. Hoje aumentou o seu império na Europa, ao garantir a compra de 21,35% da EDP.
A EDP e a REN são apenas mais duas empresas que constam de uma extensa lista de interesses que a China já tem na Europa, ou noutras partes do mundo, através de empresas do Velho Continente.
O empenho colocado em controlar empresas europeias tem como objectivo alimentar a mudança do paradigma de crescimento da economia chinesa, até agora baseado em mão-de-obra barata e produtos de baixo valor acrescentado, absorvendo os conhecimentos e as tecnologias.
A Three Gorges apresentou mesmo a melhor proposta para a compra da eléctrica portuguesa, numa privatização que parecia estar condenada a ser disputada por alemães e brasileiros. O mesmo empenho deverá ser colocado pela também chinesa State Grid, na corrida à aquisição da REN.
Com um excedente de reservas em moeda estrangeira avaliado em 2,3 triliões de euros, a aposta na Europa é classificada pela revista “Time” como a última “farra gastadora” da China, a qual foi antecedida por investimentos em África e na América do Sul, para garantir acesso ao petróleo, ao gás, ao ferro, ao cobre e outros metais estratégicos. A compra de posições nas participadas da Repsol e da Galp no Brasil pode ser incluída neste último quadro. Já aquisições como as da Volvo ou da Medion mostram que “Pequim está sobre pressão para fazer a transição das indústrias básicas e de manufactura para um nível superior de produtos e serviços” assinala a “Times”.
“A ascensão da China oferece uma forma de organização económica que é fundamentalmente diferente do actual sistema financeiro internacional. Pode ser designado por ‘capitalismo de Estado”, sublinhou George Soros, em Outubro de 2009, durante um conjunto de palestras na Universidade da Europa Central, em Budapeste, Hungria.
A presença chinesa provoca alguma ansiedade na Europa, só mitigada pela sua opulência financeira. Como assinala George Soros “a China está demasiado habituada a ver-se como vítima do imperialismo para perceber que está a começar a ter uma posição imperialista.”
EDP – Portugal
21,35% da eléctrica portuguesa
Galp – Portugal
Petróleo
• 30% da participada portuguesa no Brasil.
• Posição comprada pela Sinopec por 3,6 mil milhões de euros.
Repsol – Espanha
Petróleo
• 40% da participada da empresa espanhola no Brasil.
• Posição comprada pela Sinopec por 5,5 mil milhões de euros.
Elkem – Noruega
Materiais de silicone
• Comprada pela Blue Star por 1,5 mil milhões de euros.
Porto de Piréu – Grécia
Transportes marítimos
• Entregue à Cosco em regime de “leasing” por 3,8 mil milhões de euros.
BorsodChem – Hungria
Química
• Posição de 38%.
• Comprada pela Wanhua por dois mil milhões de euros.
Chateau de viaud – França
Vinhos
• Comprado pela COFCO por 11,5 milhões de euros.
Medion – Alemanha
Computadores
• Posição de 40%
• Comprada pela Lenovo por 514 milhões de euros.
Volvo – Suécia
Automóvel
• Comprada pela Geely por 1,1 mil milhões de euros.
Total investido
• 18,1 mil milhões de euros
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=527161
Dezembro 22, 2011 at 7:32 pm
Chineses vão instalar bancos em Portugal
22 Dezembro 2011 | 15:00
Miguel Prado – miguelprado@negocios.pt
Celso Filipe – cfilipe@negocios.pt
Vitória da Three Gorges na privatização da EDP deverá levar o Governo chinês a dar o seu aval a múltiplos financiamentos à economia portuguesa e à entrada de vários bancos em Portugal.
A vitória da China Three Gorges na privatização da EDP, que irá ser anunciada esta tarde pelo Governo, vai abrir a porta à entrada de várias instituições financeiras chinesas em Portugal, segundo a promessa feita pela companhia asiática ao Estado português.
Recorde-se que a China Three Gorges não só quer fazer a ponte para que a EDP se possa vir a financiar em mercados como o de Hong Kong, como também assegurou haver vontade do Governo chinês de trazer alguns dos seus bancos para Portugal e aumentar o crédito à economia portuguesa.
Um responsável do China Development Bank, que está a apoiar a China Three Gorges na corrida pela EDP, chegou a revelar ao Negócios que o banco está disponível para financiar até 7,5 mil milhões de euros a Portugal, entre investimentos em empresas, empréstimos e crédito a pequenas e médias empresas.
