Recolha do Livresco, amputada por mim:
- 2711
O essencial de Crato
- Atenta Inquietude
O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E POUCO MAIS
- Cacetada
Cada vez mais pobres…
- Correntes
o ministro e os números
- Der Terrorist
O achismo
- Educar em Português
Entrevista de Nuno Crato ao PÚBLICO
- outrÒÓlhar
O paradigma do rigor
- Ruptura Vizela
Crato: quer destruir de vez a já débil unidade entre docentes
Outubro 31, 2011 at 11:44 pm
Vale a pena poupar… arrasar com tudo num instante! Aliás é esse o plano!!!
Destruir tudo o que existe! E não vai ser preciso muito tempo…
http://jose-catarino.blogspot.com/2011/10/arte-da-poupanca.html
Outubro 31, 2011 at 11:45 pm
A partir do “Ruptura Vizela”:
http://www.digitaldevizela.com/2011/10/carlos-alberto-costa-responde-ao.html
Novembro 1, 2011 at 4:59 am
E ainda,,,
http://margarida-alegria.blogspot.com/2011/11/bla-bla-bla-comeca-fase-das-super.html
Novembro 1, 2011 at 7:41 am
Eu gostava que o senhor ministro me dissesse como é que se ensina Português, ou Matemática, ou História ou outra disciplina qualquer a turmas de vinte e nove alunos que não estão interessados em aprender e para quem a escola e os conhecimentos são uma seca. Perante uma dúvida, é fácil perguntar ao professor, mas se tiverem de procurar a resposta, não se dão ao trabalho…
Novembro 1, 2011 at 4:15 pm
E também a crónica de Manuel António Pina:
JN – 31 out 2011
« O “essencial” e é um pau
A afirmação do actual ministro da Educação de que o “princípio geral” que presidirá à “sua” reforma curricular do ensino básico e secundário é o de que “é necessário concentrar nas disciplinas essenciais” constitui todo um programa ideológico.
Deixando de lado o obsessão de todo o bicho-careta que chega a ministro da Educação em Portugal em “reformar” mais uma vez os curricula escolares, tornando o ensino num laboratório de experiências educativas e os alunos em cobaias que se usam e deitam fora na próxima “reforma”, tudo com os resultados que se conhecem, a opção por um ensino público limitado a “disciplinas essenciais” segue fielmente a rota ideológica do “saber ler, escrever e contar” de Salazar.
Falta apurar o que o ministro entenderá por “essencial”, mas outras medidas que tem tomado, como triplicar o valor dos cortes na Educação pública previsto no acordo com a “troika” enquanto financiava generosamente os colégios privados, levam a crer que o programa de empobrecimento anunciado por Passos Coelho é mais vasto do que parece. E que, além do empobrecimento económico das classes médias e mais desfavorecidas, está simultaneamente em curso o seu empobrecimento educativo.
Para a imensa maioria que não tem meios para pôr os filhos em colégios privados (que, no entanto, financia com os seus impostos), o “essencial” basta. Mão-de-obra menos instruída é mão-de-obra mais barata. E menos problemática.»
Novembro 1, 2011 at 9:45 pm
“amputada por mim”
Se “amputas” é porque não interessa nem ao menino Jesus!