Pais que beneficiam da acção escolar têm maiores dificuldades na compra de manuais escolares.
Albino Almeida tem uma sobrancelha marota
As negociações entre a FENPROF, FNE e o Ministério da Educação. De acordo com os sindicatos, há evolução e abertura, quotas e vagas são as divergências.
Escolas públicas sobrelotadas, alunos não ficam colocados na primeira opção escolhida.
Agosto 29, 2011 at 11:03 pm
Continuam “emperrados” nas quotas?!?
Isso é fácil de resolver:
- Convidem a Alçada e o Ventura, peçam umas pizzas, umas sandes e uns suminhos para depois das 22:00…. e fica tudo resolvido.
- – Recordando:
“Governo chega a acordo com sindicatos”
08 JAN 10 às 00:29
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1464739
- – Ouvir atentamente estas declarações:
“Mário Nogueira, da Fenprof, sublinhou as alterações ao Estatuto de Carreira Docente, mas reiterou algumas críticas ao regime de transição e ao modelo de avaliação”
………………………………………………………………………………………………….
( É impressão minha ou, nessa altura, sobre as quotas “não havia críticas extremamente fortes a fazer”? )
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Aliás, mais tarde até fizeram uma bela tabela comparativa para demonstrar, entre outras coisas, as vantagens das “quotas retardadoras”:
http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_4413/Anexos/AspectosDeCarreira.pdf
Enfim, é mesmo caso para dizer:
- Descubra as diferenças.
…
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Agosto 29, 2011 at 11:04 pm
O ano passado (e acho que nos anteriores), no meu Agrupamento, os pais compravam e pagavam os livros e só depois, com a factura na mão, é que eram reembolsados. Portanto… nada de novo por aqui…
Agosto 29, 2011 at 11:12 pm
Este sr albino continua a prestar um mau serviço aos que diz representar, que são cada vez menos.
A CNIPE no Conselho Nacional de Educação sobre os Manuais defendeu:
1. A gratuitidade dos manuais escolares para todos os níveis de ensino, sob a forma de empréstimo;
2. Este empréstimo poderá ser faseado, durante três anos, à semelhança das propostas apresentadas pelos grupos parlamentares;
3. A constituição de uma bolsa de manuais nas bibliotecas escolares em número suficiente que garanta a equidade de acesso a todos os alunos;
4. Os preços dos manuais escolares não aumentarem, pelo contrário manterem o preço e assim acompanharem a compartição da ASE;
5. Neste diploma possam ser considerados os outros materiais didáctico – pedagógicos necessários para garantir a equidade e sucesso educativo a todos os alunos. Estes outros recursos seriam comparticipados de acordo com os escalões da ASE.
Agosto 29, 2011 at 11:47 pm
Terá sido a FNE a propor acabar com a isenção para os professores do topo da Carreira? É que o Ministro pretendia isentar os professores com 30 e mais anos de serviço e, após ouvir os Sindicatos, mudou o texto e pretende acabar com as isenções. A ignorância é farta no meio sindical! São tão tristes que nem percebem que querem discriminar negativamente os professores mais velhos e que os irão perder inevitavelmente. O absurdo é tal que para avaliar esses professores se dispensa que seja do mesmo grupo, que tenha formação superior… dispensa-se tudo menos que seja avaliado. Chega de palhaçadas!
Agosto 29, 2011 at 11:49 pm
#4,
Penso que está a “ler” a situação de forma errada.
“Discriminar negativamente”?
Fazer um relatório de 6 páginas ao fim de um escalão?
Há gente no 8º e 9º escalões com pouco mais idade do que eu…
Agosto 29, 2011 at 11:53 pm
O Bininho ainda tem as filhas na escola? Penso eu de que…
Agosto 30, 2011 at 12:00 am
Penso que a fenprof estava contra a isenção.A fne nunca rejeitou a isenção da avaliação.
Agosto 30, 2011 at 12:11 am
#6
Tem uma filha no 12º ano, com disciplinas atrasadas. Sai ao pai …. hehehe
Agosto 30, 2011 at 12:13 am
As 6 páginas são para os escalões referidos ou para todos os escalões? Parece que os velhos vão ter que escrever mais um cadito…Então os que têm uns anitos acima dos 50 são “uma maçada”…Não seria melhor dar a reforma à velhada toda? Isso sim! Ficaríamos todos felizes! Os do 7ª que se acautelem, não falta muito para pertencerem à brigada do reumático e passarem a ser o próximo bode espiatório!
Agosto 30, 2011 at 12:19 am
mas as filhas nunca mais crescem???? que melga!!!
