“Albino Almeida desdramatiza também eventuais pressões dos pais junto das direcções das escolas, bem como o alerta lançado a semana passada por responsáveis do Conselho de Escolas para situações “problemáticas” de alunos sem colocação sentidas sobretudo na região de Lisboa. “Os pais não fazem pressão que assuste os directores de escola. O que preocupou alguns directores foi não ter lugar nem forma de encaixar algumas matrículas de filhos ou amigos de colegas, médicos ou advogados”, denuncia o responsável da Confap, referindo-se às “eventuais cunhas” que podem surgir nestas situações. Ainda assim, Albino Almeida concede que “este ano houve mais movimentação, sobretudo causada pela transferência de alunos do privado para o público”.”
“Um terço dos ataques da NATO contra Kadahfi, um terço do petróleo”. Foi nestes termos que o canal de informação permanente, I-Télé (grupo Canal Plus), anunciou esta tarde que o Governo de Paris já garantiu, com o Conselho Nacional de Transição (CNT), 35% do petróleo futuro do país.”
É verdade que, em matéria de política internacional, por aqui se segue a linha intox, mas o facto de os vossos interesses não serem coincidentes, de momento, não vos dá mais razão no geral.
Os “rebeldes” das forças especiais da NATO, agora em Tripoli
por Manlio Dinucci
A embaixada do Qatar em Tripoli – segundo um vídeo, http://www.youtube.com/user/ZZ7L?ob=5#p/a/u/0/PybQX__fLWQ – foi reaberta há três dias (2ª feira, 22/Agosto/2011) por homens armados que, uma vez entrados no edifício danificado, ali imediatamente hastearam a bandeira qatariana. Fica-se assim informado da presença na Líbia de forças especiais qataris. Forças especiais da Grã-Bretanha, França e Qatar, escreve o New York Times (23/Agosto/2011), estão em vias de fornecer apoio táctico às forças rebeldes e conselheiros da CIA ajudam o governo de Bengazi a organizar-se. Comandos britânicos e franceses, confirma um oficial superior d NATO, estão sobre o terreno com os rebeldes em Tripoli. E à pergunta de saber se agentes da CIA também estão ali, o oficial responde que certamente estão.
E também é assim que é desmentida a NATO que até o presente dizia não ter “boots on the ground”, ou seja, militares sobre o terreno na Líbia. As forças especiais britânicas – indicam as investigações do Guardian e do Telegraph – desempenharam um papel chave no ataque a Tripoli. Este ataque foi preparado em Bengazi pelos serviços secretos britânicos MI6, que predispuseram depósitos de armas e de aparelhos de comunicação em torno da capital, na qual infiltraram seus agentes para guiar os ataques aéreos. A ofensiva começou quando, na noite de sábado, Tornados Gr4 da RAF (Royal Air Force), que haviam partido da Itália, atacaram, com bombas de precisão Paveway IV, um centro de telecomunicações e outros objectivos chaves na capital. Segundo uma investigação relatada pelo France Soir, pelo menos 500 comandos britânicos operam na Líbia, aos quais acrescentam-se centenas de franceses. Estes últimos são transportados na Líbia por helicópteros do Alat (Aviation légère de l’armée de terre), embarcados no navio de ataque anfíbio Tonnerre.
Também é importante o papel que o Qatar, um dos aliados mais próximos dos EUA, desempenha na Líbia: gastou mais de mil milhões de dólares para potencializar a base aérea de Al-Udeid em função das exigências do Pentágono, que a utiliza para a guerra no Afeganistão e como posição avançada do Comando central. Nada de espantoso portanto que Washington tenha confiado a esta monarquia do Golfo a missão de confiança de infiltrar comandos na Líbia que, treinados e armados pelo Pentágono, podem melhor se camuflar como rebeldes líbios graças à sua língua e ao seu aspecto. O Qatar tem também a tarefa de aprovisionar os rebeldes: um dos seus aviões foi visto recentemente em Misrata, para transportou um grande carregamento de armas.
Há indicações de fontes fiáveis de que, juntamente com as do Qatar, também operam na Líbia forças especiais jordanas e provavelmente também de outros países árabes. Recordar-se-á que nos Emirados Árabes Unidos está em vias de ser criado um exército secreto que pode ser empregado também em outros países árabes do Médio Oriente e da África do Norte (cf. il manifesto de 18/Maio [1] ).
