Para guardar e recordar. Em especial para que gente parva como eu deixe de desmentir os xiitas que por aí andaram a dizer que tínhamos conseguido escapar à crise graças ao acordo.E, depois, aqueles que disseram que a derrapagem do défice se ficava a dever aos professores e à sua progressão na carreira.
Julho 31, 2011
Julho 31, 2011 at 11:19 pm
Até os umbiguistas têm direito à verdade dos factos:
Memorando de Entendimento
http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_3304/Anexos/Memorando%20entendimento.pdf
Declaração para a acta:
“Reafirma, ainda, que os pressupostos base do desbloqueio da actual situação de profundo conflito em nada alteram as divergências de fundo que as organizações sindicais mantêm sobre:
•o actual Estatuto da Carreira Docente, designadamente quanto ao ingresso na profissão e à divisão dos docentes em “professores” e “titulares”, agravada por um concurso de acesso sujeito a cotas e com regras injustas e inaceitáveis;
•o modelo de avaliação do desempenho que se considera injusto, burocrático, incoerente, desadequado e inaplicável, devendo ser alterado no final do ano lectivo de 2008/2009.
•um modelo de direcção e gestão escolar que não reforça a autonomia, antes a cerceia;
•a nova legislação sobre Educação Especial, que põe em causa princípios fundamentais da Escola Inclusiva;
•um conjunto grande de medidas que tem vindo a desvalorizar a Escola Pública e não dignifica o exercício da profissão docente.
http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=314&doc=3334
Julho 31, 2011 at 11:22 pm
Houve progressões em 2010?
Não foi só em casos muito especiais. Não estivemos congelados?
Julho 31, 2011 at 11:24 pm
#2,
Não, São Mário fez o milagre da multiplicação das progressões!
Graças ao acordo.
Não há um pinto de vergonha.
MILHARES de progressões graças ao “acordo”?
Já percebo porque alguns ficam a bater-se sozinhos em certas batalhas.
Com o 75/2008 foi a mesma coisa.
Isto é VERGONHOSO.
Julho 31, 2011 at 11:26 pm
Agora já há quem recupere como bom o “Memorando do Entendimento”.
VERGONHOSO!
Julho 31, 2011 at 11:28 pm
Os demagogos são mesmo incorrigíveis.
Deturpam o que não lhes convém e aplicam a máxima celebrizada por Pimenta Machado – o que hoje é verdade amanhã é mentira.
A propósito, não há um remoque pela falta de bolachinhas para o ministro? Ao menos o ARF era mais hospitaleiro do que o MRS
Julho 31, 2011 at 11:37 pm
Dos 50 da minha escola, progrediram dois. Ora bem, 4% de 140.ooo perfaz milhares (que tenham sido, três ou quatro ou cinco milhares, já lhe dá o direito de…)
Vá lá MN, como já o defendi das insinuações do PG, veja lá se encaminha bem o NC…
Julho 31, 2011 at 11:37 pm
Beneficiaram alguns do 245 que fizeram 6 anos de serviço entre Junho e Dezembro de 2010 (não sei se serão mais de quinhentos) e alguns do indíce 299 que entretanto não tinham subido a titulares (de certeza que menos de quinhentos).
Muitos do 245 com mais de 4 e menos de 5 que subiram ao 272 e ultrapassaram os do 245 com mais de 5 e menos de 6.
É possível que tenham subido aproximadamente 2 mil docentes com o acordo.
Mas é possível que este número seja em exagero.
Julho 31, 2011 at 11:38 pm
sido (sem vírgula)
Julho 31, 2011 at 11:45 pm
Plural de “milhar” = 2000.
Pronto.
Melhor… a partir de 1001 já entrámos no 2º milhar.
Só verdades…
Julho 31, 2011 at 11:57 pm
#7
Calhou-me essa sorte . A de ser ultrapassada! Quem sabe um dia o tribunal me venha a dar razão! Será??!!
Julho 31, 2011 at 11:57 pm
Alguém me explica o porque de ao ler as declarações do Mira Amaral as ter confundido com as do Mário Nogueira???
Julho 31, 2011 at 11:59 pm
Estou mesmo baralhado li a entrevista sobre a compra do BPN e a seguir a do Mário Nogueira… baralhei tudo… será por serem sérios os dois? Claro que sim!
Agosto 1, 2011 at 12:06 am
Então um tipo não concorda com uma série de pontos do memorando, entendimento, acordo ou o raio que os parta, e vai assinar o documento?
E dp vem argumentar com a defesa de uns quantos, sempre uma parte mínima do grosso da coluna?
Sobretudo, gosto imeeeeeenso da última frase: «Agora a situação é completamente diferente.» Então não estamos todos a ver que sim? E, deduzo, é diferente para pior.
