Destinando-se a prova a assegurar que «o exercício efectivo de funções docentes fica reservado a quem possui os requisitos necessários a um desempenho profissional de qualidade», será excessivo estranhar que a aferição/avaliação desse desempenho de qualidade se faça sem visitar uma sala de aula com alunos lá dentro e tal? Do tipo dar aulas? Ou estarei a ser demasiado picuínhas?
Novembro 30, 2011
Dúvida Paranormal Sobre A Prova De Ingresso Para Docentes – 4
Posted by Paulo Guinote under Dúvidas, Docentes, Prova de Ingresso[18] Comments
Novembro 30, 2011 at 9:41 pm
Pode ser destacado no ministério dos negócios estrangeiros e ficar diplomaticamente dispensado…
Novembro 30, 2011 at 9:42 pm
ESTAMOS A FALA EM LUGARES DE QUADRO PARA TIMOR NÃO É?
Novembro 30, 2011 at 9:44 pm
Realmente, para quê tanta picuinhice Paulo??
É fazer uma prova e toca a andar! O resto, coiso…
Novembro 30, 2011 at 9:50 pm
Sim. Isso são exageros muito picuínhas de gente conservadora.
Afinal que interesse tem conhecer a realidade? Só chateia!
Alguma vez os grandes sábios que andam a formar professores foram visitar uma escola?
Alguém lá quer saber dos alunos?
O que interessa é assegurar que jovens com as hormonas á solta não ande na rua a fazer disparates…
Kais ensino? Kais alunos?
Isso num interessa nadika de nada!
Novembro 30, 2011 at 10:09 pm
Já aqui escrevi, há bué de tempo, que defendo provas escritas para progressão na carreira, relativas aos conteúdos científicos específicos de cada grupo disciplinar e a língua portuguesa, no mínimo de 10 em 10 anos.
Naturalmente, também concordo com as ditas para a entrada na carreira.
Novembro 30, 2011 at 10:13 pm
tt EM NENHUM PAÍS DA EUROPA CIVILIZADA EXISTE TAL…NEM NA COREIA DO NORTE….QUE TAL COMEÇAR A PEDIR AOS EMPRESÁRIOS DE 5 EM 5 ANOS A CONTABILIDADE TODA E VER ONDE INVESTEM A GRANDE PARTE DOS LUCROS….AOS BANQUEIROS AS CONTAS DE 5 EM 5 ANOS SOBRE OS OFFSHORES E ZONAS FRANCAS…
Novembro 30, 2011 at 10:14 pm
Não, não é picuinhas. Mesmo supondo que a prova não é um disparate (que é), algo desse tipo seria fundamental para avaliar um professor mas no contexto de avaliação formativa do seu desempenho, e com muitos cuidados, e nunca como pré-requisito para o exercício docente…
Novembro 30, 2011 at 10:16 pm
E provas de acesso para banksters?
E para presidentes da ar reformados?
Novembro 30, 2011 at 10:16 pm
Antigamente havia estágios.
Era útil.
Aprendia-se.
Os estágios de agora são pseudo-estágios, pelo que vejo lá na escola…
Novembro 30, 2011 at 10:22 pm
#9
Então?!
Novembro 30, 2011 at 10:25 pm
#0 Demasiado picuinhas, mesmo!
Novembro 30, 2011 at 11:30 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2011/11/30/um-exemplo-da-prova-de-acesso-a-professor-do-crato-num-futuro-proximo-fahrenheit-451/
Dezembro 1, 2011 at 9:43 am
E que tal um palco típo ídolos ou Operação Triunfo? Ou Master Chief?
Dezembro 1, 2011 at 10:25 am
Não inventem mais m….. para chatear. Já chega aquilo a que estamos obrigados todos os dias. Quem é que vai aguentar isto até aos 70 anos ( a Inglaterra já está com a reforma nos 67? Não sejam mais papistas do que o Papa.
A minha admiração continua com os colegas que estão a ser penalizados de todas as formas ( e mais há-de vir) e só pensam em complicar a vida uns dos outros!
Dezembro 1, 2011 at 10:31 am
#13
Eu acho que uma prova cega como a do concurso A Voz de Portugal tinha mais piada!
Dezembro 1, 2011 at 11:17 am
E que tal uma discussão séria sobre o assunto?
Dezembro 1, 2011 at 11:27 am
#16,
Só quando vestir a minha Mike Davis.
Dezembro 1, 2011 at 11:38 am
Já que querem provas porque não começam no ensino superior… Sim no ensino superior, onde os tachos e panelas predominam.
Sim, basta ver pelo post do Ramiro: http://www.profblog.org/2011/12/oportunidade-perdida-proposito-da-prova.html, já a esfregar as mãos e a preparar o colchão para amealhar.Tenham decoro. Se os professores das escolas estão mal preparados deve-se única e exclusivamente aos professores do ensino superior que lhes passaram o certificado de habilitações académicas. Não tivessem acabado com os estágios integrados nos cursos. Sabem que mais? Se os professores tivessem coragem, ninguém fazia a dita prova. E depois? Havia de ser engraçado, sim senhor.