os juízes deviam julgar mais e com mais qualidade. Os deputados deveriam fazer leis “fortes”, desvinculadas de interesses, e claras de maneira que que impeçam os juízes de julgar segundo (eventuais) interesses envolvidos, ou pontos de vista parciais ou destemidamente pessoais (destimidos somente porque sabem que nada lhes acontece; neste reino são impunes…)
os juízes deveriam ter impedido ordens ilegais por parte dos seus pares, como destruir escutas com interesse público e de Estado, mesmo que esses pares seja o STJ. Por isso agora deviam limitar-se a estar calados.
os juízes deveriam forçar – Forçar – para que quem cometeu ilegalidades responda na justiça por elas, mesmo que sejam os superiores orgãos da portuguesa justiça. Por isso agora devem é manter-se calados. Não têm nem moral nem credibilidade.
os juízes deveriam desde sempre ter garantido a total imparcialidade da justiça em Portugal, sabendo esmagar – Esmagar – as tentativas de parcialização da justiça por parte de grupos ou seitas – que todos sabemos que existem. Por isso agora deveriam manter-se silenciosos a pensar como endireitar a desacreditada portuguesa justiça – impalcável para os fracos mas compreeensiva, flexível e sem memória para os poderosos e outros “bem relacionados” ou bem “protegidos” (enquanto o estão…).
de que vale proclamar uma Constituição como se fosse um dogma num país que entrou em falência devido à corrupção generalizada, culpa em primeira mão da portuguesa justiça que nunca julgou como deveria julgar os casos dos corruptos poderosos e outros ligados a grupos (e seitas) que integram tb magistrados – como é publicamente sabido?
De que vale um texto num país que se transformou no campeão da desigualdade DURANTE OS GOVERNOS DOS QUE TANTO PROCLAMAM A DEFESA DO TEXTO?
Karl Popper foi claro ao dizer que é OBRIGAÇÃO dos governos das sociedades abertas defenderem-nas com TODOS OS MEIOS dos seus inimigos. A portuguesa justiça não soube defender e conduzir a portuguesa sociedade para o nível de sociedade aberta – antes pelo contrário – e muito menos soube defendê-las daqueles que a corroeram pela corrupção e manobras obscuras determinadas por interesses obscuros.
Por isso agora devem ser os “outros” a garantir a abertura e a direccionalização para uma progressiva transparência, da sociedade portuguesa, que está na Europa – vai continuar – e TEM de obedecer às regras europeias, que se pretendem cada vez mais transparentes, por um lado, e centralizadas, devido à força da necessidade de bloquear a acção dos corruptos locais, por outro.
Podem não gostar dos juízes e criticá-los, mesmo que justamente, mas nem um comentário, nem uma palavra em defesa do respeito pela constituição, contra o derrube da democracia!!!!!!!!!
Se o PR promulgar a Lei do Orçamento, neste momento parece-me indiferente num futuro até ao Natal! Depois logo se verá… Mas se requerer ao TC a fiscalização preventiva do diploma e este se pronunciar pela inconstitucionalidade as coisas podem sair complicadas para o lado do Governo porque este precisa de obter, na AR, 2/3 de votos favoráveis dos deputados presentes desde que superior a 116, na confirmação do diploma, para ultrapassar o veto por inconstitucionalidade a que o PR fica obrigado pela decisão do TC! Só neste caso é que a atual maioria precisaria da muleta do PS! E como os juízes já têm manifestado críticas a esta Proposta de Lei do Orçamento ou o PR o viabiliza, desde logo, promulgando-o, ou isto poderia tornar-se um problema! Mas, estou em crer, que o PR irá deixar passar o diploma!
Lembro-me de, há um par de anos atrás, a MFL ter dito, ironicamente, que, se calhar, o melhor seria suspender a Democracia durante seis meses para se poder pôr a casa em ordem. Na altura, ainda que tenha sido irónica, não caíram o Carmo e a Trindade porque não calhou. Eram politiqueiros e comentadores de politiquice a vociferar por tudo quanto era sítio.
Mas, hoje, não é mais ou menos “aí” que estamos? Se a Constituição é letra morta, como sabemos tem sido em muita coisa, onde é que está a Democracia?
Novembro 29, 2011 at 12:38 am
os juízes deviam julgar mais e com mais qualidade. Os deputados deveriam fazer leis “fortes”, desvinculadas de interesses, e claras de maneira que que impeçam os juízes de julgar segundo (eventuais) interesses envolvidos, ou pontos de vista parciais ou destemidamente pessoais (destimidos somente porque sabem que nada lhes acontece; neste reino são impunes…)
Novembro 29, 2011 at 12:40 am
destimidos = destemidos
Novembro 29, 2011 at 12:42 am
os juízes deveriam ter impedido ordens ilegais por parte dos seus pares, como destruir escutas com interesse público e de Estado, mesmo que esses pares seja o STJ. Por isso agora deviam limitar-se a estar calados.
