Exame de Física desapareceu
O exame nacional de Físico-Química de uma aluna da Escola Secundária de Cantanhede (ESC) desapareceu quando a estudante fez o pedido de reapreciação da prova.
Diaxo!
Agosto 23, 2011
Exame de Física desapareceu
O exame nacional de Físico-Química de uma aluna da Escola Secundária de Cantanhede (ESC) desapareceu quando a estudante fez o pedido de reapreciação da prova.
Diaxo!
Agosto 23, 2011 at 11:49 pm
nunca tinha bisto sssemelhante cousa!!!!
Agosto 23, 2011 at 11:49 pm
Por isso é que quando eu tenho os exames nacionais até durmo com eles, com medo de ser assaltada…
Agosto 23, 2011 at 11:51 pm
Pode ter havido mais casos, só que não foram detectados porque não pediram reapreciação de provas… (isto é um suponhamos)
Agosto 23, 2011 at 11:57 pm
Desculpe, isso não é medo, é orgia estranhíssima jamais vista. Mulher dorme com exames! Que belo título para o extinto «24 Horas»!
Agosto 24, 2011 at 12:14 am
#4
Acha?!
Será uma qq fantasia???
Agosto 24, 2011 at 12:17 am
Segundo a notícia – a culpa é da aluna, pois e exame só “desapareceu quando”.
Agosto 24, 2011 at 12:32 am
Isto é das medidas de contenção….falta papel nas casas de banhos dos professores….
Agosto 24, 2011 at 1:39 am
# 7 …. ai ….ai…. a brincar com assuntos sérios!
Agosto 24, 2011 at 4:47 am
E que tal alguém ir ver à fotocopiadora?!! Cá para mim está metida entre outros testes originais copiados no mesmo dia (mas de outra disciplina) revirem o cofre!
O certo é que as fotocópias deviam ter sido carimbadas pela escola e agora até se podia utilizar essa via para resolver o problema (mesmo não sendo uma cópia autenticada!).
Agosto 24, 2011 at 9:20 am
Só porque desta vez se soube não significa que se esteja perante caso único.
Só que nem sempre salra para a comunicação social
Agosto 24, 2011 at 10:59 am
Com tanto controlo, pergunto-me como foi possível.
O procedimento não será igual em todas as escolas? O que quero dizer é que na minha, o exame (leia-se, o original) nunca vai para as mãos do aluno. Este pede cópia para reapreciação, mas é sempre um dos elementos da equipa do secretariado de exames que se encarrega de extrair as cópias que serão, posteriormente, remetidas ao requerente, ou seja, o percurso é muito «delimitado». Logo, não será difícil determinar onde é que houve falha. Digo eu…
Agosto 24, 2011 at 11:08 am
#10,
Pronto, lá estamos nós a levantar suspeições…
Não nos admiremos, portanto, que o grosso da opinião pública tenha sobre nós (e as escolas) a pior das opiniões: «aquilo funciona tudo à Lagardère!»s
As piores pedradas são sempre aquelas que vêm do meio de nós.
Agosto 24, 2011 at 11:14 am
Parece-me que aqui também não lhe deram o original.
Perante o sumiço do mesmo terão contactado a aluna para anular todas as hipóteses.
Ainda estará dentro de outros exames que foram alvo de cópia.
É um trabalho que as escolas fazem de forma séria e responsável e só um incidente decorrente da complexidade/falta de tempo deste processo pode estar na origem.
Os exames não vão para a mão de alunos e são fotocopiados por elementos do secretariado de exames.
Não é um caso que retira a dignidade com que nós professores assumimos e desenvolvemos ,no terreno, o processo de implementação dos exames nacionais.
Agosto 24, 2011 at 11:22 am
#13,
«É um trabalho que as escolas fazem de forma séria e responsável e só um incidente decorrente da complexidade/falta de tempo deste processo pode estar na origem.»
Claro! O que eu quis dizer foi isso mesmo e que o que devemos evitar é entrar numa espiral de desconfiança ou de criar na opinião pública que o trabalho na escola é todo atabalhoado.
Agosto 24, 2011 at 2:56 pm
Casos destes acontecem em todos os sectores – todos conhecemos casos de exames médicos e de processos judiciais que também desaparecem …
Errar é inerente à condição humana. O importante é que se resolva a situação, sem danos.
Relativamente ao exercício da profissão docente, conheço casos de provas de exame que desapareceram, quer no ensino básico/secundário quer no superior.
