Há o claro incumprimento de uma promessa pré-eleitoral. Que foi bem explícita. O crédito de confiança atribuído por muitos professores a este Governo vai esboroar-se e o muito crédito atribuído a Nuno Crato corre o risco de não durar até ao fim da primeira semana de governação.
O que foi prometido, foi a mudança de modelo de avaliação, não mais um remendo numa coisa já mais do que enxertada.
Ou é explicado com clareza o que se pretende fazer, ou começamos com dois pés esquerdos e a luta continua.
Junho 28, 2011 at 6:22 pm
Lá tenho que ir buscar a bandeira. Podem ter a certeza de que, desta vez, não me limito a agitá-la.
Junho 28, 2011 at 6:24 pm
Mas é que eu já estou tão cansada!
Preciso das energias para outras coisas bem mais úteis…
Junho 28, 2011 at 6:25 pm
Começa a complicar-se a crença em gente tida como séria…
Junho 28, 2011 at 6:26 pm
#2
Faz como eu, coloca um penico na cabeça… e uma espada na mão.
Junho 28, 2011 at 6:26 pm
Qualquer dia hão-de querer professores e não os terão! Enfartei!!! Vão todos dar uma grande volta!!!
Junho 28, 2011 at 6:28 pm
Se não fizerem o que prometeram não estão lá nem dois anos.
Tenho dito.
Junho 28, 2011 at 6:29 pm
#4
Achas?!
Depois ficava como tu: com as ideias impregnadas.
(não me spames, não me spames…olha que me dou mal com a rejeição…)
Junho 28, 2011 at 6:29 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2011/06/28/jimi-hendrix-all-along-the-watchtower-excelente-musica-e-letra-there-must-be-some-kind-of-way-out-of-here-said-the-joker-to-the-thief-there%E2%80%99s-too-much-confusion-i-can%E2%80%99t-get-no-rel/
Cantem esta música a letra anima…
Junho 28, 2011 at 6:30 pm
Uffff…não me spamou.
Junho 28, 2011 at 6:30 pm
ENFIM..
http://bulimunda.wordpress.com/2011/06/28/um-simbolo-contem-uma-verdade-e-uma-inverdade-indestrincaveis-para-o-sentimento/
Junho 28, 2011 at 6:31 pm
#7
Eu não, costumo lutar.
Junho 28, 2011 at 6:31 pm
Talvez nos estejamos a precipitar…aguardemos as declarações do prof. dr. NC.
Junho 28, 2011 at 6:32 pm
QUATRO ANOS TALVEZ DUREM..MAS ATENÇÃO AO ESCARIOTE DA COLIGAÇÃO…LÁ PARA 2013 FINAIS VÃO COMEÇAR AS TRICAS…Municipais e Europeias…
Junho 28, 2011 at 6:32 pm
#3,
Também pensava que eram sérios os que “acordaram” coisas que prometeram não acordar.
Junho 28, 2011 at 6:33 pm
#12
Gostaria que nos estivessemos a precipitar.
Mas por que é que estes tipos quando chegam ao governo começam logo a fazer malabarismos com a língua?
Junho 28, 2011 at 6:34 pm
Percebo, embora esteja contra, que não suspendam de imediato, dado que o ciclo terminou. Há relatórios entregues, há aulas assistidas, há trabalho que talvez não queira dizer nada mas que bem ou mal foi feito.
Ainda hoje, colegas contratados me diziam que depois de todo o trabalho que tiveram, nem queriam admitir que fosse trabalho desperdiçado.
Ok. O ciclo está terminado, suspender para quê? Agora os efeitos desta avaliação nos concursos, já que as progressões estão congeladas, deveriam ser anulados.
Cada um ficava com o EXCELENTE, MBOM ou bonzinho para exibir futuramente. E mais nada.
A partir de Setembro, vida nova. Nem me passa pela cabeça que Nuno Crato pegue neste modelo para o reformar. Tudo está mal neste modelo, portanto não tem remendo possível.
Caso contrário, temos o burro nas couves e vamos para a luta!
Junho 28, 2011 at 6:34 pm
Já estou a começar a ficar arrependido… mais um voto perdido! Como é possível eu cair duas vezes nas promessas dos politicos.
Junho 28, 2011 at 6:34 pm
E POR ISSO EU ADMIRO OS GREGOS CADA VEZ MAIS…PODEM NÃO VIR A OBTER QUASE NADA OU NADA MAS MORREM DE PÉ….ENQUANTO NÓS MORREMOS AGACHADOS…MOVIMENTO DO NÃO PAGAMOS…
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=454498&headline=20&t=Gregos-protestam-recusando-se-a-pagar-servicos.rtp&tm=7&visual=9
Junho 28, 2011 at 6:36 pm
#12
O Crato perdeu o pio.
Junho 28, 2011 at 6:37 pm
http://educar.wordpress.com/2011/06/21/mais-do-que-a-tomada-de-posso-do-novo-governo/#comment-585779
Junho 28, 2011 at 6:37 pm
#16
Acha, então, que esta ADD foi justa?
Junho 28, 2011 at 6:37 pm
# 18 Bulimundo
Tens carradas de razão.
Mas o homem prometeu tanto que acabou por cair na mentira.
