PS: Ricardo Rodrigues alerta para perigo das privatizações
O cabeça de lista socialista pelos Açores, Ricardo Rodrigues, alertou hoje para as consequências das privatizações defendidas pelo PSD, dizendo que os açorianos correm o risco de perder a sua televisão e suportar custos com os aeroportos.
Nem era a mesma diversão… sem o deputado-mãozinhas a dar lições de moral…
Maio 26, 2011 at 11:12 am
Esse RR é que costuma “privatizar”.
Maio 26, 2011 at 11:17 am
Não há vergonha! São capazes de tudo. Que escumalha!
Maio 26, 2011 at 11:19 am
Mas para dar lições de “moral” não faltam candidatos:
http://lishbuna.blogspot.com/2011/05/confirma-se-pois-que-celebre.html
Maio 26, 2011 at 11:35 am
Há tipos a quem a vida sorri; podiam ser artistas de circo, vendedores de cremes AVON ou deputados.
A roleta da vida e o PS ditaram o fado!
Maio 26, 2011 at 11:37 am
Outra ‘distinta’ personalidade da politica portuguesa.
Tanta inutilidade neste PS.
Maio 26, 2011 at 12:13 pm
Ricardo Rodrigues entrou para a AR porque antes de meter ao bolso gravadores já se apropriava de bens e serviços ilícitos.
DSK é um anjinho ao pé deste RR, mas a justiça portuguesa dá sempre uma “mãozinha” a estes trastes.
Maio 26, 2011 at 12:22 pm
Tanta falta de vergonha.
“Açores
Pedofilia: ex-secretário não está a ser investigado
por Licínio Lima, Carmo Rodeia11 Dezembro 2003
Ricardo Rodrigues demitiu-se do Governo regional açoriano devido a «boatos» sobre o seu alegado envolvimento em abusos de menores . Investigações não envolvem o seu nome
Ricardo Rodrigues, ex-secretário regional da Agricultura e Pescas dos Açores, não está a ser investigado pelo Ministério Público, no âmbito dos alegados abusos sexuais de menores que estão a deixar em estado de choque a população de S. Miguel. Nem o Instituto de Acção Social (IAS) regional recebeu das autoridades policiais qualquer solicitação no sentido de apoiar as presumíveis vítimas, garantiu ao DN fonte judicial.
«Está a pretender-se comparar o processo da Casa Pia com o que se está a passar na ilha de S.Miguel, quando as realidades são completamente diferentes», acrescentou a mesma fonte, frisando que «os investigadores são alheios à onda de rumores que assolou a comunicação social».
Rumores que já provocaram uma «baixa» no Governo Regional dos Açores.
Na segunda-feira, Ricardo Rodrigues demitiu-se do cargo que exercia, argumentando com a existência de uma onda de boatos que o relacionavam com alegados abusos sexuais de menores na Ilha de São Miguel.Neste contexto, os rumores já se estendiam à possibilidade de ser alvo de averiguações policiais.
Mas Ricardo Rodrigues «não está a ser investigado», garantiu fonte judicial, admitindo, no entanto, que estão a ser levadas a cabo diligências no sentido de se desmantelar uma eventual rede de pedofilia na ilha de São Miguel, de que resultou, a 13 de Novembro, a prisão preventiva de um construtor civil, conhecido por «Farfalha», que foi indiciado por crimes de lenocínio e abuso sexual de menores.”
Maio 26, 2011 at 12:23 pm
O governo americano ultrapassou o limite legal da dívida, fixado em 14,3 biliões de dólares (10,1 biliões de euros), há precisamente nove dias. Como os gastos superam largamente a receita, a administração decidiu adoptar “medidas extraordinárias” para não comprometer o limite autorizado pelo Congresso, nomeadamente a suspensão de pagamentos aos fundos federais de pensões de reforma e invalidez, para travar o aumento das suas dívidas a terceiros. No entanto, refere o Tesouro, ficará sem alternativas a 2 de Agosto. Mas não só. Na ausência de um “Plano B” é inevitável que o governo americano entre em incumprimento. Política à parte, a solução é óbvia: aumentar a receita sem subir impostos. Um sistema fiscal mais simples com uma base tributária mais alargada pode estimular a receita e baixar os juros. Eis o elemento chave do plano Bowles-Simpson, subscrito pelo senador Republicano Tom Coburn, figura de proa na defesa de um acordo orçamental bipartidário, mau grado o desacordo do seu partido. Em Agosto a solução poderá passar por uma estratégia de “metas e mecanismos desencadeadores”. Ou seja, por combinar, numa fase inicial, cortes na despesa e metas para os défices futuros com medidas automáticas para reduzir a despesa ou aumentar impostos no caso de as metas serem ultrapassadas. Os Republicanos querem mecanismos desencadeadores para reduzir automaticamente a despesa, mas opõem-se à subida automática de impostos. (in, Clive Crook, Colaborador do “Financial Times”, tradução de Ana Pina).