Olá, caro Paulo Guinote.

Penso que Nuno Crato foi uma excelente escolha para a pasta da Educação, a começar pelo que diz respeito àquilo que é o pensamento dele sobre o Eduquês.
Contudo, penso serem necessárias algumas ponderações e não fecharmos os olhos a elas. Por exemplo, ele defende abertamente a extinção do concurso nacional.
Eis um excerto de uma entrevista recente:

“Depois há uma série de outras coisas: os professores são colocados centralmente, pelo Ministério da Educação – imagine o que se passava no jornalismo, que houvesse um ministério central do jornalismo que dissesse: este jornalista agora vai para o Diário de Notícias, este vai para a televisão, este vai para a Antena 2. Isto é absurdo, mas é o que se passa no Ensino: há um ministério que controla a colocação dos professores.”

É até estranho que pareça ignorar que as pessoas manifestam opções, escolhas no âmbito do concurso nacional e o que se passa ao nível das ofertas de escola, em termos de processos menos transparentes…

Seria interessante que o Paulo colocasse este tema aberto ao debate no seu blogue.

http://educaraeducacao.blogspot.com/2011/06/entrevista-de-nuno-crato-agencia.html

Abraço!

Pedro Miguel Almeida