Outro dos pontos fortes da proposta chinesa por 21,35% da EDP é que a vitória da Three Gorges facilitaria que os bancos chineses venham a participar no esforço de melhoria da liquidez das instituições financeiras portuguesas. Na sua oferta ao Estado português, a China Three Gorges foi assessorada pelo BES Investimento, com quem o China Development Bank já firmou um acordo de financiamento este ano.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=527141
Dezembro 22, 2011 at 7:34 pm
Three Gorges
Quem são os novos donos da EDP
Ana Maria Gonçalves
22/12/11 15:09
A EDP promete ser a porta de entrada da China Three Gorges Corporation (CTGPC) no mercado europeu das energias renováveis.
A Europa Ocidental é a última grande fronteira geográfica que o gigante energético asiático ainda não conseguiu ultrapassar. Um alvo que tem subjacente a forte política de incentivo às energias verdes, promovida pela Comissão Europeia.
A estratégia de internacionalização do grupo chinês que vai comprar os 21% que o Estado controla na EDP passa pela entrada nos novos mercados, sempre com parceiros locais e em posições minoritárias, afirmou ao Económico o responsável pelos negócios internacionais da CTGPC, Qin Guobin, ainda durante o concurso de privatização.
Especializada na construção e gestão de centrais hídricas – a empresa nasceu para pôr em marcha a barragem Três Gargantas, no rio Yangtze, o maior projecto hidroeléctrico do mundo – a CTGPC está hoje fortemente apostada em alargar o seu foco às energias limpas, com destaque para o segmento eólico, onde a EDP ocupa o terceiro lugar do ‘ranking’ global. A CTGPC está ainda de olhos postos na energia solar e das ondas.
“A EDP tem fortes vantagens competitivas no segmento eólico e nós possuímos uma grande experiência na construção e gestão de projectos hidroeléctricos. Há complementaridade de negócios e geografias. A entrada na EDP permite-nos ser líderes mundiais na área das renováveis”, refere o gestor, afirmando-se satisfeito com o trabalho desenvolvido pela equipa da liderada por António Mexia.
Qin Guobin confirmou já nesta altura contactos com os restantes accionistas da EDP, com os quais se diz confortável. A Three Gorges oferece ainda suporte financeiro à estratégia de crescimento da EDP nos mercados em que está presente.
Totalmente detida por capitais públicos chineses, no final de 2010, o grupo chinês detinha uma capacidade instalada de 21.779 MW, da qual 18.300 MW correspondem à central hidroeléctrica Três Gargantas. Só esta última é superior à capacidade de todas as centrais eléctricas a operar em Portugal.
Com activos totais no valor de 33,6 mil milhões de euros, o grupo emprega cerca de 14.600 pessoas.
http://economico.sapo.pt/noticias/quem-sao-os-novos-donos-da-edp_134372.html
Dezembro 22, 2011 at 7:35 pm
#9 e 10,
Acho que ele simpatiza pouco comigo, mas é dos poucos que vale a pena ler e ouvir nestas matérias.
Dezembro 22, 2011 at 7:35 pm
Contrapartidas:
Privatização
Oficial: Chineses compram posição do Estado na EDP
Ana Maria Gonçalves
22/12/11 16:09
Os chineses da Three Gorges venceram o concurso de privatização da EDP, confirmou a Parpública em comunicado à CMVM.
“O Conselho de Ministros, de acordo com informação transmitida à Parpública, procedeu hoje à selecção da China Three Gorges Corporation para efetuar a aquisição da totalidade das 780 633 782 ações representativas de 21,35% do capital social da EDP – Energias de Portugal, S.A. (EDP), que constituem objecto da venda directa de referência relativa à 8.ª fase do processo de privatização da EDP, atendendo ao maior mérito da respectiva proposta vinculativa apresentada em 9 de Dezembro, a qual observa, em termos que satisfazem adequadamente o Governo, os critérios de selecção previstos no artigo 5.º do caderno de encargos anexo à Resolução do Conselho de Ministros n.º 44-A/2011, de 8 de Novembro”, lê-se no documento.
“A referida alienação será efectuada pelo preço global de € 2.693.186.548, incorporando um prémio de 53,6% em relação ao preço de mercado no dia 21 de Dezembro”, acrescenta.
Além dos 2,7 mil milhões, a proposta chinesa inclui ainda um suporte financeiro à EDP de quatro mil milhões de euros que permitirá aliviar a dívida de 16,5 mil milhões de euros nos próximos anos. O grupo liderado por António Mexia vai precisar, até 2015, de cerca de 2,6 mil milhões de euros por ano para pagar a sua dívida de 10,8 mil milhões de euros.
