… com a conversa de blogue,  o que lhe interessa é a luta (desde que faça uma pausa em Agosto), mesmo as que não travou ou aquelas a que chegou com muito atraso.

Na página 15 do DN (penso que a peça não tem link) é possível avaliar, pelas entrelinhas e não só, o quanto os representantes se irritam com a maralha, a arraia-miúda, que mantém certos assuntos em discussão, sem calendarização formatada e concertação com estratégias mais abrangentes.

Os blogues chateiam-no, alguns pelo menos. Longe vai o tempo em que pedia para pedirem. Ou sugeria para sugerirem. Não interessa agora recordar os tempos em que chegaram a pensar que poderiam conquistar pela sedução os recantos desalinhados. Agora é mesmo pela intimidação e, como se vê por alguns comentadores, pela pura provocação.

Colega Mário Nogueira, não se irrite connosco, a malta dos bloguezecos. Comigo já é habitual, não é novidade, já me habituei. Recordemos as reuniões em que eu era tratado não pelo nome mas por aquele fdp por alguns camaradas seus, teoricamente meus colegas de profissão. Nunca tratei assim, nem tratarei, essas pessoas. Sabemos que é verdade. Convivemos pouco, mas quem me conhece sabe que o palavrão não é, para mim, uma arma ou uma forma de expressão habitual.

Agora mais a sério, tente estabelecer um novo pacto de pacificação e silêncio, como em 2010, com os parceiros. Já percebi que a FNE também concordará. Deixe os homens de mão vir aqui difamar, inventar coisas que nunca escrevi, incomodar família e amigos com insinuações como Santos&Vargas (com outras criaturas na sombra) fizeram e fazem quase todos os dias. Coisa que nunca fiz, como é sabido e pode ser testemunhado.

Não se irrite, repito, aproveite para desfrutar o resto das férias, o sol na pele, se possível sem areia na virilha.

Não evoque é lutas inexistentes (contra os megagrupamentos), conquistas negociais virtuais (quanto aos horários zero) ou números aleatórios (os potenciais 10.000 horários que se perderiam com os megagrupamentos que não avançaram).

Aproveite para recolher umas ideias, uns materiais para análise, uns números interessantes (como os que o Arlindo tem divulgado) e não se amofine tanto.

Faz-lhe mal. Fica-lhe mal. Até porque nunca o vimos assim tão irritado com a equipa anterior do ME.

Agora que a coreografia e os tangos nunca mais poderão ser os mesmos, enquanto os chatos andarem por aqui, lá iso é verdade…

Temos pena. Mas não muita…