Fosse algum zeco a dever 60 euros… era logo penhorado!
Estado espera há oito anos por 60 milhões do caso Amadora-Sintra
E aposto singelo contra dobrado em como nunca os receberá.
Novembro 27, 2011
Fosse algum zeco a dever 60 euros… era logo penhorado!
Estado espera há oito anos por 60 milhões do caso Amadora-Sintra
E aposto singelo contra dobrado em como nunca os receberá.
Novembro 27, 2011 at 10:52 am
Pagam em miúdos!!!!As classes altas gostam particularmente muito desse pagamento em géneros…
Novembro 27, 2011 at 11:21 am
E depois estão sempre a repetir estas 2 verdades dogmáticas:
1- A culpa da situação é haver funcionários públicos que são todos calões, parasitas, que não merecem continuar a viver para não darem mais despesas.
2- Adamos a viver acima das nossas possibilidades e tal… e gastamos mais do que produzimos e tal…
Quem lhes desse com um encharcado no nariz!
Novembro 27, 2011 at 11:27 am
É hoje o boicote à EDP?
Novembro 27, 2011 at 11:27 am
Desligar o quadro das 15 às 16?
Novembro 27, 2011 at 11:29 am
é hoje ?
Novembro 27, 2011 at 11:33 am
Olha, se não for passa a ser. Nós as duas desligamos o quadro das 15 às 16….A EDP vai logo à falência, ainda nos convidam para assessoras do Mexia.
Novembro 27, 2011 at 11:51 am
“O comuna que há em mim”
Parabéns ao comuna” escondido”
Novembro 27, 2011 at 11:51 am
Entretanto, resolveu cobrar de quem pagou o imposto de circulação automóvel com um ou dois dias de atraso…
É um estado tão justo e tão competente que deixa arquivar processos relativos a milhões em impostos não cobrados, mas volta a pedir dinheiro a quem paga com algum atraso, porque sabe que esses anónimos pagam…
Fui vítima desse estado que trata todos com equidade(!): tive de dar-lhe 25 € por, há uns anos, os selos estarem esgotados no quiosque e por ter estado doente, tendo sói podido pagar os referidos impostos, através do multibanco, uns dias depois.
Novembro 27, 2011 at 11:57 am
Até cobraram a um cauteleiro falecido vai para 16 anos e que nu nunca teve carro portagens em auto estrada…e enviaram a conta para o filho ..chulófilos é o que são
Novembro 27, 2011 at 11:59 am
Quem deve quanto a quem?
O ridículo da situação financeira do capitalismo global – clicando em cada país vê-se a dívida a cada um dos outros, mas vê-se sobretudo que nunca podem ser a Grécia, Portugal ou a Irlanda a representar uma ameaça efectiva dada a pequeníssima escala comparativa das suas dívidas –. Os PIIGs são de facto BODEs (expiatórios) de uma gigantesca trapalhada especulativa feita com dinheiro electrónico que, de facto, não existe. O medo deles é que alguém comece por fazer o que tem que ser feito – NÃO PAGAR, porque a dívida é irreal/electrónica/ilegítima e fabricada pelas Goldman Sachs e criminosos afins – por isso ameaçam os pequenos países e acusam-nos de fazer cair o mundo apesar das dívidas que eles têm não terem qualquer significado. E este quadro não mostra as dívidas à China, sobretudo a dos EUA – não há ecrã de computador que comporte…
BBC News
Novembro 27, 2011 at 12:05 pm
Golpes de Estado na Grécia e na Itália
A banca no poder, ou o poder da banca.
Pura verrina… Pesadelos de Passos Coelho? O futuro dirá.
Octopus
Novembro 27, 2011 at 12:32 pm
#8
Pois… Não há tolerância. Cumpre-se a data limite à risca.
Novembro 27, 2011 at 12:54 pm
Esperará 60 milhões de anos por oito milhões. Se há milhões – sobra para quem está no estado.
