Setembro 2011


Ladyhawke, My Delirium

Ranking do peso de dirigentes na estrutura de pessoal do ensino superior

Vítor Gaspar: “Portugal será uma localização atraente para gente qualificada”

… por não ter aparecido uma tecnicalidade.

Isaltino Morais pode ser libertado já

Tribunal Constitucional enviou certidão para o Tribunal de Oeiras dando conta de que que o recurso pendente do ‘caso Isaltino Morais‘ suspende as decisões anteriores. Autarca pode ser libertado imediatamente.

Reunião plenária – Debate de urgência sobre a abertura do ano lectivo

01:23 Miguel Tiago (PCP) – Introdução, professores por colocar, turmas sem aulas, concurso de professores, vagas anuais convertidas em mensais, o governo mentiu e responsabilizou as escolas pelas falhas. O Governo manipulou e distorceu as regras de um concurso público. Falta de funcionários, bolsas do superior, não renovação de contratos no ensino superior. O fim da escola pública.

08:40 Nuno Crato – Entrámos em funções num momento crítico mas conseguimos reorganizar a rede do ensino básico, encerrar as escolas em diálogo com as autarquias, protocolo com duas associações de ensino privado e cooperativo, novo modelo de avaliação docente que “foi acordado com a maioria dos sindicatos” …. “em suma garantimos a normalidade do abertura do ano escolar”, as bolsas do ensino superior, reforço da qualidade de ensino para os nossos jovens, reforço da língua portuguesa, fim da área de projecto “já estava muito degradada na sua utilização”, não cortamos os recursos para o ensino especial. “Temos de fazer mais com menos”.

16:50 Emídio Guerreiro (PSD) – Se o anterior governo tivesse feito o que lhe competia, dá 2 exemplos. Este governo teve de remediar os esquecimentos do anterior governo. Colocação de professores, a legislação e a plataforma não foram alteradas, os professores e as escolas foram livres de fazer as escolha, existiram menos horários. Números sobre os horários anuais colocados. O governo não manipulou a colocação dos professores, o número de reclamações foi de algumas dezenas. O reforço do português e matemática, os exames no fim dos ciclos, o fecho de escolas, as suspensão das novas obras da parque escolar, avaliação dos professores, a administração escolar e as condições para a autonomia das escolas, a acção social, um novo regulamento de bolsas. “Há quem viva da turbulência das escolas” Venham connosco reformar…… é fazer o que não foi feito

23:30 Acácio Pinto (PS) – A escola pública em Portugal, saúda a iniciativa do PCP. Duas boas iniciativas do governo anterior foram utilizadas por este, a inauguração de centros escolares como início do ano lectivo. Construímos uma política educativa. A nível internacional, o governo valorizou as alterações do últimos anos. O cancelamento dos prémios de mérito. A dificuldade na colocação dos professores, é uma tradição do PSD e CDS, repete 2004/05, “uma trapalhada”, a plataforma transformava horários anuais em mensais.

29:30 Michael Seufert (CDS) – Elogia o ministro (não tenho capacidade para fazer o resumo de tão brilhante orador, tem uma frase em latim). A colocação de professores é um problema virtual. Várias perguntas ao ministro e termina a perguntar se houve escolas que conseguiram colocaram professores em horários anuais

33:30 Rita Rato (PCP) – Exemplos da falta de normalidade no início do ano lectivo, contratados temporários de funcionários. Falta de técnicos de educação especial, falar de normalidade “é enganar o país”. Ensino superior e a bolsa máxima. Manuais escolares e indústria livreira.

37:40 Ana Drago (BE) – O que o ministro não apresentou, menos 5 mil professores, menos 5 mil funcionários, sem novas turmas efas, sem actividades de complemento curricular, sem a portaria de acção escolar. O ministro tem uma capacidade de diálogo muito selectiva, os professores não colocados pela trapalhada da colocação dos professores, o ministério tenta colocar os professores ao mês para poupar no pagamento do subsídio de férias , exemplo, um aumento de turmas cria apenas contratos mensais. Listas conjuntas dos professores, o número de professores contratados na escolas.

42:35 Eloísa Apolónia (PEV) – Nenhum ministro da educação até agora admitiu falhas, os ministros andam alheados da realidade. Aumento do número de horas aumenta a língua portuguesa e matemática mas o número de alunos por turma também aumentou. Escolas não conseguem contratar professores para substituir e os alunos são distribuídos por outras turmas, sobrelotação das turmas. Acção social e alunos sem manuais escolares.

