Miguel Abreu, presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM), estava fora do país no dia da greve. Se estivesse em Portugal, não teria aderido à paralisação convocada pelas centrais sindicais. “Nunca fiz greves, esta não teria sido exceção e não tenciono fazer greves no futuro”. “Embora já me tenham tentado explicar, nunca consegui perceber a sua utilidade”, acrescenta.

Pois… fora do país… a sucessão caiu que nem sopinhas no mel…

Pena ser lento na compreensão. Ou apenas dogmático? Fundamentalista?

Olha se os alunos fossem assim com a Matemática?