Junho 28, 2011 at 6:38 pm
E ainda se admiram que se vote em branco ou não se vá votar…
Junho 28, 2011 at 6:40 pm
Se não fizerem o que prometeram nunca mais votarei no PSD.
Junho 28, 2011 at 6:41 pm
Hoje vai ser um pratinho para os comentadores e analistas e tal, para o Nuno Crato saber como é…
Junho 28, 2011 at 6:41 pm
Como nunca votei PS e estou muito longe das ideologias de esquerda, não voltarei a votar.
Junho 28, 2011 at 6:42 pm
Parece-me que estamos a comentar títulos e destaques dos e-media baseados numa leitura apressada do programa de governo (que não é nada claro em matéria de ADD… e em muitas outras).
Do Nuno Crato, só ouvi que remeteu para… o programa de governo.
O novo ministro tem uma péssima opinião dos professores e não vai facilitar. Desconfio que vai mesmo simplificar a ADD reforçando apenas os poderes dos directores. A confirmarem-se as suspeitas, venha a luta! Há muito que isto anda demasiado morno e pastoso
Junho 28, 2011 at 6:43 pm
Pois é tolL..mas ressalve-se que eu disse que até ao final da semana que vem espero ouvir algo de concreto sobre a avaliação…caso contrário depreendo que as intenções antes das eleições não passavam de cenouras para burros cegos..a ver vamos…de qualquer modo dou um ano de estado de graça a este governo…já que com o chifrudo levamos 6 é de bom tom dar um ano a este governo…em Setembro do ano que vem cá estaremos par ver algo de novo ou não..mas tenho duvidas…muitas…
Junho 28, 2011 at 6:44 pm
#18,
Não dei por gregos a morrer, Buli.
A sério.
Junho 28, 2011 at 6:44 pm
Raios partam o Youtube
Vai ser giro isto, vai vai…
Junho 28, 2011 at 6:46 pm
Correcção:
Num comentário feito aqui há 10 dias errei na previsão:
“Os que hoje aplaudem a escolha de Nuno Crato, quando em Setembro forem confrontados com a dura realidade, vão torcer a orelha e não cairá pinga de sangue.”
http://educar.wordpress.com/2011/06/17/um-governo-jovem/#comment-583122
Junho 28, 2011 at 6:46 pm
# 28 Bulimundo
Dás um ano de graça. Porquê? Algum motivo especial depois de leres o programa de governo para a educação e de ter lido que a ADD não vai ser suspensa?
Algum motivo especial?
Junho 28, 2011 at 6:47 pm
Excreve, e muito bem, o nosso sempre certeiro colega Mário Carneiro, a quem envio um abraço:
“os dezoito governadores civis tiveram de ser imediatamente exonerados, porque a situação deles não podia ser mais adiada, todavia, os 150 mil professores podem esperar, porque a situação em que se encontram (a suportar o tal «processo kafkiano») não obriga a pressa para ser resolvida.
Há três meses revogou-se à pressa, agora não há pressa em revogar.”
Link para o post completo:
http://oestadodaeducacao.blogspot.com/2011/06/da-urgentissima-revogacao-intemporal.html
Junho 28, 2011 at 6:47 pm
E eu volto a lembrar…
Junho 28, 2011 at 6:48 pm
Auuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!
Junho 28, 2011 at 6:48 pm
…para que eles não se esqueçam que temos memória…
Junho 28, 2011 at 6:48 pm
Nenhuma confiança no governo da “troika” financeira!
Na sequência da reprovação pela oposição no parlamento do quarto Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC 4), o governo demitiu-se e realizaram-se eleições legislativas a 5 de junho.
Porém, antes de se afastar de funções e passadas três décadas depois do fim da crise revolucionária gerada pelo 25 de Abril, o inapto governo PS submeteu de novo o país, como há trinta anos, à iníqua interferência do FMI, que nos próximos anos vai determinar a forma como nós, os cidadãos, continuaremos a pagar a dívida contraída pela desastrosa governação, para a qual em nada contribuímos.
Pelo meio ficam o golpe militar contrarrevolucionário do 25 de Novembro, a entrada na CE com promessas e miragens de bem-estar, uma sucessão de governos revanchistas e neoliberais, um desenvolvimento em que, por determinação da Europa rica, foram destruídas a agricultura, as indústrias e quase todas as fontes de produto nacional potencialmente geradoras de autonomia económica. À laia de sobras, temos um resíduo de decepções, desistências e conformação dos trabalhadores a este estado de coisas.
Foi assim que se aninharam na orla do regime os sindicatos inertes e dóceis que temos hoje, os partidos de oposição que desistiram de resistir e se entregaram à colaboração, as novas camadas da pequena-burguesia que, com o seu enorme peso social, marcam negativamente a paisagem ideológica das classes exploradas com o seu espírito timorato, inimigo da mudança e, na sua ânsia de imitar as classes de cima, pregam sempre a busca da moderação e procuram o ascenso social a todo o custo.
