Trabalho enorme do Calimero.
Investigação aos atestados dos professores, Bastonário da Ordem dos médicos e FENPROF
Nuno Crato visita escola e fala sobre os atestados (um fenómeno preocupante) e sobre a acusação de manipulação de dados no concurso (uma acusação grave e sem fundamento).
Os atestados dos professores, a indignação e a linguagem gestual (com caneta Montblanc) de José Rodrigues dos Santos.
Cortes no pessoal
Função pública – Ministério da Educação, foi onde foram feitos mais cortes no pessoal.
Aulas de substituição em risco.
Concursos
FENPROF entrega queixa na Procuradoria Geral da República por manipulação de dados no concurso de professores.
Escola de Telheiras ainda sem aulas.
Miguel Sousa Tavares não falou dos atestados, ao menos isso, vontade não lhe devia faltar
Setembro 27, 2011 at 1:26 am
Numa profissão desgastante como a nossa, haverá muitas faltas e atestados plenamente justificados. Porém, ao longo de quase três décadas de trabalho, fui constatando que qualquer pretexto serve para muitos colegas faltarem, sem terem em conta que prejudicam os alunos e acabam por facilitar a vida a quem nos enlameia na praça pública. É pena.
Setembro 27, 2011 at 1:29 am
O que ele deveria ter dito:
- os atestados: uma acusação grave e sem fundamento;
- manipulação de dados no concurso: um fenómeno preocupante.
Setembro 27, 2011 at 1:58 am
Estou atestado… de papéis e crianças bonitas que não sabem porra nenhuma.
Setembro 27, 2011 at 9:01 am
[...] da mal arrancada árvore com que o imprimiram, crime para o qual não pago, nem ouvisto o posterior folhetim televisivo mas apenas a condensada versão online aproveito para recordar que atestado só é válido se [...]
Setembro 27, 2011 at 10:25 am
Continuo a achar que a ligeireza com que se tratam estes assuntos é que é preocupante. Em particular dos governantes e do seu séquito spinóide.
Hoje no Público, até um simples texto que menciona e pseudo-analisa o abrandamento da redução do nº de funcionários públicos na Administração Central, acaba com uma frase digna da pura mesquinhice dos patranhas spinóides: “O Ministério da Educação responde por quase metade dos funcionários do Estado”.
Esta frase daria muito para uma psicanálise exaustiva e por mim, se pudesse, passava 70 mil atestados médicos a cada um destes jornalistas. E mesmo assim, não chegava para lhes dar a incapacidade ao trabalho por ignorancia
Setembro 27, 2011 at 12:50 pm
o que nao se diz e é pena é que muitas faltas só podem ser ridicularmente justificadas com atestado medico , aumentando assim um numero nada compativel com a realidade das situacoes
exemplo: se um gajo tiver uma diarreia ou ficar preso no elevador ou no transito vai ter que colocar atestado medico caso chegue atrasado para uma vigilancia a um exame
Setembro 27, 2011 at 1:53 pm
É deixá-los investigar. Talvez os médicos lhes consigam transmitir como é que os professores lhes estão a chegar aos consultórios…De rastos e esgotados, consumidos, exauridos…Ninguém lá vai pedir atestado por causa do dói dói que fez no dedo…
E estes trejeitos e inflexões na voz do J. Rodrigues dos Santos, para além de serem muito irritantes, são também muito tendenciosos… Não bastava o opinoso do MST de um lado…É também assim que se “fazem as cabeças…”
Setembro 27, 2011 at 7:37 pm
Há mais de 15 anos que não meto um atestado mádico e há mais de dez que não falto a uma aula. Mas este ano, apesar de ter começado há pouquissimo tempo, todos os dias tenho vontade de faltar e dou por mim com vontade de ir ao médico pedir qualquer coisa que me dê energia para continuar. Se assim continuar, acredito que não chego ao fim do ano sem meter um atestado médico também. É que estar horas e horas seguidas numa sala fechada, com dezenas de miúdos que não querem lá estar, é só para heróis e eu não tenho qualquer intenção de ser heroína, nem motivação para tal.