Como diria o ramiro, a propósito dos professores do básico e do secundário que estão no 8.º e 9.º escalões, está na hora de esses senhores dirigentes irem para a reforma com um corte de 40%…
Ah! Esquecia-me que eles são imprescindíveis, insubstituíveis e que nenhum jovem faria o seu (deles) trabalho…
Pensava que Santana Castilho era doutorado … professor para aqui e para ali, com enorme deferência por muitos … e um ar muito cheio de si, da parte dele …
E o que dizer da Univ. de Évora??? Departamentos às moscas, sem alunos… Mas , mesmo sem alunos, mantêm os profs com duas orientações de teses de mestrado e já se fazem muito atarefados, com muito trabalho….
E não es esqueçam daquele cromo do “Professor António Balbino Caldeira” na internacionalmente conhecida Escola de Gestão de Rio Maior. Mais um encostado
O mais grave é alguns professores do ensino superior (nas ditas «ciências» da educação) arrogarem-se no direito de exportarem as suas opiniões sobre quase tudo a propósito do ensino básico e secundário e não admitirem que os professores destes últimos níveis de ensino opinem sobre o trabalho de suas excelências. Se fossem coerentes, aplicariam os seus delírios pedagógicos a eles próprios, mas os seus colegas do ensino superior não estão para os aturar! Resta que alguma culpa nos é merecida por darmos relevo à sua idiotia. Importa que as escolas se assumam como centros de produção de saber e de formação de professores, incentivando a investigação e a obtenção de graus académicos por parte dos seus profissionais.
E a Univ. Aberta aparece logo a seguir à Madeira!! Como é possível uma universidade a distância, sem custos de instalações ou laboratórios, gastar tanto por comparação às grandes universidades de Lisboa, Porto e coimbra????!!!!!
#14:
O António Balbino Caldeira desiludiu-me completamente:
Quando era para bater na Esquerda, no Sócrates e no PS estava sempre presente, agora faça a m€rd@ que fizer o PSD não se preocupem que eles ficam caladinhos…
O António Balbino Caldeira é muito amiguinho do Ramiro Marques…
Já estou enjoado do uso que o António Balbino Caldeira faz de “manobras socratinas”…
Aliás estou farto da protecção à incompetência mais que demonstrada do NC e da sua equipa…
Aliás estou farto da teoria da conspiração contra o NC.
Mas esta gente tem expectativas relativamente ao NC? A não ser uma agenda neoliberal e retrógrada tendo em vista a destruição do ensino público.
Esta gente é como os burros que usam palas.
Ó António senão gostas da esquerda, a direita então ainda vale menos que a esquerda.
Sábado, 1 de Outubro de 2011
A expectativa dos professores
O Prof. Ramiro Marques explica melhor e mais detalhadamente a questão das manobras socratinas contra o ministro Nuno Crato, que aqui denunciei em 30-9-2011, no caso da «segunda bolsa de recrutamento» de professores, e a ocupação de instalações do Ministério da Educação, no seu poste «Esquerda unida contra o MEC» no ProfBlog. A orquestra romântica apresenta-se afinada, mas a partitura é repetitiva. E, embora os vários naipes tenham a mesma alma mater e toquem em sinfonia, aborrecem-se que se publique o nome do compositor e maestro sob o qual todos serviram (e até brindaram!) e continuam a servir. Na câmara esteve (e foi travada pela denúncia aqui e noutros fora) uma frente de esquerda tentada para dar nova orquestração ao samba socratino de uma nota só. Ainda estou para saber como o ortodoxo PC tolerou o amplo conluio iscteano e continua a sais de fruto perante o desvio de direita intersindico-soarista!…
Todavia, é necessário que o ministro Nuno Crato não se detenha perante o conforto sistémico que lhe aconselham como politicamente correcto. Sobre a expectativa dos professores, que não pode ser desiludida, dou voz à Isabel, comentadora residente Do Portugal Profundo, cujo aviso útil puxo da caixa:
«Nuno Crato e este Governo têm ainda todo o meu apoio. Os meus colegas professores que, na sua quase totalidade, execraram Sócrates e as suas “sinistras ministras”, esperam ainda que ministro e Governo correspondam às nossas expectativas.Elas não são, obviamente, as do PC e seus acólitos, do BE e excrescências, muito menos as do PS que silenciosamente obedeceu ao ditadorzeco que tivemos de suportar. Não são, tão pouco, as dos movimentos de professores que muitos de nós vemos como sindicalistas de segunda linha.
Que não se enganem: o gigantesco movimento que tirou a Sócrates a maioria absoluta foi autónomo, abarcou gente de todos os quadrantes políticos e até gente apolítica. Não foi a reboque de ninguém, não confiou em ninguém. Nasceu da dignidade de que nenhum professor merecedor desse nome está disposto a abdicar. Concordo plenamente com o post que comento, as “manobras informáticas” estão em linha com aquelas de que foi vítima a ME de Santana Lopes. Esta gente nunca brinca em serviço e tem inúmeros idiotas úteis a servi-la.