Agosto 30, 2011 at 7:04 am
#9
Acho melhor que não se dê a reforma à “velhada” toda. Convém ficarem alguns para defenderem o que resta dos direitos dos jovens colegas. E para ensinarem às “Cátias Vanessas” como se escreve “expiatório”.
Agosto 30, 2011 at 9:00 am
#1
essa sedução com a arqueologia tem vantagens e desvantagens.
No caso deste comentário é desvantajosa para o “arqueólogo” e vantajosa para a reposição da verdade. Para perceber basta ler a “recomendação” onde se pode constatar que a afirmação mil vezes aqui repetida de que a Fenprof “assinou o modelo de avaliação de IA” é apenas isso: uma mentira mil vezes repetida.
No texto escrito pelo “arqueólogo” pode ler-se: «Mário Nogueira, da Fenprof, … reiterou algumas críticas ao regime de transição e ao modelo de avaliação»
Pois é, sr. “arqueólogo de escritas alheias” a fundamentação do caso presente (fraquinha como é habitual) deita por terra a argumentação, tão laboriosamente construída aqui neste blogue, em que se acusa “os sindicatos” de terem aprovado o que nunca esteve em cima da mesa.
Agosto 30, 2011 at 9:58 am
#12,
Todos já reparamos, desde há muito, que és “mestre” em desvirtuar, desviar as atenções e retirar responsabilidades de quem as tem.
Claro que para este “mestrado” não precisaste – nem podias – pedir materiais emprestados ao Paulo…
Pena é que ainda não tenhas percebido que a tua presença e a do teu vassalo neste espaço apenas dão força ao que alguns pretendem demonstrar:
- Que muitos dos representantes sindicais, grande parte dos seus defensores e o tipo de sindicalismo que vamos temos não defendem efectivamente e em primeiro lugar os interesses dos professores.
Por isso, olha, continua por cá. É um enorme favor que nos fazes.
Sobre o teu comentário: concentra-te no essencial, deixa-te de imprecisões como “escrito pelo…” (não fui eu que escrevi, eu apenas transcrevi o título de uma notícia da TSF, por isso vai lá dar razão a quem a escreveu) e, desafio-te, contradiz o que pretendi dizer:
- Na altura, com Isabel Alçada, Ventura e o PS no governo, as quotas não foram “o” problema.
Sobre o que Mário Nogueira disse e sobre tu achares que o modelo nunca esteve em “cima da mesa”, diz-me uma coisa:
- Mas para que raios existe um sindicato que assina um Mau Acordo em Janeiro de 2008 – dizendo na altura que foi bom e aceitando as mesmas quotas que agora são o entrave para tudo e qualquer outra coisa – se, pela tua argumentação, aceitou que não fosse sequer discutido o modelo de avaliação?
Mas… lá vai o “árqueólogo” ( gostei do apelido… ) ao trabalho, para mais uma vez desmontar a tua argumentação (tão fácil que até mete dó… ), relembrando-te o que na devida altura também TU escreveste:
“Há duas críticas básicas dos contestatários do acordo que merecem rectificação:
A carreira actual é pior do que a anterior;
O modelo de ADD é a mesma coisa que o simplex.”
…
“No que respeita à ADD é de considerar o seguinte:
Onde havia dois avaliadores (director e coordenador de departamento) passou a haver um colectivo de cinco elementos (quatro membros do CP mais o relator);
O director deixou de ser a instância de recurso, não fazendo parte do júri de apelo.”
http://fjsantos.wordpress.com/2010/01/29/o-acordo-os-professores-e-os-portugueses/
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“Acordo de Soma Positiva”
“Comecemos então pelo que me desagrada:”
…
“Também me desagrada que o modelo de avaliação seja demasiado semelhante ao simplex, contra o qual estive ao lado de muitos milhares de colegas professores;”
…
http://fjsantos.wordpress.com/2010/01/09/acordo-de-soma-positiva/
E então, chico?
Outra vez “entre a espada e a parede”?
…
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Agosto 30, 2011 at 10:49 am
Atualidades?
Agosto 30, 2011 at 3:23 pm
A gerontocracia ataca de novo.
É por demais evidente o conservadorismo dos caciques sindicais que não se eximem de demonstrar a sua neofobia, uma vez que a reprodução do capital simbólico adquirido é a condição que garante a supremacia do aparelho elitista que defendem ferozmente.
Podemos considerar que a questão da isenção de avaliação é realmente um presente envenenado, não para os docentes, mas para os próprios sindicatos, que hesitam entre o conservadorismo elitista e a abertura aos mais novos que os questionam e ameaçam enquanto guardiões da gerontocracia dominante.
