Junho 2011


Michael Gove’s call for parents to break strike provokes union fury

Education secretary accuses unions of militant strike action as Vince Cable intervenes over ‘war-like rhetoric’,

Uma espécie de Maria de Lurdes, mas parece que sem Albino.

If Greece goes…

The opportunity for Europe’s leaders to avoid disaster is shrinking fast

  • Antes de mais, serviu para arrumar papelada desavinda, o que é sempre milagre por estas bandas.
  • Em seguida, percebi que fiz demasiada coisa no ano civil de 2010 (ou então o monte de coisas desse ano está mais à mão de semear), nem sei bem onde andava com a cabeça.
  • Por fim, acho que isto não serve para nada de relevante, fora o acima exposto, mas sempre dá para actualizar um potencial currículo, em caso de futura acl.

Relator amigo, amanhã vais levar comigo!

:evil:

E do velho, nascerá novo?

Há mais pais de crianças do pré-escolar a inscreverem os filhos nas escolas públicas

Fuga do privado? Grandes colégios de Lisboa e Porto “estão lotados”

Escolas públicas com mais procura

Agradecendo a referência ao César Ferreira:

Perfil

Mário Soares diz que candidatura de Nobre “não fazia sentido”

Mário Soares considerou hoje que a candidatura de Fernando Nobre à presidência da Assembleia da República (AR) “não fazia sentido” e manifestou-se “muito satisfeito” com a eleição de Assunção Esteves para o cargo.

Agora que o hype em torno do Bloco está em erosão?

Alternativa de esquerda quer ir a votos para governar

Renovadores comunistas, socialistas insatisfeitos, movimentos de esquerda, geração à rasca. Juntar a esquerda, mas para governar e não para protestar.

Em vez de comícios, acampamentos?

Aviso à navegação: não tenho interesse em nada que se assuma na base do fundamentalismo vegan.

«O PS tem de ser refundado de alguma maneira»

Histórico socialista diz que não toma partido por nenhum dos candidatos, na corrida à liderança do partido

Mário Soares defendeu, este sábado, em Arcos de Valdevez, que o Partido Socialista «tem de ser refundado» e «ter política a sério».

«O PS tem de ser refundado de alguma maneira, tem de ser melhorado, tem de discutir política a sério e tem de ter política a sério e grandes ideias para o futuro», afirmou Mário Soares.

Haverá paciência para ouvir ou ler Mário Soares, como se não tivesse sido ele um dos coveiros activos no progressivo afundamento e descredibilização do partido que fundou e quase afundou, devido aos seus joguinhos pessoais de poder?

Linda Martini, Juventude Sónica

Cartoons de Aislin, Nate Beeler e Vic Harville

Secretários de Estado tomam posse terça-feira

Querem uma pista? Ou esperam pela surprise?

:P

Não deixa de ser curioso que gente que elogiou o programa da troika, feito em poucas semanas por um grupo de estrangeiros caídos por aqui, agora se retorça porque a pasta da Economia vai para alguém que tem estudado lá fora, mesmo tendo sucessivos estudos sobre Portugal.

Com jeitinho, na rede ainda se apanha algum dos que, em tempos, defendiam António Borges para ministro das Finanças só porque tinha um cargo numa empresa financeira americana, daquelas que se enredaram em coisas tóxicas.

(o mesmo vale para internacionalistas cujas fórmulas de desenvolvimento económico se baseiam em referências com 150 anos de um tipo alemão que nunca tinha ouvido falar em telefones…)

… de tão fácil. Mordem(-se) logo.

Questões colocadas pela jornalista Isabel Leiria e respondidas por mail.

O discurso de Nuno Crato sobre a avaliação, o facilistimo, a autonomia das escolas é conhecido. Acha que terá condições/apoio político para fazer grandes mudanças no sistema? Em que áreas será mais fácil/mais provável que mexa?

Nuno Crato é uma personalidade com posições bem conhecidas sobre o sistema de ensino, o que provoca reacções naturais de forte apoio ou crítica. Mais do que tentar fazer grandes mudanças no sistema, em pouco tempo, deve tentar lançar as bases para uma reconfiguração desse sistema a médio prazo. Há reformas que devem ser pensadas a dois mandatos, ao contrário do que se passou no passado recente, em que tudo tinha de mudar em dois anos.
O apoio político depende de muitas circunstâncias, mas acredito que a sua escolha indicia que o actual primeiro-ministro e a maioria que suporta o Governo assumiu uma postura clara em relação à Educação, pelo que seria estranho que não apoiasse um ministro que até tem bastante apoio e expectativa no seio da classe docente.Claro que se antevê, desde já, uma coligação negativa, que une alguns dos teorizadores educacionais ligados a alguma esquerda herdeira das teorias dos anos 60 e 70 e a um certo sindicalismo desligado do quotidiano das escolas.É de esperar que mexa na avaliação a todos os níveis, desde a dos alunos à das escolas, passando pelos professores, esperando-se que o faça de forma integrada e gradual.
Também é de esperar que, por fim, se faça uma reforma curricular a sério no Ensino Básico.

Por agora, Nuno Crato parece contar com o apoio da maioria dos professores. Mas não é certo que quando mexer no dossier da avaliação dos professores tal se mantenha. Como perspetiva a relação de Nuno Crato com a classe docente?

Neste momento, Nuno Crato dispõe de um crédito favorável bastante alargado, apesar de alguns nichos que lhe são irredutivelmente contrários, mesmo que ele criasse o paraíso na terra.
Quanto tocar na questão da avaliação dos professores, tornar-se-á então muito clara a distinção entre aqueles que não querem qualquer avaliação, ou que a querem meramente cosmética (e aí teremos a aliança dos anti-tudo e os que queriam uma avaliação meramente instrumental  para cortar a progressão na carreira) e quem está interessado numa avaliação do desempenho adequada aos tempos que vivemos, responsabilizadora, integrada na avaliação das escolas e dos alunos, e não baseada na representação administrativa do desempenho.

Nesse momento, sim, haverá um forte debate na classe docente, em que o unanimismo quase geral gerado entre 2005 e 2009 desaparecerá.

Na sua opinião, quais as áreas que mereciam intervenção prioritária?

A área de intervenção prioritária deveria ser a reforma curricular do Ensino Básico e uma reconfiguração dos ciclos de escolaridade que, na minha opinião, deveria levar à fusão entre o 2º e 3º ciclo, com a consequente adaptação e modernização dos programas disciplinares.
Isto passa, naturalmente, por uma revisão da Lei de Bases.

Em seguida, deveria ser feita uma reflexão, decorrente de uma avaliação não ideológica ou economicista, do processo de concentração escolar que está em curso e que, a médio prazo, se perceberá estar a ser feita de modo pouco criterioso ou com vantagens para as aprendizagens dos alunos.
Ao mesmo tempo, deveria considerar-se a flexibilização do modelo de gestão, voltando a contemplar a possibilidade de lideranças colegiais.

Por fim, deverá ser desenhado um modelo integrado de avaliação do desempenho dos alunos, professores e escolas que, com as devidas contextualizações e ponderações, terminasse um ciclo infeliz em que a avaliação do desempenho docente foi um mero instrumento de estrangulamento da progressão na carreira e um argumento político demagógico.

… a publicação, hoje, na página 34, do estatuto editorial do Expresso. O ponto 7, por exemplo, ajuda bastante a perceber o apagão da publicação dos materiais da Wikileaks. A bem do interesse nacional, esse conceito estratégico.

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