This Is Your Brain on Summer
THE American ideal of lazy summers filled with fun has an unintended consequence: If students are not engaged in learning over the summer, they lose skills in math and reading. Summers off are one of the most important, yet least acknowledged, causes of underachievement in our schools.
Julho 31, 2011
Julho 31, 2011 at 10:52 pm
Mau! Com a malta fixada nas nobidades dos estates, ainda acabam com as férias dos profes (afinal os gajos não fazem nada durante o ano, por isso não precisam de férias) e põem os alunos nas escolas durante o verão para a malta não perder as suas skills in math and reading (e rentabilizam os espaços – rentabilizar é uma coisa que o nosso novo ministro gosta muito, é muito disso dos números e tal).
Julho 31, 2011 at 10:56 pm
Afinal o culpado do insucesso escolar é o Verão!
Julho 31, 2011 at 10:56 pm
O ano passado, por esta altura, falava-se aqui em “desvinculação cognitiva”.
Lembram-se?
Julho 31, 2011 at 10:58 pm
#3,
Tratar-se-á, então, de uma desvinculação cognitiva estival. Boa! Bora fazer uma tese sobre isto.
Julho 31, 2011 at 11:05 pm
#4, de quem era a expressão “desvinculação cognitiva”?
Julho 31, 2011 at 11:09 pm
#5,
Não me lembro de quem era a expressão. Não seria do que bifou os gravadores?
Entretanto fui ler o artigo e fiquei abismado e com uma dúvida: como é que se avalia que um aluno perdeu dois meses de capacidade de leitura e um mês de capacidade de cálculo? Pessoal, comparado com o economês pedagógico, o eduquês é uma brincadeira de crianças amadoras.
Agora já estão a ver para onde vamos com a accountability e algum do discurso do Ministro?
Julho 31, 2011 at 11:19 pm
Escrito no telemóvel : Nuno Crato responde a perguntas na tvi http://www.ensinobasico.com/blogue/1178-nuno-crato-responde-a-perguntas-na-tvi
Julho 31, 2011 at 11:53 pm
Quem quiser ler o relatório da RAND Corporation sobre o assunto pode encontrá-lo aqui.
Julho 31, 2011 at 11:58 pm
Estava a ler o excerto em destaque e a lembrar-me do velho Piaget que se aprendia no estágio ou na profissionalização. Um aluno progredia alcançando sucessivas competências e já não voltava para trás. Fez uma vez, está aprendido, está sabido, passa à frente.
A mim aquilo sempre me fez um bocado de confusão. Há aquele exemplo clássico do andar de bicicleta, que pode levar algum tempo a aprender mas depois já não se esquece. Mas há outros conhecimentos e competências que, se não forem utilizados ou treinados, acabam mesmo por ir desaparecendo. Mesmo que a aprendizagem tenha sido bem feita, envolvendo compreensão e não apenas memorização…
Agosto 1, 2011 at 12:02 am
Estas teorias da educação passam como as modas: o que hoje é o máximo amanhã está ultrapassado, ou seja , o que equivale a que o que hoje é verdade, amanhã deixou de o ser.