Baseando-se num estudo encomendado (?), Ministério de educação pretende reduzir 1500 milhões de euros e acabar com as disciplinas de TIC no 9º ano e EVT. Albino Almeida e Mário Nogueira falam sobre as medidas.
Uma medida em que o governo “vai além da Troika”, o dobro do exigido. Estado vai dispensar 15 mil funcionário públicos até ao fim de 2012, os despedimentos não estão excluídos.
Outubro 31, 2011 at 10:51 pm
http://porquemedizem.blogspot.com/2008/11/prola-das-prolas.html#links
Outubro 31, 2011 at 11:07 pm
Não me digam que o Nogueira continua a defender dois professores de EVT por turma?!!
Na verdade tenho curiosidade em saber onde é que o Nogueira cortaria. Imagino que diria aos credores para irem receber ao Totta! Palhaçada… E o Albino também acusa o corte de verba para a Associação.
Outubro 31, 2011 at 11:18 pm
Defende isso, mas sobretudo defende que mantenham os professores destacados no sindicato, pois uma redução tornava a sua vida muito difícil. Gerir tanto lugar tenente em paz não é tarefa fácil.
Outubro 31, 2011 at 11:42 pm
#2
Antes das eleições todos defendiam o par pedagógico, a começar pelo PSD. Se há aqui alguém incoerente, não é o MN, seguramente…
Quanto à questão do corte, que tal cortar nos contratos de associação? Se o Estado tem instalações e professores para receber uma parte dos alunos que estão em colégios privados pagos com o dinheiro dos contribuintes, porque há-de despedir professores do público para garantir os lucros dos privados? Se tinham de cortar verbas, porque é que aumentaram o financiamento por turma nos privados, em relação ao que estava estabelecido?…
Como vê, isso dos “cortes” tem muito que se lhe diga. Não é questão que se resolva indo ao Totta nem afirmando que é assim porque tem de ser. É assim porque têm interesses privados a defender e porque têm fé numa ideologia que não funciona como eles pensam…
Novembro 1, 2011 at 12:07 am
Somos mesmo megalómanos… tudo à grande, seja bom, mau, ou péssimo!
Novembro 1, 2011 at 12:29 am
Ora…todos sabemos onde deve ser feito o corte…
Novembro 1, 2011 at 12:54 am
Foi o PTE que permitiu esta ilusão de “dominar” as TIC. O programa e-por aí adiante, generalizou a posse do pc, não de competências, de métodos! É uma ideia completamente errada e que infelizmente o tempo se vai encarregar de o demonstrar.
Ah! E o e-por aí adiante…acabou! E o MEC agora quer software livre nas escolas… Paradoxal, não?
Novembro 1, 2011 at 2:26 am
Um ministro e um governo prestes a destruir a Escola Pública/Educação em Portugal e o que ocorre a alguns professores é (e apenas) aproveitar para observações sobre Mário Nogueira!!!! Pareceria só falta de imaginação se não fosse tão grave prever a possibilidade de os professores consentirem em tudo porque só enchem as ruas se se tratar da sua avaliação. (Eu fui para a rua nessa altura e já estava aposentada, estou à vontade para os meus pontos de exclamação agora)
Novembro 1, 2011 at 2:56 am
Agora a culpa é do Mario nogueira e do Albino Almeida? Não votyassem no PSD. Não desviem a atenção dos princioais culpados:Ps/PSD/acordo com a troika.
Novembro 1, 2011 at 7:55 am
Também não me parece que o problema aqui seja o MN. O problema é que de há muito a escola tem sido atacada sistematicamente em todos os aspectos. Os professores estão cansados e há muito que desistiram de lutar, mas na sua decepção na sua mágoa disparam na direcção errada e até uns contra os outros. É pena, porque deveriamos manter-nos unidos e resistir em conjunto, ou muitos denós seremos destruídos.
Novembro 1, 2011 at 3:35 pm
Não desviem a atenção do foco principal.
Atentaram na afirmação de J César das Neves quando diz:
“O setor público não produz, tem de ser alimentado …”?
Ora, aqui está um bom tema para discussão e deixem-se de MN e por aí fora!
Eu continuo a dizer que os sindicatos são os seus sócios e ponto final! Se os seus sócios não agirem nem participarem ativamente, das duas uma: ou se desvinculam ou então sujeitam-se às decisões que têm de ser tomadas, boas ou más. Não querem “decisões más”, então ajam, participem nas reuniões, apresentem alternativas ou calem-se para sempre.