Se estiver interessado em conhecer o ponto da situação sobre as negociações em torno da ADD, leia o comunicado transcrito abaixo.
Caso prefira continuar a participar nas coreografias do bailarino/sindicólogo ressabiado ignore.
“MEC clarifica algumas posições, mas mantém um dos mecanismos que os professores mais contestam: as quotas!
O MEC apresentou esta segunda-feira, dia 29, uma nova versão do seu projeto de regime de avaliação do desempenho docente que mereceu, da FENPROF, uma primeira apreciação.
A posição apresentada pela FENPROF mantém críticas a aspetos que o MEC já propunha na versão anterior. Na verdade, este projeto continua a não apresentar uma matriz formativa, como deveria, e a confirmação está na manutenção das quotas, na existência de 5 menções avaliativas e na consideração da observação de aulas, não como uma partilha de práticas, numa lógica de enriquecimento profissional e de aperfeiçoamento do processo de ensino, mas como um procedimento através do qual se procuram demonstrar evidências artificialmente produzidas para efeitos de avaliação. Torna-se também necessário esclarecer que a avaliação não terá implicação nos concursos.
A FENPROF considera que o projeto apresentado pelo MEC apresenta alguma simplificação burocrática relativamente ao modelo em vigor e, sobre o mesmo, apresentou uma primeira posição que será complementada na próxima sexta feira, após a realização da reunião do seu Secretariado Nacional. Um dos aspetos que mais dúvidas levantou junto dos professores foi a forma de operacionalizar a designada “avaliação externa”. Neste domínio, o MEC parece não ter ainda respostas sobre como pretende concretizar esse procedimento remetendo para momento posterior a sua regulamentação.
Sobre a fixação de um procedimento especial de avaliação, proposto pelo MEC para aplicar a alguns docentes, a FENPROF considera que deverão ser ponderados outros requisitos para além do escalão em que estes se encontram.
A partir de agora o processo de revisão do regime de avaliação de desempenho obedecerá ao seguinte calendário:
•2 de setembro: apresentação, pela FENPROF, de um parecer definitivo sobre o projeto do MEC;
•6 de setembro: apresentação, pelo MEC, de uma nova versão do seu projeto;
•7 de setembro: realização de um Plenário Nacional de professores e educadores, promovido pelos Sindicatos da FENPROF, com expressão nas capitais de distrito e em outras localidades;
•9 de setembro: nova ronda negocial que poderá resultar no encerramento das negociações, com ou sem acordo, ou na possibilidade de marcação de nova ronda negocial por acordo entre as partes ou no âmbito da designada negociação suplementar.
O Secretariado Nacional da FENPROF
29/08/2011″
Repare agora como ainda há quem considere que a questão das quotas e da eleição democrática dos presidentes do pedagógico e dos coordenadores dos departamentos são questões fundamentais:
Seria bom que os sindicatos não se esquecessem dos docentes do 4º escalão que têm mais de 20 anos te serviço. A exigência deve ser par que os docentes com mais de 16 anos de serviço, independentemente do escalão em que estão, estarem isentos das aulas observadas obrigatórias. Não faz sentido que seja de outro modo, é necessário repor alguma justiça no sistema.
Bom dia!
Já pouco se fala na promessa da travagem do processo kafkiano, parece que é um dado adquirido. A nova ADD não existe é apenas fogo de artificio para os papalvos verem, pois todos sabemos que nos próximos 4 anos ou mais ninguém vai progredir.
Bom dia!
#7: Justiça? Há lá alguma justiça nisto tudo? Pergunte aos docentes de qualquer um dos escalões e vai ver que todos têm razões de queixa – olhe os nossos colegas mais novos, a maioria sem colocação!… Sabe, o que seria bom mesmo, era que cada professor, independentemente do escalão a que pertença e das injustiças de que se queixa, percebesse que as injustiças, as de todos e as de alguns, só poderão ser resolvidas se TODOS puxarem para o mesmo lado. Enquanto houver divisões e grupinhos a cuidar do seu umbigo, nada feito.
#9: Infelizmente tem toda a razão. E há uma série de outros aspectos igualmennte monstruosos ou mais ainda, que vieram para ficar, mas ninguém parece incomodar-se.
#4,
As quotas, legitimadas em negociação de ECD no “acordo” de 7-8 de Janeiro de 2010 (acordado em 7 de Janeiro, mas esticada artificialmente a notícia até à madrugada), que não podem ser eliminadas num documento de ADD que decorrer do ECD. Em tempos, nos projectos parlamentares de suspensão da ADD queriam suspender artigos do estatuto. Agora, há quem se esqueça.
