.. é um dos principais a inspirar as reformas (no currículo e na gestão escolar) educacionais em preparação por cá.

Se há algo em que somos mesmo bons, ou seja, a seguir os exemplos que algures já se descobriu darem maus resultados no que às aprendizagens diz respeito.

É que não chega parecer modernaço, giro e não sei quê por parte de um quantos cérebros de think tanks que acreditam ser liberais  porque leram Hayek ou Friedman e depois discutiram isso endogamicamente ao som de uns gins tónicos. Uns mini-gurus criados em proveta académica, ocasionalmente com estudos e/ou viagens lá por fora.

Read all about it: Britain’s shameful literacy crisis

So rioters shunned bookshops because they didn’t offer anything they wanted? That points to a debilitating exclusion from a civilised culture.

O caminho que querem percorrer leva-nos a um futuro que já é o presente de outros países que apostaram na desregulação do que eram serviços públicos nas áreas, por exemplo, da Saúde, Educação e Transportes, com consequências críticas do ponto de vista da coesão social e do agravamento dos fenómenos de exclusão, marginalidade e disrupção social.

Entre nós, ainda nas primícias, já se começa a observar o agravamento destes fenómenos, pelo que é melhor arranjar capacete, colocar muitas trancas na porta e fazer um plano de emergência para evacuar primeiro as crianças, idosos e mulheres primeiro.

Estou cansado de tanto São Tomé, que precisa colocar a mão nas chagas para acreditar que o sangue que escorre é mesmo sangue.