Depois de 30 minutos na TV Odivelas não consigo descortinar qualquer divergência significativa entre o discurso do SE e o do ME. E quanto às parecenças são mais do que muitas…
Dizia Medina Carreira há uns dias, que o NC era muito mais politico do que ele próprio (NC) pensava. De facto, esta de ir buscar um SE a uma ESE tem requintes de malvadez que não colam com um não político.
Eu das Eses privadas só conheço aquelas histórias do tipo que lá vai completar habilitações, sai de lá com grande nota, entra em doutoramento em Espanha, e agora já é prof associado de uma matéria que ela mal domina. Mas que é doutor em ensino da matéria tal, lá isso é… Aliás o coordenador, ou ex-coordenador (que entretanto mandaram-o coordenar outra freguesia) conseguiu meter lá dois amigaços pelo mesmo sistema. Tudo graças aos complementos concluídos com granas notas em ESE’s privadas…
estou evidentemente de acordo que a escola não deve certificar, para o sucesso estatístico, mas sim “dotar os alunos de conhecimentos e competências que os façam progredir o mais possível”. (e quem n está?) http://psicanalises.blogspot.com/
Mas essa dos complementos foi impressionante. Os tipos não sabiam uma da matéria mas lá na ESE privada fizeram o 4to ano da especialidade naquele ramo (n me peçam para explicar como). Entretanto como ficaram licenciados o coordenador amigo convida-os para assistentes. Entretanto viaja-se até salamanca entra-se no doutoramento no ensino da área (como ensinar aquilo) e pronto, carreiras feitas. Mesmo que nada saibam n há problemas que dão aulas daquilo ás futuras educadoras de infancia que nem percbem se os profs que lhes dão aulas sabem mto ou pouco, nem necessitam de saber muito daquilo. Basta uns tópicos…
“De facto, esta de ir buscar um SE a uma ESE tem requintes de malvadez que não colam com um não político.”
Eu não sei onde é que voçês vão buscar essa de que são os ministros indigitados que convidam os sec’s… Parece um mito urbano… Há sec’s que foram lá postos exactamente para controlar os ministros e n foram de todo os ministros que tiveram a ideia de os convidar.
Não sei se foi o caso ou não, mas não me parece que tenha sido ideia do Crato ir buscar alguém a uma ESE. Ainda por cima uma eses privada… sem desfazer…
Só houve um caso em que 2 tinham combinado se um fosse ministro o outro seria sec, e assim foi. Passados uns tempos já nem se falavam e um teve de desandar…
“Lamento, mas às 12:47 am o Fafe foi um ás porque teve razão!”
Aceito a derrota mas digo-vos que foi num departamento de uma universidade que alguém, da carreira académica universitária, me chamou a atenção que “às tantas” é “ás tantas” e a partir daí comecei a escrever dessa maneira, pois antes escrevia como o Fafe diz que é correcto. Já ser um “às” de qualquer coisa, a jogar matraquilhos por exemplo, é outro caso totalmente diferente.
Junho 27, 2011 at 11:35 pm
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!
Junho 27, 2011 at 11:39 pm
O critério será:
Encurtar a rede pública
e
Engordar a rede privada.
Junho 27, 2011 at 11:54 pm
Depois de 30 minutos na TV Odivelas não consigo descortinar qualquer divergência significativa entre o discurso do SE e o do ME. E quanto às parecenças são mais do que muitas…
Dizia Medina Carreira há uns dias, que o NC era muito mais politico do que ele próprio (NC) pensava. De facto, esta de ir buscar um SE a uma ESE tem requintes de malvadez que não colam com um não político.