#5,
Subitamente, quem aceitou aplicar o modelo e quem fugiu da luta contra o 75/2008, descobre novas “causas” que há três anos ignorou e, pior, gozou com quem se eu ao trabalho de manter-se no terreno.
Boa sugestão cinematográfica do Umbigo.
Lá estão as temáticas (fantasmas) habituais de Woody Allen. Excelente interpretação de Mia Farrow . Em suma, (já) um clássico a rever.
#13
continuas com a velha táctica “goebeliana” de repetir tantas vezes as mentiras até que os leitores as tomem por verdade.
Mas é fácil desmentir-te no que diz respeito às posições que atribuis à Fenprof.
Sobre a mentira da “aceitação do 75/2008″ pode ler-se o requerimento enviado ao presidente da república, solicitando a fiscalização abstracta da constitucionalidade e da legalidade de artigos do DL 75/2008, de 22 de Abril.
O link, para quem não se limitar a seguir as pegadas do chefe, ou para quem ambicionar a melhorar as suas “inclinações arqueológicas” é o que se segue: http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_4078/Anexos/FP%20071%20-%20PR%20-%20GEST%C3%83O%20-FISC%20ABST%20DA%20CONST%20-%2017%2004%2009.pdf
Aí, preto no branco, se pode constara que Paulo Guinote mente quando afirma que a Fenprof não lutou e não luta contra o 75/2008.
Como mente, acompanhado de mais uns quantos indefectíveis, quando atribui ao sindicalismo de classe conivências com o poder que são exclusivas de meia dúzia de agremiações, criadas pelo PS e pelo PSD nos idos de 80/90, para servirem de alibi negocial aos governos do centrão.
As conivências com o poder com o poder são notórias.
Imaginem que o poder deixava de destacar um número ainda absurdo (já foi mais pago por todos) de dirigentes sindicais?
Imaginem que mantinha os professores que os substituem nas escola a trabalhar e desdobravam algumas turmas difíceis de muitos alunos ou diminuíam o nº de alunos turma.
Imaginem que este governo tinha ideias para melhorar o ensino especial
Com o CIF do anterior governo que encostando toda a responsabilidade ao titular/diretor de turma mais não faz que tornar burocratas os professores do ensino especial.
Mas não, melhor são as tricas da ADD (insecticida) e a medição de pilinhas.
Estou farto… parti para a luta individual e até ver não mudo de ideias!
#20,
Repito: a luta contra o 75/2008 cedeu à posição táctica de “ganhar posições” em Direcções e Conselhos Gerais.
Este pedido existe, sim senhor, mas coisa parecida fizemos os tais “indefectíveis”.
Quanto a conivências com o poder, antes do “acordo” tivemos o “entendimento”.
O “Poder” não é unidimensional e nem sempre óbvio.
A verdade é que com o PS no Governo, a generalidade dos sindicatos se vergou., mercê de jogadas de bastidores e “pontes”.
Que o F. Santos não as conheça, duvido, mas a dimensão da ignorância pessoal é potencialmente imensa.
Se for possível fazer alguém acreditar em absurdos, ter-se-á preparado esse alguém para aceitar qualquer atrocidade.
A Líbia pode ser vista como o ápice do projecto orweliano – a neutralização da capacidade crítica. Na sua implacável cobertura unilateral dos acontecimentos, a imprensa ocidental comportou-se como a central de contra-informação da NATO. Finian Cunningham
Uma forma de mentir consiste em divulgar versões dos acontecimentos com origem em órgãos oficiais, tomando-as pelo valor facial e fazendo-as passar para o público sem qualquer cuidado em confirmá-las. Micheal Parenti
Agosto 30, 2011 at 7:42 am
Bom dia
Agosto 30, 2011 at 8:00 am
Bom dia!
Agosto 30, 2011 at 8:04 am
Bom dia!
Agosto 30, 2011 at 8:49 am
Se estiver interessado em conhecer o ponto da situação sobre as negociações em torno da ADD, leia o comunicado transcrito abaixo.
Caso prefira continuar a participar nas coreografias do bailarino/sindicólogo ressabiado ignore.
“MEC clarifica algumas posições, mas mantém um dos mecanismos que os professores mais contestam: as quotas!
O MEC apresentou esta segunda-feira, dia 29, uma nova versão do seu projeto de regime de avaliação do desempenho docente que mereceu, da FENPROF, uma primeira apreciação.