Novembro 27, 2011 at 12:56 pm
Já arrranjaram maneira de entreter o tuga http://www.publico.pt/Cultura/o-fado-ja-e-patrimonio-mundial-1522758
Novembro 27, 2011 at 1:25 pm
Metam o fado num certo sitio que eu cá sei ..
Novembro 27, 2011 at 1:55 pm
Interessante esta parte da notícia…
“O contrato recebeu o visto prévio do TC “sem documentos essenciais” e que, como admitiu em 2003 o então presidente daquele tribunal e actual provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa, não deveria sequer ter sido visado.”
Ora aqui está um exemplo da competência de um tribunal que tanto tem sido incensado nos últimos anos, visto como o último reduto da seriedade, competência e rigor na gestão da coisa pública.
E aí temos uma provedoria inócua como prémio ao ex-presidente que assim faz confissão pública da sua incompetência.
Novembro 27, 2011 at 2:40 pm
Só me apetece brindar com cocktails…
Novembro 27, 2011 at 3:12 pm
- Houve um boicote à EDP no dia 20. Hoje também? É Já.
- Não gosto particularmente da denominação “zecos”. apesar de muito quererm e se terem esforçado por isso, estamos uito longe de ser insignificantes.
Novembro 27, 2011 at 3:20 pm
Nunca mais os “vezius”.
Novembro 27, 2011 at 3:33 pm
#10 e #11: coisas muito estranhas estão a acontecer nestes tempos ditos de democracia e num século em que supostamente a Humanidade já devia ter evoluído o suficiente para que as condições de vida dos povos fossem muito mais dignas. Temos andado todos enganados. Afinal a única coisa que interessa é o poder e o dinheiro e saber a forma como os manter, mesmo se para isso for preciso destruir países inteiros ou grupos deles.
Novembro 27, 2011 at 3:35 pm
E esta?
http://youtu.be/53RRGoN7i1E
Novembro 27, 2011 at 4:20 pm
… Mas não se deve ter paciência para os erros de ortografia, para a complacência de que gozam…
«Professores não penalizam erros.
João (nome fictício) é um dos melhores alunos do 8º ano da sua escola, situada na Grande Lisboa. Nos últimos anos, entrou sempre no quadro de honra. Só que o aluno dá muitos erros de ortografia.
“No último teste de História deu 15 erros de português. A professora assinala os erros, mas não desconta nenhum valor. É sempre assim”, conta a mãe, sem saber o que fazer para resolver o problema. Casos destes multiplicam-se nas escolas, porque a prática corrente é não penalizar os erros. Muitos entram nas universidades com notas altas e a dar erros em série.
“A lei consagra a transversalidade da língua portuguesa, ou seja, as outras disciplinas também a devem trabalhar, mas não o fazem”, alerta Paulo Feytor Pinto, ex-presidente da Associação de Professores de Português, defendendo que “os critérios deviam ser definidos pelos departamentos disciplinares”.
“As transversalidades nunca dão em nada, porque somos todos responsáveis e ninguém é responsável”, afirma Paulo Guinote, professor do 2º ciclo, acrescentando: “Só os professores com formação em letras tendem a penalizar erros. A maior parte não desconta nada.”». (CM).
Novembro 27, 2011 at 4:24 pm
E que dizer, segundo a notícia nos media, dos turista estrangeiros aquando da sua assistência nos hospitais nacionais não pagarem de imediato nem nunca totalizando dívidas de milhões de euros ao longo dos anos?
Em contraponto, no estrangeiro, não se recebe o mesmo tipo de “tratamento”.
Será por isto também que os estranhos gostam tanto deste jardim…
Novembro 27, 2011 at 4:30 pm
#0 Não tem a ver com o post e provavelmente já deste conta:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/professores-nao-penalizam-erros
Novembro 27, 2011 at 4:34 pm
# 22
Há alguns anos atrás num C.T. de avaliação do 12º ano, e aquando da discução desse tema, um colega de EF dizía assumidam/ que não fazia sentido descontar esses erros porque, se assim fosse, todos os restantes colegas teriam que descontar nas suas avaliações a posição incorreta, da coluna por exº, dos alunos em sala de aula.