Ó Marinho, vai-te catar!
Que grande diferença entre estes caramelos e um sujeito como o líder da CGTP (imperdoável: esqueci-me do nome): conhece a matéria de que fala, sabe argumentar e distanciou-se, claramente, do partido em que vota. Ou seja, evoluiu… Há outros que ainda estão acorrentados..
Agosto 1, 2011 at 12:07 am
O acordo não foi sobre avaliação, mas sobre carreiras?
Não era para ser um acordo global? Não foi sobre avaliação porque não se importaram muito. Aliás, também foi sobre avaliação. A Fenprof legitimou a coisa concordando que os muito bons e excelentes obtivessem vantagem na progressão ao último (novo) escalão. Não me afectou pessoalmente mas considero que foi uma traição aos princípios e à luta desenvolvida contra a entrega de ojectivos individuais e contra a avaliação no seu todo.
Agosto 1, 2011 at 12:11 am
Curioso que agora ninguém fale da questão dos titulares que era a grande moda da altura.
Não teria sido por isso também que…..???
Muita gente tem de fazer mea culpa.
Agosto 1, 2011 at 12:17 am
É mesmo para ficar baralhado!
http://economico.sapo.pt/noticias/venda-do-bpn-ao-bic-e-uma-catastrofe-para-as-contas-publicas_123781.html
O PP foi a Angola suplicar isto. No último dia, estes fazem o favor de comprar em saldo.
E ainda assim, os angolanos acham que só a Galp é que interessante.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2011/6/30/Economista-aconselha-inteligencia-sem-euforia-compra-empresas-portuguesas,88d54cae-6e41-4f62-b1c1-97ef466d37f2.html
Agosto 1, 2011 at 12:18 am
#15,
Correcção: eu falei dos titulares em post abaixo.
Acho que deveriam voltar, assim como o 1º modelo de ADD da Maria de Lurdes Rodrigues.
Falo a sério.
Lamento o tempo que perdi aqui e não só a ser contra tudo isso.
Já o sabia na altura, mas agora confirmei que há um lote de militantes de coisa nenhuma, menos que seja contra.
Organizem-se.
Tanto génio a detectar erros e tão poucos a propor seja o que for na base do “sou professor, não é esse o meu papel.”.
BULLSHIT, mas com muita SHIT.
Agosto 1, 2011 at 12:25 am
Agora tenho eu um ponto muito importante a colocar: se o acordo era sobre carreiras o que previram para os ex-titulares (sim, nem todos se reformaram ou já faleceram!!) que estiveram impedidos de concorrer no último concurso e foram ultrapassados por colegas com menor graduação que assim ocuparam lugares de quadro a que nunca teriam chegado de outra forma. Convivo com muitos que honestamente o afirmam.
Embora tenha sido sempre contra a divisão em titulares e não titulares o que é certo é que os primeiros foram irremediavelmente prejudicados por pertencerem a uma suposta “categoria superior” criada pelo próprio ME. O que fizeram os sindicatos? Não se lembraram, apesar dos telefonemas ou pensaram que já estariamos todos com os “pés para a reforma”?
Agosto 1, 2011 at 12:28 am
#17 “BULLSHIT, mas com muita SHIT.” mesmo
Só interessa mesmo a “vidinha”. Algum pensamento mais “descentrado” é demasiado esforço!
Agosto 1, 2011 at 12:54 am
O Sindicalismo é isto?
Ainda há quem continue a sustentar estas traições?
Os professores que foram a Lisboa manifestar-se foram para apoiar este tipo de negociações?
Negociaram as carreiras de quem?
QUE VERGONHA!!!
Agosto 1, 2011 at 12:58 am
Gostaria de alertar os professores para esta situação: no que respeita à proposta do novo modelo de avaliação, em que o avaliador deverá ser aquele que se encontra nos escalões mais avançados, isso não é suficiente pois há professores que embora pertençam ao índice 340, não têm licenciatura, como tal irão avaliar colegas licenciados
Agosto 1, 2011 at 1:16 am
Há que colocar tudo a zeros, e depois reposicionar toda a gente. A não ser assim, a paz não vai regressar às escolas.
Terá que existir novo ECD como novos horários de trabalho e novo modelo de avaliação.
Todos terão que ser novamente reposicionados, com base no único critério aceitável, tempo de serviço.
E há que simplificar tudo, mesmo tudo.
Proponho apenas 5 escalões com índices do género, 100, 125, 150, 175 e 200.
Montante a auferir em cada escalão:
índice 100 – 1250 Euros
índice 200 – 2500 Euros (apenas para cargos de chefia)
Reposicionamento, pelo tempo de serviço, do seguinte modo
até 8 anos: índice 100
até 12 anos: índice 125
até 18 anos: índice 150
até 25 anos: índice 175
após 25 anos e no exercício de cargos de chefia : índice 200
Os professores contratos, quando integrados na carreira teriam contagem integral do tempo de serviço e seriam desta forma devidamente reposicionados.