Cravos de Abril murchos
O pulsar dos que estão em posição dominante e têm acesso aos mecanismos do poder para se apossarem de bens e riqueza disponíveis e ao seu alcance tem vido a ser assumida sem complexos, ao longo dos últimos anos, como uma espécie de direito de pernada, posse legítima, pecado menor, justo privilégio que entre pares se discute abertamente para determinar conveniências, procedimentos, partilhas e parcerias. Ao mesmo tempo, entre os de baixo aceita-se como inevitável tributo ao qual fechamos os olhos por ser inerente à função exercida e socialmente aceite.
Assim temos que parte apreciável dos recursos do Estado é apropriada sem escrúpulos e sem critérios razoáveis, e desviada para fins particulares ou corporativos que nada têm a ver com o bem comum, muito pelo contrário.
A crise global em curso faz desfilar diante de nós os emprestadores e os seus juros, os bancos e a sua arrogância, as agências de rating e as suas manhosas e manipuladas penalizações, a falta de investidores, a incompetência de patrões e gestores, a ganância de empresários de vistas curtas e outros percalços típicos destas conjunturas de crise tem servido de pretexto ao governo e aos partidos implicados na governação, coniventes ou aspirantes a ela, para transferirem as suas responsabilidades e procurar refazer a sua imagem no momento em que se aproximavam eleições.
A guerra em curso entre as diversas facções, das quais se destacam as facções PS-PSD atirando uma contra a outra as pedras da responsabilização alheia pela crise que ambos, umas vezes em conluio, outras em rivalidade, agravaram, são bem reveladoras da sucessão de negociatas e desentendimentos com que são abordados os negócios nas mais altas esferas do Estado. Sem a mínima consideração pelos que em última análise serão vítimas insuspeitas dos desatinos inconsequentes da luta pelo poder, estes senhorzin hos que se julgam acima da lei e do imperativo de fidelidade às promessas com que se guindaram a altas posições nem se apercebem da situação que estão a criar. Insensíveis à crescente dificuldade dos cidadãos comuns em responder às solicitações de contenção económica a que são chamados, não sabem medir bem o grau de tolerância a que se pode chegar e não conseguem prever o ponto de viragem em que os governados considerarão insuportável a sua condição de austeridade e começarão a sair à rua a tornar visível a sua ira e indisponibilidade para continuar a jogar esse jogo.
A continuarem as coisas como estão, tudo se encaminha para a prazo termos em Portugal um surto de greves, manifestações e outras formas de luta desagradáveis para quem preferiria que a domesticação dos trabalhadores se processasse na maior calma e respeito pela ordem. Foi o que se passou na Grécia e se vai percebendo um pouco por toda essa Europa aparentemente conformada com a transferência da crise para cima dos ombros dos trabalhadores. Se porventura a conjuntura se agravar, como é provável, e as lutas dos trabalhadores europeus se generalizarem, podemos estar certos de que melhorarão as condições para se conter esta ofensiva contra os direitos conquistados e se criarão possibilidades para uma alteração decisiva na correlação de forças entre trabalho e capital.
Forças intermédias mais receosas de um possível distúrbio da ordem estabelecida -aparentemente neutras e preocupadas com a defesa de democracia parlamentar- não deixarão de propor supostas alternativas, qual delas a mais débil. Foi o que se passou já com a iniciativa de um grupo de jovens no dia 25 de Abril, convidando cada cidadão a depositar na escadaria da Assembleia da República um cravo vermelho… “para que o 25 de Abril não esqueça, para que permaneça vivo e todos o saibam”. É sintomático o apelo: estes jovens deviam saber que o espírito do 25 de Abril já não existe, que o regime é cada vez mais antipopular e autoritário, que estamos entregues aos ditames da arrogante Alemanha, verdadeira cabeça da Europa neoliberal, e que é ingenuidade e patetice virarmo-nos para o parlamento de maioria PS ou PSD e supormos erradamente que esses parlamentares podem ou querem interpretar as aspirações legítimas de quem se sente preterido e reclama um lugar ao sol. O que esses jovens precisavam de dizer é que o Estado de direito democrático é uma farsa e não podemos confiar nele, antes temos de o substituir por outro.
FMI, polícia de proximidade
O FMI tem um programa a fazer cumprir aos diversos agentes económicos e em particular ao Estado: aumento da taxa de exploração do trabalho, redução dos salários, redução dos preços dos elementos do capital constante para comprimir os custos de produção, aumento do capital em acções oferecidas por obrigações do Estado.
As isenções e subsídios ao capital para lhe dar meios de cumprir este programa só podem sair dos fundos do Estado que para isso contrai as dívidas necessárias ao mesmo tempo que procede a cortes dramáticos em serviços públicos, salários e outros. Foi aliás assim -privatizando em benefício dos bancos parte da riqueza social disponível (sem FMI)- que há três anos os salvou da bancarrota.
Não faltará em Portugal o complemento keynesiano, que consiste em encontrar como pretexto a necessidade de maior regulação para melhor fazer passar a ideia de privatizar tudo quanto ainda dê lucro ou possa ser vendido a baixo preço. É oportuno recordar que estas receitas para uma economia de mercado baseada na livre concorrência levaram ao estabelecimento de ditaduras militares na América Latina, a começar pelo Chile de Pinochet. E não é de mais recordar que receitas de austeridade engendradas pelas cabeças pensantes do FMI noutros países, sobretudo em África, só contribuíram para agravar ainda mais a situação social e económica dos seus cidadãos, reduzindo as possibilidades de crescimento e desenvolvimento autónomo desses países, poderosamente subjugados pelas potências imperialistas, num padrão de relações que nada ficam a dever às antigas relações coloniais.
