O outro mentia e fazia-o como ninguém, ou seja, dominava bem a técnica; este também mente mas (ainda) não domina bem a técnica, ou seja, (ainda) não o sabe fazer muito bem…
Esta posição de PC, as suas atabalhoadas declarações, acentuam a tendência que se está a verificar de dia para dia: o preconceito ideológico da direita neoliberal em relação ao funcionalismo público. Trata-se de um autêntico denominador comum a praticamente todos os protagonistas e comentadores provindos daquela área.
Como se os funcionários públicos trouxessem em si mesmos o estigma da presença opressora do Estado, a marca de uma ineficiência permanente e estrutural, um elemento do qual nada de positivo – i.e, rendível e útil, nos termos daquela corrente – se pode legitimamente esperar.
Esses “ideólogos” laboram numa ficção mistificadora, a que faz supor que melhor Estado implica necessariamente (muito) menos Estado, como se os serviços que incumbem ao Estado pudessem ser desempenhados drenando o seu aparelho dos seus recursos humanos mais qualificados – como são os FP em relação aos privados (50% com formação superior nos primeiros contra 10% nos últimos).
Ficção que não deve ser vista apenas como um simples e inocente “modismo ideológico”. Com efeito, a desarticulação dos organismos do Estado abre espaço e oportunidade para a contratação de serviços de empresas e escritórios privados, que têm fornecido, p. ex., os famigerados “estudos” e “pareceres” que, por regra, têm delapidado o erário público (mormente nas PPP, em que se acabam por cruzar antigos com actuais governantes…).
# 5
Gostei de ler este seu comentário muito certeiro e concordo em absoluto.
É uma filosofia/estratégia governativa que complementa o processo iniciado com MLR para denegrir os professores, cujos efeitos na Educação se repercutirão por décadas. Quer estes últimos, quer os funcionários públicos em geral, nunca mais serão devidamente valorizados e respeitados pela sociedade portuguesa, graças a esta campanha política desonesta.
Verifiquei que Paulo Prudêncio retrata neste post “RAZIA” (http://correntes.blogs.sapo.pt/) o que, em meu entender, se passa quanto à Educação, à semelhança do que faz o Farpas no seu comentário sobre o funcionalismo público em geral.
Ah, mas não temos que nos preocupar! Com estas conclusões construtivas e assertivas, em breve será reposta a normalidade.
Assim, sim, Portugal pula e avança!
«Conselho de Estado apela a «diálogo construtivo»
Órgão diz que salvaguarda dos interesses do país passa pelo cumprimento de metas subscritas
Após mais de seis horas de reunião, do Conselho de Estado desta terça-feira saiu um apelo ao «diálogo construtivo» para fazer frente aos desafios que o país tem pela frente.»
Então não foi o super Estado socialista, nomeadamente o de Sócrates, quem mais usou e abusou dos Escritórios de Advogados Mafiosos para concretizar a pilhagem do país?
Às vezes perde-se a noção da realidade e quando se abre o dique anti-liberal vem sempre uma enxurrada com muito lixo ideológico.
Porque isto dos discursos formatados em “pacotes” leva sempre a abusos e a distorções da realidade, uma vez que os conceitos são como as cerejas, quando se começa não se consegue parar ao fim de apenas um ou dois…
#10
O equívoco começa quando apelidamos de “socialista” o desgoverno socratino. Quando na realidade o que esses governos fizeram foi aprofundar, conferindo-lhe maior eficácia, uma política de direita que vinha de trás e prossegue com o governo actual.
Política essa que se pode resumir em privatizar recursos públicos potencialmente lucrativos e socializar prejuízos decorrentes de actividades privadas ruinosas e fraudulentas.
Em termos ainda mais simples, segue-se o lema do liberalismo à portuguesa: menos Estado significa usar o Estado para dar dinheiro a ganhar aos privados.