A título elucidativo, posso referir que, no que respeita a provas de exame nacional, conheci relatos de situações como estas: provas engolidas pelo mar … roídas por um cão … queimadas por pontas de cigarro, etc).
Sem entrar em pormenores sobre o modo como as situações foram solucionadas, posso garantir que os casos que conheço foram resolvidos sem prejuízo para os alunos.
Agosto 24, 2011 at 6:03 pm
#15,
«A título elucidativo, posso referir que, no que respeita a provas de exame nacional, conheci relatos de situações como estas: provas engolidas pelo mar … roídas por um cão … queimadas por pontas de cigarro, etc).»
Isso é vergonhoso. É incúria dos correctores.
Outra coisa: não sei o que quis dizer com «os casos que conheço foram resolvidos sem prejuízo para os alunos.»! Mas se nisto devemos ler que, de alguma forma, esses alunos foram «compensados» com melhores resultados, digo-lhe já que acho indecente. Então e os restantes alunos que foram corrigidos por profs. mais zelosos, como é que ficam? É que depois, são todos metidos no mesmo saco, quando concorrem ao ensino superior.
Olhe, já que falamos tanto da nossa avaliação, tenho a dizer que já não me choca que «incidentes« como estes pudessem constar do processo de cada um de nós e que «pesasse» (para baixo, claro) nas atribuições dos MB e dos Xalentes que por aí há.
Vai-se a ver e, às tantas, esses colegas até foram candidatos a (e obtiveram!) essas classificações…
Agosto 24, 2011 at 6:44 pm
# 16, maria santos,
1 – os correctores somos nós, ou seja, a incúria é nossa;
2 – quem nunca falhou pode vir a falhar;
3 – as razões para os casos que referi não têm de ter uma relação directa com a falta de zelo por parte dos professores;
4 – os professores envolvidos foram os primeiros a mostrar preocupação extrema face à situação e, como é óbvio, tiveram de responder sobre o assunto;
(Já me apercebi de que o ambiente parece um bocadinho efervescente, mas não vejo que haja motivo para nos precipitarmos em acusações sem fundamento … afinal, temo-nos por pessoas de bem!)
Agosto 24, 2011 at 6:56 pm
#17,
Sim, Bi, os correctores somos todos nós. Tem razão. Mas, repare, eu não deixo as provas de exame à pata ou boca de semear (ao alcance) do meu cão; não fumo, porque se fumasse, teria cuidado com o cigarro; não levo as provas de exame para a praia ou para a piscina, não vá o vento pregar-me uma partida. Era a esta falta de responsabilidade ou de cuidado que eu visava, quando apontei a incúria desses correctores.
Admito o erro? Claro! Sou humana e não Deus. Mas isto são comportamentos que excedem largamente esse conceito de «falha» a que se refere. São coisas mínimas, do senso comum.
Ai não que não haveriam de mostrar preocupação! É que não poderiam escamotear um desastre desses na hora de devolver as provas corrigidas…
Mas, por favor, peço-lhe que não se amofine. Não encare isto como um ataque à sua pessoa. Foi, uma vez mais, a verbalização do que pensei sobre o assunto e, a minha opinião, vale o que vale; tanto como a sua ou a de qualquer outro comentador.
Hoje, tenho que pesar muito bem as minhas palavras.
Agosto 24, 2011 at 7:03 pm
Já considerarm que pode haver outra explicação?
Se o processo de entrega da cópia à aluna é devidamente registado (assinatura da própria) porque será que esta não sabe onde se encontra a fotocópia do exame que recebeu das mãos da funcionária? Não haverá aqui um aproveitamento de uma situação que não deveria ter existido (desaparecimento do original)? Diz o povo que “a ocasião faz o ladrão” ….
Agosto 24, 2011 at 7:07 pm
#19,
É o que eu defendo: o caso é fácil de deslindar, porque o «percurso» de todo este processo é curtíssimo e está muito balizado. Portantossss…
Agosto 24, 2011 at 7:10 pm
#18,
maria santos,
O meu comentário pretendeu, apenas, mostrar que todos podemos falhar e que, apesar de termos de assumir a responsabilidade pelas provas que corrigimos, nem sempre conseguimos acautelar determinados imprevistos.
( não esteja preocupada … fiquei esclarecida com a resposta que me dirigiu.)
Agosto 24, 2011 at 7:11 pm
#21
)