Para suster a queda do sistema, o Estado português, acolitado e aconselhado pelo FMI e pelas suas duvidosas receitas, actua agora como instrumento que vai beneficiar os grupos monopolistas e fazer dos trabalhadores as suas vítimas.
Ao ingerir-se nos assuntos internos do país, quase por imposição internacional e tendo como base justificativa problemáticas análises económicas cujo principal intuito parece consistir em arrastar a Espanha neste processo de desqualificação internacional em que estão envolvidos os chamados PIGGS, o FMI não faz mais do que actuar como polícia de proximidade: certificar-se de que as normas entram em aplicação e são obedecidas sem contestação ou turbulência, doa a quem doer, para reposição do mito neoliberal.
Os cidadãos que não se revêm nos partidos do regime e se sentem inconformados com a ditadura dos mercados financeiros deveriam rebelar-se e pressionar as instituições para as impedir de despojarem a democracia de todos os seus atributos.
Foi o que aconteceu na Islândia. Indignados com a factura da dívida soberana, mobilizaram-se e foram para a rua, exigindo uma nova Constituição contra os abusos do sistema financeiro e convocando um referendo realizado nesse mês de Abril, em que 93% dos eleitores se pronunciarom contra o pagamento da dívida.
Já em 2000, Nestor Kirchner, presidente argentino, impelido pela pressão popular, comunicou aos credores que a dívida do país era ilegítima e propôs-se pagar apenas uma parte. O FMI indignou-se, mas os credores foram obrigados a ceder e a Argentina levantou-se temporariamente da terrível situação em que se encontrava.
A Europa agrupada na sua associação de interesses, a União Europeia, mostrou o que vale desde que se iniciou a crise na Grécia, que deixou entregue à sua sorte. O desenvolvimento europeu continua a diversas velocidades, e os mais ricos exploram os mais pobres através de empréstimos ruinosos que lhes enchem os bolsos e não resolvem a mínima dificuldade dos países menos desenvolvidos, aprofundando a distância entre si.
Marx: que diz ele de novo?
Ao fim de cento e tal anos, o fantasma de Karl Marx ainda não se calou e a sua voz profética e contemporânea vê agora confirmadas muitas das previsões que fez no seu tempo, conforme reconhecem inclusivé figuras reconhecidas da economia burguesa. Algumas das ideias marxistas, postas à luz da actual crise, revelam-se agora em toda a sua clareza, apontando para soluções que o capitalismo está incapaz de encontrar. Com efeito, como dizia e diz ainda Marx:
-Quanto mais o capital cresce, mais ele produz a sua própria crise de sobreacumulação, sobreprodução, subconsumo e queda tendencial da taxa de lucro;
- Vivemos na actualidade mais uma das vagas cíclicas que afogam o proletariado, sacrificado às conveniências do capital a braços com uma grave crise. Neste momento, o capital no seu todo não tem onde aportar nem forma de se reproduzir;
-O capitalismo descreve agora a sua curva descendente como movimento histórico que precisa de ser superado por já não conseguir funcionar eficazmente. Está esgotada a projeção mítica e invencível projectada pelo neoliberalismo do capitalismo como sistema virtuoso contribuindo para o estabelecimento do bem comum. Os factos vão no sentido previsto por Marx, ao contrário do que, por exemplo, em 1999 o conceituado sociólogo Boaventura Sousa Santos imprevidentemente proclamou;
-A crise do capitalismo não leva necessariamente ao seu fim. Se não se exercerem resistências e contratendências organizadas com um objectivo bem definido, podemos estar à beira da crise final e catastrófica. Não basta existir uma crise económica para que haja uma revoluçom. As acções das classes sociais é que são decisivas. Estas não podem limitar-se à luta económica, mas têm de se travar também ao nível ideológico, fazendo os trabalhadores assumir como sua a luta política pela tomada do poder por meio de uma revoluçom socialista.
Dizer não ao reformismo
Infelizmente temos de dizer que, contra o sistema e o regime, apenas podemos contar com pequeníssimas formações de extrema-esquerda, todas elas com uma diminuta capacidade de influenciar, por se revelarem incapazes de crescer e superar as suas insuficiências e estarem pouco preocupadas com a necessidade de se concertarem entre si em luitas e campanhas, pontuais ou nom, que poderiam fazer a diferença.
Assim, no momento atual, se se pusesse de pé um forte esforço de divulgação e propaganda no sentido de mostrar aos trabalhadores que as obrigações contraídas em nosso nome para o pagamento da dívida soberana não fazem mais do que arruinar-nos e comprometerem o nosso futuro imediato, poderia criar-se um movimento alargado e poderoso sob o lema “Não pagamos, não pagamos” – evocando a inspiradora peça de teatro de Dario Fo – que demonstrasse tratar-se de uma exigência abusiva, insensata e impossível de cumprir.