Enquanto a NATO prossegue seus ataques aéreos para aplainar o caminho para os rebeldes, ela efectua no terreno uma guerra secreta para assegurar que, na Líbia pós Kadafi, o poder real ficaria nas mãos das potências ocidentais, ladeadas pelas monarquias do Golfo. Neste caso as forças especiais içarão a bandeira da peacekeeping (“manutenção da paz”) e utilizarão capacetes azuis.
25/Agosto/2011
Libyan ruler Muammar Qaddafi has made two mistakes: It blocked the US Africa Command by not joining it and let China into Libya with major energy investments instead, says a former US official.” Press TV has interviewed Dr. Paul Craig Roberts, former assistant secretary of US Treasury from Panama City, who gives his insight on the revolution in Libya and why US President Barack Obama needs to overthrow Qaddafi when no other US presidents did.
Press TV: Russia has criticized NATO for going far beyond its UN mandate. In other news, a joint Op Ed is going to be written by Obama, Cameron and Sarkozy who have said that “leaving Qaddafi in power would be an unconscionable betrayal to the Libyan people”. We do know that the mandate does not call for regime change; the Obama administration has been saying they are not in there for regime change; but things seem a little different now don’t they?
Roberts: Yes they do. First of all, notice that the protests in Libya are different from the ones in Egypt or Yemen or Bahrain or Tunisia, and the difference is that this is an armed rebellion. There are more differences: another is that these protests originated in the eastern part of Libya where the oil is—they did not originate in the capital cities. And we have heard from the beginning credible reports that the CIA is involved in the protests, and there have been a large number of press reports that the CIA has sent back to Libya its Libyan asset to head up the Libyan rebellion.
In my opinion, what this is about is to eliminate China from the Mediterranean. China has extensive energy investments and construction investments in Libya. They are looking to Africa as a future energy source. The US is countering this by organizing the United States African Command (USAC), which Qaddafi refused to join. So that’s the second reason for the Americans to want Qaddafi out. And the third reason is that Libya controls part of the Mediterranean coast and it’s not in American hands.
Um filme que sensibiliza ainda mais quando, entre os catalogados como normais, encontramos situações destas (para não falar dee outros extremos ainda mais perversos):
Infelizmente, por cá, haverá muitos casos semelhantes. Quantas vezes, ao falarmos com as mães sobre “disciplina”, ou ficam horrorizadas, associando imediatamente disciplina com castigo físico ou psicológico, ou afirmam orgulhosas que que lhes partiram a colher de pau em cima?
# 11
“Já arranjaram maneira de apanhar o kadafi. O Benfica vai manifestar interesse nele e o Pinto da Costa vai la buscá-lo” … e vai pô-lo a rodar no Sócrates F.C.
Agosto 26, 2011 at 7:33 am
Bom dia.
Agosto 26, 2011 at 7:34 am
Bom dia!
Agosto 26, 2011 at 7:58 am
Bom dia,
Chefe Albino hoje no Público:
“Albino Almeida desdramatiza também eventuais pressões dos pais junto das direcções das escolas, bem como o alerta lançado a semana passada por responsáveis do Conselho de Escolas para situações “problemáticas” de alunos sem colocação sentidas sobretudo na região de Lisboa. “Os pais não fazem pressão que assuste os directores de escola. O que preocupou alguns directores foi não ter lugar nem forma de encaixar algumas matrículas de filhos ou amigos de colegas, médicos ou advogados”, denuncia o responsável da Confap, referindo-se às “eventuais cunhas” que podem surgir nestas situações. Ainda assim, Albino Almeida concede que “este ano houve mais movimentação, sobretudo causada pela transferência de alunos do privado para o público”.”
Agosto 26, 2011 at 8:20 am
Vi, gostei e aconselho este filme.
Agosto 26, 2011 at 8:51 am
“Um terço dos ataques da NATO contra Kadahfi, um terço do petróleo”. Foi nestes termos que o canal de informação permanente, I-Télé (grupo Canal Plus), anunciou esta tarde que o Governo de Paris já garantiu, com o Conselho Nacional de Transição (CNT), 35% do petróleo futuro do país.”
http://aeiou.expresso.pt/libia-franca-ja-assegurou-um-terco-do-petroleo-futuro=f669282
E para os plumitivos que desde a primeira hora defenderam a agressão ao povo líbio não vai nada, nada, nada?
