Ou pessoas com trabalho.
A trabalhar em fatias da reforma curricular.
Ms não se percebe porque colocam carpinteiros a estudar a remodelação da instalação eléctrica e metalúrgicos a analisar o abastecimento de água.
Será para não terem perspectivas corporativas?
Novembro 23, 2011 at 2:55 pm
Quem são? quem são?
Novembro 23, 2011 at 3:06 pm
Quantos são? Quantos são?
Novembro 23, 2011 at 3:19 pm
Tb gostaria de saber mais!
Novembro 23, 2011 at 3:22 pm
Isto é um trabalho árduo.
Deixai-los pousar.
Não se pode assustá-los demasiado.
Até porque assim as fontes secam mesmo no Inverno.
Enregelam.
Novembro 23, 2011 at 3:23 pm
LOL! Ok
Novembro 23, 2011 at 3:25 pm
#0
Também já há movimentações para a bolsa de avaliadores.
Novembro 23, 2011 at 3:25 pm
E porque é que os profs não podem ter também????
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=34521
na minha escola estão tantos profs vindos do norte…
Novembro 23, 2011 at 3:26 pm
Talvez os grupos de trabalho e a reforma sejam noutro sentido:
“Pedro Passos Coelho considerou hoje que o Estado poderá fazer “outsourcing” em algumas das áreas da administração pública. ”
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=521399
“a introdução e utilização das tecnologias pode baixar os custos, nomeadamente, acrescentou o primeiro-ministro “de forma impresisonante na área da saúde, justiça e educação. Nestas, pelo menos, podemos baixar custos significativos”. “
Novembro 23, 2011 at 3:26 pm
Aposto que, a representar as Artes, devem estar para cima de…
…
ninguém, mesmo.
Tanto me dizem que a minha área (Música) é inútil, e mesmo assim eu não acredito…
Pelo que vejo diariamente nas aulas, nos intervalos… por mais que me digam o contrário, continuo a achar que contribuo para que os alunos sejam seres humanos mais completos, mais cultos, mais sensíveis. E penso que a música tem um contributo próprio, insubstituível por qualquer outra disciplina.
Mesmo que o ME continue a gritar Matemática, Ciências e Português aos meus ouvidos.
Novembro 23, 2011 at 3:31 pm
#9 Profita, hoje em dia, uma formação musical decente é um luxo. Não se consegue nos moldes actuais: 90 minutos semanais, 30 alunos, dois anos mais a forma como é tratada e como o sistema está. Mas, todos os esforços para que a situação mude são muito válidos. Infelizmente, não há grande movimentação dos professores de Educação Musical. Nunca entendi porquê.
Bom, força aí!
Novembro 23, 2011 at 3:32 pm
#9,
Essa área é considerada cara.
Novembro 23, 2011 at 5:46 pm
vou roubar…
Novembro 23, 2011 at 5:47 pm
este 13!
Novembro 23, 2011 at 7:03 pm
[b]Professores de TIC querem disciplina em início de ciclos [/b]
[i]23.11.2011 – 18:22 Por Lusa
Os professores de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) defenderam hoje, no Parlamento, que a disciplina devia ser leccionada no início de cada ciclo, ou seja, no 5.º, 7.º e 10.º anos.[/i]
Durante uma audiência na Comissão de Educação, representantes da Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI) manifestaram receio pelos postos de trabalho docente, por ainda não se saber o que vai acontecer à disciplina.
O ministro da Educação, Nuno Crato, admitiu em entrevista ao jornal Público, no fim de Outubro, acabar com a disciplina no 9.º ano por considerar que os alunos naquela faixa etária já dominam os computadores.
Posteriormente foi “aventada”, em reunião do Conselho de Escolas, a possibilidade de passar TIC para o 6.º ano, o que merece a discordância destes professores, disse hoje à agência Lusa o presidente da associação, António Ramos.
“É um erro porque é em fim de ciclo, tal como no 9.º ano”, afirmou.
Os professores temem que a reforma curricular, que o ministro prometeu apresentar “oportunamente”, coloque na “lista de dispensáveis” da Função Pública a grande maioria dos docentes.
Actualmente existem 4.500 professores de informática no ensino, um dos maiores grupos, de acordo com os números que apresentaram aos deputados.
Alegaram também que o ministro está “mal informado” quando diz que os adolescentes dominam os computadores: “A maioria dos jovens está mais habituado a lidar com aplicações que não são as mais adequadas para crianças e jovens”.
Os professores manifestaram-se muito preocupados com a utilização que os alunos fazem das redes sociais, nomeadamente do Facebook.
“Colocam tudo no Facebook, até as horas a que saem da escola. Ficam facilmente à mercê de predadores sexuais”, alertou António Ramos, sublinhando que os jovens “não têm consciência” alguma do que estão a colocar na Internet.
Garantiram também que o ciberbullying tem aumentado, “desde ameaças a alunos e professores através do Facebook” a alunos que se apoderam de “passwords” de colegas, facilmente detectáveis e usurpam contas para ofensas a familiares e colegas.
Os professores atestaram que esclarecem os alunos também sobre estes perigos.
Os representantes da associação aproveitaram ainda a audiência para defenderem uma maior flexibilidade na escolha e vigência dos manuais escolares.
“Independentemente da qualidade, temos de adoptar um manual com seis anos e na área da informática, um manual com seis anos é uma relíquia”, denunciou António Ramos.
Novembro 23, 2011 at 7:13 pm
#14,
A adopção de um manual não é obrigatória, em especial se na escola existir quem proponha a produção de materiais actualizados a cada ano.
Novembro 23, 2011 at 7:19 pm
#15 Concordo.
Novembro 23, 2011 at 9:48 pm
Regresso da telescola!
Novembro 24, 2011 at 12:54 am
Também concordo com #15. Fato.
http://www.amatemagica.wordpress.comhttp://aventar.eu/2011/11/23/assuncao-cristas-imita-a-edp/
Novembro 24, 2011 at 2:05 am
#17
Foi logo nisso que pensei!