Com efeito, a totalidade dos sacrifícios que hoje nos propõem não chegará para satisfazer a cobrança de juros crescentes sobre uma quantia incobrável, por desproporção com a estrutura económica do país, o fraco volume da sua força de trabalho, o peso da corrupção e das mordomias das classes dominantes, a capacidade reduzida do aparelho produtivo e o enorme défice de investimentos em projectos viáveis e geradores de postos de trabalho.
Mais do que isso, o que uma esquerda consequente e anti-reformista devia proclamar e fazer compreender é que a única alternativa a prazo é a alternativa socialista, baseada na necessidade da produção social da riqueza a ser gerida de forma social, levando à sua acumulação social, concebida esta como valor de uso e não como mercadoria.
Os comunistas de todos os quadrantes deveriam, se quisessem fazer justiça ao seu nome, apoiar os trabalhadores nesta conjuntura para desempenharem o seu papel: resistir e não aceitar carregar o fardo principal da crise, organizando-se para levar por diante o lema “Não pagamos, não pagamos”. Esta ideia poderia ser criativamente desdobrada em várias vertentes: que nenhum direito seja retirado; que não se agravem as condiçõess já precárias de sobrevivência; que o Estado seja impedido pela pressão popular de deitar mão a recursos públicos para com eles colmatar falhas por perdas de capital ou para incentivar a economia dos grupos monopolistas; que não se sintam os trabalhadores obrigados a optar entre a solução governativa A ou B e reconheçam que naufragaram todas as belas soluções de crescimento económico apresentadas, que só os atirarão para uma situação ainda mais insustentável, sem fim à vista.
Deve recusar-se o debate patético em que se envolvem o BE e o PCP sobre “como sair da crise”, pela simples razão de que não há salvação dentro do sistema e que não vale a pena estarem a tentar deitar a mão ao criminoso PS em queda, supostamente contra a direita – como se o partido de Sócrates fosse de esquerda – e em nome dos trabalhadores. Estes não precisam de ser enganados. Antes têm que optar pela melhor maneira de atender aos seus reais interesses e aos da humanidade em geral e impedir que, ciclicamente, todo o seu esforço produtivo seja reduzido a zero por uma nova crise estrutural, com todas as consequências altamente gravosas que daí podem advir. É a sua própria sobrevivência que está em jogo, uma vez que a burguesia em geral – à qual está intimamente associada a burguesia portuguesa-, na sua ânsia de salvar o capital e as taxas de lucro, só tem aproximado os seres humanos de umha catástrofe genocida.
Bourdieu dizia que a política é a arte de “fazer crer que se pode fazer o que se diz”. E o que há a dizer é que ninguém se pode apropriar da riqueza coletiva. É esse desafio que está posto à nossa frente.
Publicado por “Política Operária”
Junho 28, 2011 at 6:48 pm
# 27 Olim,
Eu ouvi mais, na TSF:
Sobre o futuro da ADD, disse Nuno Crato: “Vamos ter todos que conversar”!
Conversar… o quê?
Junho 28, 2011 at 6:48 pm
Qualquer luta que ai venha está quase nada morta à nascença…duvido que haja manifestações maciças…até porque a haverem serão convocadas pelo Nogueira e sabe-se que o homem já está queimado..muito por culpa própria diga-se de passagem..não sei… estamos muitos divididos..eles têm a maioria..a situação económica é péssima…os argumentos contra nós não faltarão.. tipo “nem com estes querem avaliação.. não querem é nenhuma avaliação”…..não sei mesmo..fui…o que nos falta mesmo..de verdade…
Junho 28, 2011 at 6:50 pm
OLHA O PIETRA DO RED LIGHT DISTRICT DE BELÉM VOLTOU..O NEGÓCIO DEVE ANDAR MAU….
Junho 28, 2011 at 6:50 pm
Se as coisas se mantiverem como nos últimos 6 anos, continuaremos a ser o grupo eleito para dar pancada…
Há muita gente “graúda” em todos os partidos, jornais, tvs, universidades, organismos de tutela, empresas, etc., que viu e vê com bons olhos o “malhanço” nos professores. Não fazem ideia nenhuma do que se passa no quotidiano de uma escola, nem na vida de um/a professor/a, (a quem nem concedem o direito iguais e constitucionalmente consagrados). Esses opinam e aprovam tudo o que sejam medidas que aparentemente “põem os profs na ordem”.
Essa gente está à direita, à esquerda, ao centro e em todos os outros quadrantes. Talvez tenham um trauma e guardem na memória uma escola que já nem existe.
Encontro aqui alguns comentadores que, não sendo professores, revelam um sadismo inaudito, injustificável e inqualificável. Será possível que alguém deseje tanto mal a um grupo profissional que se alegre com o que está mal só porque nos prejudica?
É uma lamentável estupidez. O que prejudica este enorme grupo profissional tem impacto em toda a sociedade, incluindo aqueles que se deliciam a gozar connosco.
Sou (somos muitos mais) uma cidadã de bem, cumpro a lei, pago impostos e realizo a minha profissão com brio e muita qualidade, não posso aceitar que apareçam comentários que apenas pretendem insultar e aviltar quem trabalha e justamente exige ser avaliada/os com qualidade e equidade.
A ser assim…
A Luta vai continuar!