Demorou seis horas porque 5 delas passaram com o Sr.Silva a tentar recordar-se da password para aceder à sua conta do facebook e a outra hora a tentar descobrir quem, naquele doirado grupo, era suficientemente isento, moral ou socialmente, para dar um opinião sobre a crise que afeta “todos” (funcionários públicos, entenda.-se)…
Quanto a políticas de “esquerda e de direita – volver”, sou de opinião que está tão errado quem ainda não “descobriu” como distribuir de forma mais justa a famosa “riqueza” quanto quem parou no tempo e ainda não entendeu como é que ela deve ser produzida.
Este combate ideológico que muitos fazem questão de elevar como fundamental para a saída do estado em que este mundo chegou é, para mim, fruto de uma falta de consciência de que o grande mal reside nas pessoas e não nos modelos.
Julgo que existem provas mais que suficientes para entendermos que a razão não se encontra nos pergaminhos utópicos de Marx, onde o sonho de um mundo onde cada indivíduo trabalharia de acordo com as suas capacidades e ganharia de acordo com suas necessidades esbarra exactamente na não compreensão de que os “indivíduos” são, por natureza, únicos – diferentes – e que possuem, na sua generalidade, uma ânsia consumista ilimitada.
- E essa ânsia consumista, naturalmente, não provém do “maldito” capitalismo – provém da incapacidade natural da maioria das pessoas de dizer NÂO à chamada sociedade de consumo e às suas tentações.
Se o “capitalismo-selvagem” tem culpas no cartório?
- Eu diria antes que a culpa é de “alguns certos selvagens”.
Por isso, não culpemos os “ismos”:
- Culpemos a nós próprios enquanto seres imperfeitos e aos que não têm quaisquer princípios e valores morais.
E deixemos a necessidade de encontrar sempre uma justificação para as nossas opções no refúgio aconchegante das doutrinas-mães.
#13, eu diria que há um efeito de feedback: o capitalismo aproveita e estimula a ânsia consumista, em detrimento de coisas mais substantivas. Seja pela publicidade (que usa artimanhas a apelar aos instintos mais básicos e à ausência de sentido-crítico), seja pelas modas, seja pelo beneplácito social… E depois há a distribuição da riqueza, cada vez mais desigual. Circula por aí um vídeo (que não me apetece procurar agora) sobre a concentração cada vez maior de riqueza nos super-ricos, nos EUA. Por último, há a subordinação do poder político eleito pelos povos à ditadura dos mercados. Por isso, eu diria que entre os modelos Marxistas ao estilo Soviético e a actual moldura política e económica, há um imenso campo de alternativas por explorar.
Mas o que pretendo dizer é que a culpa não é da “droga”:
- A culpa é de quem a cultiva, de quem a comercializa… e de quem a consome.
A culpa é das pessoas e das suas fraquezas.
Não é da “direita” ou da “esquerda”.
- A culpa é do bicho-homem!
No comunismo idealizado por Marx a sociedade, digamos, já conheceria os seus deveres e direitos e todos tratar-se-iam de forma igual.
Mas é interessante verificar como a ditadura foi a forma encontrada nesses países para exactamente controlar as tais “fraquezas” do povo; para de certa forma reprimir, entre outras coisas, os desejos consumistas.
Ou seja: tornou-se necessário um regime de repressão contra o povo.
- Contra a liberdade.
A tal liberdade conseguida, por exemplo, com a queda do Estado Novo.
Com a queda de uma ditadura…
…
Não é interessante verificar como “nestas coisas” os “opostos” são exactamente “simétricos”?
…
E sim, também considero que será entre a “esquerda” e a “direita” que se encontrará, um dia, a virtude.
#16, o modelo Soviético, de um modo perverso do meu ponto de vista, decidiu a um dado ponto que, para conceder as liberdades sociais e económicas, era necessário reprimir as liberdades individuais. O capitalismo reprime as liberdades sociais e económicas mas valoriza as liberdades individuais, entenda-se, a liberdade de expressão e a democracia multipartidária. Não existe alguém verdadeiramente livre se uma dessas vertentes for coartada. A única tentativa de construir um regime Marxista baseado na democracia multipartidária aconteceu com Allende e foi cobardemente abortada com o beneplácito dos EUA. A Venezuela de hoje é algo esquisito, que me oferece muitas dúvidas.
