Recebido por mail com autorização de publicação.
(…)
Creio que uma parte do problema tem a ver com o facto de muita gente que concorreu e tem muita graduação ter feito escolhas limitadas, convencido que havia lugares e agora ter ficado por colocar.
Para provar problemas é preciso provar: fiquei por colocar e fulano x lugares abaixo que concorreu a um local ao qual eu também concorri e ficou lá colocado…
E convém levar em conta quantos DACL ficaram com horários de bolsa….
Conheço um caso mas também é indiciariamente explicável pelo problema que explico no parágrafo abaixo identificado com *
Depois os directores têm de provar os problemas dizendo se sim ou não a aplicação travou a indicação de horário anual. Eu não tive casos desses por isso não sei dizer ….
E esse é outro problema: como é que tirando as TEIP ainda há horários completos anuais para colocar em 15 de Setembro…. Os directores andam a reter horários….. Se o serviço de distribuição estiver bem feito a 31 de Agosto completos anuais deveriam ser raros e sobrantes do 1º momento de colocação (nunca novos horários) ….
Tirando as TEIP porque o regime (era? é? já ninguém sabe …) diferente e tendo introduzido ofertas de escola ate 31 de Agosto estas desapareceram e foram para a 1ª Bolsa por iniciativa da DGRHE para colocar nessa bolsa DACL e por isso havia esses horários anuais….
Agora a questão pode ser mais funda….
As bolsas de recrutamento como funcionam internamente? Na aplicação informática, quero dizer. São um concurso no sentido em que informaticamente se faz corresponder uma lista de horários entrados na totalidade de uma semana por ordem da preferência dos candidatos face a sua ordem na lista?
* Ou os horários vão entrando e vão sendo adstritos a candidatos por ordem de aparecimento (isto é, a bolsa é uma lotaria….).
No 1º ano da bolsa (gostei muito que lembrasse a artista….) a segunda hipótese era feita dia a dia e há quem ache que isso passou a ser feito semana a semana por insuficiência informática…. Ha indícios nas colocaões que permitem pensar isso.
Concurso mal feito ou lotaria desde o inicio….eis a questão….
Vai ficar surpreendido mas a verdade e que nesta fase micro os mini-concursos eram melhor sistema se bem operacionalizados do que a bolsa de recrutamento….
Uma coisa de que se disse tão mal com ligeiras alterações funcionaria melhor que esta pessegada…..
Setembro 22, 2011 at 11:17 am
Hermético… Pena não ser em português.
Setembro 22, 2011 at 11:31 am
A coerência do Ramiro Marques :
Portugal tem uma longa experiência bem sucedida de concursos nacionais. Para quê mudar o que funciona bem?
Portugal tem uma cultura e uma tradição marcadas por nepotismo, corrupção e parcialidade. Para quê colocar nas mãos das escolas o recrutamento dos professores? Tendo em conta a nossa tradição e cultura, seria impossível evitar que os concursos locais de recrutamento de professores fossem contaminados pela corrupção e nepotismo.
…”
Retirado daqui: http://www.profblog.org/2011/03/seminario-fne-concursos-de-professores.html
Setembro 22, 2011 at 12:19 pm
Nos castings para director de escola deviam, pelo menos, ser verificadas as competências ao nível do domínio da língua pátria.
Uma coisa é certa: não se compreende como é que as escolas têm tantos horários completos anuais!
Setembro 22, 2011 at 12:36 pm
Lamento dizer mas este testemunho é pouco ou nada esclarecedor… Será que o Director(a) percebe o que escreveu?
Setembro 22, 2011 at 1:07 pm
Duas coisas:
- os DACL’s não colocados a 31 do 8 não são tantos como isso, do 2º ciclo para cima, a lista anda por aí, e estou convencido que grande parte muito simplesmente concorreu a poucas escolas.
- quanto aos DACL’s descobri este ano que o sistema funciona com a mera preocupação de não pagar horas extraordinárias. Exemplo: um professor com 18 horas lectivas (artº 79) é colocado no primeiro horário com 18 ou menos horas, mas nunca com 20 ou 22.
Setembro 22, 2011 at 2:57 pm
De acordo com o ECD, um dodente que beneficie do art. 79º não pode ter horas extraordinárias.
Setembro 22, 2011 at 3:21 pm
Valha-me deus ao que isto chegou.
Tanta trapalhada e tanto trapalhão só pode dar em caos e horror nos próximos 50 anos!
Setembro 22, 2011 at 3:23 pm
Não entendi, senhor diretor. Importa-se de me fazer um resumo?
Setembro 22, 2011 at 3:48 pm
#8 senhoradoutoraserena ,
Acha que o director, não tem mais que fazer do que a aturar ?
Agora tb já embirra com o director?
Vá fazer testes «diagnóstico»que alguém tem elevar os níveis de literacia deste país…
Bejinho Magalhães
Setembro 22, 2011 at 4:26 pm
@6 Claro. Mas pode ficar com horário mais que incompleto, porque não tinha horário completo na sua escola. A inteligência quando nasce não deve ser mesmo para todos.
Setembro 22, 2011 at 6:26 pm
#10
Sei de um caso, em que um horário de 22 horas foi ocupado por um “DACL” que só pode dar 12 horas (nem sei como tal é possível, atendendo a que o mínimo de componente lectiva são 14 horas), surge assim nas listas. Grupo de Filosofia.
Setembro 22, 2011 at 6:45 pm
O mínimo são 12, beneficiando do anterior ECD, embora isso implique estar à beira da reforma por limite de idade.
Acho estranho, alguém se deve ter enganado num algoritmo. Mas é muito mais lógico: assim as 10 horas podem ir a concurso.
Setembro 22, 2011 at 7:14 pm
#12
14
Setembro 22, 2011 at 7:21 pm
Fui ver, como o outro, não neva no ECD, e mea culpa, mais o raio do Alzheimer antecipado: o mínimo são mesmo 14.