Junho 28, 2011 at 6:50 pm
Acabou o tempo da conversa!…
Junho 28, 2011 at 6:51 pm
#21
Brincalhão: não só acho injusta como a maior fantochada de todos os tempos. tanto que assim é que talvez seja das poucas pessoas que NUNCA entregou um único papelito desta treta. Sofrerei as consequências de tal, mas não participei numa farsa.
O que escrevi em #16 é outra questão.
Junho 28, 2011 at 6:52 pm
A memória é curta.
Junho 28, 2011 at 6:53 pm
ERA METAFÓRICO PAULO SABES BEM …TODAVIA HOUVE FERIDOS….MAS ADMIRO-OS PELO FACTO DE RESISTIREM…MESMO T SABENDO, TALVEZ, QUE POUCO ADIANTA….JÁ ANTES VAI PARA 3 ANOS ,JULGO ,FIZERAM UM MÊS E TAL DE GREVE OS PROFESSORES…
Junho 28, 2011 at 6:56 pm
TOLL porque pelo menos é de justiça elementar…só por isso..e para que não digam que foram feitos juízos antecipados…mas não tenho ilusões…
Junho 28, 2011 at 6:56 pm
Eu não percebo como pode haver alguma, mesmo que pequena, réstea de complacência com uma fantochada.
Junho 28, 2011 at 6:57 pm
#47 para #43
Junho 28, 2011 at 6:57 pm
Se a “coisa” for para remendar, entrego o cartãozinho do partido e passo a ficar em casa no dia das eleições. Se a coisa não for com o Nuno Crato, não vai nunca, logo, vou voltar à realidade virtual e comportar-me-ei na escola como um robô.
Junho 28, 2011 at 7:00 pm
“Reformar” o actual modelo de ADD, como se diz no programa do governo, será efectivamente um objectivo compatível com a introdução de (cito novamente) “um regime rigoroso, exigente, autónomo e de responsabilidade” neste domínio?
Tal “enxerto”, para quem tem experimentado no terreno as “virtudes” do modelo vigente, revela-se perfeitamente “contranatura”. O actual modelo e o “rigor”, a “exigência”, a “autonomia” a “responsabilidade” são mutuamente exclusivos.
Estes últimos princípios deveriam antes servir de traves mestras para a construção de um outro modelo, realmente alternativo e credível e justo.
Há aqui uma ausência de clareza de objectivos e pouca coerência de propósitos, que não são o melhor sinal que os professores esperavam no arranque deste governo, a que reconheceram crédito, nomeadamente por força do prestígio granjeado pelo titular do ME, precisamente por assumir posições que punham em causa as funestas orientações de que padece o famigerado modelo de ADD em vigor.
Junho 28, 2011 at 7:00 pm
VER ESTE EXCERTO..NOTÁVEL…
Junho 28, 2011 at 7:02 pm
Volatilidade!
Ai o Umbigo, ai o Umbigo!
Junho 28, 2011 at 7:02 pm
Só aqui são para aí uns 10 a querer ir para a luta, se isto continua….
Junho 28, 2011 at 7:03 pm
O que é que acontece se não entregarmos o RAA?
Junho 28, 2011 at 7:05 pm
Cansada, mas presente! Somos 11 para a luta!
Junho 28, 2011 at 7:05 pm
Alguém sabe?
Junho 28, 2011 at 7:07 pm
Ninguém?
Junho 28, 2011 at 7:07 pm
12
Junho 28, 2011 at 7:08 pm
Inaceitável é dois partidos, em anterior legislatura, votarem no parlamento a suspensão imediata da ADD e não o fazerem agora que já são governo. Os fundamentos mudaram? A ADD já é outra? Dizem-me que há trabalho feito e ciclos já concluídos… Santa paciência mas se concluído o bolo ele está duro, torto e de péssimo sabor, come-se porque está concluído? Aliás, a ADD está concluída quando sairem resultados.
Estou faaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarta de tretas!!
#56 Não faço ideia mas também gostaria de saber
Junho 28, 2011 at 7:10 pm
Não deve acontecer nada.
Acho até que deveria ser um bom príncípio de luta, no caso de não haver suspensão da ADD.
Junho 28, 2011 at 7:11 pm
# 59 Professorazeca
Tudo diferente. Antes na oposição precisavam dos votos dos professores. Agora com tachos somos descartáveis. A política de verdade do PPC. Pinóquio versão 2.
Junho 28, 2011 at 7:12 pm
OU ACABAM ELES COM A ADD OU ACABAMOS NÓS, NÃO ENTREGANDO O RAA.
Junho 28, 2011 at 7:13 pm
Quando descongelarem… Se descongelarem….Podes não mudar de escalão por falta de avaliação…. Mas, também não sei ao certo. Teria de ler a legislação outra vez e não me apetece.
Junho 28, 2011 at 7:13 pm
o 63 é para o 56.
Junho 28, 2011 at 7:14 pm
Uma boa forma de acabar com esta fantochada é não entregar o RAA, mas há por aí tanto roberto!
Junho 28, 2011 at 7:14 pm
#63
Achas que alguma vez seremos descongelados?
Junho 28, 2011 at 7:15 pm
Ó Brincas, isso só teria efeito se fossemos muitos. Não acredito nessa possibilidade.
