Um debate bastante interessante, em moldes mais abertos e com, pelo menos, uma mensagem muito importante. Se não há mais matérias sobre Educação tratadas ou denunciadas nos jornais, isso deve-se em grande parte ao medo em assumir as denúncias, em fundamentá-las, no fundo, em dá-las a conhecer de uma forma que possa ter cobertura jornalística.

Pelo menos para (quase) todos os presentes terá ficado claro que as teorias de conspiração mediáticas têm escasso sentido neste momento. Algo que eu já digo há bastante tempo, apesar das naturais excepções e de por vezes se confundir o jornalismo com o comentário.

Estiveram presentes pessoas responsáveis pela Educação na Antena 1, DN, JN, Público e Sol. Pelo Expresso, já tinha referido que a Isabel Leiria não poderia comparecer por razões de saúde e pelo Correio da Manhã, ao Bernardo Esteves não foi possível aceitar o convite que lhe fiz há um mês, por razões de ordem familiar.

Depois houve uns detalhes giros (que até ficaram gravados), que poderão ser comentados posteriormente.

Como, por exemplo, o facto de para alguns jornalistas fazer o trabalho de cobertura da Política ser muito mais simples e calmo do que fazer o da Educação.