A posição apresentada pela FENPROF mantém críticas a aspetos que o MEC já propunha na versão anterior. Na verdade, este projeto continua a não apresentar uma matriz formativa, como deveria, e a confirmação está na manutenção das quotas, na existência de 5 menções avaliativas e na consideração da observação de aulas, não como uma partilha de práticas, numa lógica de enriquecimento profissional e de aperfeiçoamento do processo de ensino, mas como um procedimento através do qual se procuram demonstrar evidências artificialmente produzidas para efeitos de avaliação. Torna-se também necessário esclarecer que a avaliação não terá implicação nos concursos.
A FENPROF considera que o projeto apresentado pelo MEC apresenta alguma simplificação burocrática relativamente ao modelo em vigor e, sobre o mesmo, apresentou uma primeira posição que será complementada na próxima sexta feira, após a realização da reunião do seu Secretariado Nacional. Um dos aspetos que mais dúvidas levantou junto dos professores foi a forma de operacionalizar a designada “avaliação externa”. Neste domínio, o MEC parece não ter ainda respostas sobre como pretende concretizar esse procedimento remetendo para momento posterior a sua regulamentação.
Sobre a fixação de um procedimento especial de avaliação, proposto pelo MEC para aplicar a alguns docentes, a FENPROF considera que deverão ser ponderados outros requisitos para além do escalão em que estes se encontram.
A partir de agora o processo de revisão do regime de avaliação de desempenho obedecerá ao seguinte calendário:
•2 de setembro: apresentação, pela FENPROF, de um parecer definitivo sobre o projeto do MEC;
•6 de setembro: apresentação, pelo MEC, de uma nova versão do seu projeto;
•7 de setembro: realização de um Plenário Nacional de professores e educadores, promovido pelos Sindicatos da FENPROF, com expressão nas capitais de distrito e em outras localidades;
•9 de setembro: nova ronda negocial que poderá resultar no encerramento das negociações, com ou sem acordo, ou na possibilidade de marcação de nova ronda negocial por acordo entre as partes ou no âmbito da designada negociação suplementar.
O Secretariado Nacional da FENPROF
29/08/2011″
http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=34&doc=5786
Agosto 30, 2011 at 8:53 am
Repare agora como ainda há quem considere que a questão das quotas e da eleição democrática dos presidentes do pedagógico e dos coordenadores dos departamentos são questões fundamentais:
http://fjsantos.wordpress.com/2011/08/29/proposta-de-add-versao-3-1-de-29-de-agosto-acto-de-contricao-ou-esperteza-saloia/
Agosto 30, 2011 at 8:53 am
http://noticias.sapo.pt/cartoon/
Bom dia!
Agosto 30, 2011 at 9:05 am
#4
Seria bom que os sindicatos não se esquecessem dos docentes do 4º escalão que têm mais de 20 anos te serviço. A exigência deve ser par que os docentes com mais de 16 anos de serviço, independentemente do escalão em que estão, estarem isentos das aulas observadas obrigatórias. Não faz sentido que seja de outro modo, é necessário repor alguma justiça no sistema.
Agosto 30, 2011 at 9:05 am
para
Agosto 30, 2011 at 9:19 am
Bom dia!
Já pouco se fala na promessa da travagem do processo kafkiano, parece que é um dado adquirido. A nova ADD não existe é apenas fogo de artificio para os papalvos verem, pois todos sabemos que nos próximos 4 anos ou mais ninguém vai progredir.
Agosto 30, 2011 at 9:22 am
Bom dia!
#7: Justiça? Há lá alguma justiça nisto tudo? Pergunte aos docentes de qualquer um dos escalões e vai ver que todos têm razões de queixa – olhe os nossos colegas mais novos, a maioria sem colocação!… Sabe, o que seria bom mesmo, era que cada professor, independentemente do escalão a que pertença e das injustiças de que se queixa, percebesse que as injustiças, as de todos e as de alguns, só poderão ser resolvidas se TODOS puxarem para o mesmo lado. Enquanto houver divisões e grupinhos a cuidar do seu umbigo, nada feito.
Agosto 30, 2011 at 9:24 am
#9: Infelizmente tem toda a razão. E há uma série de outros aspectos igualmennte monstruosos ou mais ainda, que vieram para ficar, mas ninguém parece incomodar-se.
Agosto 30, 2011 at 9:26 am
Bom dia!
Tenho um feeling que saem hoje as listas.
Agosto 30, 2011 at 9:35 am
#4,
As quotas, legitimadas em negociação de ECD no “acordo” de 7-8 de Janeiro de 2010 (acordado em 7 de Janeiro, mas esticada artificialmente a notícia até à madrugada), que não podem ser eliminadas num documento de ADD que decorrer do ECD. Em tempos, nos projectos parlamentares de suspensão da ADD queriam suspender artigos do estatuto. Agora, há quem se esqueça.