Contudo, habituada a auscultar o sentir dos meus colegas que considero mais válidos, devo confessar que alguma frustração se vai apoderando de nós. Em primeiro lugar, a sufocante burocracia e “reunite” a que estamos sujeitos, não mudou. O Estatuto do Aluno, a carecer de urgente substituição, a bem da paz escolar e da cultura do respeito, está intacto, é medonho e não há notícia de que mudança tão simples esteja em marcha. Por fim, o que nos pareceu uma excelente ideia: a de isentar os professores mais graduados de avaliação, terminou mal, com o ministro a desdizer-se e a nivelar por baixo, entregando os cansados séniores à pior das avaliações, a que depende de Directores, tantas vezes oriundos das politizadas CAP que Sócrates enviou a pacificar as escolas mais insubmissas. Além do mais, teria sido um bom sinal, por parte dos professores mais jovens, uma atitude de respeito pelos que, cansados de tantas “adaptações”e “formatações”,continuam, com o seu esforço, a manter a boa velha cultura, aquela que não precisa de powerpoints como bengalas ou ornatos. No fundo, gente que estudou quando nas escolas públicas ainda se promovia uma cultura universalista e exigente. Parece-me que se perdeu a oportunidade de passar um sinal importante aos mais jovens, professores ou alunos, à sociedade em geral, enfim.» http://doportugalprofundo.blogspot.com/2011/10/expectativa-dos-professores.html
Setembro 30, 2011 at 10:53 pm
Ponham-lhe peso a mais que a estrutura não aguenta…
Setembro 30, 2011 at 11:12 pm
Toda a estrutura levada ao limite desestrutura-se.
Setembro 30, 2011 at 11:16 pm
o Ramiro Marques caladinho que nem um rato
Setembro 30, 2011 at 11:20 pm
#3
Desculpe a ousadia. Esse tal de Ramiro está ligado ao IP de Santarém?
Setembro 30, 2011 at 11:34 pm
#4:Sim
Outubro 1, 2011 at 12:11 am
Como diria o ramiro, a propósito dos professores do básico e do secundário que estão no 8.º e 9.º escalões, está na hora de esses senhores dirigentes irem para a reforma com um corte de 40%…
Ah! Esquecia-me que eles são imprescindíveis, insubstituíveis e que nenhum jovem faria o seu (deles) trabalho…
Outubro 1, 2011 at 12:27 am
Quem diria que a Madeira e Santarém teriam tantas coincidências!…
Outubro 1, 2011 at 12:38 am
Na Madeira, o Jardim; em Santarém o Santana Castilho.
Pois…
Outubro 1, 2011 at 1:34 am
falsos moralistas nos dois lados…
JJ RM
Outubro 1, 2011 at 5:33 am
#4
É prof. na ESE de Santarém, de cadeiras tão importantes como: desenvolvimento curricular, ética e deontologia… por aí.
Da tese de doutoramento aos livros publicados é tudo um blá blá amorfo.
O Santana Castilho também é de lá. Só que nem se deu ao trabalho de fazer doutoramento.
Outubro 1, 2011 at 9:21 am
Pensava que Santana Castilho era doutorado … professor para aqui e para ali, com enorme deferência por muitos … e um ar muito cheio de si, da parte dele …
Outubro 1, 2011 at 11:42 am
E o que dizer da Univ. de Évora??? Departamentos às moscas, sem alunos… Mas , mesmo sem alunos, mantêm os profs com duas orientações de teses de mestrado e já se fazem muito atarefados, com muito trabalho….
Outubro 1, 2011 at 1:14 pm
Os grandes Pedagogos da praça:
Santana Castilho
http://www.rebides.oces.mctes.pt/Rebides10/rebid_m3.asp?CodD=24241&CodP=3142
Ramiro:
http://www.rebides.oces.mctes.pt/Rebides10/rebid_m3.asp?CodD=24246&CodP=3142
Outubro 1, 2011 at 4:02 pm
E não es esqueçam daquele cromo do “Professor António Balbino Caldeira” na internacionalmente conhecida Escola de Gestão de Rio Maior. Mais um encostado
Outubro 1, 2011 at 6:08 pm
O mais grave é alguns professores do ensino superior (nas ditas «ciências» da educação) arrogarem-se no direito de exportarem as suas opiniões sobre quase tudo a propósito do ensino básico e secundário e não admitirem que os professores destes últimos níveis de ensino opinem sobre o trabalho de suas excelências. Se fossem coerentes, aplicariam os seus delírios pedagógicos a eles próprios, mas os seus colegas do ensino superior não estão para os aturar! Resta que alguma culpa nos é merecida por darmos relevo à sua idiotia. Importa que as escolas se assumam como centros de produção de saber e de formação de professores, incentivando a investigação e a obtenção de graus académicos por parte dos seus profissionais.