Horário de trabalho: 20 horas lectivas, ou seja 20 aulas de 50 minutos, havendo lugar a uma reformulção completa das cargas horárias das disciplinas, ou seja tudo passava a ser contabilzado em horas.
Fim dos tempos de escola e afins, tudo abatia à componente lectiva das 20 horas, DTs, Coordenadores de DEP, aulas de apoio, etc.
Manutenção da redução do artigo 79, mas apenas até Às 16 horas.
Ou seja algo do género:
até 20 anos de serviço: 0 horas de redução
até 20 anos de serviço: 2 horas de redução, se idade superior a 52 anos
aos 25 anos de serviço: 2 horas de redução
aos 30 anos de serviço: 4 horas de redução.
As horas de redução, poderiam ser utilizadas como actualmente acontece para cargos, não para aulas, a não ser com a concordância do próprio.
ECD: apenas e só um relatório de auto-avaliação no momento de mudança de escalão, sendo a avaliação validada pelo Director da Escola e por uma comissão paritária, em moldes a definir.
Tudo resumido: simplificar, simplificar, clarificar, pacificar, reduzir e poupar! Ensinar mais com menos!
LC
Agosto 1, 2011 at 1:24 am
Não me custa admitir, à posteriori, e também já o fiz várias vezes, que o acordo de Janeiro de 2010 foi um mau acordo.
No fundo trocou-se a aplicação da ADD, na versão Alçada/Ventura, por uma nova estrutura de carreira que, acabando com os titulares, permitia, pelo menos teoricamente, a progressão de todos até ao topo.
Claro que passado pouco tempo veio de novo o congelamento e ficámos com uma péssima ADD e sem as progressões antes prometidas.
Houve aqui dois erros de fundo da Fenprof. Um foi negociar como se o estivesse a fazer com pessoas sérias, capazes de honrarem os seus compromissos. Não era o caso do Socratino, aldrabão e vingativo, e que claramente deu ordens para ceder no que sabia que não era para cumprir. O outro erro foi querer salvaguardar uma falsa imagem de unidade sindical, que a certa altura terá condicionado a assinar, porque os outros assinariam de certeza…
Há ainda um terceiro erro, decorrente dos outros dois: não tendo conseguido acabar com a actual ADD, deveriam ter exigido que os resultados não produzissem efeitos nos concursos e ao menos isso ficasse no texto do acordo.
Dito isto tudo, podemos perguntar: então porque assinaram? Não sei a resposta toda, mas há factores condicionantes que se podem apontar: os professores queriam um acordo e a disponibilidade que mostravam para voltar às reuniões e manifestações era escassa. No rescaldo das eleições, havia aquela ideia de que os problemas se podiam resolver politicamente. Pensava-se que, com a perda da maioria absoluta, os socratinos teriam amansado… Foi engano, conforme se viu…
Agosto 1, 2011 at 1:32 am
Carlos Costa, #21
Sou licenciado e mestre. Preferia ser avaliado por uma pessoa séria com experiência e bacharel do que por um licenciado mesquinho com mania de grandeza.
Afinal é para se fazer ou para fazer de conta????
Tenho dito!…. A bem da máxima Guinotiana do dia: “Estilhaçar o que há para estilhaçar!”
Agosto 1, 2011 at 1:37 am
#24
Antes de o avaliador o avaliar a si, já está a avaliá-lo a ele da pior forma, fazendo juízos de valor sobre a pessoa. Um é “sério”, talvez sisudo, o outro é mesquinho…
Agosto 1, 2011 at 1:46 am
#25
Eu tenho noção do que escrevi e do extremo a que levei a comparação. Mas repare, não fui eu que comecei a fazer juízos de valor sobre um hipotético avaliador. O Carlos Costa é que se deu ao trabalho de “alertar” que há a possibilidade de um não-licenciado avaliar um licenciado.
Existe neste alerta um juízo de valor implícito, não existe? Com tanto fundamento como o meu disparate.
Agosto 1, 2011 at 9:14 am
#24,
Agradeço que se deixe de máximas e mínimas.
Pelos seus comentários já percebi que se acha o máximo.
Logo… deixe-me os miolinhos em paz, certo?
Agosto 1, 2011 at 9:27 am
Quanto ao sindicalismo é urgente repensar toda a filosofia e consequente actuação à luz dos novos problemas que o Mundo apresenta.
As fórmulas herdadas dos sécs. XIX e XX já não servem mais. Fizeram o seu melhor para aquele tempo, para aquelas sociedades e para os problemas de então.
