Talvez não, ou talvez a maldade resulte ao contrário: o sol e as outras estrelas coexistem no mesmo universo, mas desaparecem sempre que o sol decide espreitar!
Ninguém merece!
Eu acho que o Paulo devia fazer um post sobre os seus hábitos rotineiros. Estamos todos curiosos. Vai à pastelaria pela manhã cumprimentar as funcionárias? Põe gasolina? Vai às compras ao supermercado?
Novembro 24, 2011 at 9:40 am
ehehe
Enquanto estiverem em colunas opostas é bom sinal e um grande elogio, garanto-lhe!
Novembro 24, 2011 at 10:33 am
Ao lado parece-me bem!
( ainda não li as opiniões.)
Novembro 24, 2011 at 10:53 am
O Ramiro “investigador” ? Sempre fica melhor que “professor coordenador principal”.
Novembro 24, 2011 at 11:01 am
Talvez não, ou talvez a maldade resulte ao contrário: o sol e as outras estrelas coexistem no mesmo universo, mas desaparecem sempre que o sol decide espreitar!
Novembro 24, 2011 at 11:04 am
Ninguém merece!
Eu acho que o Paulo devia fazer um post sobre os seus hábitos rotineiros. Estamos todos curiosos. Vai à pastelaria pela manhã cumprimentar as funcionárias? Põe gasolina? Vai às compras ao supermercado?
Novembro 24, 2011 at 11:29 am
Os colunáveis. Ou deverei dizer colonáveis? Sem problema: sinónimos: elementos sustentáculos da Coisa
Novembro 24, 2011 at 11:35 am
eheheh! Essa foi maldade mesmo.
Novembro 24, 2011 at 11:57 am
: )
Novembro 24, 2011 at 12:21 pm
O PG justificou-se supinamente. Pena que não tenha sabido “educar” o fafe.
O Ramiro mostrou-se o agachadinho perante o papão. Que vergonha!
Novembro 24, 2011 at 12:32 pm
vade retro satana!, que péssima companhia. Aquele é um caso psiquiátrico!
Novembro 24, 2011 at 2:00 pm
Cada um tem aquilo que merece….
Novembro 24, 2011 at 3:01 pm
Tens as vacinas em dia???
))
É que mesmo em suporte papel aquele tipo é capaz de te contagiar com qualquer coisita…
Novembro 24, 2011 at 3:06 pm
Tens as vacinas em dia???
))
É que mesmo em suporte papel o Mirosinho com tanta proximidade é capaz de te contagiar com qualquer coisita.
Novembro 24, 2011 at 3:50 pm
Lagarto! Lagarto! Lagarto! Longe desse «sinhore».