#5,
Subitamente, quem aceitou aplicar o modelo e quem fugiu da luta contra o 75/2008, descobre novas “causas” que há três anos ignorou e, pior, gozou com quem se eu ao trabalho de manter-se no terreno.
Agosto 30, 2011 at 9:49 am
Bom Dia!
Pq é que isto é fantástico
E isto diabólico?
Agosto 30, 2011 at 9:54 am
Bom dia!
Agosto 30, 2011 at 9:57 am
Bom Dia!
Agosto 30, 2011 at 10:02 am
Bom dia!
Agosto 30, 2011 at 10:31 am
Bom dia.
Boa sugestão cinematográfica do Umbigo.
Lá estão as temáticas (fantasmas) habituais de Woody Allen. Excelente interpretação de Mia Farrow . Em suma, (já) um clássico a rever.
Ainda e sempre a ADD…
Agosto 30, 2011 at 10:53 am
Bom dia!
Agosto 30, 2011 at 11:24 am
#13
continuas com a velha táctica “goebeliana” de repetir tantas vezes as mentiras até que os leitores as tomem por verdade.
Mas é fácil desmentir-te no que diz respeito às posições que atribuis à Fenprof.
Sobre a mentira da “aceitação do 75/2008″ pode ler-se o requerimento enviado ao presidente da república, solicitando a fiscalização abstracta da constitucionalidade e da legalidade de artigos do DL 75/2008, de 22 de Abril.
O link, para quem não se limitar a seguir as pegadas do chefe, ou para quem ambicionar a melhorar as suas “inclinações arqueológicas” é o que se segue:
http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_4078/Anexos/FP%20071%20-%20PR%20-%20GEST%C3%83O%20-FISC%20ABST%20DA%20CONST%20-%2017%2004%2009.pdf
Aí, preto no branco, se pode constara que Paulo Guinote mente quando afirma que a Fenprof não lutou e não luta contra o 75/2008.
Como mente, acompanhado de mais uns quantos indefectíveis, quando atribui ao sindicalismo de classe conivências com o poder que são exclusivas de meia dúzia de agremiações, criadas pelo PS e pelo PSD nos idos de 80/90, para servirem de alibi negocial aos governos do centrão.
Agosto 30, 2011 at 11:42 am
As conivências com o poder com o poder são notórias.
Imaginem que o poder deixava de destacar um número ainda absurdo (já foi mais pago por todos) de dirigentes sindicais?
Imaginem que mantinha os professores que os substituem nas escola a trabalhar e desdobravam algumas turmas difíceis de muitos alunos ou diminuíam o nº de alunos turma.
Imaginem que este governo tinha ideias para melhorar o ensino especial
Com o CIF do anterior governo que encostando toda a responsabilidade ao titular/diretor de turma mais não faz que tornar burocratas os professores do ensino especial.
Mas não, melhor são as tricas da ADD (insecticida) e a medição de pilinhas.
Estou farto… parti para a luta individual e até ver não mudo de ideias!
Agosto 30, 2011 at 3:14 pm
#20,
Repito: a luta contra o 75/2008 cedeu à posição táctica de “ganhar posições” em Direcções e Conselhos Gerais.
Este pedido existe, sim senhor, mas coisa parecida fizemos os tais “indefectíveis”.
Quanto a conivências com o poder, antes do “acordo” tivemos o “entendimento”.
O “Poder” não é unidimensional e nem sempre óbvio.
A verdade é que com o PS no Governo, a generalidade dos sindicatos se vergou., mercê de jogadas de bastidores e “pontes”.
Que o F. Santos não as conheça, duvido, mas a dimensão da ignorância pessoal é potencialmente imensa.
Agosto 30, 2011 at 3:19 pm
Bom dia.
Manter na minha agenda: levar as férias até ao fim.
Agosto 30, 2011 at 7:56 pm
Se for possível fazer alguém acreditar em absurdos, ter-se-á preparado esse alguém para aceitar qualquer atrocidade.
A Líbia pode ser vista como o ápice do projecto orweliano – a neutralização da capacidade crítica. Na sua implacável cobertura unilateral dos acontecimentos, a imprensa ocidental comportou-se como a central de contra-informação da NATO.
Finian Cunningham
Uma forma de mentir consiste em divulgar versões dos acontecimentos com origem em órgãos oficiais, tomando-as pelo valor facial e fazendo-as passar para o público sem qualquer cuidado em confirmá-las.
Micheal Parenti