Enfim…
Novembro 27, 2011 at 4:37 pm
Ops … não tinha lido os comentários anteriores!
Novembro 27, 2011 at 4:37 pm
#22: A moda, agora, é dizer que o aluno é disléxico. Por isso não se devem penalizar os erros.
Nunca cheguei a perceber o que é isso da dislexia e de que forma ela pode ser corrigida. Desde sempre me tem sido apresentada pelos técnicos especialistas como uma “doença” que requer uma atenção especial que se traduz, especificamente em não considerar os erros de ortografia e dar mais tempo à realização dos testes e mesmo dos exames. E o resto? – pergunto eu. Isto não é tratamento… como é que se reolve este problema?
Até agora não obtive qualquer resposta, mas se as pessoas sofrem de dislexia, ela deve ser considerada e tartada de forma séria.
Novembro 27, 2011 at 4:48 pm
#25 pensar cansa, mas dizer bacoradas é tão fácil…
Já agora, se o ensino da língua portuguesa é transversal a todas as disciplinas, porque é que só aumentam as horas para a disciplina de Português? Eu costumava corrigir os erros, mas cada vez mais desisto de o fazer. Só aos alunos que o merecem (não, não tem absolutamente nada a ver com o nível social dos alunos…)
A alguns ainda lhes ensino o significado das palavras “difíceis”, os sinónimos e antónimos. Mas cada vez menos, por dez mil e uma razões.
Novembro 27, 2011 at 4:53 pm
#25,27
Não devemos ser complacentes com este estado de coisas.
E o maior problema é que este sistema laxista tende a reproduzir-se a si mesmo. Basta observar alguns dos nossos colegas mais novos…
Na minha opinião, para se ingressar na nossa profissão, deveria ser obrigatório um exame (ou outra modadalidade de avaliação, desde que fosse séria) a língua materna para os candidatos.
Novembro 27, 2011 at 5:46 pm
Infelizmente, sabemos bem que há quem não se queira dar ao trabalho… de corrigir erros ortográficos… de alertar os alunos para a posição correcta em que devem estar sentados… etc, etc, etc.
Como em tudo, bem sabemos, há sempre quem borre a pintura. E qualquer bom professor sabe que o alcance da sua intervenção pode ir mais além do âmbito da sua disciplina.
Porém, vivemos um tempo em que é preciso reflectir sobre este tipo de coisas. Até que ponto se deve apontar o dedo a quem não faz isto ou aquilo?
Qual é a motivação que os professores têm actualmente para fazerem tudo o que gostariam e com o empenho que gostariam?
Será de estranhar que alguém deixe passar certas coisas nos tempos que correm?
Eu cá não censuro ninguém.
Novembro 27, 2011 at 5:52 pm
Tendo a concordar com o que disse o Desvio Padrão (#30).
Há professores que têm 10 turmas. Corrigir testes, é infernal. E depois, com as metas de sucesso, os alunos têm que ter resultados satisfatórios. Então, não vejo muitas voltas a dar.
Não sou encarregada de Educação mas se o fosse, lutaria desalmadamente por um melhor ensino. E muito francamente, com excepções, a maioria não se mexe.
Novembro 27, 2011 at 5:57 pm
Sobre a notícia do Correio da Manhã, sublinho o que lá me é atribuído: quando algo é “transversal” ao currículo” é de todos e não é de ninguém.
Já sei que há muitas críticas contra isto e aquilo, mas até por aqui se vê que muitas vezes é ortografia é madrasta.
Novembro 27, 2011 at 5:58 pm
#32 Paulo, concordo contigo! Queria era que as coisas fossem de outra forma!
Novembro 27, 2011 at 6:26 pm
12,
A verdade é que comprovei que este é um estado pilha-galinhas…
25,
Era preciso dizer a esse colega que não lhe pediram a opinião, mas que cumprisse o que está estipulado. Todos usamos a língua portuguesa para comunicar, mas não somos todos professores de ed. física (aqui não se aplica a transversalidade…).
Contudo, o PG tem razão: quando todos são responsáveis, ninguém é responsável.