TODAS as lideranças sindicais teriam muito mais confiança das bases se conseguissem desligar-se dos interesses partidários e respectiva agenda.
Se assim não for, (refundação do sindicalismo e alteração da mentalidade nos órgãos dirigentes), dada a incapacidade de adaptação dos partidos tradicionais à realidade, todos os que andam nas suas esferas de influência acabaram por ser irremediavelmente afectados.
Os actuais movimentos sociais tendem a não “encaixar” nos modelos clássicos de organização partidária, sindical e associativa. Compete a estas organizações reformarem-se no sentido de acolher a novidade.
Agosto 1, 2011 at 9:35 am
Ver o Paulo Guinote a ter saudades da Maria de Lurdes Rodrigues faz-me sorrir.
Eu bem avisava que ainda iam ter saudades da senhora!
Agosto 1, 2011 at 9:35 am
Ver # 17
Agosto 1, 2011 at 10:24 am
“…nem se percebe como se pode afirmar que serão salvaguardados os direitos dos que contestaram o modelo e, por essa razão, recusaram submeter-se ao chamado “modelo completo” …”
Pois é…
Agosto 1, 2011 at 11:43 am
Será que os anti-fenprof ainda não leram o # 23?
Como não serão dos que metem o rabinho entre as pernas, hão-de vir rebater…
Sinceramente, espero que depois de escaldadas, as organizações sindicais não voltem a cair no logro das falinhas mansas, agora no masculino… dos que dizem uma coisa na oposição e fazem outra quando no poder… dos que tendo consciência do lado kafkiano da coisa, a deixam prosseguir pelo ano lectivo seguinte, com fundamentação perfeitamente abjecta.
Agosto 1, 2011 at 12:01 pm
#18
Isso é tudo verdade, mas repare que também houve titulares que beneficiaram no concurso que era apenas deles. Quem não era titular também foi ultrapassadíssimo por quem o era.Certo?
Aconteceu a quem estava no lugar certo à hora certa … Conheço vários. E agora vamos desfazer o que foi feito? Como? Tanta asneira!
Agosto 1, 2011 at 12:05 pm
#29 Já muitos têm saudades dela e do “zé” não me espanta nada… ou melhor não esperava que fosse tão rápido….
Agosto 1, 2011 at 12:16 pm
#29,
Talvez fosse melhor ver se o seu detector de ironia não avariou.
#32,
Estou cansado de quem assume culpas por quem não as assumiu.
Eu é que certamente não darei qualquer benefício da dúvida a quem, por duas vezes, assinou papelinhos por sopros no ouvido e seduções de vizinhança político-partidária.
Agosto 1, 2011 at 12:30 pm
Dizer que foi graças ao Acordo que milhares de professores progrediram é vergonhoso.
Indigno de um representante sindical… a não ser que ele considere todos os professores uns mentecaptos como o José Vassalo Vargas.
Mas é interessante esta questão das quotas… e ver como as pessoas mudam com o tempo.
Recordando ao Vassalo-Vargas e ao chico-esperto… novamente:
Pergunta: “Ganhámos a divisão em titulares, perdemos a ADD, que continua uma palhaçada e poderá cair de podre, mantivemos vagas e QUOTAS, enfim, para quem não é jornalista, mas prof e está “lá dentro” todos os dias e sabe como as coisas se passam, como pode ser expectável que alguém levante o luto e a luta contra o “ECD do ME”?”
Mário Nogueira : “As QUOTAS são de uma Lei da Assembleia da República (que contém o SIADAP) e que, por força da lei, fazem parte do ECD. Perante a impossibilidade de as eliminarmos (por decreto seria ilegal) tentámos atenuar os seus efeitos e ACHO QUE FOMOS BEM SUCEDIDOS.”
http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_4412/Doc/FENPROF_4412.pdf
….
Interessante também verificar como as quotas não foram motivo de desagrado, na altura do famoso Acordo, para o mesmo chico:
“Comecemos então pelo que me desagrada:
- Desde logo que Pinto de Sousa consiga aparecer associado a uma vitória e a uma boa prestação da ministra Isabel Alçada e, sobretudo, do secretário de Estado Alexandre Ventura. Obviamente que preferia vê-lo cabisbaixo a lamentar-se no regaço da futura presidente da FLAD, que apesar da recompensa é, em face do acordo assinado, a maior derrotada politicamente;
- Também me desagrada que o modelo de avaliação seja demasiado semelhante ao simplex, contra o qual estive ao lado de muitos milhares de colegas professores;
- E desagrada-me ainda que tenha aumentado o tempo necessário para chegar ao escalão salarial mais elevado.”
http://fjsantos.wordpress.com/2010/01/09/acordo-de-soma-positiva/
…
É caso para perguntar: E as quotas, chico?
- Nessa altura eram boas, más ou assim-assim?
…
…