Outubro 1, 2011 at 6:10 pm
Coçam-se todos mal ouvem falar de carreira única…
Outubro 2, 2011 at 10:58 am
E a Univ. Aberta aparece logo a seguir à Madeira!! Como é possível uma universidade a distância, sem custos de instalações ou laboratórios, gastar tanto por comparação às grandes universidades de Lisboa, Porto e coimbra????!!!!!
Outubro 2, 2011 at 11:07 am
#17:
Shiu!
Cala-te!
Senão a troika ainda te ouve…
Outubro 2, 2011 at 11:26 am
#14:
O António Balbino Caldeira desiludiu-me completamente:
Quando era para bater na Esquerda, no Sócrates e no PS estava sempre presente, agora faça a m€rd@ que fizer o PSD não se preocupem que eles ficam caladinhos…
O António Balbino Caldeira é muito amiguinho do Ramiro Marques…
Já estou enjoado do uso que o António Balbino Caldeira faz de “manobras socratinas”…
Aliás estou farto da protecção à incompetência mais que demonstrada do NC e da sua equipa…
Aliás estou farto da teoria da conspiração contra o NC.
Mas esta gente tem expectativas relativamente ao NC? A não ser uma agenda neoliberal e retrógrada tendo em vista a destruição do ensino público.
Esta gente é como os burros que usam palas.
Ó António senão gostas da esquerda, a direita então ainda vale menos que a esquerda.
Sábado, 1 de Outubro de 2011
A expectativa dos professores
O Prof. Ramiro Marques explica melhor e mais detalhadamente a questão das manobras socratinas contra o ministro Nuno Crato, que aqui denunciei em 30-9-2011, no caso da «segunda bolsa de recrutamento» de professores, e a ocupação de instalações do Ministério da Educação, no seu poste «Esquerda unida contra o MEC» no ProfBlog. A orquestra romântica apresenta-se afinada, mas a partitura é repetitiva. E, embora os vários naipes tenham a mesma alma mater e toquem em sinfonia, aborrecem-se que se publique o nome do compositor e maestro sob o qual todos serviram (e até brindaram!) e continuam a servir. Na câmara esteve (e foi travada pela denúncia aqui e noutros fora) uma frente de esquerda tentada para dar nova orquestração ao samba socratino de uma nota só. Ainda estou para saber como o ortodoxo PC tolerou o amplo conluio iscteano e continua a sais de fruto perante o desvio de direita intersindico-soarista!…
Todavia, é necessário que o ministro Nuno Crato não se detenha perante o conforto sistémico que lhe aconselham como politicamente correcto. Sobre a expectativa dos professores, que não pode ser desiludida, dou voz à Isabel, comentadora residente Do Portugal Profundo, cujo aviso útil puxo da caixa:
«Nuno Crato e este Governo têm ainda todo o meu apoio. Os meus colegas professores que, na sua quase totalidade, execraram Sócrates e as suas “sinistras ministras”, esperam ainda que ministro e Governo correspondam às nossas expectativas.Elas não são, obviamente, as do PC e seus acólitos, do BE e excrescências, muito menos as do PS que silenciosamente obedeceu ao ditadorzeco que tivemos de suportar. Não são, tão pouco, as dos movimentos de professores que muitos de nós vemos como sindicalistas de segunda linha.
Que não se enganem: o gigantesco movimento que tirou a Sócrates a maioria absoluta foi autónomo, abarcou gente de todos os quadrantes políticos e até gente apolítica. Não foi a reboque de ninguém, não confiou em ninguém. Nasceu da dignidade de que nenhum professor merecedor desse nome está disposto a abdicar. Concordo plenamente com o post que comento, as “manobras informáticas” estão em linha com aquelas de que foi vítima a ME de Santana Lopes. Esta gente nunca brinca em serviço e tem inúmeros idiotas úteis a servi-la.
Contudo, habituada a auscultar o sentir dos meus colegas que considero mais válidos, devo confessar que alguma frustração se vai apoderando de nós. Em primeiro lugar, a sufocante burocracia e “reunite” a que estamos sujeitos, não mudou. O Estatuto do Aluno, a carecer de urgente substituição, a bem da paz escolar e da cultura do respeito, está intacto, é medonho e não há notícia de que mudança tão simples esteja em marcha. Por fim, o que nos pareceu uma excelente ideia: a de isentar os professores mais graduados de avaliação, terminou mal, com o ministro a desdizer-se e a nivelar por baixo, entregando os cansados séniores à pior das avaliações, a que depende de Directores, tantas vezes oriundos das politizadas CAP que Sócrates enviou a pacificar as escolas mais insubmissas. Além do mais, teria sido um bom sinal, por parte dos professores mais jovens, uma atitude de respeito pelos que, cansados de tantas “adaptações”e “formatações”,continuam, com o seu esforço, a manter a boa velha cultura, aquela que não precisa de powerpoints como bengalas ou ornatos. No fundo, gente que estudou quando nas escolas públicas ainda se promovia uma cultura universalista e exigente. Parece-me que se perdeu a oportunidade de passar um sinal importante aos mais jovens, professores ou alunos, à sociedade em geral, enfim.»
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2011/10/expectativa-dos-professores.html