Novembro 29, 2011 at 12:44 am
os juízes deveriam forçar – Forçar – para que quem cometeu ilegalidades responda na justiça por elas, mesmo que sejam os superiores orgãos da portuguesa justiça. Por isso agora devem é manter-se calados. Não têm nem moral nem credibilidade.
Novembro 29, 2011 at 12:48 am
os juízes deveriam desde sempre ter garantido a total imparcialidade da justiça em Portugal, sabendo esmagar – Esmagar – as tentativas de parcialização da justiça por parte de grupos ou seitas – que todos sabemos que existem. Por isso agora deveriam manter-se silenciosos a pensar como endireitar a desacreditada portuguesa justiça – impalcável para os fracos mas compreeensiva, flexível e sem memória para os poderosos e outros “bem relacionados” ou bem “protegidos” (enquanto o estão…).
Novembro 29, 2011 at 12:55 am
de que vale proclamar uma Constituição como se fosse um dogma num país que entrou em falência devido à corrupção generalizada, culpa em primeira mão da portuguesa justiça que nunca julgou como deveria julgar os casos dos corruptos poderosos e outros ligados a grupos (e seitas) que integram tb magistrados – como é publicamente sabido?
De que vale um texto num país que se transformou no campeão da desigualdade DURANTE OS GOVERNOS DOS QUE TANTO PROCLAMAM A DEFESA DO TEXTO?
Novembro 29, 2011 at 1:03 am
Karl Popper foi claro ao dizer que é OBRIGAÇÃO dos governos das sociedades abertas defenderem-nas com TODOS OS MEIOS dos seus inimigos. A portuguesa justiça não soube defender e conduzir a portuguesa sociedade para o nível de sociedade aberta – antes pelo contrário – e muito menos soube defendê-las daqueles que a corroeram pela corrupção e manobras obscuras determinadas por interesses obscuros.
Por isso agora devem ser os “outros” a garantir a abertura e a direccionalização para uma progressiva transparência, da sociedade portuguesa, que está na Europa – vai continuar – e TEM de obedecer às regras europeias, que se pretendem cada vez mais transparentes, por um lado, e centralizadas, devido à força da necessidade de bloquear a acção dos corruptos locais, por outro.
Novembro 29, 2011 at 4:32 am
Podem não gostar dos juízes e criticá-los, mesmo que justamente, mas nem um comentário, nem uma palavra em defesa do respeito pela constituição, contra o derrube da democracia!!!!!!!!!
Novembro 29, 2011 at 8:44 am
“Constituição” é um termo cada vez mais vazio…
mas como disse ontem o Medina Carreira: “-nunca ninguém almoçou com ela”….
Novembro 29, 2011 at 8:45 am
Se o PR promulgar a Lei do Orçamento, neste momento parece-me indiferente num futuro até ao Natal! Depois logo se verá… Mas se requerer ao TC a fiscalização preventiva do diploma e este se pronunciar pela inconstitucionalidade as coisas podem sair complicadas para o lado do Governo porque este precisa de obter, na AR, 2/3 de votos favoráveis dos deputados presentes desde que superior a 116, na confirmação do diploma, para ultrapassar o veto por inconstitucionalidade a que o PR fica obrigado pela decisão do TC! Só neste caso é que a atual maioria precisaria da muleta do PS! E como os juízes já têm manifestado críticas a esta Proposta de Lei do Orçamento ou o PR o viabiliza, desde logo, promulgando-o, ou isto poderia tornar-se um problema! Mas, estou em crer, que o PR irá deixar passar o diploma!
Novembro 29, 2011 at 9:21 am
#8,
A Isabelç Não percebeu o sentido do post?
Novembro 29, 2011 at 10:47 am
#10
Também sou dessa opinião.
Lembro-me de, há um par de anos atrás, a MFL ter dito, ironicamente, que, se calhar, o melhor seria suspender a Democracia durante seis meses para se poder pôr a casa em ordem. Na altura, ainda que tenha sido irónica, não caíram o Carmo e a Trindade porque não calhou. Eram politiqueiros e comentadores de politiquice a vociferar por tudo quanto era sítio.
Mas, hoje, não é mais ou menos “aí” que estamos? Se a Constituição é letra morta, como sabemos tem sido em muita coisa, onde é que está a Democracia?