Agosto 26, 2011 at 8:59 am
Bom dia.
Agosto 26, 2011 at 9:04 am
Olha…às 7.33 ?!
Bom dia!
Agosto 26, 2011 at 9:32 am
Os “rebeldes” líbios:
http://3.bp.blogspot.com/-NOKRLCMp95Q/TldZi2PvEMI/AAAAAAAAACM/ZYd3sTkmt6A/s1600/vitoria_pirrica_victor_nieto.jpg
Agosto 26, 2011 at 10:25 am
#8
É verdade que, em matéria de política internacional, por aqui se segue a linha intox, mas o facto de os vossos interesses não serem coincidentes, de momento, não vos dá mais razão no geral.
Agosto 26, 2011 at 10:47 am
Os “rebeldes” das forças especiais da NATO, agora em Tripoli
por Manlio Dinucci
A embaixada do Qatar em Tripoli – segundo um vídeo, http://www.youtube.com/user/ZZ7L?ob=5#p/a/u/0/PybQX__fLWQ – foi reaberta há três dias (2ª feira, 22/Agosto/2011) por homens armados que, uma vez entrados no edifício danificado, ali imediatamente hastearam a bandeira qatariana. Fica-se assim informado da presença na Líbia de forças especiais qataris. Forças especiais da Grã-Bretanha, França e Qatar, escreve o New York Times (23/Agosto/2011), estão em vias de fornecer apoio táctico às forças rebeldes e conselheiros da CIA ajudam o governo de Bengazi a organizar-se. Comandos britânicos e franceses, confirma um oficial superior d NATO, estão sobre o terreno com os rebeldes em Tripoli. E à pergunta de saber se agentes da CIA também estão ali, o oficial responde que certamente estão.
E também é assim que é desmentida a NATO que até o presente dizia não ter “boots on the ground”, ou seja, militares sobre o terreno na Líbia. As forças especiais britânicas – indicam as investigações do Guardian e do Telegraph – desempenharam um papel chave no ataque a Tripoli. Este ataque foi preparado em Bengazi pelos serviços secretos britânicos MI6, que predispuseram depósitos de armas e de aparelhos de comunicação em torno da capital, na qual infiltraram seus agentes para guiar os ataques aéreos. A ofensiva começou quando, na noite de sábado, Tornados Gr4 da RAF (Royal Air Force), que haviam partido da Itália, atacaram, com bombas de precisão Paveway IV, um centro de telecomunicações e outros objectivos chaves na capital. Segundo uma investigação relatada pelo France Soir, pelo menos 500 comandos britânicos operam na Líbia, aos quais acrescentam-se centenas de franceses. Estes últimos são transportados na Líbia por helicópteros do Alat (Aviation légère de l’armée de terre), embarcados no navio de ataque anfíbio Tonnerre.
Também é importante o papel que o Qatar, um dos aliados mais próximos dos EUA, desempenha na Líbia: gastou mais de mil milhões de dólares para potencializar a base aérea de Al-Udeid em função das exigências do Pentágono, que a utiliza para a guerra no Afeganistão e como posição avançada do Comando central. Nada de espantoso portanto que Washington tenha confiado a esta monarquia do Golfo a missão de confiança de infiltrar comandos na Líbia que, treinados e armados pelo Pentágono, podem melhor se camuflar como rebeldes líbios graças à sua língua e ao seu aspecto. O Qatar tem também a tarefa de aprovisionar os rebeldes: um dos seus aviões foi visto recentemente em Misrata, para transportou um grande carregamento de armas.
Há indicações de fontes fiáveis de que, juntamente com as do Qatar, também operam na Líbia forças especiais jordanas e provavelmente também de outros países árabes. Recordar-se-á que nos Emirados Árabes Unidos está em vias de ser criado um exército secreto que pode ser empregado também em outros países árabes do Médio Oriente e da África do Norte (cf. il manifesto de 18/Maio [1] ).