Junho 28, 2011 at 7:16 pm
LÁ PARA 2020 SE TUDO CORRER BEM..ESTOU OPTIMISTA…
Junho 28, 2011 at 7:18 pm
Nos próximos 10 anos? Não.
Voltando à não entrega de RAA…
Na minha escolinha antiga éramos 30 e tal corajosos a não entregar docs de avaliação… No fim das contas reduzui-se a zero o número de corajosos. Eu incluída.
Junho 28, 2011 at 7:18 pm
#67
Eu também não, mas, às vezes, somos capazes de feitos heróicos…
Eu também não acreditava que 200000 professores, alguma vez, se juntassem…
Junho 28, 2011 at 7:20 pm
GRANDE POST DA CARRAÇA..
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/06/o-novo-governobaralha-baralha-e-volta.html
Junho 28, 2011 at 7:23 pm
#61
Não se trata disso. Jogos de poder aplicam-se a TODOS os partidos.Sabemos que certas decisões de certos sindicatos não seriam tomadas em determinados momentos se não cumprissem calendários políticos. E também sabemos bem as consequências disso.
Não há palavra, não há honra, não há ética?
Junho 28, 2011 at 7:25 pm
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/06/classicos-da-carracapedro-o-loucoque.html
Junho 28, 2011 at 7:25 pm
# 72 professorazeca
julgo que o que hoje já saiu , acerca do programa responde a isso.
Junho 28, 2011 at 7:27 pm
“começamos com dois pés esquerdos”
Começamos já amputados!!
Junho 28, 2011 at 7:27 pm
Não há palavra, não há honra, não há ética? NÃO.. A JUSTIFICAÇÃO É ESTA…
Junho 28, 2011 at 7:28 pm
#75,
O plural era dedicado a “eles”.
Junho 28, 2011 at 7:30 pm
# 77
e também me refiro a eles…
Eu percebi
Junho 28, 2011 at 7:33 pm
grande noticia…epá somos os maiores….
Relatório da OCDE
Acesso de alunos a internet em casa quase quadruplicou em nove anos
28.06.2011 – 09:52 Por Andrea Cunha Freitas
Em 2000 apenas 24 por cento dos estudantes portugueses afirmavam ter acesso a internet em casa. Em 2009 esse número subiu para 91,1 por cento. Portugal acompanha uma tendência geral mas o seu “salto” neste campo destaca-se. Se em 2000 se encontrava bastante abaixo da média dos países da OCDE em 2009 ultrapassa esse valor médio. O acesso a internet em casa é apenas um dos muitos dados apresentados no retrato sobre as novas tecnologias e o desempenho dos alunos chamado “Estudantes On-Line”, no âmbito do mais recente relatório PISA ((Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes) apresentado nesta terça-feira em Paris.
Apenas 0,4 por cento dos cerca de 6.200 estudantes portugueses inquiridos para este estudo indicaram que nunca usaram um computador Apenas 0,4 por cento dos cerca de 6.200 estudantes portugueses inquiridos para este estudo indicaram que nunca usaram um computador (Daniel Rocha)
São quase 400 páginas de números, estatísticas e comparações. O mais recente relatório PISA inclui os resultados de um questionário geral sobre o uso de computadores na escola e em casa a países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) e alguns países convidados e ainda as conclusões de um projecto mais restrito levado a cabo em 2009, no qual Portugal não participou, e que quis testar a capacidade dos alunos em usar a informação on-line.
O documento da OCDE mostra, de facto, que os alunos portugueses estão hoje acima da média no acesso a computador e a Internet em casa, ao contrário do que se passava há nove anos. Porém, os nossos alunos continuam abaixo da média da OCDE no que se refere ao acesso a computadores na escola. Em 2009, 91,7 por cento dos estudantes portugueses tinham acesso a computadores na escola quando a média em 29 países da OCDE era de 93,1 por cento. No acesso à internet na escola, Portugal já consegue ultrapassar a média de 92,6 por cento com o registo de 96,5 por cento. Por outro lado, o rácio de computadores por número de estudantes na escola aumentou de 0,07 para 0,10 entre 2000 e 2009 mas também continua abaixo da média de 25 países da OCDE (0,13 em 2009).
Onde é que Portugal se destaca? Portugal surge em primeiro lugar no quadro que exibe a percentagem de alunos que afirmam poder realizar uma apresentação multimédia, “com som, fotografias e vídeo” sem recorrer a qualquer tipo de ajuda. De 36 por cento em 2003 os alunos portugueses passam neste capítulo para 72 por cento, quando a média de 29 países da OCDE está nos 53,6 por cento. E neste tipo de tarefa quem mais parece ter evoluído são as raparigas. Em 2003 apenas 24,3 por cento das estudantes afirmavam ser capazes de fazer uma apresentação multimédia sem ajuda e em 2009 esse grupo já atingia os 71 por cento. Os alunos portugueses também superam os valores obtidos por 28 países da OCDE (que conseguem uma média de 82,8 por cento) quando vemos que 95,9 por cento consideram que “é muito importante trabalhar com um computador”.
http://www.publico.pt/Tecnologia/alunos-portugueses-usam-mais-internet-em-casa-do-que-na-escola_1500534
Junho 28, 2011 at 7:48 pm
[...] já, juntamos a nossa voz aos que (aqui e aqui, por exemplo) se manifestam contra a intenção do governo de “reformar” o [...]