Por isso, a história ainda está em grande medida por escrever, assim haja vontade por parte das pessoas.
Se há entre nós os dois quem recorra a “discursos formatados em pacotes” decerto não serei eu, como sabe quem tem a paciência de nos acompanhar…
A sua designação “super Estado Socialista de Sócrates” releva precisamente desse mesmo receituário ideológico esquemático que você verbera. Porque foi justamente com Socas que começou a grande ofensiva contra o FP, com os mesmos supostos ideológicos e estratégicos do neoliberalismo, então em crescendo, aqui e por todo o lado. Chamar à política socretina “socialista” ou simplesmente “social-democrata”, nesse com em qualquer outro domínio, é uma pura concessão ao confusionismo (“lixo”) ideológico (em que navegava o mesmo Socas).
Outubro 25, 2011 at 11:28 pm
O outro mentia e fazia-o como ninguém, ou seja, dominava bem a técnica; este também mente mas (ainda) não domina bem a técnica, ou seja, (ainda) não o sabe fazer muito bem…
Outubro 25, 2011 at 11:29 pm
Este senhor precisava era de um gestor daqueles do Álvaro
http://trasgalhadas.blogspot.com/2011/10/o-gestor.html
Outubro 25, 2011 at 11:38 pm
Acabou o Conselho de Estado. Fantásticas as conclusões transmitidas ao Povinho passadas 6 horas…
Outubro 25, 2011 at 11:40 pm
Cavaco Silva, no seu melhor…
Outubro 25, 2011 at 11:52 pm
Esta posição de PC, as suas atabalhoadas declarações, acentuam a tendência que se está a verificar de dia para dia: o preconceito ideológico da direita neoliberal em relação ao funcionalismo público. Trata-se de um autêntico denominador comum a praticamente todos os protagonistas e comentadores provindos daquela área.
Como se os funcionários públicos trouxessem em si mesmos o estigma da presença opressora do Estado, a marca de uma ineficiência permanente e estrutural, um elemento do qual nada de positivo – i.e, rendível e útil, nos termos daquela corrente – se pode legitimamente esperar.
Esses “ideólogos” laboram numa ficção mistificadora, a que faz supor que melhor Estado implica necessariamente (muito) menos Estado, como se os serviços que incumbem ao Estado pudessem ser desempenhados drenando o seu aparelho dos seus recursos humanos mais qualificados – como são os FP em relação aos privados (50% com formação superior nos primeiros contra 10% nos últimos).
Ficção que não deve ser vista apenas como um simples e inocente “modismo ideológico”. Com efeito, a desarticulação dos organismos do Estado abre espaço e oportunidade para a contratação de serviços de empresas e escritórios privados, que têm fornecido, p. ex., os famigerados “estudos” e “pareceres” que, por regra, têm delapidado o erário público (mormente nas PPP, em que se acabam por cruzar antigos com actuais governantes…).
Outubro 25, 2011 at 11:56 pm
Gestor de carreira?!
Outubro 26, 2011 at 6:59 am
# 5
Gostei de ler este seu comentário muito certeiro e concordo em absoluto.
É uma filosofia/estratégia governativa que complementa o processo iniciado com MLR para denegrir os professores, cujos efeitos na Educação se repercutirão por décadas. Quer estes últimos, quer os funcionários públicos em geral, nunca mais serão devidamente valorizados e respeitados pela sociedade portuguesa, graças a esta campanha política desonesta.
Outubro 26, 2011 at 7:14 am
#5 e #7
Verifiquei que Paulo Prudêncio retrata neste post “RAZIA” (http://correntes.blogs.sapo.pt/) o que, em meu entender, se passa quanto à Educação, à semelhança do que faz o Farpas no seu comentário sobre o funcionalismo público em geral.