Junho 27, 2011 at 11:54 pm
#3
Tipo…esta? (Ok, depois até pago para ver…)
http://videos.sapo.pt/zM2wzhvfuOzDqd5qaG2o
Junho 27, 2011 at 11:55 pm
Eu das Eses privadas só conheço aquelas histórias do tipo que lá vai completar habilitações, sai de lá com grande nota, entra em doutoramento em Espanha, e agora já é prof associado de uma matéria que ela mal domina. Mas que é doutor em ensino da matéria tal, lá isso é… Aliás o coordenador, ou ex-coordenador (que entretanto mandaram-o coordenar outra freguesia) conseguiu meter lá dois amigaços pelo mesmo sistema. Tudo graças aos complementos concluídos com granas notas em ESE’s privadas…
Junho 27, 2011 at 11:56 pm
granas em ablumussês significa grandas que por sua vez quer dizer grandes
Junho 28, 2011 at 12:09 am
eduquês em estado puro…
Junho 28, 2011 at 12:16 am
estou evidentemente de acordo que a escola não deve certificar, para o sucesso estatístico, mas sim “dotar os alunos de conhecimentos e competências que os façam progredir o mais possível”. (e quem n está?) http://psicanalises.blogspot.com/
Junho 28, 2011 at 12:20 am
Prontos, progridem as ESES.
Junho 28, 2011 at 12:21 am
Mas essa dos complementos foi impressionante. Os tipos não sabiam uma da matéria mas lá na ESE privada fizeram o 4to ano da especialidade naquele ramo (n me peçam para explicar como). Entretanto como ficaram licenciados o coordenador amigo convida-os para assistentes. Entretanto viaja-se até salamanca entra-se no doutoramento no ensino da área (como ensinar aquilo) e pronto, carreiras feitas. Mesmo que nada saibam n há problemas que dão aulas daquilo ás futuras educadoras de infancia que nem percbem se os profs que lhes dão aulas sabem mto ou pouco, nem necessitam de saber muito daquilo. Basta uns tópicos…
Junho 28, 2011 at 12:22 am
Como estão num departamento de ensino de uma univ, têm carreiras universitárias e podem um dia chegar a catedráticos! fantastic!
Junho 28, 2011 at 12:25 am
“De facto, esta de ir buscar um SE a uma ESE tem requintes de malvadez que não colam com um não político.”
Eu não sei onde é que voçês vão buscar essa de que são os ministros indigitados que convidam os sec’s… Parece um mito urbano… Há sec’s que foram lá postos exactamente para controlar os ministros e n foram de todo os ministros que tiveram a ideia de os convidar.
Junho 28, 2011 at 12:27 am
Não sei se foi o caso ou não, mas não me parece que tenha sido ideia do Crato ir buscar alguém a uma ESE. Ainda por cima uma eses privada… sem desfazer…
Junho 28, 2011 at 12:35 am
Pronto! Já temos os “melões”. Agora vamos ver como saem por dentro…
Por enquanto mantenho uma confiança moderada em Passos Coelho e em Nuno Crato.
Em poucos dias ou semanas dissipar-se-ão as dúvidas!…
Junho 28, 2011 at 12:43 am
Só houve um caso em que 2 tinham combinado se um fosse ministro o outro seria sec, e assim foi. Passados uns tempos já nem se falavam e um teve de desandar…
Junho 28, 2011 at 12:47 am
#10
Não é “ás”, é às. Tché!, não aprendem.
Junho 28, 2011 at 12:54 am
Desculpa mas é “ás”. Somente quando o a está isolado é “à”.
Desta vez tou certo.
Junho 28, 2011 at 1:03 am
Lamento, mas às 12:47 am o Fafe foi um ás porque teve razão!
Junho 28, 2011 at 1:07 am
#17: Um ás da língua portuguesa. Novas regras do acordo ortográfico, certo?
Junho 28, 2011 at 9:36 am
Agradecimento ao Jorge Fliscorno?
Então, mas foi aqui, ao Umbigo, que ele veio buscar, posto por mim …
http://educar.wordpress.com/2011/06/27/consta-5/#comment-588835
Ahhhh … a mim, ninguém me agradece
))))
Junho 28, 2011 at 10:42 am
“Lamento, mas às 12:47 am o Fafe foi um ás porque teve razão!”
Aceito a derrota mas digo-vos que foi num departamento de uma universidade que alguém, da carreira académica universitária, me chamou a atenção que “às tantas” é “ás tantas” e a partir daí comecei a escrever dessa maneira, pois antes escrevia como o Fafe diz que é correcto. Já ser um “às” de qualquer coisa, a jogar matraquilhos por exemplo, é outro caso totalmente diferente.
Junho 28, 2011 at 11:59 am
João Casanova de almeida não veio de uma ESE.