Dois professores sovados na sala
Luísa Conchinhas, professora da Escola Básica 3 (EB3) da Quinta do Conde, Sesimbra, foi espancada, anteontem, à frente dos seus 25 alunos, por se ter recusado a receber a mãe de duas crianças à hora por esta desejada. Menos de 24 horas depois, Paulo Pedro, professor na Escola Secundária Braancamp Freire, na Pontinha, Odivelas, era agredido a murro e pontapé por um aluno que havia expulsado da sala de aula.
Custo do BPN no défice é maior que corte nos subsídios
O custo do BPN no défice será superior ao corte nos subsídios de férias e Natal dos funcionários públicos, estima a UTAO.
O custo acumulado da nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN) no défice orçamental será superior ao corte aplicado nos subsídios de férias e Natal dos funcionários públicos e pensionistas, calcula a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO).
Recapitalização da banca portuguesa vai custar 7,8 mil milhões
Só a desvalorização da divida soberana portuguesa obriga a uma almofada de 4,4 mil milhões.
As necessidades de recapitalização da banca portuguesa são de 7,8 mil milhões de euros, calcula a autoridade bancária europeia (EBA), mas o Banco de Portugal garante que o programa de assistência prevê capital suficiente, referindo-se aos 12 mil milhões previstos no quadro do plano da Troika.
Outubro 27, 2011
Outubro 27, 2011 at 6:32 pm
vão continuar os colegas a comentar e lamentar nos blogues, não é?
vão continuar os sindicalistas a levantar o problema nas reuniões com o ME,certo?
no fundo, vai continuar tudo na mesma…
toda a gente de consciência tranquila…
deixem-se de hipocrisias, de teorias e levantemos a voz de alguma forma, façamos-nos ouvir ou seremos sempre a classe profissional mais enxovalhada de todas.
pressionar a direcção das escolas em causa e o próprio ministério, por e-mail, por meio postal, seja por que método for…
mas não deixemos que isto se torne rotineiro…
Outubro 27, 2011 at 6:39 pm
#1,
Em tempos foram feitas outras coisas.
Os “actores institucionais” e os “representantes oficiais” chegaram a acordo que eram tempo de “pacificar as escolas”.
Começava o ano de 2010.
Agora a malta está muito escaldada…
Outubro 27, 2011 at 7:05 pm
Gostaria de ver um sindicato declarar um dia de greve para os professores manifestarem o repúdio por estas agressões e a exigir medidas concretas (legislativas) para punir e evitar tais agressões.
Ah, já sei que isto não se enquadrava nas grandes , nas abrangentes formas de luta…
Outubro 27, 2011 at 7:31 pm
As agressões sempre houve e sempre haverá, basta para tal os professores continuarem a ser considerados como seres reles a abater por parte de alunos e pais.
O poder politico é o 1º a dar exemplo da falta de respeito que os professores merecem ….
Outubro 27, 2011 at 11:32 pm
#2
a malta escalda-se por tudo e por nada…
por o vale a pena e sobretudo por o que não vale…
o que importa é salvar a própria pele…
assim vai longe a classe docente…
e se quem praticasse tais actos fosse expulso do sistema educativo?
ah, já sei, deve ser inconstitucional…
grandes leis estas…
Outubro 27, 2011 at 11:38 pm
E agora vamos pagar a falência do BCP e a nacionalização (encapotada)do BPI…Não vai chegar a venda da CGD…
Outubro 30, 2011 at 11:48 pm
Depois dizem que os professores não querem trabalhar e metem baixa médica…É fácil condenar sem saber. Metem baixa para não voltarem a ser agredidos, as escolas fingem que nada se passa porque lhes é conveniente não ter ocorrências na P.S.P. Mais vale atribuir as turmas dificeis aos professores contratados e, todos os anos, culparem-nos por “não terem experiência”, apesar do tempo de serviço e das múltiplas escolas por onde passaram. Os alunos são os coitadinhos, passam sempre, ofendem e agridem professores sem nunca serem expulsos da escola. Os alunos sabem bem que podem fazer o que lhes apetecer, sobretudo se o professor for novo na escola e for um alvo a abater. Há que promover a inclusão na escola…de murros e pontapés no professor. Se o professor se queixar, é o professor que tem problemas psicológicos. Se “comer porrada” e se calar, pode ser que tenha “bom” na avaliação.