Outubro 26, 2011 at 7:21 am
Ah, mas não temos que nos preocupar! Com estas conclusões construtivas e assertivas, em breve será reposta a normalidade.
Assim, sim, Portugal pula e avança!
«Conselho de Estado apela a «diálogo construtivo»
Órgão diz que salvaguarda dos interesses do país passa pelo cumprimento de metas subscritas
Após mais de seis horas de reunião, do Conselho de Estado desta terça-feira saiu um apelo ao «diálogo construtivo» para fazer frente aos desafios que o país tem pela frente.»
http://www.tvi24.iol.pt/politica/conselho-de-estado-cavaco-estado-reuniao-tvi24/1292735-4072.html
SEIS HORAS DE REUNIÃO PARA CONCLUIR ISTO???
Outubro 26, 2011 at 8:20 am
#5
Farpas, tenha dó
Então não foi o super Estado socialista, nomeadamente o de Sócrates, quem mais usou e abusou dos Escritórios de Advogados Mafiosos para concretizar a pilhagem do país?
Às vezes perde-se a noção da realidade e quando se abre o dique anti-liberal vem sempre uma enxurrada com muito lixo ideológico.
Porque isto dos discursos formatados em “pacotes” leva sempre a abusos e a distorções da realidade, uma vez que os conceitos são como as cerejas, quando se começa não se consegue parar ao fim de apenas um ou dois…
Outubro 26, 2011 at 9:00 am
#10
O equívoco começa quando apelidamos de “socialista” o desgoverno socratino. Quando na realidade o que esses governos fizeram foi aprofundar, conferindo-lhe maior eficácia, uma política de direita que vinha de trás e prossegue com o governo actual.
Política essa que se pode resumir em privatizar recursos públicos potencialmente lucrativos e socializar prejuízos decorrentes de actividades privadas ruinosas e fraudulentas.
Em termos ainda mais simples, segue-se o lema do liberalismo à portuguesa: menos Estado significa usar o Estado para dar dinheiro a ganhar aos privados.
Outubro 26, 2011 at 9:42 am
Demorou seis horas porque 5 delas passaram com o Sr.Silva a tentar recordar-se da password para aceder à sua conta do facebook e a outra hora a tentar descobrir quem, naquele doirado grupo, era suficientemente isento, moral ou socialmente, para dar um opinião sobre a crise que afeta “todos” (funcionários públicos, entenda.-se)…
Outubro 26, 2011 at 10:14 am
Não retirou porque não quer “muitos” nas ruas.
- O resto é desculpa!
…
Quanto a políticas de “esquerda e de direita – volver”, sou de opinião que está tão errado quem ainda não “descobriu” como distribuir de forma mais justa a famosa “riqueza” quanto quem parou no tempo e ainda não entendeu como é que ela deve ser produzida.
Este combate ideológico que muitos fazem questão de elevar como fundamental para a saída do estado em que este mundo chegou é, para mim, fruto de uma falta de consciência de que o grande mal reside nas pessoas e não nos modelos.
Julgo que existem provas mais que suficientes para entendermos que a razão não se encontra nos pergaminhos utópicos de Marx, onde o sonho de um mundo onde cada indivíduo trabalharia de acordo com as suas capacidades e ganharia de acordo com suas necessidades esbarra exactamente na não compreensão de que os “indivíduos” são, por natureza, únicos – diferentes – e que possuem, na sua generalidade, uma ânsia consumista ilimitada.
- E essa ânsia consumista, naturalmente, não provém do “maldito” capitalismo – provém da incapacidade natural da maioria das pessoas de dizer NÂO à chamada sociedade de consumo e às suas tentações.
Se o “capitalismo-selvagem” tem culpas no cartório?
- Eu diria antes que a culpa é de “alguns certos selvagens”.
