31 entrevistas em Agosto – Mário Nogueira
“Ainda é cedo para avaliar o desempenho do ministro”
Hoje
“Ainda é cedo para avaliar o desempenho do ministro”
É dos rostos mais conhecidos na contestação às políticas dos ministérios da Educação. Não guarda boas lembranças de Maria de Lurdes Rodrigues, nem do peso do Ministério das Finanças no mandato de Isabel Alçada. Pela frente tem mais quatro anos com um novo ministro…
“As reuniões que tivemos até agora correram bem e num clima de diálogo, em que as duas partes perceberam, afirmaram e disseram que há muitos aspectos em que não estaremos de acordo mas, inevitavelmente, vamos ter de trabalhar em conjunto”, diz o sindicalista, que ainda não sabe o que o espera daqui para a frente.
“A questão é se Nuno Crato vai governar ou se vai ser a continuação do que foi Isabel Alçada? Se aquilo que Nuno Crato vai ter de fazer é cumprir as orientações e os desígnios das Finanças?”, comenta, muito crítico em relação à anterior equipa responsável pelo pelouro.
“Foi uma ministra que teve uma equipa ministerial sem personalidade política. Neste Governo anterior, diria que na 5 de Outubro havia mais uma delegação do Ministério das Finanças do que qualquer outra coisa. Eu diria que a dificuldade com a equipa de Isabel Alçada não teve a ver com a inflexibilidade mas com a falta de competência do ponto de vista político para decidir fosse o que fosse”, defende.
Já Maria de Lurdes Rodrigues “era um pouco diferente”. “Os pontos de consenso tinham de ser os dela. Ou seja, se estivéssemos de acordo com o seu pensamento e as suas propostas, havia consenso. Caso contrário, não havia consenso”, acusa.
Agosto 26, 2011 at 8:42 pm
Hum!, continuará a pequena marcha,
Agosto 26, 2011 at 8:43 pm
Vírgula não, ponto final.
Agosto 26, 2011 at 10:51 pm
Parágrafo.
Agosto 27, 2011 at 1:32 am
Boa-noite!
Estou na pesquisa…
Faço o scan depois da entrevista.
31 entrevistas em Agosto – Mário Nogueira
“Ainda é cedo para avaliar o desempenho do ministro”
Hoje
“Ainda é cedo para avaliar o desempenho do ministro”
É dos rostos mais conhecidos na contestação às políticas dos ministérios da Educação. Não guarda boas lembranças de Maria de Lurdes Rodrigues, nem do peso do Ministério das Finanças no mandato de Isabel Alçada. Pela frente tem mais quatro anos com um novo ministro…
“As reuniões que tivemos até agora correram bem e num clima de diálogo, em que as duas partes perceberam, afirmaram e disseram que há muitos aspectos em que não estaremos de acordo mas, inevitavelmente, vamos ter de trabalhar em conjunto”, diz o sindicalista, que ainda não sabe o que o espera daqui para a frente.
“A questão é se Nuno Crato vai governar ou se vai ser a continuação do que foi Isabel Alçada? Se aquilo que Nuno Crato vai ter de fazer é cumprir as orientações e os desígnios das Finanças?”, comenta, muito crítico em relação à anterior equipa responsável pelo pelouro.
“Foi uma ministra que teve uma equipa ministerial sem personalidade política. Neste Governo anterior, diria que na 5 de Outubro havia mais uma delegação do Ministério das Finanças do que qualquer outra coisa. Eu diria que a dificuldade com a equipa de Isabel Alçada não teve a ver com a inflexibilidade mas com a falta de competência do ponto de vista político para decidir fosse o que fosse”, defende.
Já Maria de Lurdes Rodrigues “era um pouco diferente”. “Os pontos de consenso tinham de ser os dela. Ou seja, se estivéssemos de acordo com o seu pensamento e as suas propostas, havia consenso. Caso contrário, não havia consenso”, acusa.
Leia a entrevista na íntegra no e-paper do DN.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1963113&page=-1