Uma verdadeira montra de conservadorismo e truques estes sindicatos.
Agosto 30, 2011 at 6:13 pm
A gerontocracia é uma questão de mentalidade, pois quem não chegar a velho morre novo (à Monsieur la Palisse). E cada indivíduo lá terá o direito de cumprir o seu percurso de vida.
Os professores deviam manter um nível elevado, no modo de se exprimirem entre pares e, sem dúvida, a sua profissão assim o exige. Caso contrário, é a chincalheira que se instala entre nós. E como sabemos, não é procedimento comum, nas demais profissões, o facto de permitir que o público ponha os olhos de devassa em cima de quem trabalha com afinco, rigor, e zelo extremo.
Ora, os sindicatos não têm nada que se preocupar em propor relatórios de três folhas para uns professores, e relatórios de seis folhas para outros professores.
Os sindicatos têm de exigir que os professores de um dado grupo de docência, e com o mesmo tempo de serviço de outros colegas, sejam obrigatoriamente repostos no mesmo escalão.
E, deste modo, todas as habilitações relacionadas com a formação contínua obtidas pelos professores, sendo assunto recomendado e valorizado, ao longo dos anos, pelo Ministério da Educação, terão o peso de então na progressão dos professores. Estes requisitos foram exigidos pelo Ministério da Educação – A TUTELA.
Os professores valorizaram a sua formação com zelo, gastaram as suas energias e economias, para melhoria do respectivo desempenho, uma vez que desejavam ser rigorosos e competentes, no trabalho que desenvolviam junto dos alunos.
O Ministério da Educação legislou a atribuição de bonificações aos professores que investissem na sua carreira, prometendo que recompensaria aqueles que assim procedessem. Todavia, o professor investiu na melhoria do seu desempenho docente, privando-se de viajar e de fruir a vida, inclusive o convívio em muitos projectos do foro privado e familiar.
Como foi possível que se criasse uma casta de professores titulares, sem ler a legislação anterior, que fora emanada do Ministério da Educação? Tinham de, em primeiro lugar, declarar que vivíamos na república das bananas e sujeitos à lei da selva. Os professores que são cumpridores não pactuam com as vigarices, na distribuição de quotas, e nem admitem que os governantes se instalem na vida à custa da vida dos professores.
Por conseguinte, houve o incitamento da Tutela a gastos, dispêndio de dinheiro na valorização profissional. E todos esses esforços pessoais e custos a vários níveis, que incluem o monetário, sendo iniciados antes do congelamento, devem ter o devido peso (igual aos colegas que auferiram um ganho de 4 anos com obtenção de mestrado, por exemplo), na progressão dos professores.
Agosto 30, 2011 at 6:22 pm
#16,
Muito bem.
Agosto 30, 2011 at 8:01 pm
Diz o léri@s:
“Ora, os sindicatos não têm nada que se preocupar em propor relatórios de três folhas para uns professores, e relatórios de seis folhas para outros professores.”
Mas não diz qual foi o sindicato que fez essa proposta. Nem podia, porque a proposta é do MEC (art. 20, ponto 5):
http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_5786/Anexos/ADD_revisto_29_agosto_11.pdf
Ou seja, o léri@s chegou ontem e apanhou logo os vícios das aldrabices do Umbigo.
Agosto 30, 2011 at 9:48 pm
Engana-se. Não cheguei ontem.
Os sindicatos prejudicaram muitíssimo os professores (eu incluída) e não devem agora preocupar-se com as ninharias.
Desde há muito tempo que o tema da avaliação dos professores deveria ter enojado qualquer cidadão português.
Revoltem-se contra as manobras subjacentes ao acrónimo ADD e exterminem a atribuição de quotas, nas escolas portuguesas (Título de filme: “Exterminem todas as Bestas”).
É tempo de recuperarmos a dignidade e não cultivem mais as más castas, prejudicando quem é rigoroso e honesto.
Se eu estiver interessada em argumentar sobre um assunto sério, então leio a legislação. Mas este não é o caso, porque a ADD é uma FARSA POLÍTICA.
Em Espanha, o professor é respeitado. E há bons longos anos que é bem remunerado.
Já passaram uns oito anos sobre o que ouvi a um grupo de professores espanhóis: “Os professores portugueses têm sindicatos muito mal cozinhados a protegê-los”.
Agosto 30, 2011 at 9:55 pm
Afinal a educação é só ADD! Incrível!!!!!!