Por isso, não culpemos os “ismos”:
- Culpemos a nós próprios enquanto seres imperfeitos e aos que não têm quaisquer princípios e valores morais.
E deixemos a necessidade de encontrar sempre uma justificação para as nossas opções no refúgio aconchegante das doutrinas-mães.
Outubro 26, 2011 at 10:58 am
#13, eu diria que há um efeito de feedback: o capitalismo aproveita e estimula a ânsia consumista, em detrimento de coisas mais substantivas. Seja pela publicidade (que usa artimanhas a apelar aos instintos mais básicos e à ausência de sentido-crítico), seja pelas modas, seja pelo beneplácito social… E depois há a distribuição da riqueza, cada vez mais desigual. Circula por aí um vídeo (que não me apetece procurar agora) sobre a concentração cada vez maior de riqueza nos super-ricos, nos EUA. Por último, há a subordinação do poder político eleito pelos povos à ditadura dos mercados. Por isso, eu diria que entre os modelos Marxistas ao estilo Soviético e a actual moldura política e económica, há um imenso campo de alternativas por explorar.
Outubro 26, 2011 at 12:19 pm
#11
gostei do seu conceito do seu conceito de liberalismo à portuguesa, tomei a liberdade de a usar num texto, se estiver de acordo claro.
Outubro 26, 2011 at 1:18 pm
#14,
Concordo inteiramente, João Esteves.
Mas o que pretendo dizer é que a culpa não é da “droga”:
- A culpa é de quem a cultiva, de quem a comercializa… e de quem a consome.
A culpa é das pessoas e das suas fraquezas.
Não é da “direita” ou da “esquerda”.
- A culpa é do bicho-homem!
No comunismo idealizado por Marx a sociedade, digamos, já conheceria os seus deveres e direitos e todos tratar-se-iam de forma igual.
Mas é interessante verificar como a ditadura foi a forma encontrada nesses países para exactamente controlar as tais “fraquezas” do povo; para de certa forma reprimir, entre outras coisas, os desejos consumistas.
Ou seja: tornou-se necessário um regime de repressão contra o povo.
- Contra a liberdade.
A tal liberdade conseguida, por exemplo, com a queda do Estado Novo.
Com a queda de uma ditadura…
…
Não é interessante verificar como “nestas coisas” os “opostos” são exactamente “simétricos”?
…
E sim, também considero que será entre a “esquerda” e a “direita” que se encontrará, um dia, a virtude.
Outubro 26, 2011 at 1:44 pm
#16, o modelo Soviético, de um modo perverso do meu ponto de vista, decidiu a um dado ponto que, para conceder as liberdades sociais e económicas, era necessário reprimir as liberdades individuais. O capitalismo reprime as liberdades sociais e económicas mas valoriza as liberdades individuais, entenda-se, a liberdade de expressão e a democracia multipartidária. Não existe alguém verdadeiramente livre se uma dessas vertentes for coartada. A única tentativa de construir um regime Marxista baseado na democracia multipartidária aconteceu com Allende e foi cobardemente abortada com o beneplácito dos EUA. A Venezuela de hoje é algo esquisito, que me oferece muitas dúvidas.
Por isso, a história ainda está em grande medida por escrever, assim haja vontade por parte das pessoas.
Outubro 26, 2011 at 2:21 pm
#10
h5n1, vamos lá ver…
Se há entre nós os dois quem recorra a “discursos formatados em pacotes” decerto não serei eu, como sabe quem tem a paciência de nos acompanhar…
A sua designação “super Estado Socialista de Sócrates” releva precisamente desse mesmo receituário ideológico esquemático que você verbera. Porque foi justamente com Socas que começou a grande ofensiva contra o FP, com os mesmos supostos ideológicos e estratégicos do neoliberalismo, então em crescendo, aqui e por todo o lado. Chamar à política socretina “socialista” ou simplesmente “social-democrata”, nesse com em qualquer outro domínio, é uma pura concessão ao confusionismo (“lixo”) ideológico (em que navegava o mesmo Socas).