46:30 Nuno Crato – O secretário de estado irá dialogar com os professores que estão no ministério em protesto. É sempre possível arranjar excepções, os grandes números mostram que o ano escolar abriu com normalidade, não há ocultação de dados. As contratações não são as que os professores desejam, grande rigor na colocação dos professores, não vamos contratar professores que não são necessários. 0,4%, e 0,1% apresentaram recursos relativos aos concurso. 514 professores regressam à escola por fim dos destacamentos 685 professores regressam pelo fim da mobilidade. Outras poupanças do ministério, menos estruturas orgânicas e dirigentes. A bolsa máxima e o rendimento mínimo

51:40 João Casanova de Almeida – Secretário de estado – existe o estrito cumprimento da lei de 2006, não é verdade que haja ultrapassagem, é o cumprimento das opções dos professores, há menos horários anuais. “Se não colocarem nas vossas opções um horário temporário só poderão ser colocados em horários anuais” , É falso que não tenha sido possível lançar horários anuais na segunda bolsa de recrutamentos. Os recursos não chegam a 0,4%. “Não temos horários para distribuir se não forem necessários nas escolas”.

56:00 Nuno Crato – Não acabámos com o prémio de mérito, nem com a entrega de 500 euros, instituímos um processo em que o dinheiro será afecto a projectos, por indicação dos alunos premiados

58:00 Amadeu Soares Albergaria (PSD) – A oposição apresenta uma “teoria do caos”. um novo regulamento de bolsas no superior, a avaliação dos professores – uma assinatura com a maioria dos sindicatos, resolveu um problema… a carga da matemática e português.. a parque escolar auditoria e outros exemplos. “não podemos falhar”

01:01:02 Rui Jorge Santos (PS) – Questões sobre o corte no financiamento no ensino superior e bolsas de estudo.

01:06:15 Michael Seufert (CDS) – Um óptimo trabalho do ministério, o governo saberá ouvir os professores. As escolas em Lagos que fecharam responde à deputada (?) . A correcção da formula na atribuição de bolsas, perguntas ao ministro, sobre a colocação de psicólogos, o custo do ensino público por aluno, a bolsa de empréstimos de manuais escolares.

01:10:00 Miguel Tiago (PCP) – Semelhança nas políticas educativas do PS e CDS. Relembra as iniciativas apresentadas pelo CDS sobre professores contratados. Apresenta uma carta de dois directores que afirmam que é o ministério que altera os horários anuais colocados pelas escolas em mensais. Perguntas aos ministro: qual a forma dos futuros contratos dos professores, do financiamento das escolas e como garantir o funcionamento básico das escolas com os cortes orçamentais.

1:14:15 Ana Drago (BE) – O regulamento de bolsas do ensino superior. A falta de respostas dadas sobre o recrutamento de professores. Um exemplo de colocação de um professores. A falta de diálogo com os professores contratados.

1:18:40 Eloísa Apolónia (PEV) – A falta de psicólogos escolares, a bolsa de recrutamento e a tentativa do ministério responsabilizar as escolas. Os professores foram vítimas de uma injustiça

1.21:49 Nuno Crato – Limitações financeiras do ensino superior, “o dinheiro não é infinito”, restrições em tudo, os psicólogos serão contratados em Outubro depois de avaliados os projectos.

1:23.39 Secretário de estado do ensino superior – As Bolsas

1:27:50 Nuno Crato, intervenção final… sobre o futuro… reestruturar o básico, secundário e superior , reformular programas e currículos, metas claras de aprendizagem, ano a ano, disciplina a disciplina. Adequar os ciclos de aprendizagem às necessidades dos alunos, coerência ao longo do básico. Os melhores professores, maior exigência ao acesso aos cursos de formação de professores, rigor na acreditação dos cursos, prova de acesso à carreira, formação adequado às necessidade. Professores são o elemento fundamental, mais autonomia às escolas e famílias. Redução de estruturas orgânicas e maior autonomia nas escolas “Não podemos falhar”

Para mais dados sobre o conbíbio, espreitar aqui. Também há fotos com detalhes femininos.

Posso ter cotão no umbigo, mas as provas documentais estão limpinhas e bem arrumadinhas.

Este é o tipo de post que não é aconselhável a mafarricos&sonsos e sus muchachos.

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