Fui ver os “pendentes” aqui do blogue. Apenas direi que não aprendi asneiras novas.
Não fiquei dividido a propósito das liberdades que, a meu ver, nunca poderão ser. E divertir-me-ia com o melício, acaso alguma vez me confundisse.
Para que saibam, mesmo sem saberem.
Setembro 28, 2011 at 10:55 pm
A tribo que prevê a sina dos viventes
Levantou arraiais hoje de madrugada;
Nos carros, as mulher’, c’o a torva filharada
Às costas ou sugando os mamilos pendentes;
Ao lado dos carrões, na pedregosa estrada,
Vão os homens a pé, com armas reluzentes,
Erguendo para o céu uns olhos indolentes
Onde já fulgurou muita ilusão amada.
Na buraca onde está encurralado, o grilo,
Quando os sente passar, redobra o meigo trilo;
Cibela, com amor, traja um verde mais puro,
Faz da rocha um caudal, e um vergel do deserto,
Para assim receber esses p’ra quem ‘stá aberto
O império familiar das trevas do futuro!
Charles Baudelaire,
Setembro 28, 2011 at 11:03 pm
#0,
Gostastessssss?
E depois queixam-se por os impedirmos de fazerem tamanhas figuras.
Estou a guardar algumas, para me rir quando o défice a sério for descoberto.
Setembro 28, 2011 at 11:57 pm
Fartais-vos de rir com os cromos.
Setembro 29, 2011 at 12:20 am
#3
Comedidamente.