Junho 28, 2011 at 7:57 pm
Não percebem nada de motivação…
Por isso abandonam o ensino para fazerem muitas outras coisas que não motivar.
Tretas! Montes de tretas!
Junho 28, 2011 at 7:58 pm
Cada um acredita no quer. Eu, depois de rever o que o nosso novo ministro pensa, fiquei com a pulga atrás da orelha. Nuno Crato ainda tem um micro-crédito da minha parte – espero para ver (mas sem grande esperança).
Junho 28, 2011 at 7:59 pm
Quanto à não entrega do Relatório de Auto Avaliação, estou nessa onda.
Há dois anos atrás não o entreguei, a única coisa que me aconteceu é que não fui avaliada, e não estou arrependida. Acho que fui a única em mais de 150 colegas. E mudei de escola entretanto.
Afinal, se o modelo é essencialmente o mesmo, porque devo agir agora de maneira diferente? Porque já está tudo “na maior”?
Não progrido? Ui que problema! E progrediria se entregasse?
Junho 28, 2011 at 8:26 pm
Nuno Crato disse que temos primeiro de conversar? Mas que conversa há a ter???
Revoguem primeiro e conversaremos depois. Até lá, estou farta de conversas. Ora querem lá ver que desejam mais memorandos para além dos que já temos?
Junho 28, 2011 at 8:27 pm
Se é mais do mesmo estou satisfeita por não ter votado nos ditos.
Junho 28, 2011 at 8:33 pm
NÃO ENTREGUEMOS O RAA
SE O ME NÃO SUSPENDE A ADD, SUSPENDEMOS NÓS
Junho 28, 2011 at 8:35 pm
… a ver se pega!…
Junho 28, 2011 at 8:38 pm
A minha opinião contínua a ser a mesma.
Anulação dos efeitos dos MB e EXC.
http://www.arlindovsky.net/2011/06/28/a-avaliacao-de-desempenho/
Junho 28, 2011 at 8:44 pm
Mas nas Tvs dizem apenas que vai haver reestruturação… como é que os jornais depreenderam que não haver suspensão deste modelo???
Junho 28, 2011 at 8:47 pm
Estavam à espera de quê? Votaram neles agora aguentamos todos…
Não sabem o que são promessas eleitorais?
Só me admira é que pessoas inteligentes que há por aqui se tenham deixado enganar.
há! é verdade, nunca votei PS! ou me engano muito ou temos outro teimoso e convencido como PM.
Junho 28, 2011 at 8:49 pm
#90
Queria que ficasse o Sócas?
Junho 28, 2011 at 8:53 pm
Um ministro desaparecido em combate na primeira semana de governação não merece o meu crédito. Que, com sinceridade, lhe deixei nas mãos quando foi empossado.
Não adianta acrescentar mais nada. Como outros comentadores já referiram chega de conversa. A situação das escolas (e não só), não suporta mais “diálogo”. Não perceber isto é não perceber nada. Perceber e ignorar é muito pior. Pela parte que me toca estou farto de ser tratado como indigente. Para bombos da festa já chega. Haja respeito.
Não, senhor Nuno Crato! Não, senhor Passos Coelho! Os professores não são seres geneticamente anti-sócrates, como , ao que parece, vocês pensaram. São, antes de tudo, visceralmente anti-hipócratas. Se conhecessem as escolas que agora governam há muito que o saberiam. MAS NÂO CONHECEM.
O tempo de fazer escolhas já lá vai. Vocês estão onde querem estar. Lamento.
Junho 28, 2011 at 10:08 pm
Estão todos convencidos que desaparece esta ADD sem ser substuida por outra quando existem escolas que vão acabar o processo antes de programa do governo ser debatido e aprovado?
NÃO HÁ TEMPO, mesmo que o ME queira já vai tarde, Abril ia a tempo agora é tarde.
O que se faria com aqueles que concluirão a ADD antes do programa estar aprovado?
Com a actual lei a ADD interessa a contratados e QZP’s, e muitos penaram nas mãos dos avaliadores que nada têm feito ao longo do ano. Sinceramente, quero que trabalhem finalmente, que dêm o exemplo e que acabem com os falsos atestados médicos.,
Azul Escuro o anti – atestado medico
Junho 28, 2011 at 10:54 pm
Vendo dos umbigos cá de casa (pai professor e 3 estudantes de escolas públicas) a ADD é o menos importante. Aliás passou-me ao lado. Sei que vou ter o bom da praxe.
Até admito que não a queiram suspender, pelo efeito cascata que isso provocaria junto de outros grupos profissionais que também exigiriam a suspensão dos seus regimes de avaliação
Há aspectos e omissões bem mais graves neste programa de governo.
Junho 28, 2011 at 10:55 pm
Ah, e não votei no PSD.
Foi na CDU.
Junho 29, 2011 at 10:32 am
# 14
Paulo não te tinha por «anjinho».
Junho 29, 2011 at 3:57 pm
94 e 95, o DA
Estive na sua escola e sei que por lá não se dá Bom só “porque sim”.
Sei do que a casa gasta!
Mas … desejo-lhe boa sorte!