Enquanto a NATO prossegue seus ataques aéreos para aplainar o caminho para os rebeldes, ela efectua no terreno uma guerra secreta para assegurar que, na Líbia pós Kadafi, o poder real ficaria nas mãos das potências ocidentais, ladeadas pelas monarquias do Golfo. Neste caso as forças especiais içarão a bandeira da peacekeeping (“manutenção da paz”) e utilizarão capacetes azuis.
25/Agosto/2011
(1) Nascimento nos Emirados de exército secreto para o Médio Oriente e a África, http://www.voltairenet.org/Formation-aux-Emirats-d-une-armee ou http://www.mondialisation.ca/index.php?context=va&aid=24848
O original encontra-se em http://www.ilmanifesto.it/... e a versão em francês em http://www.legrandsoir.info/...
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
26/Ago/11
Agosto 26, 2011 at 10:49 am
Grande filme (estreia)
http://seeker401.wordpress.com/2011/06/17/global-security-forum-2011-discussing-geostrategic-trajectories-with-ziggy/
Agosto 26, 2011 at 10:50 am
Já arranjaram maneira de apanhar o kadafi. O Benfica vai manifestar interesse nele e o Pinto da Costa vai la buscá-lo.
Agosto 26, 2011 at 10:55 am
Bom dia.
Lindo, este filme!
Agosto 26, 2011 at 11:06 am
Libyan ruler Muammar Qaddafi has made two mistakes: It blocked the US Africa Command by not joining it and let China into Libya with major energy investments instead, says a former US official.” Press TV has interviewed Dr. Paul Craig Roberts, former assistant secretary of US Treasury from Panama City, who gives his insight on the revolution in Libya and why US President Barack Obama needs to overthrow Qaddafi when no other US presidents did.
Press TV: Russia has criticized NATO for going far beyond its UN mandate. In other news, a joint Op Ed is going to be written by Obama, Cameron and Sarkozy who have said that “leaving Qaddafi in power would be an unconscionable betrayal to the Libyan people”. We do know that the mandate does not call for regime change; the Obama administration has been saying they are not in there for regime change; but things seem a little different now don’t they?
Roberts: Yes they do. First of all, notice that the protests in Libya are different from the ones in Egypt or Yemen or Bahrain or Tunisia, and the difference is that this is an armed rebellion. There are more differences: another is that these protests originated in the eastern part of Libya where the oil is—they did not originate in the capital cities. And we have heard from the beginning credible reports that the CIA is involved in the protests, and there have been a large number of press reports that the CIA has sent back to Libya its Libyan asset to head up the Libyan rebellion.
In my opinion, what this is about is to eliminate China from the Mediterranean. China has extensive energy investments and construction investments in Libya. They are looking to Africa as a future energy source. The US is countering this by organizing the United States African Command (USAC), which Qaddafi refused to join. So that’s the second reason for the Americans to want Qaddafi out. And the third reason is that Libya controls part of the Mediterranean coast and it’s not in American hands.
ligação
http://alexandravaliente.wordpress.com/2011/04/18/paul-craig-roberts-on-libya/
Agosto 26, 2011 at 11:25 am
Bom Dia!
Um filme que sensibiliza ainda mais quando, entre os catalogados como normais, encontramos situações destas (para não falar dee outros extremos ainda mais perversos):
http://aeiou.expresso.pt/mae-que-castigava-filho-adotivo-com-picante-e-duches-frios-arrisca-prisao-video=f669927
Agosto 26, 2011 at 11:34 am
#14,
Que horror! Mulher perturbada!
Merecia eu sei lá o quê…
Agosto 26, 2011 at 11:56 am
#15
Infelizmente, por cá, haverá muitos casos semelhantes. Quantas vezes, ao falarmos com as mães sobre “disciplina”, ou ficam horrorizadas, associando imediatamente disciplina com castigo físico ou psicológico, ou afirmam orgulhosas que que lhes partiram a colher de pau em cima?
Agosto 26, 2011 at 11:59 am
‘Bomb’ at UN building in Nigerian
ligação
http://in.reuters.com/article/2011/08/26/nigeria-explosion-idINL5E7JQ1BG20110826
Agosto 26, 2011 at 12:47 pm
# 11
“Já arranjaram maneira de apanhar o kadafi. O Benfica vai manifestar interesse nele e o Pinto da Costa vai la buscá-lo” … e vai pô-lo a rodar no Sócrates F.C.
Agosto 26, 2011 at 12:52 pm
Bom dia!