Ao pacote, a Three Gorges agregou um plano industrial de dois mil milhões de euros e a promessa de apoio à economia nacional, com destaque para a construção de uma fábrica de aerogeradores, vocacionada para o mercado europeu.
As acções da EDP, tal como da EDP Renováveis, foram suspensas da negociação em bolsa.
http://economico.sapo.pt/noticias/oficial-chineses-compram-posicao-do-estado-na-edp_134380.html
Dezembro 22, 2011 at 7:36 pm
Comunicado.
http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/FR36885.pdf
Dezembro 22, 2011 at 7:39 pm
#14
Sem dúvida, só espero que o Pedro Santos Guerreiro não se “estrague” – tem editoriais verdadeiramente espantosos sobre a economia pura e dura – o tipo escreve a “rasgar”.
Como ele passa por aqui:
Ó Pedro, então não gramas o Paulo G.?
Dezembro 22, 2011 at 7:42 pm
Ainda faltava esta:
China Three Gorges e EDP investirão juntas em novos projectos no Brasil
22 Dezembro 2011 | 18:13
Miguel Prado – miguelprado@negocios.pt
Chineses irão desenvolver conjuntamente com a EDP novos empreendimentos no mercado brasileiro, mas no caso dos parques eólicos a Three Gorges terá “participação minoritária”, indicou a secretária de Estado do Tesouro.
O plano da China Three Gorges no âmbito da privatização da EDP prevê que a empresa chinesa e a EDP passem a investir juntas em novos projectos no mercado brasileiro, mas sem afectar a composição accionista da EDP Brasil.
O objectivo da China Three Gorges não é entrar no capital da EDP Brasil (que já está parcialmente disperso em bolsa, tendo o grupo EDP pouco mais de metade da empresa), mas sim formar parcerias para investimento conjunto em novos empreendimentos no mercado brasileiro.
A secretária de Estado do Tesouro e Finanças, Maria Luís Albuquerque, esclareceu, após a conferência de imprensa do Conselho de Ministros, que “a EDP fica intocada no Brasil”, porque a China Three Gorges apenas entrará em alguns projectos, que serão analisados caso a caso.
A mesma responsável chegou a afirmar em conferência de imprensa que as parcerias seriam realizadas com investimentos em partes iguais entre a Three Gorges e a EDP, mas indicou entretanto que caso a empresa chinesa entre em parques eólicos no Brasil irá fazê-lo “com participação minoritária dado o Brasil ser ‘área EDP’”.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=527209
Dezembro 22, 2011 at 7:45 pm
A RPC já lidera a economia mundial e é credora de grande percentagem das dívidas de um grande número de grandes economias nacionais.
Sem preconceitos, nomeadamente de ordem política, e sem reservas mentais, a venda de parte da EDP aos chineses é apenas o início do que a seguir se vai ver, e foi um excelente negócio!…
Pena que os pequenos investidores, accionistas da EDP, pouco beneficiem, para já, com este negócio!…
Dezembro 22, 2011 at 7:58 pm
Estava a ver o vídeo de #10 com a minha mulher e ela responde-me que:
“O Futre é que tinha razão!”
É ouvir tudo!
Um visionário!
Dezembro 22, 2011 at 8:01 pm
Nem mais! “charters” de chineses!
Dezembro 22, 2011 at 8:06 pm
A seguir aos produtos de marca branca seria lógico que viessen os de linha amarela. Não esquecer que também já cá temos muitos de linha preta…
Dezembro 22, 2011 at 8:38 pm
Daqui a uns dias começam a saltar chineses das caixinhas cinzentas que temos nas nossa ruas. Quantos serão, nunca saberemos.
Dezembro 22, 2011 at 8:48 pm
Proposta:
Se a EDP é a “eléctrica”, seja a Lusitânia Gás a “gasosa”, a EPAL a “aquosa”, a Repsol e a Galp as “combustíveis”, etc.
Os media não têm deixado de investir no disparate. Fosse um erro ortográfico, e já teria caído o Carmo e a rua da cervejaria!
Dezembro 22, 2011 at 9:09 pm
#0
La gorge profonde…
Dezembro 22, 2011 at 10:15 pm
O dragão escancara a bocarra e cospe labaredas de vil metal que vão
aquecer a ganância dos homens.
Esperemos que os deuses evitem um mundo em chamas…
Dezembro 22, 2011 at 10:18 pm
#26
Chama-lhe vil – que está verde, nem os idiotas o conseguem tragar.
Dezembro 22, 2011 at 10:20 pm
#26
É apanágio dos deuses a experimentação humana, eles lá sabem da sua génese…