Mais de 400 políticos com pensão vitalícia
Em alguns casos ainda se percebe… Mas há outros que, tendo actividade remunerada bem acima da média, deveriam ter o decoro de, mesmo sem ser obrigatório por lei, prescindirem da coisa.
Outubro 24, 2011
Mais de 400 políticos com pensão vitalícia
Em alguns casos ainda se percebe… Mas há outros que, tendo actividade remunerada bem acima da média, deveriam ter o decoro de, mesmo sem ser obrigatório por lei, prescindirem da coisa.
Outubro 24, 2011 at 9:53 am
Portugal no seu melhor…
Outubro 24, 2011 at 10:05 am
Ladrões sem vergonha!!!!!!!!!!
Outubro 24, 2011 at 10:07 am
É por estas e por outras que cada vez vou tentando ganhar os meus míseros euros fingindo que ensino… O exemplo vem de cima e há que segui-lo. Quero ver Portugal bem no fundo.
Outubro 24, 2011 at 10:13 am
Estes são livres de não optarem……………….mas são livres de usarem a palavra equidade…………….
Outubro 24, 2011 at 10:14 am
Existe um engano nas contas não são 400.até existe uma série sobre eles…
Outubro 24, 2011 at 11:09 am
Não se esqueçam de acrescentar às contas os muitos autarcas que beneficiaram durante anos da contagem a dobrar do tempo de serviço. Tantos que se reformaram, com a pensão por inteiro, com 50 anos ou até menos…
Outubro 24, 2011 at 11:16 am
http://bulimunda.wordpress.com/2011/10/24/afinal-os-subvencionados-sao-mais-do-que-os-ditos-400-ate-tem-direito-a-uma-serie-e-tudo-os-4400-subvencionados-vieram-nao-se-sabe-de-onde-the-4400/
por isso são todos estes…
Outubro 24, 2011 at 11:54 am
A m**** da lei não nos garantia também o subsídio de férias e Natal? Nesta m**** de País só existem leis para os fracos?
Outubro 24, 2011 at 12:36 pm
#6
Conheço vários casos. Um deles, meu colega de escola, o mais velho (bastante) da turma, lá fez o 5º ano (estamos a falar do antiquíssimo 5º ano), mandou os estudos dar uma volta, entrou para a autarquia, foi vereador uns tempos. Reformou-se há meia duzia de anos (antes dos cinquenta de idade), com pensão inteiríssima e mais umas alcavalas. Claro que ganha mais do que eu, que se estivesse disposto à pensão completa (coisa que já está no campo das miragens), teria que trabalhar mais uma dúzia deles.
Muito, muito estranho não se falar das autarquias. O buraco aqui é tão grande que se perdeu a noção da sua dimensão. Cobre todo o país, tem centenas de protagonistas que se protegem mutuamente, utiliza vias secundárias nos assaltos que vai praticando (tipo estradas camarárias) e a verdade é que parece que ninguém dá por ele. Protegem os amigos de forma descarada e chantagiam as populações sem qualquer remorso. É muito reivindicativo (faz todas as greves, que compensa com trabalho extra no fim-de-semana imediato) e os registos (que nem se sabe se existem), estão dispersos em milhares de gabinetes esconsos por esse país “profundo”. Sobrevive tranquilamente na paz do(s) senhor(es).
Há excepções? Há, seguramente. Que são isso mesmo, excepções.
E parece que sim: nós é que somos os burros.
Outubro 24, 2011 at 1:38 pm
“Ao corte de 14% que o ministro das Finanças já anunciou para as subvenções vitalícias, a maioria PSD/CDS vai juntar medidas que impeçam os seus beneficiários de as acumular com chorudos ordenados no sector privado, tal como já acontece para os ex-políticos que trabalhem no sector público.
Essa intenção foi manifestada ao Diário de Notícias pelos deputados Duarte Pacheco, do PSD, e João Almeida, do CDS, que consideram que se trata de uma “contradição” que gera “uma situação de injustiça”.
“Se um ex-político com uma subvenção vitalícia, professor de carreira, sair da política para voltar a dar aulas, poderá acumular a subvenção com o ordenado de professor se der aulas numa escola privada. Mas se for numa pública, já não pode acumular os dois rendimentos”, declarou Duarte Pacheco.
Será agora em sede de debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2012 que as bancadas da maioria terão de materializar a proposta ainda sem contornos definidos.
As subvenções vitalícias foram criadas pelo Bloco Central. Em 2005, o governo de José Sócrates criou uma lei que extingue estas pensões, mas a lei é valida apenas a partir dessa data.”
http://economico.sapo.pt/noticias/expoliticos-que-estao-no-privado-podem-ficar-sem-pensoes_129743.html
Outubro 24, 2011 at 4:33 pm
Mas, o Paulo Guinote, V. ainda tem a ilusão de que os políticos da área do Poder se julgam humanos como nós? Eles acham que tudo oque recebam ainda é pouco, eles não são ralé como nós, gente que trabalha. Cortes é bom para os pobres, para os reformados e para as pessoas comuns.