Ministra de Merkel defende «Estados Unidos da Europa»
Responsável pela pasta do trabalho acredita que só assim será possível sair da crise que assolou a Zona Euro.
Agosto 28, 2011
Aristide Briand E Gustav Stresemann Batem Palmas, Onde Quer Que Estejam
Posted by Paulo Guinote under Europa, Ponto da Situação, Proposta[3] Comments
Agosto 28, 2011 at 11:15 pm
Em 1888, Eça de Queirós, na sua narrativa sobre a infeliz família Maia, já o defendia, pela voz desse extravagante, conservador e romântico Tomás de Alencar: «… queria uma república governada por génios, a fraternização dos povos, OS ESTADOS UNIDOS DA EUROPA…».
Agosto 29, 2011 at 12:00 am
Havia quem queria fazer de Portugal a Califórnia da Europa…
Deixando de existir Portugal como país independente, ao menos ficamos pobres mas com um BI europeu…
Nos EUA há mais de 10 milhões de pedintes e não deixam de ser pedintes por haver um governo federal, nem a Califórnia deixou de falir por isso…
Pensam que as empresas portuguesas deixarão de falir por haver uns EUE…
Pensam que o desemprego diminuirá por isso…
Basta ir à ex-RDA e ver a miséria que há por lá…
Se não resolvermos os nossos problemas não são os outros que nos vão sustentar…
Agosto 29, 2011 at 12:22 am
A divisão internacional de trabalho, a internacionalização dos processos produtivos e a criação de zonas de integração económica constituem o sentido e uma necessidade objectiva do desenvolvimento económico na época que vivemos. O desenvolvimento económico não se pode encontrar em soluções autárcicas, mas em sistemas de cooperação internacional.
Entretanto, a tendência verificada nos processos de integração entre países com níveis de desenvolvimento muito diferenciados é para a hegemonização das decisões pelos países mais desenvolvidos e poderosos em defesa dos interesses próprios com sacrifício dos interesses e com obstáculos ao desenvolvimento económico dos países mais atrasados.
A efectiva dependência destes em relação àqueles tem sido a realidade da proclamada interdependência.
A experiência torna indispensável a luta de cada povo para assegurar a defesa dos seus interesses nacionais, do seu direito de definir a própria política, da sua independência e soberania nacionais.
Álvaro Cunhal